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17 e 18 de Maio, 2014: Dia Internacional dos Museus - MUSEU NACIONAL DE ARTE COMTEMPORÂNEA

Rua Serpa Pinto, nº4, Lisboa

"Dia 17


Visitas:
Arte Portuguesa. 1850-1975. 
19:00: Flávia Violante
21:00: Rita Salgueiro

Beleza, verdade e erotismo na arte portuguesa do séc XlX ao séc XXl
23:00: Rui Afonso Santos

Botânica. Literatura e Colonialismo 
22:00: Sessão de leitura por Paula Sá Nogueira de excertos de romances de Dulce Maria Cardoso, O Retorno, Isabella Figueiredo, Caderno de Memórias Coloniais, Pepetella, Yaka e Crónicas com fundo de guerra. 
Com a presença de Dulce Maria Cardoso e Vasco Araújo.


Projeções no Átrium do Museu:
das 10 às 24h

Tatiana Macedo
Staff Only: E é assim tudo muito bonito. 
Vídeo, cor, som, 40' 

Tatiana Macedo
Staff Only at work. 
Vídeo, cor, s/ som, 10'

Luís Sousa
Os Dias Longos.
Slide-show sobre o MNAC-MC



Dia 18

Visitas guiadas

Histórias e enredos de uma coleção
12:30: David Santos, diretor do MNAC

Arte Portuguesa. 1850-1975.
15:00: Rita Salgueiro
16:00: Flávia Violante 

Jogos para famílias com crianças
Das 11 às 17 horas

O que há no Museu?
Margarida Mata e Rafael Quintino


Projeções no Átrium do Museu:
das 10 às 18h

Tatiana Macedo
Staff Only: E é assim tudo muito bonito. 
Vídeo, cor, som, 40' 

Tatiana Macedo
Staff Only at work. 
Vídeo, cor, s/ som, 10'

Luís Sousa
Os Dias Longos.
Slide-show sobre o MNAC-MC"



Transportes 
Metro: Baixa-Chiado
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782
Eléctricos: 12, 15, 25, 28
Elevadores: Glória, Bica, Santa Justa, Castelo
Barco: Terreiro do Paço, Cais do Sodré 
Comboio: Cais do Sodré, Rossio, Santa Apolónia

Até 28 de Outubro, 2012: Exposição - O MODERNISMO FELIZ: ART DÉCO EM PORTUGAL PINTURA; DESENHO; ESCULTURA, 1912-1960

Museu do Chiado Rua Serpa Pinto 4, Lisboa
A entrada é livre aos Domingos, até às 14h. 

«O MODERNISMO FELIZ: ART DÉCO EM PORTUGAL PINTURA; DESENHO; ESCULTURA, 1912-1960»
"O estilo Art Déco, designação que só surge nos anos 60, ou Estilo 1925, como também é conhecido (em apropriação da designação da magna Exposição das Artes Decorativas e Industriais Modernas realizada em Paris naquela data), conhece, num contexto atual de crise, um renovado interesse mundial.
Congregando, eclética e decorativamente, as heranças das vanguardas artísticas dos começos do século (do Fauvismo, Cubismo, Futurismo, Expressionismo e, até, do Abstracionismo) aliadas a sugestões vindas dos Movimentos Decorativos Modernos (como a Secessão Vienense, os grafismos francês e germânico de 1900 ou os Ballets Russes), o Art Déco foi o primeiro estilo global e universal que o Mundo conheceu, aspirando a constituir-se como Arte Total (inspiração de vida), tal como na proposta pioneira de Wagner no século XIX, alargando-se a todas as expressões artísticas e a todos os aspetos da vida quotidiana e expandindo-se, ao longo dos Anos 30, dos horizontes franceses ao resto da Europa, Estados Unidos, América do Sul, África, China, Austrália e Japão.
A promessa estética de felicidade nele contida, antídoto contra o trauma da I Guerra Mundial, foi também paliativo contra a crise económica dos Anos 30, e o movimento perdurou até à II Guerra Mundial.
Em Portugal, o Art Déco projetou-se, igualmente, com excelente pujança. Com efeito, uma parte muito substancial dos artistas portugueses do 1º e 2º Modernismos foram praticantes altamente empenhados deste gosto que, como nos outros países, renovou a totalidade dos mais diversos aspetos da vida quotidiana – e o próprio Estado Novo viu neste Movimento um veículo eficaz de propaganda e afirmação de poder.
A efemeridade do 'Futurismo' português e, com ela, a debilidade da vanguarda entre nós, a longa duração e isolamento do Estado Novo, ditatorial e conservador, a longa vida de muitos dos artistas-protagonistas daquele modernismo feliz, fez do Estilo Art Déco uma fonte de oposição ao apreciado naturalismo oitocentista e, como tal, o garante generalizado da sobrevivência do próprio Modernismo, perdurando em Portugal até cerca de 1960.
A presente exposição sobre o estilo Art Déco em Portugal permite uma releitura renovada e inovadora do nosso fenómeno Modernista, e, maioritariamente, daquele gosto que, originalmente, se estendeu do domínio do desenho às restantes expressões artísticas ditas 'maiores', como a Pintura, a Escultura e a Arquitetura, mas também ao grafismo e publicidade, à cenografia, ao cinema, às artes da decoração e, finalmente, à própria vida quotidiana e suas aspirações modernas de cosmopolitismo e felicidade."
Rui Afonso Santos, Comissário
Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 1, 36, 40, 44, 91, 709, 711, 714, 732, 735, 745, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

18 e 19 de Maio, 2012: Dia/Noite dos Museus - Museu Nacional de Arte Contemporânea Museu do Chiado

"Entrada gratuita durante todo o dia

Programação especial:

Xana
Nova Assembleia e Algumas Próteses
12h00
Conversa com o artista
acesso gratuito / sem marcação prévia


Os contemporâneos
atelier dirigido a seniores
14h00 – 17h00
acesso gratuito / sem marcação prévia

Concerto Out Jazz
João Lencastre Trio
Jardim de Esculturas
18h00
acesso gratuito

Clemens von Wedemeyer
Against Death (From:The Fourth Wall)
Inauguração às 19h00
Em parceria com o Instituto Goethe

O museu encerra às 18h00, excepto recepção, Sala Polivalente e Jardim de Esculturas (abertos até às 20h00)


MNAC – NOITE DOS MUSEUS / 19 MAIO 2012/ SÁBADO
Entrada gratuita a partir das 18h00

Programação especial:

Da Ásia ao fim do mundo. Com o sol e com a lua.
E com o pai e a mãe e os filhos e os avós e os primos e os amigos deles.
atelier dirigido a famílias
18h00 – 19h30
acesso gratuito / sem marcação prévia
Arte Portuguesa do Século XX – 1960-2010
visita guiada por Emília Tavares
19h30
acesso gratuito / sem marcação prévia

Arte Portuguesa. Do lençol à Coca-Cola
visita guiada por Rui Afonso Santos
21h30
acesso gratuito / sem marcação prévia"
Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio, Baixa-Chiado
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 1, 36, 40, 44, 91, 709, 711, 714, 732, 735, 745, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28
Imagem:

20 de Junho, 2009: Protesto - MUSEU DE ARTE POPULAR


16:00 - 20:00
Museu de Arte Popular
Av. de Brasília

"Após uma acção pública de protesto, bordando um lenço de namorados, no dia dos Museus; após a entrega de um pedido de reabertura do processo de classificação do edifício do MAP ao Ministro da Cultura (até ao momento sem resposta); após o lançamento de uma petição pública online em defesa do MAP (quase nas 4.000 assinaturas em 15 dias); após a criação de um blog que tem recolhido informação, documentos e depoimentos de vários especialistas e estudiosos sobre este tema; o grupo dinamizador da campanha cívica a favor da reabertura do Museu de Arte Popular decidiu organizar um colóquio público interdisciplinar sobre a história e a importância do MAP.

Acontecerá no próximo sábado dia 20 de Junho, a partir das 16h00, diante do Museu de Arte Popular e contará com as intervenções de oradores especialistas de história de arte, antropologia e crítica de arte.

Temas a abordar:
Do Pavilhão da Vida Popular ao Museu de Arte Popular - o edifício de 1940 e a sua adaptação a Museu pelo arq. Jorge Segurado (1942-47); as esculturas de 1940 e as de 43-47; as pinturas murais (decoração, ilustração, museografia), um património ignorado pela história da arte e por identificar; o edifício e a sua decoração - um projecto integrado; o MAP e as suas colecções à luz da antropologia actual.

Raquel Henriques da Silva
Professora de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

Rui Afonso Santos
Historiador de Arte, Museu do Chiado

Vera Alves
Antropóloga, autora de «Camponeses estetas» no Estado Novo: Arte Popular e Nação na Política Folclorista do Secretariado da Propaganda Nacional.

João Leal
Professor de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

Alexandre Pomar
Jornalista e crítico de arte

Diante de uma decisão ministerial que pretende instalar o Museu da Língua no Museu de Arte Popular, destruindo-o para sempre, uma medida baseada numa imensa ignorância sobre a sua importância e história, propomos uma sessão para ficar a conhecer melhor este Museu. Afinal, por que razão protestamos?

O Ministro da Cultura será convidado a estar presente."

Transportes
Comboio: Belém
Autocarros: 28/714/727/729/751
Eléctrico: 15