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2018: Programação - MUSEU DO ORIENTE

ESPECTÁCULOS | SOLISTAS DA METROPOLITANA
14 Janeiro a 24 Março

IMPRESSIONISMOS: DEBUSSY, FREITAS BRANCO
Domingo | 14 Janeiro | 16.00 | Gratuito
C. Debussy [1862 – 1918] | Sonata para Violino e Piano em Sol Menor, L. 140
L. Freitas Branco [1890 – 1955] | Sonata para Violino e Piano N.º 1
Romeu Madeira [violino], Francisco Sassetti [piano]
Gratuito [mediante levantamento de bilhete no próprio dia] | M/6 anos
Duração | 75’, sem intervalo

QUARTETOS DE HAYDN E BRAHMS
Domingo | 11 Fevereiro |16h00 | Gratuito
J. Haydn [1732 – 1809] | Quarteto de Cordas, Hob.III:36, Op. 20/6
J. Brahms [1833 – 1897] | Quarteto de Cordas N.º 2, Op. 51/2
Alexei Tolpygo, Ágnes Sárosi [violinos], Irma Skenderi [viola], Nuno Abreu [violoncelo]
Gratuito [mediante levantamento de bilhete no próprio dia] | M/6 anos
Duração | 75’, sem intervalo

AO SOM DOS METAIS
Sábado | 24 Março | 16h00 | Gratuito
Obras para Quinteto de Metais
Sérgio Charrinho, Nuno Tiago [trompetes], Rodrigo Carreira [trompa], Reinaldo Guerreiro [trombone], Adélio Carneiro [tuba]
Gratuito [mediante levantamento de bilhete no próprio dia] | M/6 anos
Duração | 75’, sem intervalo



ESPECTÁCULOS | CINEMA MACAU. PASSADO E PRESENTE
Até 18 Fevereiro | Auditório | 17.00 | Gratuito*
Coordenação e apresentação de Maria do Carmo Piçarra

2017: Programação - MUSEU DO ORIENTE

Conferências

Ciclo de Conferências - A ÍNDIA RITUAL
"Até 29 Novembro | 18.30 | Entrada livre 

O ciclo A Índia Visual pretende pensar a cultura visual na Índia como ponto de partida para a reflexão de diversas temáticas: arte, religião, política, consumo, género, publicidade, media, entre outras.
As sessões desdobram-se em conferências, mesas redondas e mostras de filmes/documentação audiovisual com a presença de investigadores, académicos e outras personalidades ligadas à Índia e às múltiplas dimensões da cultura visual. Desta forma, será possível levantar questões acerca da Índia contemporânea.
Além da abordagem teórica e temática, dar-se-á continuidade à apresentação e análise de objectos pertencentes à Colecção Kwok On, iniciada no ciclo de conferências A ÍNDIA RITUAL realizada no ano anterior.

Programação
22 Março
3ª Sessão |  Mónica Esteves Reis (CHAIA-UÉ)
Diálogos do Sagrado: as máscaras rituais Bhuta do Sul de Karnataka

19 Abril
4ª Sessão | Jason Fernandes (CRIA-IUL)
As Glórias desconhecidas do Imam: O Silêncio, a Ausência e o Islamicate na Índia da Colecção Kwok On

Próximas sessões, temas e datas, a anunciar. 

Uma organização do Museu do Oriente em colaboração com o CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia".



Sexta | 24 março | Entrada livre
com Ernesto Matos
Horário | 18.30
CONFERÊNCIA
A CALÇADA PORTUGUESA NO MUNDO
Nas suas andanças pelo mundo, Ernesto Matos foi capturando imagens soltas e construindo o inventário quase exaustivo deste gosto de atapetar o chão com pequenas pedras de duplas cores, talhadas à mão, colocadas conforme um molde passado a escantilhão, cujo resultado final são desenhos de elaborado efeito ou linhas simples e geométricas, de autores anónimos ou grandes mestres.
É parte deste trabalho de muitos anos, que agora se aborda, na perspectiva de divulgar o património existente em todos lugares por onde andaram os portugueses durante séculos, na Europa, África, América, Ásia e várias ilhas de todo o mundo…
O autor, em todos os países se deparou com um imaginário riquíssimo de motivos onde os valores étnicos e as culturas autóctones parecem ter sido assimiladas e reinterpretadas, quer pelos calceteiros de então quer pelos de hoje, que, em muitos casos, aprendem a recuperar os padrões desde há muito esboroados.
A palestra assenta sobre um conjunto de fotografias que revelam lugares onde se aplicou esta técnica. Macau é um dos pontos onde a representatividade mais evidencia a presença portuguesa, dotando de requinte e de significados humanistas o espaço urbano, quer no exterior quer em interiores.
Em cada fotografia o autor leva-nos a pensar no extenso labor e esforço da diáspora portuguesa pelo globo,  feita de tanta simplicidade e de tanta riqueza, de tanta vontade de marcar para sempre o espaço habitado, como se cada pavimento pudesse ser Padrão.

7 a 28 de Agosto, 2016: Ciclo de Cinema - ARQUITECTOS DO IMAGINÁRIO

Museu do Oriente
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa

"Fundado em 1985, Studio Ghibli tem conquistado o público e a crítica com os seus filmes de animação, capazes de criar universos de fantasia quase poéticos. Com uma impressionante atenção ao detalhe, construção cuidada e uma imagética que combina realidade e imaginação, as animações de Studio Ghibli são hoje uma referência incontornável no seu género. Este ciclo apresenta quatro dos seus filmes mais emblemáticos, incluindo A Viagem de Chihiro, A Princesa Mononoke e o recente Memórias de Marnie.

Programa

16 a 20 de Maio, 2016: Museu do Oriente - SEMANA DA CULTURA COREANA 2016


"Com um programa gratuito de workshops e um espectáculo, a Semana da Cultura Coreana dá a conhecer – e a experimentar - a língua, a escrita, técnicas artesanais e folclore popular, entre outras expressões da cultura tradicional deste país. 
A Semana da Cultura Coreana é uma iniciativa da Embaixada da Coreia em Portugal, que se realiza no Museu do Oriente pelo quarto ano consecutivo.

PROGRAMA

13 de Dezembro, 2015: Concerto - SOLISTAS DA METROPOLITANA - MOZART, BRAHMS II

"Domingo | 13 Dezembro | 16.00 | Entrada livre (*)                     
Solistas Alexêi TolpygoÁgnes Sárosi [violinos], Irma SkenderiValentin Petrov [violas], a anunciar [violoncelo]

Ao longo da temporada, os músicos profissionais da Metropolitana percorrem o repertório de música de câmara ocidental, em grupos de geometria e composição diversos.  

PROGRAMA
W. A. Mozart, Quinteto de Cordas N.º 2, KV 406 (1787)                
J. Brahms, Quinteto de Cordas N.º 2, Op. 111 (1890)             
                                                                
(*)  Mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 10:00 (sujeita à capacidade da sala)
Duração 75’, sem intervalo
M/6
Co-Organização Orquestra Metropolitana "

Museu do Oriente
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa

Transportes
Autocarros: 712, 714, 720, 728, 732, 738
Comboio: Alcântara Terra, Alcântara Mar
Eléctricos: 15, 18

Sextas-feiras: MUSEU DO ORIENTE

"UMA PONTE ENTRE CULTURAS REMOTAS
A ideia de abrir em Lisboa um museu dedicado ao Oriente coincide com a instituição da Fundação Oriente, em 1988. Seguindo uma velha tradição portuguesa, a Fundação deixou-se desde sempre guiar pela sua vocação de construir vínculos entre as civilizações do Ocidente e do Oriente, que se tornaram indispensáveis para garantir um futuro de paz no século XXI. O seu legado é o espírito dos Portugueses antigos, os navegadores que inventaram a unidade do mundo. O seu propósito foi e é o de garantir a actualidade dessa visão extraordinária, que continua a ser posta à prova todos os dias. 

O Museu do Oriente traduz esse desígnio. As suas colecções de arte portuguesa e asiática são a demonstração mais elevada dos encontros históricos entre o Ocidente e o Oriente. No mesmo sentido, as colecções que reúnem as tradições culturais da Ásia inteira são a demonstração da sua riqueza, da sua pluralidade e do seu génio, que queremos possa ser melhor conhecido em Portugal e na Europa.

Novembro a Dezembro, 2014: Programa - MUSEU DO ORIENTE

Museu do Oriente
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa

"ROTA DA SEDA EM TERRITÓRIO CHINÊS
CONFERÊNCIA

16 Novembro
Com Carla Mota
Horário: 17.00 às 19.00
Entrada livre

Durante milénios, os chineses aprenderam e dominaram o fabrico da seda (a partir da fibra branca dos casulos dos bichos-da-seda) e usavam a seda como um produto exclusivo da sua sociedade. No entanto, com as crescentes transações comerciais, chegaram à Europa rumores desse tecido suave e brilhante que os chineses sabiam confeccionar. As técnicas de fabrico da seda eram um dos segredos mais bem guardados do império chinês. O brilhante e suave tecido asiático começou a aparecer na Europa e

Outubro a Dezembro, 2014: Programa - MUSEU DO ORIENTE


Museu do Oriente
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa

"15 Outubro | 19.00
RETRATO A CORES

AUDITÓRIO


JOANA RIOS (voz), EDUARDO JORDÃO (piano), SAMUEL SANTOS (violoncelo), ANTÓNIO QUINTINO (contrabaixo),PEDRO CARVALHO (bateria).

Retrato a cores é o disco de estreia da dupla Joana Rios & Eduardo Jordão cuja apresentação pública vai decorrer no Auditório do Museu do Oriente.
O alinhamento do disco conta com 13 temas maioritariamente compostos por Eduardo Jordão e Joana Rios e a sua sonoridade viaja pelos universos da música portuguesa, brasileira, aqui e ali pontuada pelas influências da formação de ambos que assenta na música clássica e no jazz.
Retrato a cores é um disco com uma sonoridade construída à volta do piano de Eduardo Jordão e da voz de Joana Rios. Evocando um certo espírito retro, a melodia volta a ganhar relevância apoiada na importância da palavra.
Os dois músicos começaram a tocar juntos em 2012 e, desde essa altura, têm vindo a

26 de Setembro, 2014: Jornadas Europeias do Património 2014 - MUSEU DO ORIENTE

Museu do Oriente
Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa

"20:00 | ENTRADA LIVRE, SUJEITA A INSCRIÇÃO

O Museu do Oriente correspondendo ao convite da Direcção-Geral do Património Cultural associa-se às Jornadas Europeias do Património de 2014 organizadas em torno do tema Património, sempre uma descoberta e antecipa a comemoração do Dia Mundial do Turismo (27 de Setembro) com uma visita orientada ao núcleo de Timor da exposição “Presença portuguesa na Ásia”. Instrumentos de trabalho, objectos cerimoniais e rituais permitem descobrir não só as vivências quotidianas de um povo, mas também as tradições de uma sociedade que não esquece os seus antepassados."


Transportes
Autocarros: 712, 714, 720, 728, 732, 738
Comboio: Alcântara Terra, Alcântara Mar
Eléctricos: 15, 18

13 e 27 Julho, 10 e 24 Agosto, 2014: Documentários - SURRENDER

"17.00 | Auditório | Entrada livre
Na madrugada do dia 18 de Dezembro de 1961, a União Indiana transpõe as fronteiras de Goa, Damão e Diu e dá início à invasão do Estado Português da Índia: a operação Vijay é encarada, pelo lado indiano, como uma guerra de libertação.
Surrender é um projecto construído sobre as memórias dos ex-combatentes e suas famílias que, 50 anos mais tarde, recordam a sua experiência de guerra. Na Índia, recolheram-se testemunhos presenciais, inéditos e inesperados, e procurou-se documentar a passagem do tempo na memória dos lugares.
Realizada por Fernanda Paraíso, a série é composta de quatro episódios de aproximadamente 60 minutos cada um.


13 Julho
EPISÓDIO I - DIU

Diu foi o primeiro distrito a ser atacado, à 1.30 da madrugada do dia 18 de Dezembro de 1961, e o primeiro a render-se, pelas 16.00 horas. Durante a noite, os postos fronteiriços conseguiram repelir os atacantes com a ajuda da artilharia, posicionada na Fortaleza. A partir da alvorada, a aviação indiana arrasou os postos e bombardeou a Fortaleza, que sofreu ainda o fogo de um cruzador. A lancha de fiscalização VEGA combateu heroicamente contra uma esquadrilha de jactos. Na manhã do dia 19, o exército indiano entrou na cidade, pondo fim a 428 anos de ocupação portuguesa.

27 Julho
EPISÓDIO II - DAMÃO

Os marinheiros Silva e Freitas recordam o combate da lancha VEGA, em Diu, e as mortes do seu comandante e de um artilheiro. Damão foi o segundo distrito do Estado Português da Índia a ser atacado pelas tropas indianas, que atravessaram a fronteira pelas 2.00 horas do dia 18 de Dezembro de 1961, sem serem detectadas. De madrugada, a artilharia indiana abriu fogo contra as duas fortalezas, causando baixas entre os civis. As tropas portuguesas, entrincheiradas, conseguiram opor-se ao avanço indiano, mas acabaram por retirar sob pressão da aviação e da artilharia. Damão rendeu-se no dia 19, pelas 9.00 horas.

10 Agosto
EPISÓDIO III - GOA

Embora no dia 17 já houvesse dois militares portugueses mortos em combate, Goa é o último distrito do Estado Português da Índia a ser invadido pelas tropas indianas, que avançam pelas 4 horas da madrugada, em três frentes de ataque. Ao amanhecer, a ilha de Angediva é atacada por dois navios de guerra indianos; pelas 7.30, a aviação bombardeia os alvos estratégicos: aeroporto, Estação Radionaval e Emissora de Goa; e, cerca do meio-dia, três navios de guerra abrem fogo contra o Afonso de Albuquerque, fundeado na foz do rio Zuari.

24 Agosto
EPISÓDIO IV – GOA – PARTE II

Perante a esmagadora desproporção de forças e sem armamento para fazer frente aos carros de combate e à artilharia indiana, a destruição das pontes é a única arma de retardamento das tropas portuguesas. ”Fim evitar morticínio da população e dada a falta de meios oferecer qualquer espécie de resistência, reuni oficiais chegando à conclusão que memória de Portugueses seria melhor conservada no espírito de Goeses não os obrigar a cair connosco”, justifica o major Tenreiro, comandante das tropas sitiadas na capital, que se rende ao cair do dia. Durante a noite, resiste o Forte da Aguada, que desconhece a situação em Goa. A rendição oficial é assinada pelo general Vassalo e Silva no dia 19.

Argumento e Realização: FERNANDA PARAISO
Produção: Terra Líquida Filmes/RTP2 1 [Episódio I: David&Golias/TerraLíquidaFilmes/RTP2]"

Museu do Oriente - Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa

Transportes
Autocarros: 12, 28, 714, 720, 732, 738
Comboio: Alcântara Terra, Alcântara Mar
Eléctricos: 15, 18

9 de Novembro, 2012: Conferêcia - O BAIRRO PORTUGUÊS DE MALACA. PASSADO, PRESENTE E FUTURO

Museu do Oriente - Avenida Brasília, Doca de Alcântara, Lisboa

O Bairro português de Malaca. Passado, presente e futuro
Conferencistas: Lourenço e Almeida e Luísa Timóteo
18.00
Entrada livre, sujeita a inscrição (aqui).

"No âmbito das comemorações dos 500 anos da chegada dos Portugueses ao Oriente, o director do Centro Nacional de Cultura, Lourenço e Almeida e a presidente da Associação Cultural Coração em Malaca, Luísa Timóteo, abordam em conferência a necessidade de valorizar o Bairro Português de Malaca através de projectos e acordos de cooperação capazes de melhorar as condições de vida daquela comunidade luso-descendente que teima em preservar a língua, a cultura, as tradições que herdou dos Portugueses há muitos séculos atrás".

Transportes
Autocarros: 12, 28, 714, 720, 732, 738
Comboio: Alcântara Terra, Alcântara Mar
Eléctricos: 15, 18

Fonte e imagem: http://www.museudooriente.pt/1532/o-bairro-portugues-de-malaca-passado--presente-e-futuro.htm

26 de Outubro, 2012: Mundo Perfeito e Foguetes Maravilha - MUNDO MARAVILHA

Museu do Oriente - Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa
 

Mundo Perfeito e Foguetes Maravilha
Mundo Maravilha

26.10 às 16h
portas abertas 26.10, local secreto e horário a definir. entrada livre no limite dos lugares disponíveis.
reservar e info +351 213 152 267



Quando a companhia Mundo Perfeito e o grupo Foguetes Maravilha decidiram embarcar numa colaboração artística, juntando artistas portugueses e brasileiros, surgiu a ideia de construir todo o espectáculo a bordo de um barco. O ponto de partida era passarmos várias semanas num barco a escrever, ensaiar e discutir. Estávamos fascinados pela coincidência entre a viagem náutica e o processo criativo: estaríamos à deriva, procurando permanentemente o caminho, nunca saindo do mesmo lugar e, simultaneamente, chegando sempre a um lugar novo. 
Planeámos os ensaios de modo a poder criar a peça enquanto fazíamos uma travessia do oceano Atlântico a bordo de um pequeno veleiro que baptizámos de Mundo Maravilha. Foram meses de rigorosa preparação, procura de financiamento, treino físico e psicológico. Dissemos adeus a todos os que amamos numa grande festa de despedida, prometendo que nos reencontraríamos na estreia do espectáculo, a 2 de Novembro no Teatro Maria Matos.  
Há cerca de um mês, o Mundo Maravilha zarpou do cais, rumo ao seu destino artístico. Foi uma aventura linda e teria dado um excelente espectáculo se, depois de quatro semanas à deriva, não tivéssemos naufragado e morrido todos... (mais)
 
alkantara, calçada marquês de abrantes 99, 1200-718 Lisboa, PT | +351 213 152 267 | alkantara@alkantara.pt | www.alkantara.pt

Transportes
Autocarros: 12, 28, 714, 720, 732, 738
Comboio: Alcântara Terra, Alcântara Mar
Eléctricos: 15, 18

8 de Junho, 2012: Inauguração de exposição - O CHÁ DE ORIENTE PARA OCIDENTE


"Aquando da inauguração da Exposição O CHÁ DE ORIENTE PARA OCIDENTE, a Fundação Oriente lança a sua revista em que o tema central é o chá e onde consta um dossier fotográfico sobre o Chá na Índia da autoria de Mafalda Mimoso e Sunil Vaidyanathan, acompanhando um texto de Rosa Maria Peres.
Entrada livre".

Museu do Oriente - Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa

Transportes
Autocarros: 12, 28, 714, 720, 732, 738
Comboio: Alcântara Terra, Alcântara Mar
Eléctricos: 15, 18

18 de Março, 2012: Concerto - QUARTETO DE SAXOFONES DO CONSERVATÓRIO NACIONAL

18 Março
17h
Salão Macau

O Quarteto de Saxofones da EMCN é formado por alunos que frequentam a disciplina de música de câmara do curso profissional. O trabalho realizado tem por objectivo a execução de obras originalmente escritas ou arranjadas para este agrupamento de sonoridade peculiar e o contacto com a família do instrumento: soprano, alto, tenor e barítono.

Entrada livre
Duração: 75', sem intervalo
M/3 anos

Museu do Oriente - Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa

Transportes
Autocarros: 12/28/714/720/732/738
Comboio: Alcântara Terra/Alcântara Mar
Eléctricos: 15/18

15 de Dezembro, 2011: A Ásia em Livros - 9ª sessão

"La Légende Royale dans l’Inde Ancienne- Râma et le Râmâyana, de Daniel Dubuisson (1ª edição 1986)
a Ásia em Livros – 9ª sessão
Apresentação: Luís Filipe Thomaz
Horário: 18.30
Centro de Documentação
Entrada Livre

A descoberta da unidade da família linguística indo-europeia data de finais do século XVIII, devendo-se, todavia, a George Dumézil (que prefaciou o presente volume) o relançamento do estudo comparativo das mitologias indo-europeias. Foi na esteira de Dumézil que Daniel Dubuisson se decidiu a empreender a análise da lenda de Râma de que existem numerosas versões em quase todas as línguas da Índia e do sueste asiático. Passado um quarto de século sobre a sua publicação, tem ainda muito a ensinar-nos.
Luís Filipe Thomaz é licenciado em História pela Universidade de Lisboa e Doutor Honoris Causa pela Universidade Nova de Lisboa. Possui ainda formação em malaio-indonésio, estudos indianos, siríaco e etiópico clássico. Com larga experiência docente e de orientação científica na Faculdade de Letras, na Faculdade de Ciências Humanas da UNL e na Universidade Católica, tem publicada uma vasta obra sobre diversas temáticas de história e cultura da Ásia. É director do Instituto de Estudos Orientais e docente de História, Cultura e Civilização da Índia, de “Cristianismo Oriental”, de sânscrito e de malaio-indonésio, no mestrado do mesmo Instituto.
Em colaboração com o Instituto de Estudos Orientais da Universidade Católica Portuguesa."

Transportes
Autocarros: 12/28/714/720/732/738
Comboio: Alcântara Terra/Alcântara Mar
Eléctricos: 15/18

Fonte e imagem:

15 de Abril a 12 de Junho, 2011: Exposição - ACESSÓRIOS IMAGINÁRIOS


"O Museu do Oriente apresenta, entre 15 de Abril e 12 de Junho, a exposição Acessórios Imaginários, composta por trabalhos nas áreas da pintura, escultura, fotografia, instalação e videoarte, da autoria de 20 artistas contemporâneos macaenses.
O artista plástico José Drummond, a convite da Fundação Oriente, é o comissário da mostra Acessórios Imaginários, que supõe ser a maior exposição de arte contemporânea de Macau jamais realizada fora do território.
Ampliando a visibilidade de uma cidade multicultural, onde as culturas chinesa e portuguesa continuam a conviver, a exposição exibe a arte contemporânea de Macau através de 38 trabalhos criativos, que evidenciam o panorama natural deste território, onde pequenas realidades e grandes feitos definem a cultura quotidiana
A arte contemporânea de Macau sublinha os conflitos de uma cidade transnacional, que gradualmente vai evoluindo para uma identidade vaga com múltiplas questões. De entre os artistas, constam Alice Kok, Bianca Lei, Carlos Marreiros, James Chu, James Wong, João Ó, João Vasco Paiva, José Drummond, Kent Chi Kin, Konstantin Bessmertiny, Lei Ieng Wei, Lio Man Cheong, Mio Pang Fei, Ng Fong Chao, Pakeong Sequeira, Peng Yung, Tong Chong, Ung Vai Meng, Wong Ka Leong e Xin Jing.
Acessórios Imaginários vai estar na Galeria Sul do Museu do Oriente entre 15 de Abril e 12 de Junho, de terça a domingo entre as 10h00 e as 18h00 (sexta-feira até às 22h00). A entrada é gratuita."


Transportes
Autocarros: 12/28/714/720/732/738
Comboio: Alcântara Terra/Alcântara Mar
Eléctricos: 15/18


Fonte e imagens:
http://www.vousair.com/exposicoes/5836-arte-contemporanea-de-macau-em-exposicao.html

6 a 20 de Dezembro, 2009: Museu do Oriente - FESTA DA TAILÂNDIA

6 a 20 Dezembro
Festa da Tailândia
A Tailândia foi o país escolhido para mais uma festa no Museu do Oriente, desta vez em Dezembro. Tal como nos meses anteriores, um conjunto de actividades, a maioria com entrada livre, vai mostrar o que de mais típico se faz naquele país asiático.
 

6,12,13,19, 20 Dezembro
Demonstração de MassageM Tailandesa
Através de toques ancestrais e profundos nos pontos de acupressão, para desbloqueio dos fluxos de energia, a massagem tailandesa proporciona uma experiência intensa que ajuda a recuperar a harmonia dos vários elementos do corpo e em que o/a terapeuta usa os pés, joelhos, polegares, palma da mão e cotovelos para aplicar a pressão necessária. Em colaboração com a Medithai.
Horário: 10.00-17.00
Entrada Livre
Lobby


12 e 20 Dezembro
Demonstração de Muay Thai
Conhecido na Tailândia como a Luta da Liberdade, o Muay Thai é uma arte marcial com mais de dois mil anos de existência, criada pelo povo tailandês como forma de defesa nas suas guerras e para manter uma boa saúde. Em colaboração com a Federação Portuguesa de Muay Thai.
Horário: 16.00-17.00
Entrada Livre
Lounge



13 Dezembro 
O BUDISMO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
PALESTRA
17.00
Sala Beijing
Orador: monge Ajahn Kongrit Ratanavanno

Filosofia de vida, religião ou sistema educativo, em qualquer uma destas formas o Budismo constitui uma abordagem às necessidades da sociedade moderna ocidental, na qual valores milenares e intemporais completam e enaltecem a natural riqueza humana. A disciplina da mente, de modo a atingirmos a clareza e iluminação necessárias à realização espiritual do ser humano, constitui uma das principais directrizes deste ensinamento, que nunca esteve presente de forma tão explícita, no Ocidente, como nos dias de hoje.
Ajahn Ratanavanno nasceu em 1971 em Korat, Tailândia. Vive, desde 2001, no Mosteiro de Amaravati.
Organização: Fundação Oriente/Fundação Maitreya



13 e 20 Dezembro
Contadores de Histórias Tradicionais Tailandesas
São as histórias que em pequenos ouvimos e que, nos primeiros momentos, nos fizeram sonhar e desejar percorrer o mundo. Na Tailândia, estimula-se, desde muito cedo, o conhecimento pela leitura. As histórias tradicionais são o mote! Venha conhecê-las em família! Em colaboração com a Embaixada da Tailândia.
Horário: 16.00 às 16.30; 17.00 às 17.30
Público-Alvo: Público em geral
Participantes: Máx.30
Entrada Livre
Lounge

Transportes
Autocarros: 12/28/714/720/732/738
Comboio: Alcântara Terra/Alcântara Mar
Eléctricos: 15/18


Fonte:

19 de Setembro, 2009: Conferência - O ZEN E A SUA PRÁTICA EM PORTUGAL


das 16.00 às 17.00
Orador: Yves Shosshin Crettaz
Entrada Livre
Piso 4

"O Zen Soto é uma escola budista caracterizada pela prática intensa da meditação, avessa à especulação filosófica ou teológica e em que as práticas rituais têm uma dimensão relativamente pequena. Nasceu na China, onde assume a designação de Chan, sendo a resultante da interacção do Budismo, vindo da Índia, com a mundividência e o espírito prático chineses, havendo quem lhe descortine influências taoístas. A conferência será seguida de uma pequena meditação Zazen. A conferência é proferida em francês, sem tradução simultânea."

Transportes
Autocarros: 12/28/714/720/732/738
Eléctricos: 15, 18

Fonte:
http://www.museudooriente.pt/763/o-zen-e-a-sua-pratica-em-portugal.htm
Imagem:
http://gruposerpente.files.wordpress.com/2009/02/zen2.jpg

até 20 de Setembro, 2009: Exposição - QUATRO PARAGENS NO VIETNAME, RICARDO FRANÇA


"Exposição de fotografia documental sobre o quotidiano de quatro cidades do Vietname. Um trabalho que resulta da aproximação do arquitecto Ricardo França a estes lugares e às gentes que os habitam.
“Vinte e uma fotos dão forma a um diário visual, instantes da minha viagem/pedaços de um quotidiano viajado pelos Vietnamitas, tantas vezes repetido durante tantos séculos”, como diz o próprio Ricardo França.
É um diário de viagem feito de fotografias intimistas. Há imagens de ambientes únicos, mais e menos formais, sempre irrepetíveis: de trabalho, de lazer, de relações familiares, de preparação e venda de alimentos, de trajes típicos, de momentos fúnebres, de lembranças… É um documento onde identificamos a coabitação serena de práticas culturais modernas e ancestrais.
Ricardo França nasceu em Lisboa em 1973. Inicia-se na fotografia durante os primeiros anos do curso de arquitectura e, em 1995, viaja pela Índia, país onde dá os primeiros passos na fotografia documental a cor.
Nas viagens posteriores, a sua objectiva entra progressivamente dentro dos lugares que visita, aproximando-se das pessoas e do seu quotidiano.
Três anos e várias viagens mais tarde, decide aceitar trabalho em Macau, experiência da qual resultou a sua primeira exposição individual, Habitar Macau.

A revista Oriente (nº 14) publicou, em 2004, o portfólio Vietname.

Lounge, de 21 de Agosto a 20 de Setembro.
Entrada livre."

"VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO HANOI, HA LONG, HOI NA, HUE
Ricardo França, autor das fotografias que integram esta exposição, propõe-se explicar aos visitantes as motivações que estão por detrás de cada uma das fotos do quotidiano de quatro cidades do Vietname. Um trabalho que resulta da aproximação do arquitecto a estes lugares e às gentes que os habitam. 4 Setembro, às 18.30. Entrada livre."

Transportes
Autocarros: 12/28/714/720/732/738
Eléctricos: 15, 18

Fonte e imagem:
http://www.museudooriente.pt/784/paragens-no-vietname.htm