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28 de Novembro, 2014: Feira de Natal - MERCADO DO JARDIM

"O MERCADO DO JARDIM está de volta mais uma vez para dar vida ao Jardim Lisboa Antiga.

Esta 3ª EDIÇÃO vai ser Sexta-Feira dia 28 de Novembro no Jardim Lisboa Antiga em Lisboa, também conhecido como Jardim de São Bento ou Jardim das Francesinhas.
Em sinergia com artistas de várias expressões, que se juntam para animar este evento onde se privilegia o comercio justo, pretendemos promover os pequenos produtores e projectos originais na área do design, artesanato, moda, joalharia, assim como apoiar a produção de produtos biológicos e reciclados.

12 de Julho, 2014: Mercado - MERCADO DO JARDIM



das 10h às 20h

"Esta Mercado dá vida a mais um jardim de Lisboa, Jardim Lisboa Antiga, também conhecido como jardim das Francesinhas. 
Em sinergia com artistas de várias expressões, que se juntam para animar este evento onde se privilegia o comercio justo, pretendemos promover os pequenos produtores e projectos originais na área do design, artesanato, moda, joalharia, assim como apoiar a produção de produtos biológicos e reciclados. Como música também é uma forma de expressão artística vamos ter um espaço dedicado à compra e venda de discos assim como Djs e músicos da nossa cidade para animar o dia.
Este é um projecto de cidadania activa que conta com o apoio da Junta de Freguesia da Estrela.
O mercado acontece Sábado, dia 12 de Julho das 10h às 20h no Jardim Lisboa Antiga em Lisboa.
Fica Situado no cruzamento da Calçada da Estrela com a Rua das Francesinhas, mesmo ao lado da Assembleia da Républica e a entrada é livre.
As pessoas/projectos interessados em participar enviem um e-mail para: geral.mercadojardim@gmail.com"


Transportes
Metro: Rato
Autocarros: 706, 727, 773
Eléctricos: 25, 28
Comboio: Santos
Barco: Cais-do-Sodré

Sábados de manhã: Museu - CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA

Casa-Museu Medeiros e Almeida
Rua Rosa Araújo 41, Lisboa

"A FUNDAÇÃO
A Fundação Medeiros e Almeida foi criada em 1972, com o nome do fundador, António de Medeiros e Almeida (1895-1986) o qual doou ao seu país a casa - que habitou durante 30 anos - e a coleção de obras de arte adquirida ao longo da sua vida.
A Fundação tem como objetivo o estudo, a conservação e a divulgação do seu acervo. A Fundação tem no seu acervo, coleções de Relógios, Porcelanas da China, Pintura, Mobiliário, Ourivesaria, Joalharia, Arte Sacra, Escultura e Têxteis."


GRATUITO (regime de visita livre):
  • Bilhete Sábado Manhã – das 10h00 às 13h00;
  • Bilhete Criança/Jovem - até aos 18 anos (inclusivé);
  • Membros da APOM (Associação Portuguesa de Museologia), ICOM (International Council of Museums), SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes), CNC (Centro Nacional de Cultura), Academia Portuguesa da História e Academia Internacional da Cultura Portuguesa, mediante comprovação documental;
  • Investigadores no desempenho das suas funções, desde que devidamente identificados;
  • Profissionais de turismo no desempenho das suas funções, desde que devidamente identificados;
  • Jornalistas no desempenho das suas funções, desde que devidamente identificados; 
  • Mecenas institucionais da Fundação Medeiros e Almeida e da Casa-Museu Medeiros e Almeida.

Ofertas de Visitas Gratuitas – SÁBADOS NO MUSEU
As visitas guiadas “Sábados no Museu” dão a conhecer a história da Casa-Museu, do seu fundador e as principais peças da coleção.
As visitas realizam-se no 1º e no 3º sábado de cada mês;
As visitas têm a duração de 1 hora: 12h – 13h;
A participação é GRATUITA;
Limitada ao máximo de 20 participantes por visita;
A reserva antecipada não é permitida;
As admissões são feitas presencialmente, por ordem de chegada;
Comparência no átrio de entrada da Casa-Museu (Rua Rosa Araújo, 41), 10 minutos antes para inscrição.


Encerra nos feriados:
  • 1 de Janeiro;
  • Sexta-feira Santa;
  • 1 de Maio;
  • 24 e 25 de Dezembro
Transportes
Comboio: Rossio
Metro: Marquês de Pombal
Autocarros: 91, 702, 706, 709, 711, 712, 713, 720, 723, 726, 727, 736, 738, 744, 746, 748, 753, 783 

8 de Setembro a 3 de Outubro, 2009: Exposição de Joalharia - CATARINA SILVA, ARTUR MADEIRA e MIRIAM CASTRO

Instituto Franco-Português
Avenida Luís Bívar, 91
2ª-6ª: 09h00-21h00

"Miriam Castro
Cada vez mais, tento encontrar a maneira mais simples de preencher o espaço entre o meu processo de pensamento e o executar de uma peca. Entre a minha mente e as minhas mãos.
Para mim, Beleza e Preciosidade estão onde nós as encontramos. Elas não necessitam ter valor monetário. Na maior parte das vezes este está ausente e trata-se mais de alguma forma de reconhecimento inconsciente, de algo que nos é querido.
Então o jogo começa.
Beleza e Preciosidade podem esperar-nos nalgum tecido sujo no chão de alguma feira da ladra algures, ou no armário da nossa avó, ou na rua no lixo...
Sair para a rua e descobrir estes pequenos tesouros mortos, não mais apreciados ou valorizados por outros (ainda que não todos) e religiosamente guardá-los e salvá-los da alienação.
Eu recupero objectos que na maioritariamente pertencem ao meu próprio ambiente cultural. Os restos urbanos. A este processo junta-se um interesse e paixão por joalharia clássica, popular e étnica. Estes interesses são um dos “elementos chave” no meu trabalho. Também eu pertenço a uma tribo. A tribo urbana.
Estes objectos que colecciono são de alguma maneira, reflexos da minha própria condição humana e cultural. Os restos que ninguém quer. Pequenos pedaços de vida usada.
Estes podem ser qualquer tipo de objecto ou material.
A fase seguinte deste jogo é brincar com os objectos, experimentando com eles (materialmente) e reflectindo sobre eles (contextualmente).
Eu trabalho com coisas humanamente familiares, colocando-as num novo contexto e alterando a percepção que possamos ter das mesmas.
Reinventando e transformando os objectos para que estes sirvam os meus propósitos, enquanto artista, dando-lhes uma outra segunda vida.


Catarina Silva
O fazer joalharia é para mim uma grande paixão que descobri a quase dez anos. Busco inspiração um pouco em todo lado, mas reconheço que existe uma forte tendência para trabalhar sobre arte popular ou tradicional, não só Portuguesa, mas também da Índia e do Japão por exemplo.
Outra coisa que sempre procuro no meu trabalho é a leveza. Não gosto de trabalhos que carreguem demasiada informação.
Mas o que mais me fascina na arte de fazer joalharia, e também me diverte, é esta coisa do metal se poder atirar para o cadinho, e em poucos minutos deixar de haver qualquer vestígio do que existiu antes.

Artur Madeira
Nasceu na Guarda a 22 de Abril de 1982.
Vive e trabalha em Lisboa
Formação:
2005 – Curso de Joalharia, Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual;
2007 – Curso avançado de artes plásticas, Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual;
2008 – Projecto individual em Joalharia, Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual;
Exposições:
2003/2004 – Exposição de Verão, Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, Quinta de São Miguel.
“O meu trabalho centra-se no ouro. Confesso que é uma paixão assolapada, a par de uma outra que é o gosto pela oficina.
As peças resultam de uma vontade de querer mexer e ver no que dá; com paixão, atenção e dedicação.”"

Transportes
Metro: Saldanha, São Sebastião
Autocarros: 16/21/44/49/83/718/726/745

Fonte:
http://www.ifp-lisboa.com/