O ciclo A Índia Visual pretende pensar a cultura visual na Índia como ponto de partida para a reflexão de diversas temáticas: arte, religião, política, consumo, género, publicidade, media, entre outras.
As sessões desdobram-se em conferências, mesas redondas e mostras de filmes/documentação audiovisual com a presença de investigadores, académicos e outras personalidades ligadas à Índia e às múltiplas dimensões da cultura visual. Desta forma, será possível levantar questões acerca da Índia contemporânea.
Além da abordagem teórica e temática, dar-se-á continuidade à apresentação e análise de objectos pertencentes à Colecção Kwok On, iniciada no ciclo de conferências A ÍNDIA RITUAL realizada no ano anterior.
Programação
22 Março
3ª Sessão | Mónica Esteves Reis (CHAIA-UÉ)
Diálogos do Sagrado: as máscaras rituais Bhuta do Sul de Karnataka
19 Abril
4ª Sessão | Jason Fernandes (CRIA-IUL)
As Glórias desconhecidas do Imam: O Silêncio, a Ausência e o Islamicate na Índia da Colecção Kwok On
Próximas sessões, temas e datas, a anunciar.
Uma organização do Museu do Oriente em colaboração com o CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia".
Sexta | 24 março | Entrada livre
com Ernesto Matos
Horário | 18.30
CONFERÊNCIA
A CALÇADA PORTUGUESA NO MUNDO
Nas suas andanças pelo mundo, Ernesto Matos foi capturando imagens soltas e construindo o inventário quase exaustivo deste gosto de atapetar o chão com pequenas pedras de duplas cores, talhadas à mão, colocadas conforme um molde passado a escantilhão, cujo resultado final são desenhos de elaborado efeito ou linhas simples e geométricas, de autores anónimos ou grandes mestres.
É parte deste trabalho de muitos anos, que agora se aborda, na perspectiva de divulgar o património existente em todos lugares por onde andaram os portugueses durante séculos, na Europa, África, América, Ásia e várias ilhas de todo o mundo…
O autor, em todos os países se deparou com um imaginário riquíssimo de motivos onde os valores étnicos e as culturas autóctones parecem ter sido assimiladas e reinterpretadas, quer pelos calceteiros de então quer pelos de hoje, que, em muitos casos, aprendem a recuperar os padrões desde há muito esboroados.
A palestra assenta sobre um conjunto de fotografias que revelam lugares onde se aplicou esta técnica. Macau é um dos pontos onde a representatividade mais evidencia a presença portuguesa, dotando de requinte e de significados humanistas o espaço urbano, quer no exterior quer em interiores.
Em cada fotografia o autor leva-nos a pensar no extenso labor e esforço da diáspora portuguesa pelo globo, feita de tanta simplicidade e de tanta riqueza, de tanta vontade de marcar para sempre o espaço habitado, como se cada pavimento pudesse ser Padrão.
Sexta | 24 março | Entrada livre
com Ernesto Matos
Horário | 18.30
CONFERÊNCIA
A CALÇADA PORTUGUESA NO MUNDO
Nas suas andanças pelo mundo, Ernesto Matos foi capturando imagens soltas e construindo o inventário quase exaustivo deste gosto de atapetar o chão com pequenas pedras de duplas cores, talhadas à mão, colocadas conforme um molde passado a escantilhão, cujo resultado final são desenhos de elaborado efeito ou linhas simples e geométricas, de autores anónimos ou grandes mestres.
É parte deste trabalho de muitos anos, que agora se aborda, na perspectiva de divulgar o património existente em todos lugares por onde andaram os portugueses durante séculos, na Europa, África, América, Ásia e várias ilhas de todo o mundo…
O autor, em todos os países se deparou com um imaginário riquíssimo de motivos onde os valores étnicos e as culturas autóctones parecem ter sido assimiladas e reinterpretadas, quer pelos calceteiros de então quer pelos de hoje, que, em muitos casos, aprendem a recuperar os padrões desde há muito esboroados.
A palestra assenta sobre um conjunto de fotografias que revelam lugares onde se aplicou esta técnica. Macau é um dos pontos onde a representatividade mais evidencia a presença portuguesa, dotando de requinte e de significados humanistas o espaço urbano, quer no exterior quer em interiores.
Em cada fotografia o autor leva-nos a pensar no extenso labor e esforço da diáspora portuguesa pelo globo, feita de tanta simplicidade e de tanta riqueza, de tanta vontade de marcar para sempre o espaço habitado, como se cada pavimento pudesse ser Padrão.

