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13 de Dezembro, 2014: Exposição - 12X12

"Pelo terceiro ano consecutivo vai realizar-se a exposição de pintura, desenho, gravura e fotografia - 12x12. Trata-se de um encontro de artistas maioritariamente formados ou ainda alunos da Faculdade de Belas Artes de Lisboa, que resulta numa exposição coletiva cujo objectivo é o confronto das diversas linguagens e expressões individuais, num conjunto em que as regras à partida são iguais para todos. 
Os artistas são desafiados a criar obras de tema e técnica livre, cujo formato é um quadrado com 12x12cm inserido num suporte expositivo especifico (uma caixa de cd). Partindo todos do mesmo suporte, os autores vêm as suas obras confrontadas de uma forma justa em que apenas o valor artístico se destaca. 
O 12x12 é também um encontro de artistas que se disponibilizam a falar das suas obras e a partilhar e trocar experiências durante a tarde e noite do dia 13 de Dezembro. Assim o público tem a possibilidade de contemplar e escolher entre cerca de 600 obras, conhecer e questionar os próprios autores sobre o trabalho e adquirir obras diretamente aos artistas.

Domingos: MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN


"A distribuição e articulação das galerias de exposição permanente estão orientadas por uma sistematização cronológica e geográfica que determinou, dentro de um percurso geral, dois circuitos independentes. O primeiro circuito é dedicado à Arte Oriental e Clássica e evolui através das galerias da Arte Egípcia, Greco-Romana, Mesopotâmia, Oriente Islâmico, Arménia e Extremo-Oriente. O segundo percurso é dedicado à Arte Europeia, com núcleos dedicados à Arte do Livro, à Escultura, Pintura e Artes Decorativas esta última com especial destaque para a arte francesa do século XVIII e para a obra de René Lalique. Expõe-se neste circuito uma diversidade de peças representativa das variadas manifestações artísticas da Europa, desde o século XI até meados do século XX.

Sábados de manhã: Museu - CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA

Casa-Museu Medeiros e Almeida
Rua Rosa Araújo 41, Lisboa

"A FUNDAÇÃO
A Fundação Medeiros e Almeida foi criada em 1972, com o nome do fundador, António de Medeiros e Almeida (1895-1986) o qual doou ao seu país a casa - que habitou durante 30 anos - e a coleção de obras de arte adquirida ao longo da sua vida.
A Fundação tem como objetivo o estudo, a conservação e a divulgação do seu acervo. A Fundação tem no seu acervo, coleções de Relógios, Porcelanas da China, Pintura, Mobiliário, Ourivesaria, Joalharia, Arte Sacra, Escultura e Têxteis."


GRATUITO (regime de visita livre):
  • Bilhete Sábado Manhã – das 10h00 às 13h00;
  • Bilhete Criança/Jovem - até aos 18 anos (inclusivé);
  • Membros da APOM (Associação Portuguesa de Museologia), ICOM (International Council of Museums), SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes), CNC (Centro Nacional de Cultura), Academia Portuguesa da História e Academia Internacional da Cultura Portuguesa, mediante comprovação documental;
  • Investigadores no desempenho das suas funções, desde que devidamente identificados;
  • Profissionais de turismo no desempenho das suas funções, desde que devidamente identificados;
  • Jornalistas no desempenho das suas funções, desde que devidamente identificados; 
  • Mecenas institucionais da Fundação Medeiros e Almeida e da Casa-Museu Medeiros e Almeida.

Ofertas de Visitas Gratuitas – SÁBADOS NO MUSEU
As visitas guiadas “Sábados no Museu” dão a conhecer a história da Casa-Museu, do seu fundador e as principais peças da coleção.
As visitas realizam-se no 1º e no 3º sábado de cada mês;
As visitas têm a duração de 1 hora: 12h – 13h;
A participação é GRATUITA;
Limitada ao máximo de 20 participantes por visita;
A reserva antecipada não é permitida;
As admissões são feitas presencialmente, por ordem de chegada;
Comparência no átrio de entrada da Casa-Museu (Rua Rosa Araújo, 41), 10 minutos antes para inscrição.


Encerra nos feriados:
  • 1 de Janeiro;
  • Sexta-feira Santa;
  • 1 de Maio;
  • 24 e 25 de Dezembro
Transportes
Comboio: Rossio
Metro: Marquês de Pombal
Autocarros: 91, 702, 706, 709, 711, 712, 713, 720, 723, 726, 727, 736, 738, 744, 746, 748, 753, 783 

Até 20 de Outubro, 2012: Exposição - LOWBRA

INFLUX CONTEMPORARY ART
Rua Fernando Vaz, 20 B
www.influxcontemporary.com
Quinta a Sábado, 14 h às 18 h

"Partindo da ideia da sub-representação das mulheres na arte, LOWBRA é um jogo de palavras com a expressão Lowbrow que nos remete imediatamente para o universo feminino.

Vanessa Teodoro (aka The Supervan), Maria Imaginário, Mariana a Miserável, Min e Leonor Morais têm origens diversas: da street art/graffiti ao design, da ilustração à pintura ou à publicidade. Em LOWBRA cada artista apresenta um projecto site-specific  que gira em torno de uma “perspectiva feminina” da arte e na arte. Estes conceitos, como de resto acontece com o conceito de “Arte Urbana”, são globais e abrangentes. Prestam-se facilmente a equívocos e distorções. Nesse sentido, foi dada liberdade total às artistas para abordarem o tema sem concessões e enfrentar esses equívocos e lugares-comuns da “arte feminina enquanto ghetto”. Foi-lhes dada igualmente liberdade de intervenção no espaço com o objectivo de proporcionar um diálogo equilibrado entre as obras, gerando uma dinâmica de contaminação plástica entre diferentes escalas de representação visual.

É a primeira vez que uma exposição desta natureza é realizada em Portugal com a particularidade de se realizar numa galeria “comercial” (e não num espaço experimental) e de ter um carácter abrangente, não se limitando a uma única área de expressão".
___________________________________________________________
pintura, instalação, ilustração, street art, design gráfico
maria imaginário | leonor morais | mariana a miserável | min | vanessa teodoro
Quinta a Sábado, 14 h às 18 h

Transportes
Metro: Quinta das Conchas, Lumiar
Autocarros: 717, 736, 746, 796, 798

Até 28 de Outubro, 2012: Exposição - O MODERNISMO FELIZ: ART DÉCO EM PORTUGAL PINTURA; DESENHO; ESCULTURA, 1912-1960

Museu do Chiado Rua Serpa Pinto 4, Lisboa
A entrada é livre aos Domingos, até às 14h. 

«O MODERNISMO FELIZ: ART DÉCO EM PORTUGAL PINTURA; DESENHO; ESCULTURA, 1912-1960»
"O estilo Art Déco, designação que só surge nos anos 60, ou Estilo 1925, como também é conhecido (em apropriação da designação da magna Exposição das Artes Decorativas e Industriais Modernas realizada em Paris naquela data), conhece, num contexto atual de crise, um renovado interesse mundial.
Congregando, eclética e decorativamente, as heranças das vanguardas artísticas dos começos do século (do Fauvismo, Cubismo, Futurismo, Expressionismo e, até, do Abstracionismo) aliadas a sugestões vindas dos Movimentos Decorativos Modernos (como a Secessão Vienense, os grafismos francês e germânico de 1900 ou os Ballets Russes), o Art Déco foi o primeiro estilo global e universal que o Mundo conheceu, aspirando a constituir-se como Arte Total (inspiração de vida), tal como na proposta pioneira de Wagner no século XIX, alargando-se a todas as expressões artísticas e a todos os aspetos da vida quotidiana e expandindo-se, ao longo dos Anos 30, dos horizontes franceses ao resto da Europa, Estados Unidos, América do Sul, África, China, Austrália e Japão.
A promessa estética de felicidade nele contida, antídoto contra o trauma da I Guerra Mundial, foi também paliativo contra a crise económica dos Anos 30, e o movimento perdurou até à II Guerra Mundial.
Em Portugal, o Art Déco projetou-se, igualmente, com excelente pujança. Com efeito, uma parte muito substancial dos artistas portugueses do 1º e 2º Modernismos foram praticantes altamente empenhados deste gosto que, como nos outros países, renovou a totalidade dos mais diversos aspetos da vida quotidiana – e o próprio Estado Novo viu neste Movimento um veículo eficaz de propaganda e afirmação de poder.
A efemeridade do 'Futurismo' português e, com ela, a debilidade da vanguarda entre nós, a longa duração e isolamento do Estado Novo, ditatorial e conservador, a longa vida de muitos dos artistas-protagonistas daquele modernismo feliz, fez do Estilo Art Déco uma fonte de oposição ao apreciado naturalismo oitocentista e, como tal, o garante generalizado da sobrevivência do próprio Modernismo, perdurando em Portugal até cerca de 1960.
A presente exposição sobre o estilo Art Déco em Portugal permite uma releitura renovada e inovadora do nosso fenómeno Modernista, e, maioritariamente, daquele gosto que, originalmente, se estendeu do domínio do desenho às restantes expressões artísticas ditas 'maiores', como a Pintura, a Escultura e a Arquitetura, mas também ao grafismo e publicidade, à cenografia, ao cinema, às artes da decoração e, finalmente, à própria vida quotidiana e suas aspirações modernas de cosmopolitismo e felicidade."
Rui Afonso Santos, Comissário
Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 1, 36, 40, 44, 91, 709, 711, 714, 732, 735, 745, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

25 de Abril, 2012: Oficina para mini artistas e gravadores

Feira do Livro de Lisboa
Stand BLX | Praça Azul
Quarta | 25 Abril | 16h30

Actividade | Orfeu Mini


"Os pontos fizeram GREVE! E o caos instala-se nesta história. Vem escutá-la e, depois, prepara-te para te tornares num verdadeiro artista.
Com a ajuda da ilustradora Catarina Sobral, vamos esculpir, pintar, prensar, imprimir e aprender a técnica da linoleogravura.
Estamos à tua espera com todo o material necessário para juntares o teu próprio ponto a esta história! Porque quem conta um conto acrescenta um ponto…

Pontualmente, às 16h30, sem direito a greve nem a tolerância de ponto!

Actividade indicada para maiores de 6 anos.
A entrada é livre e a saída também."

Transportes
Metro: Marquês de Pombal
Autocarros: 1/74/702/706/709/713/720/727/738/746

Fonte:
http://us2.campaign-archive2.com/?u=720cac038628b86db0849327e&id=c50e4a80d9&e=2427d2a226

até 8 de Janeiro, 2012: Exposição - A NATUREZA-MORTA NA EUROPA


A Perspectiva das Coisas. A Natureza-morta na Europa. 1840 - 1955
Até 8 Jan 2012
Encerra às segundas
Todos os dias das 10:00 às 20:00

NOVO HORÁRIO:Dias 7 e 8 Janeiro a exposição encerra às 23:00
Sábado e domingo - Entrada gratuita

Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718

Fonte e imagem:
http://www.gulbenkian.pt/index.php?article=3368&langId=1&format=402&pageM=1

15 de Abril a 12 de Junho, 2011: Exposição - ACESSÓRIOS IMAGINÁRIOS


"O Museu do Oriente apresenta, entre 15 de Abril e 12 de Junho, a exposição Acessórios Imaginários, composta por trabalhos nas áreas da pintura, escultura, fotografia, instalação e videoarte, da autoria de 20 artistas contemporâneos macaenses.
O artista plástico José Drummond, a convite da Fundação Oriente, é o comissário da mostra Acessórios Imaginários, que supõe ser a maior exposição de arte contemporânea de Macau jamais realizada fora do território.
Ampliando a visibilidade de uma cidade multicultural, onde as culturas chinesa e portuguesa continuam a conviver, a exposição exibe a arte contemporânea de Macau através de 38 trabalhos criativos, que evidenciam o panorama natural deste território, onde pequenas realidades e grandes feitos definem a cultura quotidiana
A arte contemporânea de Macau sublinha os conflitos de uma cidade transnacional, que gradualmente vai evoluindo para uma identidade vaga com múltiplas questões. De entre os artistas, constam Alice Kok, Bianca Lei, Carlos Marreiros, James Chu, James Wong, João Ó, João Vasco Paiva, José Drummond, Kent Chi Kin, Konstantin Bessmertiny, Lei Ieng Wei, Lio Man Cheong, Mio Pang Fei, Ng Fong Chao, Pakeong Sequeira, Peng Yung, Tong Chong, Ung Vai Meng, Wong Ka Leong e Xin Jing.
Acessórios Imaginários vai estar na Galeria Sul do Museu do Oriente entre 15 de Abril e 12 de Junho, de terça a domingo entre as 10h00 e as 18h00 (sexta-feira até às 22h00). A entrada é gratuita."


Transportes
Autocarros: 12/28/714/720/732/738
Comboio: Alcântara Terra/Alcântara Mar
Eléctricos: 15/18


Fonte e imagens:
http://www.vousair.com/exposicoes/5836-arte-contemporanea-de-macau-em-exposicao.html

14 de Abril a 14 de Maio, 2011: Exposição - A ÁRVORE DAS QUINTAS, Manuel San Payo

Manuel San Payo
Manuel San Payo
Pintura e desenho 
...
inauguração: 5 ª feira. dia 14 de Abril
às 19h.

de 14 de Abril a 14 de Maio, 2011
Galeria Monumental
Campo dos Mártires da Pátria, 101 . Lisboa
gmonumental@gmail.com
Horário: de terça a sábado das 15.00 às 19.30
Encerra: domingos segundas feiras e feriados


Artigo sobre a Árvore das Quintas: http://blog.plantarumaarvore.org/2011/02/arvore-das-quintas.html

Transportes
Metro: Anjos, Intendente, Picoas
Elevador: Lavra
Autocarros: 30, 74, 723, 767, 790

24 de Fevereiro a 10 de Abril, 2011: Exposição - MICHAEL BIBERSTEIN . Aqui e alem

 Inauguração 24 de Fevereiro, 22h.
"A obra pictórica de Michael Biberstein (Suíça, 1948), que vive e trabalha em Portugal desde 1978, inscreve-se em torno da temática da paisagem. O percurso artístico de Rui Sanches (Lisboa, 1954) é marcado pela escultura e pela instalação. Os artistas apresentam agora uma exposição conjunta que reúne pinturas inéditas de Biberstein e esculturas novas de Sanches, além de uma peça que resulta da colaboração entre os dois. Segundo os próprios, “Há bastante tempo que vimos falando de fazer um projecto em conjunto. Agora estão reunidas as condições para avançar com essa ideia. Parece-nos ser o espaço ideal para mostrar a reunião dos
nossos trabalhos: a escala, o tipo de arquitectura, a relação com o jardim e a localização.”
Anabela Becho, Agenda Cultural Lisboa, Fevereiro 2011, pag. 13
Campo Grande, 245
1700-091 Lisboa

Transportes
Metro: Campo Grande
Autocarros: 7, 36, 47, 78, 106, 701, 750, 767, 777

24 de Fevereiro a 2 de Abril, 2011: Exposição - CARLA ISIDRO

C a r l a I s i d r o
X - t e m a a m o r á v e l
p i n t u r a . e s c u l t u r a
...
i n a u g u r a ç ã o : 5 ª f e i r a . d i a 2 4 d e F e v e r e i r o
 à s 1 9 . 0 0 h

"Com cores vibrantes, formas suaves ou acres e materiais prosaicos trabalhados até ao irreconhecível, os objectos de Carla Isidro insinuam-se ao toque, convidam os sentidos e, ao mesmo tempo, despertam um misto de estranheza e familiaridade, desafiando tipologias artísticas.
A ordem simétrica de formas e cores remete-nos para um certo universo simbólico ou decorativo e, ao mesmo tempo, para os significados profundos do processo construtivo aturado que lhes deu corpo para fazer frente ao informe, num caminho em que a presença das origens africanas da autora e a sua queda no mundo andam a par com um sentido particular de intimidade, ligado a um conjunto de referências corporais.
Nómadas, estas são coisas que se querem perfeitas, luminosas, independentes dos lugares, em explosões de cores que, afinal, também são o próprio corpo feminino, podendo os seus interiores vestir-se (ou talvez não) e, assim, tornar-se paisagem."
Isabel Sabino

de 24 de Fevereiro a 2 de Abril
Galeria Monumental
Campo dos Mártires da Pátria, 101 . Lisboa
gmonumental@gmail.com
Horário: de terça a sábado das 15.00 às 19.30
Encerra: domingos segundas feiras e feriados

até 27 de Fevereiro, 2010: Exposição - "PAREDES MEIAS", MIMI


"Esta exposição cresceu à volta do conceito alargado de casa.
A casa no aspecto protector de lar, de invólucro ou casulo.
A casa como extensão de quem a habita, como complemento ou prolongamento da identidade.
Mas também a casa como local de conflitos, de medos, de segredos, de tudo que
se esconde por detrás de uma porta fechada.
A casa como alicerce de segurança, mas simultâneamente como estrutura precária, ameaçando ruir.
A casa como palco permanente da vida familiar, mas também cada vez mais, como habitáculo da solidão e do isolamento.
A casa ainda, como depósito de memórias, elo privilegiado de ligação entre o passado e o presente." 
HORÁRIO DA GALERIA
De terça a sábado das 15.00 às 19.30
encerra aos domingos e feriados


CONTACTOS

Morada: Campo dos Mártires da Pátria, 101,
1150-227 Lisboa

Transportes
Metro: Intendente
Autocarros: 30/723/767/790
Elevador: Lavra

16 Julho a 11 Outubro, 2009: Exposição - ENCOMPASSING THE GLOBE


Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII
"WASHINGTON, 2007, June 22—“ A little-known fact: A version of the Internet was invented in Portugal 500 years ago by a bunch of sailors with names like Pedro, Vasco and Bartolomeu. The technology was crude. Links were unstable. Response time was glacial. (A message sent on their network might take a year to land.)”

Nestas primeiras palavras de um artigo publicado no periódico norte-americano New York Times sobre a exposição Encompassing the globe. Portugal and the World in the 16th and 17th centuries – um eloquente testemunho da presença cultural portuguesa em África, na Ásia e nas Américas, e destas na arte portuguesa – lê-se a importância magna de Portugal, nos séculos XVI e XVII, na criação de redes de comunicação em tempo real, o estabelecimento de mercados internacionais e o intercâmbio cultural, artístico, científico e linguístico que permitiram à Europa, através de Portugal, influenciar e ser influenciada por culturas transcontinentais.
Portugal constituiu-se, pois, em epicentro de novas estruturas económicas, políticas e culturais em todo o mundo, que configuraram o pensamento europeu com efeitos definitivos para a comunicação global. Um milhão de falantes do português no século XV “globalizou-se”, assim, em duzentos milhões, na actualidade.
A exposição Encompassing the Globe. Portugal in the 16th and 17th centuries foi produzida pela Smithsonian Institution, através da A. M. Sackler and Freer Gallery, Washington DC, onde esteve patente entre Junho e Setembro de 2007; e realizou-se depois uma segunda edição no coração da Europa, no Palais des Beaux Arts, em Bruxelas, entre Outubro de 2007 e Fevereiro de 2008, com o título Autour du Monde. Portugal dans le Monde aux XVI e XVII siècles.
A riqueza da perspectiva inscrita pelos comissários científicos da exposição – Julian Raby, director da A. M. Sackler and Freer Gallery, Jay Levenson, curador de várias exposições relacionadas com Portugal, e Nuno Vassalo e Silva, director adjunto do Museu Calouste Gulbenkian – mostra Portugal como pioneiro absoluto da actual era de globalização de conhecimentos, facto que levou o Ministério da Cultura e o Ministério da Economia e Inovação a apoiar, tendo em conta o superior interesse nacional, a vinda desta importante exposição a Lisboa.

Na sua edição portuguesa a exposição será designada pelo seu título em inglês – Encompassing the Globe – marca identificativa desta realização da Smithsonian Institution, e em português – Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII – o seu âmbito temático e cronológico.
Assim, caberá ao Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, apresentar a exposição Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII, entre Julho e Outubro de 2009. Este primeiro Museu Nacional é, por excelência o lugar certo, para esta apresentação, tendo em conta as suas colecções de Artes Plásticas e Artes Decorativas nacionais e internacionais, do século XIV até meados do século XIX, com obras de referência para o conhecimento da viagem dos Portugueses pelo Mundo.
Poder-se-á pensar, equivocamente, que os que já visitaram a exposição em Washington e em Bruxelas em 2007 irão repetir a mesma experiência.
Com efeito, a versão que o Museu Nacional de Arte antiga irá apresentar ao público, respeitando na íntegra o conceito dos comissários científicos, surge agora enriquecida, tanto pelo espaço que lhe foi dedicado, todo o piso 03 do edifício principal do Museu, como pela apresentação num novo contexto de Tesouros Nacionais que, por o serem, não puderam ser cedidos para as anteriores versões da exposição.
Podemos compreender como Portugal, a partir do século XV, abriu o Mundo à Europa, estabelecendo contactos e trocas comerciais e, naturalmente, culturais em pioneiras rotas traçadas nos oceanos Atlântico, Indico e Pacífico. As relações de Portugal e a Europa nos séculos XV e XVI é o núcleo que nos conduz para os núcleos dos diferentes territórios que maior expressão cultural tiveram neste momento pioneiro da globalização – África, Brasil, as terras do Índico, China e Japão.
Um total de cerca 200 obras – Cartografia, Marfins, Imaginária, Desenho, Gravura, Escultura, Pintura, Plumária e Ourivesaria – serão reunidas em Lisboa provenientes de prestigiadas colecções públicas e privadas. Para além das peças oriundas de colecções particulares, destacam-se, entre muitas outras, as cedências de obras pelo Staatliches Museum für Völkerkunde, Munique, o Staatliche Kunstsammlungen, Dresden, o Kunsthistoriches Museum e o Albertina Museum, Viena, o Musée Royal de l’Afrique Centrale, Bruxelas, o Museu do Louvre, Paris, o Nationalmuseet da Dinamarca, o Património Nacional de Espanha, o Museum Boijmans van Beuningen, Roterdão, a British Library, o Victoria and Albert Museum e o British Museum, Londres, Biblioteca Nazionale Centrale, Florença, Biblioteca Casanatense, de Roma, o Museu do Hermitage, S. Petersburgo, os Museus do Kremlin, Moscovo, o Museu de Arte Sacra de S. Paulo, Brasil, e muitos outros museus e colecções particulares nacionais.

Acresce a este elenco alguns dos Tesouros Nacionais de Portugal, cuja cedência para o estrangeiro se desaconselha - os painéis quatrocentistas de S. Vicente, a Custódia de Belém e a rara série de biombos Nambam – que irão cortejar um importante conjunto de objectos inéditos provenientes de outras colecções portuguesas.
A exposição Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII em Lisboa constituirá um acontecimento único de grande relevância histórica e civilizacional que, celebrando a(s) Arte(s) e a(s) Ciência(s), homenageia o desenvolvimento das relações internacionais, o advento do diálogo inter cultural, afirmando uma visão inovadora e seminal, emanada de um exterior distante e diferente – o Novo Mundo - que, inevitavelmente, enriquecerá e desafiará as perspectivas de observação de Portugal e da Europa.
Iniciativa potenciadora do aumento do fluxo de turismo cultural, esta exposição concorrerá para a afirmação de Portugal hoje no Mundo, como país que, conhecedor do valor da sua consciência identitária, contribui para um mais nítido e consistente espaço europeu da cultura, da cidadania e do diálogo.
Portugal, através do Museu Nacional de Arte Antiga, apresenta a todos os visitantes, nacionais e internacionais, o melhor da produção cultural que demonstra, uma vez mais, o seu papel como produtor e produto de boas práticas de comunicação global, sua matricial vocação identitária, através dos registos históricos de natureza científica, artística, cultural e comercial.
Este movimento cumpriu-se da Europa para o Mundo e deste para a Europa, para onde os portugueses sempre trouxeram, entre o século XV e a actualidade, essa riqueza primordial que é a imensa diversidade humana."

Museu Nacional de Arte Antiga
Morada: Rua das Janelas Verdes
1249 - 017 Lisboa
Telefone: (351) 21 391 28 00

Transportes
Autocarros: 28, 60, 713, 714, 727, 732
Eléctricos: 15, 18, 25
Comboio: Santos

Fonte e imagem:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=318