2 de Agosto, 2009: Cinema - TERRA


PROGRAMA DEDICADO À ÁSIA
CINEMA » TERRA
TERRA/Índia

21:00
M/12 ANOS
PEQUENO AUDITÓRIO - SALA EDUARDO PRADO COELHO

ENTRADA LIVRE

"Terra (1998) é o segundo filme da trilogia que inclui também Fogo, de 1996, e Água, de 2005, três filmes que trouxeram à realizadora indiana Deepa Mehta o reconhecimento internacional, consagrando-a em todo o mundo como uma referência do cinema de autor. Terra, filme nomeado para três prémios Gemini, relata a divisão entre a Índia e o Paquistão e as consequências humanas dessa separação.
Deepa Mehta estudou filosofia em Nova Deli e cinema no Canadá. Os seus filmes retratam os conflitos humanos na Índia contemporânea, desafiando as tradições culturais.

Título original Earth (110 minutos, cor)
Realização Deepa Mehta
Intérpretes principais Nandita Das, Aamir Khan, Rahul Khanna, Gulshan Grover, Maia Sethna, Kitu Gidwani, Kulbushan Kharbanda, Arif Zakaria, Eric Peterson, Pavan Malhotra, Sunil Mehra, Navtej Singh Johar
Canadá/Índia, 1998
Estreia 7 de Julho de 1999

A projecção é feita em ecrã 12 x 4,5 metros, em formato DVD e legendado em português"

Fonte e imagem:
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/CCBFORADESI09/Pages/TERRA.aspx

1 e 2 de Agosto, 2009: CCB Fora de Sí - OFICINAS DA ÍNDIA | FÁBRICA DAS ARTES


PROGRAMA DEDICADO À ÁSIA
OFICINAS DA ÍNDIA | FÁBRICA DAS ARTES

"Durante este fim-de-semana, o CCB Fora de Si oferece-lhe um vislumbre sobre a fascinante cultura da Índia. Venha saborear o chá e as especiarias deste país rico em tradição e rituais. Conheça histórias de deuses e deusas hindus e descubra alguns dos segredos musicais do sitar. Por fim, ao cair do dia, deixe-se levar pela Bharata Natyam, a dança sagrada do sul da Índia, numa oficina que terminará com uma demonstração no Jardim das Oliveiras.

1 e 2 Ago 2009
JARDIM DAS OLIVEIRAS E ESPAÇO CCB/FÁBRICA DAS ARTES

ENTRADA LIVRE

Programação Oficinas
Coordenação Tarikavalli


FEIRA DA ÍNDIA
Chá, especiarias e livros (para consulta)
Jardim das Oliveiras
1 e 2 de Agosto às 10:00

HISTÓRIAS E LENDAS DOS DEUSES HINDUS
Com Nadia Vissram (contadora de histórias), Tarikavalli (dança) e Paulo Sousa (música)
Histórias com música e dança ao vivo
Jardim das Oliveiras
1 e 2 de Agosto às 11:00
Para todos

OFICINA DE HENA
Com Didi
Desenho indiano nas mãos
Jardim das Oliveiras
1 e 2 de Agosto às 14:30

SARI E CARIMBOS
Com Nadia Vissram e Tarikavalli
Demonstração de trajes típicos da Índia e estampagem de tecidos
Jardim das Oliveiras
1 e 2 de Agosto às 14:30

MÚSICA INDIANA NO JARDIM DAS OLIVEIRAS
Oficina de música
Com Paulo Sousa (sitar) e Makarand Tulankar (tabla)
Com a orientação do sitarista Paulo Sousa e do tablista Makarand Tulankar, vamos levá-lo numa viagem pela música hindustani, desde o enquadramento histórico à origem do sitar e da tabla, numa oficina que culminará com um pequeno concerto no Jardim das Oliveiras.
Jardim das Oliveiras
1 e 2 de Agosto às 15:30

BHARATA NATYAM – DANÇA CLÁSSICA DO SUL DA ÍNDIA
Oficina de dança
Com Tarikavalli e Makarand Tulankar (tabla)
Arte sagrada, o Bharata Natyam é talvez o estilo académico mais antigo do mundo. De acordo com os livros sagrados da Índia, a dança é de origem divina.
Neste atelier de encontro em família, Tarikavalli abrirá uma nova perspectiva de movimentos com a utilização de gestos de mãos (mudras), ritmos, posturas corporais e expressões do rosto. Um momento único de cumplicidade que culminará com uma curta demonstração dos participantes no Jardim das Oliveiras.
Fábrica das Artes/Sala D
1 e 2 de Agosto às 16:00
Duração 2 horas, com pausa para chá
Para pais e filhos, a partir dos 7 anos

PAUSA CHÁ
Um momento de descanso para os participantes das oficinas de música e dança
Jardim das Oliveiras
1 e 2 de Agosto às 17:00

DEMONSTRAÇÃO DE DANÇA
Com Tarikavalli, Makarand Tulankar e participantes da oficina de Bharata Natyam
Jardim das Oliveiras
1 e 2 de Agosto às 18:00"

Fonte e imagem:
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/CCBFORADESI09/Pages/OFICINASDA%C3%8DNDIA.aspx

1 de Agosto a 13 de Setembro, 2009: Cinema ao Ar Livre - FITAS NA RUA


A Janela (Marialva Mix)
1 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento no Largo de Santo Antoninho
Curta-metragem: Vestígios, de Tiago Afonso.
De Edgar Pêra, com Nuno Melo, Miguel Borges, Lúcia Sigalho, Nuno Bizarro, José Wallenstein, João Didelet.
Comédia Data: PORT, 2001

Blow Up
2 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento na Tapada das Necessidades.
Curtas-metragens: Antes de Amanhã, de Saguenail
Corações de Plástico, de Sérgio Brás d'Almeida
História Trágica com Final Feliz, de Regina Pessoa.
De Michelangelo Antonioni, com Vanessa Redgrave, Sarah Miles, David Hemmings, John Castle, Jane Birkin, Gillian Hills, Peter Bowles, Veruschka Lehndorff, Julian Chagrin,
Claude Chagrin.
Drama Data: Inglaterra/Itália, 1966

Almoço 15 de Agosto
15 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento no Jardim da Parada.
Curta-metragem: Um Dia Frio, de Cláudia Varejão.
De Gianni Di Gregorio, com Gianni Di Gregorio, Valeria De Franciscis, Marina Cacciotti
Drama / M12
Duração: 75m
Data: ITA, 20008
Internet: www.pranzodiferragosto.it/

Através das Oliveiras
16 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento no Cais das Colunas.
Curta-metragem: Tronco & Nu de Regna Guimarães.
De Abbas Kiarostami, com Hossein Rezai, Tahereh Ladanian, Zarifeh Shiva.
Drama
Duração: 103m
Data: Irão/FRA, 1994

O Céu de Suely
22 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento na Rua Neves da Costa.
Curta-metragem: Tronco & Nú, de Regina Guimarães.
De Karim Aïnouz, com Hermila Guedes, Georgina Castro, Maria Menezes, João Miguel
Zezita Matos, Mateus Alves.
Drama
Duração: 88m
Data: BRA, FRA, ALE, 2002

O Tesouro do Barba Ruiva
23 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento na Torre de Belém.
Curta-metragem: Remains, de Sandro Aguillar.
De Fritz Lang, com Stewart Granger, George Sanders, Viveca Lindfors, Joan Greenwood.
Aventura
Duração: 83m
Data: EUA, 1955

O Verão de Kikujiro
29 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento no Miradouro Capela de S. Jerónimo
Curta-metragem: Circa Mede Amarante Abramovici.
De Kitano Takeshi, com 'Beat' Takeshi, Sekiguchi Yusuke, Kishimoto Kayoko, Yoshiyuki Kazuko, Great Gidayu.
Drama
Duração: 121m
Data: JAP, 1999

Lisboetas
30 Ago: 22h
Informações Úteis:
Visionamento na Praça do Martins Moniz.
Curta-metragem: China, China, de João Pedro Rodrigues, João Rui Guerra da Mata.
De Sérgio Tréfaut.
Documentário / M12
Duração: 100m
Data: PORT, 2004
Internet: www.atalantafilmes.pt/

Outros Bairros
5 Set: 22h
Informações Úteis:
Visionamento no Bairro da Quinta do Lavrado.
Curta-metragem: Quinta da Curraleira de Tiago Hespanha.
De Kiluanje Liberdade, Vasco Pimentel, Inês Gonçalves.
Documentário
Duração: 52m
Data: POR, 1999

12:08 A Este de Bucareste
6 Set: 22h
Informações Úteis:
Visionamento no Largo do Carmo.
Curta-metragem: 25 de Abril, de Edgar Pêra.
De Corneliu Porumboiu, com Mircea Andreescu, Teodor Corban, Ion Sapdaru
Comédia / M12
Duração: 89m
Data: ROM, 2007

O Gosto dos Outros
12 Set: 22h
Informações Úteis:
Visionamento na Lx Factory.
Curta-metragem: Crime, Abismo Azul Remorso Físico, de Edgar Pêra.
De Agnès Jaoui, com Anne Alvaro, Jean-Pierre Bacri.
Comédia / M/12
Duração: 112 m
Data: França, 1999
Internet: www.atalantafilmes.pt/

O Desprezo
13 Set: 22h
Informações Úteis:
Visionamento no Parque Mayer.
Curta-metragem: Cinemaamor de Jacinto Lucas Pires.
De Jean-Luc Godard, com Brigitte Bardot, Michel Piccoli, Jack Palance, Fritz Lang, Giorgia Moll.
Drama
Duração: 102m
Data: FRA, 1963

Fonte:
http://www.agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/I0005104.html?area=Cinema&tabela=salas&genero=&datas=&dia=&mes=&ano=&numero_resultados=
Imagem:
http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=agenda.index&artid=21188&distritoid=11&li=agenda

30 de Julho, 2009: Prova de vinhos: QUINTA DO SOALHEIRO

das 18h às 22h

"A Quinta de Soalheiro, na região de Melgaço, é composta por várias parcelas de média dimensão. As suas vinhas, cuja única variedade é o Alvarinho, estão implantadas entre os 100 e os 200 metros de altitude, em solo de origem granítica.

As encostas envolventes de Melgaço, protegidas por um conjunto de serras e montes, permitem um casamento perfeito entre a pluviosidade, a temperatura e o número de horas de sol.

Neste microclima, ideal para a casta Alvarinho, é produzido o Alvarinho Soalheiro, um vinho de frescura aromática, intensidade gustativa e invulgar longevidade em garrafa."

Na próxima 5ª feira, estarão à prova as seguintes colheitas de Alvarinho Soalheiro:
1994 | 2000 | 2005 | 2008

www.soalheiro.com"

Transportes
Metro: Santa Apolónia
Autocarros: 28/34/706/745/759/794/781/782

Fonte:
http://www.delidelux.pt/pt/default.html

1 de Agosto, 2009: Residência artística - "VIZINHOS"


espaço alkantara | portas abertas
residência artística “vizinhos”
gustavo ciríaco (br) & andrea sonnberger (at/de)
sáb 01 ago, das 17h00 às 19h00

"No dia de “portas abertas”, sábado 1 de Agosto, os artistas em residência de criação no espaço alkantara, Gustavo Ciríaco (Brasil) e Andrea Sonnberger (Áustria/Alemanha), convidam todas as pessoas interessadas em participar, das 17h00 às 19h00, num circuito pelo Bairro da Madragoa com uma estrutura pensada e desenhada por eles.

Os coreógrafos Gustavo Ciríaco (Brasil) e Andrea Sonnberger (Áustria/Alemanha) estão prestes a concluir a residência do projecto artístico “Vizinhos” no espaço alkantara, em Lisboa. Durante um mês exploraram o conceito de bairro e vizinhança no Bairro da Madragoa, procurando criar diferentes situações de comunicação, interacção e partilha com os moradores.

Sob o pressuposto de que a caminhada é a melhor forma de activar uma nova compreensão da cidade vivida, este circuito pretende proporcionar um encontro imprevisível entre os vizinhos do espaço alkantara e as pessoas que se movimentam dentro do sector da arte contemporânea. A estrutura do circuito e o modo como será facilitado o encontro são surpresas a descobrir naquele dia.

A participação é gratuita. Limite máximo de 40 pessoas.
Inscrições através do tel 213 152 267, tlm 919 590 730 ou email reservas@alkantara.pt
Ponto de encontro: 17h00, espaço alkantara [calçada marquês de abrantes 99, santos, lisboa]

“VIZINHOS” é um projecto artístico de colaboração entre os coreógrafos Gustavo Ciríaco e Andrea Sonnberger, sendo esta residência uma das etapas de desenvolvimento do projecto. Durante um mês os artistas trabalham no bairro de Madragoa (circundantes ao espaço alkantara) sobre os conceito de bairro e de relações de vizinhança: comunidade, hábitos e relações serão a base da sua investigação.

Segundo os artistas, a consciência de bairro e de vizinhança têm ocupado um papel central no desenvolvimento e fortalecimento de comunidades, quer no campo social como político. Os bairros são vistos como uma alternativa às tendências e compromissos da sociedade capitalista. No entanto, no mundo da arte contemporânea, os bairros parecem não suscitar grande interesse e espaço de reflexão. Apresenta-se difícil o diálogo entre o pensamento artístico contemporâneo e a esfera tradicional de um bairro, os seus hábitos e relações sociais e familiares.

Gustavo e Andrea querem precisamente quebrar esta ideia através da criação de processos artísticos baseados nos laços de vizinhança e nas ferramentes de comunicação existentes num bairro.

Durante esta residência, os artistas procuram definir formas de produção de espaço e tempo de diálogo e pesquisa, sem imposição dos seus conhecimentos e práticas aos vizinhos da Madragoa, mas sim através da criação de um contexto onde o conhecimento, as práticas e as acções possam ser partilhadas ao mesmo nível entre todos os que participarem nesta investigação.

Este projecto esteve em residência em Madrid, no âmbito do programa de residências da Casa Encendida e Aula de Danza/Universidad Alcalá, entre Setembro e Outubro de 2008."

www.alkantara.pt | alkantara@alkantara.pt | tel.: +351 213 152 267 | fax: +351 213 151 368
rua do forno do tijolo, 54 - 5ºesq | 1170-138 lisboa, portugal

Fonte e imagem:
http://www.alkantara.pt/noticias.php?lang=1&id=240

31 de Julho, 2009: Massa Crítica - BICICLETADA


"Bicicletadas / Massas Críticas
Sexta-feira, 31/07/2009 - 18:00 - 20:30

* Lisboa - Encontro: Marquês Pombal, no início do Parque Eduardo VII

...Há alguma variedade na hora de início das bicicletadas pois, para além do mais, espera-se sempre cerca de meia hora pela chegada de mais participantes...

Aparece e traz amigas/os."

Fonte e Imagem:
http://www.massacriticapt.net/?q=sobre-a-massa-critica/massa-critica-em-lisboa

24 de Julho a 25 de Setembro, 2009: Exposição - SÓNIA ALMEIRA, TO BE ABSTRACT


jorge molder
Black Rectangle (pormenor), 2008
Óleo sobre MDF
36,5 x 22 cm

"Temos o prazer de convidar para a inauguração da exposição "To Be Abstract" de Sónia Almeida, que terá lugar na sexta-feira, 24 de Julho de 2009, às 22h00, no Espaço Chiado 8, em Lisboa.
Curador: Bruno Marchand
A pintura de Sónia Almeida (Lisboa, 1978) situa-se no limiar da figuração e da abstracção. Pode dizer-se que a sua obra incorpora e procura transformar as premissas que marcaram a história da pintura abstracta, sem nunca se deixar imergir completamente nesta categoria.
Compostas maioritariamente por velaturas de densidade variável – áreas de cor que se sobrepõem a fundos com os quais estabelecem jogos de contraste –, estas obras nascem de uma peculiar relação de Sónia Almeida com o potencial pictórico das imagens e dos objectos que fazem parte do seu quotidiano. Estes elementos, inicialmente registados em cadernos de esboço, são depois estilizados, reenquadrados e conjugados, criando composições que frustram qualquer tentativa de os organizar em sistemas de signos inteligíveis. Transpostos para a tela em gestos fluidos e matizados numa paleta de cores singular, todos os referentes se dissolvem na pintura, revelando-a como um campo de teste para a tensão entre a experiência sensível e a ambiguidade perceptiva.
Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (2001) e tendo completado um Master of Fine Arts na Slade School of Fine Art, em Londres (2006), a maioria das exposições de Sónia Almeida tem tido lugar fora do circuito nacional. "To Be Abstract" reúne um conjunto de obras recentes desta artista, através do qual será possível conhecer a diversidade de um corpo de trabalho que se inscreve numa das mais desafiantes correntes da pintura contemporânea."

Chiado 8 Arte Contemporânea
Largo do Chiado, nº8 | 1249-125 Lisboa
Tel 21 323 73 46
De segunda a sexta-feira, das 12h00 às 20h00
Encerra aos fins-de-semana e feriados

Transportes
Metro: Baixa-Chiado
Autocarros: 758/790/792
Eléctrico: 28

Fonte e imagem:
http://www.fidelidademundial.pt/Pages/Divulgacao-SoniaAlmeida.aspx

28 de Julho, 2009: Mesa Redonda - DARFUR


Sociedade Histórica da Independência de Portugal
Palácio da Independência
Largo de São Domingos, 11
1150-320 Lisboa

Telefone: 21 324 14 70
Fax: 21 342 04 11
Email: ship.geral@ship.pt

Transportes
Metro: Restauradores, Rossio
Autocarros: 1/32/36/709/714/744/745
Eléctricos: 15

Fonte:
http://www.ship.pt/contactos.php#

Fonte e imagem:
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=961&Itemid=114

23 de Julho, 2009: Leilão - LIDIJA KOLOVRAT - 20 YEARS IN FASHION


Tenho o prazer de convidar para o Leilão 'Lidija Kolovrat - 20 years in fashion'.
Kolovrat Concept Store, Rua do Salitre 169 Lisboa
Acesso ao site em http://www.p4liveauctions.com/
Acesso aos LOTs http://www.p4liveauctions.com/calendar/

23 de Julho, 2009: Concerto - LAMA


"Susana Santos Silva, Gonçalo Almeida e Greg Smith formam o trio LAMA, uma proposta intrigante capaz de convencer os mais exigentes e que resulta dos diferenciados contributos destes três jovens músicos.
23 Jul 2009 - 22:00
M/12 ANOS
CAFETARIA QUADRANTE
ENTRADA LIVRE

Sediado em Roterdão, na Holanda, mas composto por dois portugueses e um canadiano que aí completam estudos musicais, o trio LAMA toca um jazz electroacústico que ignora ostensivamente as linhas de separação entre mainstream e vanguarda. Aos instrumentos acústicos dos seus elementos associa-se a electrónica digital, num misto de improvisação e sound-scaping que resulta fresco, singular e desafiante."

SUSANA SANTOS SILVA trompete
GONÇALO ALMEIDA contrabaixo
GREG SMITH bateria e electrónica

Transportes:
Comboio: Belém
Autocarros: 28/714/727/729/751
Eléctrico: 15

Fonte e imagem:
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Jazz/Pages/JAZZ%C3%80S5%C2%AA%27S23DEJULHO.aspx

22 de Julho, 2009: Conferência - PALIMPSESTOS URBANOS: CORPO, CIDADE E NOVAS FORMAS DE VIDA


Palimpsestos urbanos: corpo, cidade e novas formas de vida
Peter Pál Pelbart, José Gil e Kuniichi Uno

18h30 · Sala 2 · Entrada Gratuita*
* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

"Integrado na 4ª edição do Festival Urbano Pedras d’Água produzido pelo c.e.m – centro em movimento propõe-se um encontro com 3 filósofos de notória relevância para o pensamento contemporâneo: Peter Pál Pelbart, José Gil e Kuniichi Uno.
Este ano, pessoas e lugares de Lisboa possibilitam a investigação das ligações entre visível e invisível, continuidade e comunicação, escuta e acção sempre a partir da experiência do corpo em relação.
Reforçando o papel da arte como forma de conhecimento e sustentando o trabalho com a população enquanto espaço de relação entre investigadores / criadores e a urbe, esta abordagem reflecte-se noutras esferas não estritamente artísticas como a social, a política ou a educacional, obrigando a uma reflexão integrada sobre a actualidade.
O encontro entre os filósofos Peter Pál Pelbart (professor titular de filosofia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), José Gil (professor na Universidade Nova de Lisboa, que em Dezembro de 2004 foi considerado, no número especial do Le Nouvel Observateur, como um dos 25 grandes pensadores de todo o mundo) e Kuniichi Uno (professor na Universidade de Rykkio, autor de livros sobre literatura, filosofia, pintura, dança, teatro e cinema), mediado pela professora Christine Greiner (professora do Departamento de Linguagens do Corpo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), apresenta percepções sobre a relação do corpo com as cidades e as suas formas de vida.
Inspirados por leituras diversas (Gilles Deleuze, Félix Guatari, Giorgio Agamben, Antonin Artaud, Tatsumi Hijikata e Henri Bergson) os convidados trilham novos percursos através de temas como a precariedade da vida, o altruísmo, as novas comunidades, os novos gestos, as novas formas de vida.
Ver apresentação do Festival Urbano Pedras d’Água em c-e-m.org.

Iniciativa c.e.m. – centro em movimento"

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte:
http://www.culturgest.pt/actual/palimpsestos.html

23 a 25 de Julho, 2009: Conferências - SOCIOLOGIA DA MÚSICA


Sociologia da Música: Tendências, Interpelações, Perspectivas
Coordenação científica: Mário Vieira de Carvalho (Universidade Nova de Lisboa)
e Christian Kaden (Universidade Humboldt de Berlim)

Das 9h00 às 18h30 · Pequeno Auditório e Sala 2 · Entrada Gratuita*
* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

"Nas últimas décadas as abordagens sociológicas da música têm vindo a desenvolver, expandir e diversificar extensivamente os seus métodos e áreas temáticas. Os campos de investigação da sociologia e da musicologia têm-se cruzado cada vez mais. O espectro interdisciplinar continua a alargar-se. Tanto as questões teórico-críticas como os estudos empíricos se abriram a novos horizontes. A Sociologia da Música desenvolveu-se num sentido integrativo, tomando em conta os contributos da História, Antropologia, Filosofia e Estética, Psicologia e Psicanálise, Economia, Teorias da Recepção, Comunicação e Sistemas, Estudos de Género, Culturais, Comparativos e da Globalização. Intensificou-se também a sua influência noutras áreas da Musicologia – por exemplo, nos Estudos de Composição e Interpretação ou na Análise Musical. A maior parte das abordagens incide actualmente sobre as práticas musicais como interacção social, o material musical e as obras musicais como sociedade codificada, o significado musical como resultado de processos sociais que ocorrem em mundos vividos em constante mudança, as trocas sistema-meio na produção e na recepção musicais, etc. Mais recentemente emergiu a extensão a novas questões, como por exemplo, as colocadas em contextos de morte, guerra, conflitos étnicos e políticos. A Sociologia da Música tem ainda contribuído para uma musicologia auto-crítica, que se tornou consciente da construção social do conhecimento e, consequentemente, visa produzir um conhecimento socialmente mais válido.
Esta conferência internacional reúne em Lisboa mais de quarenta especialistas de todos os continentes, representativos dessas diferentes abordagens e temáticas. A problemática da modernidade musical europeia, as músicas populares no espaço ibero-americano, a globalização e as transferências culturais (considerando, designadamente, a China), as novas tecnologias e as estratégias de mediação, a relação com a música na doença e na morte, os usos da música na manipulação política, enfim a reflexão teórico-crítica que interroga o objecto e as metodologias – eis todo um diferenciado leque de interpelações (entre outras) que alimentará os debates das quinze sessões públicas distribuídas por três dias.
A organização é do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa (CESEM). Integram a Comissão Organizadora os professores Mário Vieira de Carvalho, Paula Gomes Ribeiro e Ângelo Martingo.



Quem deseje obter um certificado de participação e outras informações actualizadas sobre a organização do congresso deverá consultar o sítio oficial do congresso sociologyofmusic2009.com.

Conferências em inglês.

QUINTA-FEIRA, 23 DE JULHO

8h30 Recepção/Acreditação
8h45 Sessão de abertura

9h00 – 10h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Christian Kaden
Antoine Hennion (Paris)
Amar a música: Duma Sociologia da Cultura a uma Pragmática do Gosto
Tia DeNora (Exeter, RU)
Quando a música assume a liderança
Richard Leppert (Minneapolis – Minnesota)
Música, Estética e a Dialéctica do Compromisso Social

10h45 – 11h15 – INTERVALO

11h15 – 13h00
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Morag Josephine Grant
Mikuláš Bek
O famoso 'gosto checo': uma crítica social à musicalidade checa
Pedro Boia (Porto, Exeter)
Modernismo, Pós-Modernismo e Sentido no(s) Movimento(s) de (re-)Interpretação da Música Antiga
Angelo Martingo (Braga)
Contextos de modernidade: identidade e significação na recente prática composicional em Portugal

SALA 2
MODERADOR: Carlos Sandroni
Luís Melo Campos (Lisboa)
Músicos e modos de relacionamento com a música
Iñigo Sánchez (Barcelona)
Del salón a la cocina: haciendo etnomusicología en casa
Ana Brinca (Lisboa)
O som e a escuta no ‘KZ-Lager’: Auschwitz, Buchenwald, Ravensbrück

13h00 – 14h30 – INTERVALO

14h30 – 16h15
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Hansjakob Ziemer
Daniel Koglin (Berlim)
Espaços semânticos de Factos ou Artefactos Musicais?
Paula Gomes Ribeiro (Lisboa)
A construção operática da hiperrealidade: Paradigmas da representação social na dramaturgia da ópera contemporânea
Manuel Deniz Silva (Lisboa) A música de filme como objecto sociológico

SALA 2
MODERADOR: Antoine Hennion
Katrin Bicher (Berlim)
Verein für musikalische Privataufführungen [Sociedade para Audições Musicais Privadas]. Objectivos, Estruturas, Protagonistas
Mark Clague (Ann Arbor – Michigan)
Para uma socialidade da invenção artística, ou a instituição como musa: A Associação Auditorium de Chicago e a criatividade das organizações musicais nos Estados Unidos
José Júlio Lopes (Lisboa)
O compositor contemporâneo no seu labirinto. Arquivo. Memória. Reprodução. Recepção. Instituições. Mediação. Novas tecnologias. Música no mundo

16h15 – 16h45 – INTERVALO

16h45 – 18h30
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Tia DeNora
Wolfgang Fuhrmann (Viena)
Para uma teoria de sistemas sociomusicais: reflexões sobre o desafio de Niklas Luhmann para a Sociologia da Música
Hansjakob Ziemer (Berlim)
Escutar as Diferenças: O debate Stravinsky-Shoenberg nos anos 20 na perspectiva de uma Antropologia Histórica da Música
António Pinho Vargas (Coimbra)
A Música Europeia após 1945 como um espaço restrito de enunciação

SEXTA-FEIRA, 24 DE JULHO

9h00 – 10h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Philip V. Bohlman
Salwa Castelo-Branco (Lisboa)
Discurso sobre música, política cultural e construção nacional no século XX em Portugal
Carlos Sandroni (Pernambuco)
Mudanças recentes na música tradicional do Nordeste brasileiro: o caso de Pernambuco
Peter J. Martin (Manchester)
O negócio da gravação e a internet: Dumbo encontra-se com o inimigo lá dentro?

10h45 – 11h15 – INTERVALO

11h15 – 13h00
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Salwa Castelo-Branco
Juan Manuel Pavía Calderón (Bogotá)
Sociologia da música popular na Colômbia
Denise Milstein (Nova Iorque)
Repressão, re-orientação e ciclos de vida dos movimentos de música popular na América Latina
Pedro Russo Moreira (Lisboa)
A Rádio e a Música para Trabalhadores: Política de programação da Emissora Nacional nos Anos 40

SALA 2
MODERADOR: Juan-Pablo González
Michel Nicolau (Berlim/Campinas)
A percepção da ideia de diversidade na indústria musical
Paula Abreu (Coimbra)
A indústria fonográfica e o mercado da música gravada: um longo equívoco
Pedro Nunes (Lisboa)
O Jornalismo e a Crítica Pop-Rock em Portugal: entre o gatekeeping do gosto e o grilo falante da indústria

13h00 – 14h30 – INTERVALO

14h30 – 16h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Denise Milstein
Mariano Muñoz-Hidalgo (Talca, Chile)
Psicossociologia da cultura popular: marginal versus subterrâneo na música popular
José Juan Olvera Gudiño (Monterrey, México)
O dia em que Kumbia Kings desceu à cidade. Negociações e confrontos na configuração das culturas musicais
Luzia Rocha/Luís Sousa (Lisboa)
Viagens e mutações de uma obra de arte: usos e apropriações da pintura de Malhoa O Fado

SALA 2
MODERADOR: Bernd Hornung
Diósnio Machado Neto (S. Paulo)
A ‘viola’ e o véu: o estilo de canção da ‘modinha’ no processo de redefinição da crítica social brasileira setecentista
Elisa Lessa (Braga)
Vozes femininas, regras masculinas: Patriarcado e prática musical nos conventos portugueses setecentistas
Maria José Artiaga (Lisboa)
A recepção de Verdi no meio intelectual português nos anos 70 do século XIX

16h15 – 16h45 – INTERVALO

16h45 – 18h30
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Max Paddison
Mário Vieira de Carvalho (Lisboa)
‘Esperança para a verdade’: Uma indagação das concepções de Arte e Teoria Social em Adorno
João Pedro Cachopo (Lisboa)
Quão política é a música? Uma abordagem através de Adorno e Rancière
Andreas Stascheit (Dortmund)
A Música na História do Pensamento Social

SÁBADO, 25 DE JULHO

9h00 – 10h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Richard Leppert
Philip V. Bohlman (Chicago)
Som, Silêncio e Sociedade – A estética da acção numa sociologia da música globalizada
Ruth Finnegan (Milton Keynes, RU)
Música: um médium humano universal?
Max Paddison (Durham, RU)
Aspectos Teóricos na Mediação Sociocultural da Música

10h45 – 11h15 – INTERVALO

11h15 – 13h00
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Peter J. Martin
Karsten Mackensen (Berlim)
Teoria sociológica universal e criação teórica empírica numa sociologia da música histórica: capacidade de intervenção, racionalização e a realidade de um cosmos musical no limiar da idade moderna
Minghui Bi (Peking)
‘Ópera Modelo’ na China: O fenómeno musical específico sob uma específica forma social
Morag Josephine Grant (Göttingen)
Musicologia, estudos de conflitos e direitos humanos: lições do passado, abordagens para o futuro

13h00 – 14h30 – INTERVALO

14h30 – 16h15
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Mário Vieira de Carvalho
Bernd Hornung (Marburg)
Holismo – O Cerne da Arte e da Estética – Uma Abordagem na perspectiva da Teoria da Informação
Juan-Pablo González (Santiago, Chile)
Para uma história social da actualidade: música popular e angry young chilenos durante a década de 1960
Christian Kaden (Berlim)
A loucura de Schumann. Horizontes da Antropologia Histórica da Música

16h15 – 16h30 – SESSÃO DE ENCERRAMENTO

17h00 – Programa social"

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte e imagem:
http://www.culturgest.pt/actual/sociologia_musica.html

até 12 de Setembro, 2009: Cinema - CINEMA AO AR LIVRE


Esta semana, saiu um artigo na revista Visão com a listagem dos locais onde ver cinema ao ar livre. Por favor, para ampliar a imagem carregar em cima.

Fonte:
Revista Visão, 16 de Julho de 2009

19 de Julho, 2009: CICLOFICINA


"A Cicloficina ainda não tirou férias. Em Julho também há e é já amanhã. Se a vossa bicicleta precisa de uns toques antes de a levarem para umas voltinhas nas férias, apareçam!
Na Crew Hassan (traseiras, acesso pelo túnel), das 14h30 às 16h30."
Rua das Portas de Santo Antão, nº 154

"O que é a Cicloficina?
É uma iniciativa informal, e aberta a todos os que nela queiram colaborar. É um serviço de assistência técnica simples prestado à população ciclista, e funciona apoiada no tempo, dedicação e mais valias dos voluntários que a fazem acontecer.

Qual o objectivo da Cicloficina?
# 1 – Promoção do uso quotidiano da bicicleta, dando-lhe visibilidade.
# 2 – Animação da rua e da vida colectiva do local onde decorre a Cicloficina.
# 3 – Aumento das interacções e fortalecimento das relações da comunidade.
# 4 – Empoderamento dos utilizadores de bicicleta, ensinando-os a regular, ajustar, afinar e manter as suas bicicletas, de modo a aumentar a sua autonomia, a sua segurança e o seu conforto, com vista a fomentar um maior uso da bicicleta na cidade."

Fonte e imagem:
http://cicloficina.wordpress.com/2009/07/18/amanha-ha-cicloficina-em-lisboa/
http://cicloficina.wordpress.com/perguntas-frequentes/

18 de Julho, 2009: Evento - NOITE DAS ESTRELAS


Observatório Astronómico de Lisboa
21h00 às 23h00
OAL
Visita ao observatório + observações a partir das
21h30 (luzes do edifício desligadas)

junto à Torre de Belém
21h30 às 24h00
Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores
Apagão e observações astronómicas


Artigos no Jornal Público:
"“Noite das estrelas" propõe apagão para observar os céus
14.07.2009
A poluição é um problema das cidades. Mas a poluição luminosa é um problema adicional para quem quer e gosta de observar o céu nocturno. No âmbito do Ano Internacional da Astronomia, a organização deste evento vai promover, já no próximo fim-de-semana, a “Noite das Estrelas”, um apagão na iluminação pública em vários pontos do país que pretende alertar as pessoas para o problema da poluição luminosa e para a beleza do céu nocturno.

Música, palestras, sessões de observação do céu acompanhadas por astrónomos, estão programadas para várias cidades do país de norte a sul e ilhas. A iniciativa coincide também com o arranque da “Astronomia no Verão”, da responsabilidade da Agência Nacional Ciência Viva e que prolongará as actividades relacionadas com os céus ao longo de todo o Verão.

As celebrações da "Noite da das Estrelas" fazem parte do projecto internacional "Dark Skyes Awareness", que pode ser consultado em http://www.darkskiesawareness.org/."


"Portugal apaga-se em nome do céu nocturno e do brilho das estrelas
18.07.2009, Ana Machado e Romana Borja-Santos

Dez cidades aderem hoje à Noite das Estrelas. A proposta do Ano Internacional da Astronomia é pôr as pessoas a olhar para o céu e apreciar
Perder a hipótese de observar um céu nocturno cheio de estrelas ou desperdiçar energia são as principais consequências da poluição luminosa, um problema que afecta a maior parte das cidades. Para sensibilizar a sociedade para este problema, astrónomos e amantes da observação dos céus juntam-se hoje em vários pontos do país para celebrar a Noite das Estrelas e para pedir legislação específica que proteja o direito ao céu nocturno.
Um bem que gostavam que a UNESCO elevasse a Património da Humanidade, começando, por exemplo, por criar "reservas de estrelas", zonas onde os interessados pudessem voltar a olhar para o lado negro do Universo.
Rosa Doran, astrónoma e investigadora do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa, vai estar na praia dos pescadores, na baía de Cascais, com o Núcleo Interactivo de Astronomia, para mostrar aos que aparecerem como é bom observar o céu nocturno. Além de Cascais, as luzes apagam-se em dez locais de norte a sul do país, entre eles a Torre de Belém, em Lisboa, o Pátio das Escolas, em Coimbra, Moimenta da Beira, ilha Terceira (Açores) e Calheta (Madeira). Apesar de a iniciativa abranger apenas a iluminação pública, se todo o país fosse "desligado" durante apenas uma hora isso já permitiria uma redução entre os cinco e os dez por cento no consumo. Mas a ideia de hoje é mais fazer uma homenagem ao céu e exigir que este não seja ofuscado por nenhum brilho artificial.
"Quando entramos de avião em Lisboa vemos a Ponte 25 de Abril toda iluminada, mas não vemos a Ponte Vasco da Gama. É bonita de ver a ponte iluminada, mas não passa disso. É dinheiro que se gasta. Começamos a despertar para este problema da poluição luminosa que nos afecta dentro das cidades", lembra Rosa Doran sobre o problema que reduz aos planetários a hipótese de observação do céu: "As crianças perderam os céus".
"Mais do que ver as estrelas, olhar para o céu é descobrir o Universo", frisa a investigadora, recordando o mote do Ano Internacional da Astronomia, que se celebra ao longo deste ano em que se completam 400 anos sobre as primeiras observações de Galileu. Também o astrónomo Máximo Ferreira, do Centro Ciência Viva de Constância, defende um regresso às origens e sugere que se observe primeiro a olho nu. "Os instrumentos permitem ver mais longe, mas tiram a beleza do contacto directo com o céu."
Pedro Russo, astrofísico português a trabalhar no Observatório Europeu do Sul, em Munique, Alemanha, e coordenador do Ano Internacional da Astronomia, lembra que o impacto da poluição luminosa no ser humano não é grande, mas noutras espécies sim, o que leva já alguns países a aplicar legislação de protecção do céu nocturno.
"Estudos indicam que 40 por cento da iluminação é desperdiçada e nunca se provou a relação entre o aumento da criminalidade e a falta de iluminação", frisa o investigador, que aproveita para lançar o desafio a que Portugal adopte legislação específica. "Poderia até servir o turismo.""

Transportes para a Torre de Belém
Comboio: Belém
Autocarros: 28/714/727/729/751
Eléctrico: 15

Transportes para o Observatório Astronómico de Lisboa
Comboio: Alcântara
Autocarros: 60/738/742
Eléctrico: 18

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1391751&idCanal=13
http://www.astronomia2009.org/documentos/Noite_estrelas_programa.pdf
http://jornal.publico.clix.pt/
Imagem:
http://www.freesmug.org/review/img/review/stellarium.jpg

até 31 de Julho, 2009: Comércio Justo - LOJA DA RUA DA PRATA


Loja da Rua da Prata encerra a 31 de Julho de 2009, durante este mês todos os artigos, excepto os alimentares, têm um desconto de 40%.

Cores do Globo - Associação para a Promoção do Comércio Justo.
Rua da Prata 70-72 / 1100-420 Lisboa
Tm.: 912461034 (contacto provisório)

"O Comércio Justo é definido pela News! [a Rede Europeia de Lojas de Comércio Justo] como:
«uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros, para aumentar o seu acesso ao mercado e para promover o processo de desenvolvimento sustentado.
O Comércio Justo procura criar os meios e oportunidades para melhorar as condições de vida e de trabalho dos produtores, especialmente os pequenos produtores desfavorecidos. A sua missão é a de promover a equidade social, a protecção do ambiente e a segurança económica através do comércio e da promoção de campanhas de consciencialização»."

Transportes
Metro: Baixa-Chiado, Terreiro do Paço
Autocarros: 1/32/36/706/709/714/744/745/758/790/792
Eléctricos: 15/18/25/28

Fonte:
http://coresdoglobo.org/cg_p_comjust.htm
http://coresdoglobo.org/
Imagem:
http://www.izon.co.nz/1-images-coffee/Fairtrade%20Logo%2001.jpg

16 Julho a 11 Outubro, 2009: Exposição - ENCOMPASSING THE GLOBE


Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII
"WASHINGTON, 2007, June 22—“ A little-known fact: A version of the Internet was invented in Portugal 500 years ago by a bunch of sailors with names like Pedro, Vasco and Bartolomeu. The technology was crude. Links were unstable. Response time was glacial. (A message sent on their network might take a year to land.)”

Nestas primeiras palavras de um artigo publicado no periódico norte-americano New York Times sobre a exposição Encompassing the globe. Portugal and the World in the 16th and 17th centuries – um eloquente testemunho da presença cultural portuguesa em África, na Ásia e nas Américas, e destas na arte portuguesa – lê-se a importância magna de Portugal, nos séculos XVI e XVII, na criação de redes de comunicação em tempo real, o estabelecimento de mercados internacionais e o intercâmbio cultural, artístico, científico e linguístico que permitiram à Europa, através de Portugal, influenciar e ser influenciada por culturas transcontinentais.
Portugal constituiu-se, pois, em epicentro de novas estruturas económicas, políticas e culturais em todo o mundo, que configuraram o pensamento europeu com efeitos definitivos para a comunicação global. Um milhão de falantes do português no século XV “globalizou-se”, assim, em duzentos milhões, na actualidade.
A exposição Encompassing the Globe. Portugal in the 16th and 17th centuries foi produzida pela Smithsonian Institution, através da A. M. Sackler and Freer Gallery, Washington DC, onde esteve patente entre Junho e Setembro de 2007; e realizou-se depois uma segunda edição no coração da Europa, no Palais des Beaux Arts, em Bruxelas, entre Outubro de 2007 e Fevereiro de 2008, com o título Autour du Monde. Portugal dans le Monde aux XVI e XVII siècles.
A riqueza da perspectiva inscrita pelos comissários científicos da exposição – Julian Raby, director da A. M. Sackler and Freer Gallery, Jay Levenson, curador de várias exposições relacionadas com Portugal, e Nuno Vassalo e Silva, director adjunto do Museu Calouste Gulbenkian – mostra Portugal como pioneiro absoluto da actual era de globalização de conhecimentos, facto que levou o Ministério da Cultura e o Ministério da Economia e Inovação a apoiar, tendo em conta o superior interesse nacional, a vinda desta importante exposição a Lisboa.

Na sua edição portuguesa a exposição será designada pelo seu título em inglês – Encompassing the Globe – marca identificativa desta realização da Smithsonian Institution, e em português – Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII – o seu âmbito temático e cronológico.
Assim, caberá ao Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, apresentar a exposição Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII, entre Julho e Outubro de 2009. Este primeiro Museu Nacional é, por excelência o lugar certo, para esta apresentação, tendo em conta as suas colecções de Artes Plásticas e Artes Decorativas nacionais e internacionais, do século XIV até meados do século XIX, com obras de referência para o conhecimento da viagem dos Portugueses pelo Mundo.
Poder-se-á pensar, equivocamente, que os que já visitaram a exposição em Washington e em Bruxelas em 2007 irão repetir a mesma experiência.
Com efeito, a versão que o Museu Nacional de Arte antiga irá apresentar ao público, respeitando na íntegra o conceito dos comissários científicos, surge agora enriquecida, tanto pelo espaço que lhe foi dedicado, todo o piso 03 do edifício principal do Museu, como pela apresentação num novo contexto de Tesouros Nacionais que, por o serem, não puderam ser cedidos para as anteriores versões da exposição.
Podemos compreender como Portugal, a partir do século XV, abriu o Mundo à Europa, estabelecendo contactos e trocas comerciais e, naturalmente, culturais em pioneiras rotas traçadas nos oceanos Atlântico, Indico e Pacífico. As relações de Portugal e a Europa nos séculos XV e XVI é o núcleo que nos conduz para os núcleos dos diferentes territórios que maior expressão cultural tiveram neste momento pioneiro da globalização – África, Brasil, as terras do Índico, China e Japão.
Um total de cerca 200 obras – Cartografia, Marfins, Imaginária, Desenho, Gravura, Escultura, Pintura, Plumária e Ourivesaria – serão reunidas em Lisboa provenientes de prestigiadas colecções públicas e privadas. Para além das peças oriundas de colecções particulares, destacam-se, entre muitas outras, as cedências de obras pelo Staatliches Museum für Völkerkunde, Munique, o Staatliche Kunstsammlungen, Dresden, o Kunsthistoriches Museum e o Albertina Museum, Viena, o Musée Royal de l’Afrique Centrale, Bruxelas, o Museu do Louvre, Paris, o Nationalmuseet da Dinamarca, o Património Nacional de Espanha, o Museum Boijmans van Beuningen, Roterdão, a British Library, o Victoria and Albert Museum e o British Museum, Londres, Biblioteca Nazionale Centrale, Florença, Biblioteca Casanatense, de Roma, o Museu do Hermitage, S. Petersburgo, os Museus do Kremlin, Moscovo, o Museu de Arte Sacra de S. Paulo, Brasil, e muitos outros museus e colecções particulares nacionais.

Acresce a este elenco alguns dos Tesouros Nacionais de Portugal, cuja cedência para o estrangeiro se desaconselha - os painéis quatrocentistas de S. Vicente, a Custódia de Belém e a rara série de biombos Nambam – que irão cortejar um importante conjunto de objectos inéditos provenientes de outras colecções portuguesas.
A exposição Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII em Lisboa constituirá um acontecimento único de grande relevância histórica e civilizacional que, celebrando a(s) Arte(s) e a(s) Ciência(s), homenageia o desenvolvimento das relações internacionais, o advento do diálogo inter cultural, afirmando uma visão inovadora e seminal, emanada de um exterior distante e diferente – o Novo Mundo - que, inevitavelmente, enriquecerá e desafiará as perspectivas de observação de Portugal e da Europa.
Iniciativa potenciadora do aumento do fluxo de turismo cultural, esta exposição concorrerá para a afirmação de Portugal hoje no Mundo, como país que, conhecedor do valor da sua consciência identitária, contribui para um mais nítido e consistente espaço europeu da cultura, da cidadania e do diálogo.
Portugal, através do Museu Nacional de Arte Antiga, apresenta a todos os visitantes, nacionais e internacionais, o melhor da produção cultural que demonstra, uma vez mais, o seu papel como produtor e produto de boas práticas de comunicação global, sua matricial vocação identitária, através dos registos históricos de natureza científica, artística, cultural e comercial.
Este movimento cumpriu-se da Europa para o Mundo e deste para a Europa, para onde os portugueses sempre trouxeram, entre o século XV e a actualidade, essa riqueza primordial que é a imensa diversidade humana."

Museu Nacional de Arte Antiga
Morada: Rua das Janelas Verdes
1249 - 017 Lisboa
Telefone: (351) 21 391 28 00

Transportes
Autocarros: 28, 60, 713, 714, 727, 732
Eléctricos: 15, 18, 25
Comboio: Santos

Fonte e imagem:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=318

todo o ano, todos os anos - Informação sobre a Gripe A


Por favor, carregar na imagem para ampliar.

Fonte e imagem:
http://static.publico.clix.pt/infografia/saude/gripeA/

16 de Julho, 2009: Prova de Vinhos - PRODUTOR QUINTA DO FEITAL


das 18h às 22h
"O Projecto nasce com o sonho da família Dorado de criar uma empresa dedicada a vinhos de qualidade. Sendo da Galiza, na Espanha todos esperavam que criássemos a empresa nas Rias Baixas, mas a família Dorado já tinha adquirido uma quinta na localidade de Seixas-Caminha no ano 1984. E é por este motivo que em 1999 começou a plantar-se a Quinta do Feital para a produção de vinho. Entretanto apareceu a venda de uma adega nova em Melgaço. Sabendo que Melgaço era a região onde estavam as melhores vinhas de alvarinho, a Família Dorado não teve dúvidas em vender as duas empresas que tinha em Espanha para poder adquirir o que hoje é a Quinta do Dorado em Paderne-Melgaço. E foi já a partir de esse momento que se começou a fazer vinho Alvarinho sendo a colheita de 2000 a primeira.

A filosofia da produção de vinhos foi sempre a de procurar só as melhores uvas e elaborar um vinho da forma mais natural e biológica possível. Isto significou um problema de apreciação do Alvarinho Dorado pois a princípio, este não se parecia a outro vinho Alvarinho na altura. Era um vinho com muita cor e muito corpo, que para os apreciadores de alvarinhos ou vinhos verdes parecia-lhes um vinho maduro ou um vinho (devido à cor) oxidado ou mal evoluído. Foi ao logo de 5 anos de de provas dos vinhos por todo o pais que este começou a ter uns quantos apreciadores leais no país. Ao mesmo tempo o Alvarinho Dorado que tinha ganho um grande prestigio internacional chegou por fim o reconhecimento com a colheita 2005 que recebeu 91 pontos Parker, e o prémio de Excelência da revista Vinhos. No entanto muitos apreciadores já o conheciam e bebiam desde o ano 2001.

Outra característica do Alvarinho Dorado é que tem uma boa evolução com o passar os anos de engarrafamento. Isto quer dizer que o vinho tem uma evolução através do tempo que faz com que mostre essa temporalidade mudando subtilmente o seu aspecto e características , o que o torna um vinho mais atraente e fácil de beber.

“O objectivo último dum vinho deve ser contribuir ao desfrute do consumidor final, sozinho ou em companhia, com máxima e honesta representação da natureza e o bem-fazer.Isto é, representando todas as características da casta e a terra onde está plantada sem tirar nem adicionar nada que não tenha a uva.”
Marcial Dorado

No próximo dia 16 será realizada uma Prova Vertical do vinho Dorado Alvarinho de 2001 a 2007."

Transportes
Metro: Santa Apolónia
Autocarros: 28/34/706/745/759/794/781/782

Fonte e imagem:
http://www.delidelux.pt/pt/default.html