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2017: Programação - CENTRO CULTURAL DE BELÉM


"O Centro Cultural de Belém é gerido por uma Fundação que tem por objetivo a promoção da cultura, desenvolvendo a criação e a difusão em todas as suas especificidades, do teatro à dança, da música clássica ao jazz, da ópera ao cinema."

Programa

13 de Agosto a 17 de Setembro, 2016: Ciclo de Cinema - EDUARDO SOUTO MOURA


"Em Agosto e Setembro, no âmbito da exposição Eduardo Souto de Moura: Continuidade, haverá cinema ao ar livre no Jardim das Oliveiras, do Centro Cultural de Belém. As escolhas de cinema do arquiteto Eduardo Souto de Moura, serão projetadas todos os sábados às 21h30, a partir de 13 de Agosto, com o apoio da Midas Filmes. A entrada é livre."


Programação:

17 de Agosto, 2014: Oficina - DESAFIOS DE ESCRITA. NAS FRONTEIRAS DO CORPO

Museu Coleção Berardo
Praça do Império
Lisboa

"Esta atividade pretende desafiar os visitantes a produzirem um pequeno texto a partir da leitura criativa de algumas obras patentes nas exposições permanentes do Museu Coleção Berardo, que serão colocadas em diálogo com excertos poéticos. Propõe-se assim uma abordagem criativa ao objeto artístico e uma reflexão sobre a identidade, em particular sobre o modo como o corpo se constitui enquanto espaço interativo de várias «histórias»."

Horário

16h00-18h00
Atividade contínua
Concepção: 
Diana V. Almeida
Marcação prévia: 
Não
Preço: 
Atividade contínua
0,00 €

Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Porque continuamos a não consumir Cultura? Falta de Educação e dinheiro.

"Os portugueses são dos cidadãos da União Europeia com menores taxas de participação em actividades culturais, segundo o relatório do Eurobarómetro. São números que “não nos ficam bem”, diz o secretário de Estado da Cultura. Falta de investimento, fraca aposta na educação e baixo poder de compra explicam parte destes resultados dizem diversos especialistas e responsáveis.

Vamos menos ao cinema, quase não vamos a bibliotecas públicas nem visitamos museus. A espectáculos de teatro, dança ou ópera vamos muito pouco; só a concertos, de vez em quando. Não temos grande interesse em ler um livro, nem costumamos visitar monumentos. Mas vemos e ouvimos muita televisão e rádio. O retrato não nos deixa ficar bem mas é assim mesmo que, em traços largos, saímos representados no inquérito do Eurobarómetro sobre a participação em actividades culturais na União Europeia. Nele, Portugal surge ao fundo da tabela, ao lado de países como a Roménia ou a Bulgária. O que significa que os portugueses - tal como os romenos ou os búlgaros - quase não se envolveram no último ano em actividades culturais. A crise económica explica parte dos números mas diz-nos quem conhece o meio que o problema está muito para além disso. Falta estimular o ensino cultural nas escolas. Falta os decisores políticos, e a sociedade em geral, olharem para a cultura como um bem essencial. E falta um maior investimento.
Estas são as principais conclusões que se tiram depois de se ouvirem vários nomes reconhecidos da área. Há quem se surpreenda com os números, quem já estivesse à espera destes dados por estarem em linha com a tendência dos últimos anos e quem questione a forma como o inquérito da Comissão Europeia foi realizado. Mas há um adjectivo que todos repetem: “preocupante”.
Sermos tão pouco activos culturalmente é preocupante e é preciso perceber o que está a acontecer com a Cultura em Portugal. O que implica também questionar o estado da Educação e do sistema de ensino, dizem. Afinal, porque é que os portugueses são dos cidadãos da União Europeia com menores taxas de participação em actividades culturais? Porque é que Portugal, por exemplo, é o país onde há maior falta de interesse pela leitura? E porque é que só 6% dos inquiridos, em Portugal, tem uma actividade cultural frequente? A média europeia não é particularmente alta mas as diferenças são grandes, como é o caso da Suécia (43%), da Dinamarca (36%) e dos Países Baixos (34%), onde os cidadãos descrevem a sua taxa de participação como elevada ou muito elevada. Na vizinha Espanha esta taxa é de 19%. Qual é então o problema dos portugueses?
“É uma questão de educação”, diz ao PÚBLICO Paulo Cunha e Silva, programador cultural e novo vereador da Cultura da Câmara do Porto, que acredita que em Portugal “não se cultiva a Cultura”. “'De pequenino se torce o pepino.' Este ditado popular explica esta situação com eficácia, é na infância que se devem começar a criar hábitos culturais e isso não acontece”, defende Cunha e Silva, que deste Eurobarómetro se surpreendeu mais com a fraca adesão às salas de cinema.
Os dados do inquérito revelam que 71% dos cidadãos portugueses não foram uma única vez ao cinema nos últimos 12 meses – uma diferença de quatro pontos percentuais quando comparado com os dados de 2007 (ano do último Eurobarómetro sobre a participação em actividades culturais). Segundo os últimos resultados divulgados pelo Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), de Janeiro até Outubro registaram-se menos 1,2 milhões de espectadores nas salas de cinema portuguesas, o que representa uma quebra de 10,6% em relação ao mesmo período de 2012. A queda já vem do ano passado mas em 2013 tem vindo a acentuar-se.
“A não frequência das salas de cinema com esta dimensão é preocupante e é um indicador muito grave da crise social que estamos a atravessar, é que ir ao cinema não é só ver filmes de autor”, diz o vereador da Câmara do Porto, que vê no cinema uma das formas mais fáceis e populares de participar na Cultura. “Na sua dimensão de diversão e animação, o cinema poderia até funcionar como um escape para alguma tristeza ou depressão e por isso a não frequência das salas traduz uma expressão muito profunda da crise”, continua Cunha e Silva, considerando que é preciso parar para reflectir de que forma “este momento de patologia social que estamos a atravessar se está a reflectir nos hábitos das pessoas”.

Números que chocam
Para a professora catedrática da Faculdade de Letras do Porto e antiga ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, é uma questão de escolha a que a crise económica e social obriga. “Temos uma crise geral no consumo, que provoca, evidentemente, uma quebra no consumo cultural, até porque é neste que se corta habitualmente em primeiro lugar”, diz Pires de Lima, explicando que “entre gastar dez euros no supermercado ou na livraria, o cidadão comum não escolhe gastar cinco euros num lado e cinco euros noutro, gasta tudo no supermercado”. O mesmo exemplo é dado pelo escritor Vasco Graça Moura, que diz haver uma “opção óbvia” quando se trata de escolher entre “alimentar um filho ou ir a um concerto”. “A crise financeira obriga a prioridades rigorosas”, diz o presidente do Centro Cultural de Belém (CCB), não escondendo, no entanto, que, até ver os resultados do Eurobarómetro, pensava que “estávamos muito melhor”. “De algum modo, estes números chocam-me”, continua Graça Moura, para quem o problema da queda da leitura “está a tornar-se crónico em Portugal”. "Temos de dar mais atenção ao Plano Nacional de Leitura. É importante e pode ser uma ajuda."
Segundo os números do inquérito, apenas 40% dos portugueses leram um livro no ano passado, uma taxa significativamente mais baixa do que a média europeia, que é de 68%. Se olharmos para os países nórdicos, a diferença então é esmagadora: na Suécia 90% dos cidadãos leram um livro no ano passado e na Dinamarca a taxa é de 82%. De resto, a actividade cultural mais comum na União Europeia, e em Portugal, é assistir/ouvir programas na televisão/rádio (72% pelo menos uma vez nos últimos 12 meses – em Portugal 61%).
No que respeita à leitura de um livro, o relatório diz que os resultados são “fortemente” influenciados pelo nível de escolaridade, assim como, por exemplo, a idade se reflectiu como um factor determinante naqueles que vêem mais televisão ou ouvem rádio.
“A ideia com que fico depois de ver estes números é a de que ainda há muito a fazer, mas deixa algum optimismo perceber que são os mais velhos que estão mais tempo ligados à televisão e à rádio”, diz Fernando Pinto do Amaral, comissário do Plano Nacional de Leitura, explicando que “os mais novos são mais diversificados e dividem o tempo entre a leitura, o computador, o cinema”. “Ainda há alguma razão para pensar que nos mais novos a leitura ainda existe, enquanto nos mais velhos é mais complicado conseguir mudar hábitos”, explica. “As pessoas estão muitas vezes em casa, com poucos recursos financeiros, e a televisão é um meio muito fácil e directo que entra pela casa dentro”, continua Pinto do Amaral, para quem o cerne da questão é o “nível geral de educação do país e do interesse pela Cultura”. Ou, como diz Vasco Graça Moura: “Em Portugal há uma certa apatia por valores culturais”.
A deputada socialista e antiga ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, responsabiliza o discurso político actual que remete para segundo plano as actividades culturais. “A falta de importância que é dada à Cultura hoje é terrível. O discurso político que passa para os cidadãos é o de que não nos podemos preocupar com a Cultura quando há gente a passar fome, e esta é a mensagem que todos os dias se transmite para a opinião pública”, diz Canavilhas, que não tem dúvidas de que um “cidadão vulgar facilmente reproduz este discurso, quando há uns anos era do senso comum que a Cultura era importante para o quotidiano dos portugueses”.
“É preciso não deixar esmorecer o esforço que foi feito nestas últimas três décadas e que conquistou muitos degraus nos hábitos de consumo cultural, é que o que leva três décadas a ser construído, leva dois ou três anos a ser destruído”, alerta a deputada socialista, que vê na Educação a “chave para a mudança”. “Os indicadores da Cultura estão sempre ligados aos indicadores da Educação. Os países onde os hábitos culturais são mais consistentes são aqueles onde os níveis de Educação são mais elevados”, continua Canavilhas, explicando que investir na Educação é investir na Cultura. No entanto, a antiga ministra da Cultura do Governo de José Sócrates lamenta que além do desinvestimento que a Cultura enfrenta, também a educação esteja “num retrocesso sem precedentes”.
Isabel Pires de Lima dá o exemplo, recorrendo aos resultados deste inquérito, da frequência de bibliotecas públicas. Em Portugal, apenas 15% dos cidadãos visitaram uma biblioteca no último ano, registando-se uma quebra de nove pontos percentuais. Na Europa, a média é de 31%, também se verificando uma queda comparativamente com 2007, neste caso de quatro pontos percentuais. “É gravíssimo que haja uma quebra de nove pontos percentuais, tendo em conta o investimento bárbaro que se fez na rede de bibliotecas públicas”, aponta Pires de Lima, destacando que “no momento em que o país está quase coberto de equipamentos culturais, não seria de esperar uma quebra tão acentuada”. “Quando se investe barbaramente na Educação e não se percebe que investir um bocado mais em Cultura potenciaria imenso esse investimento em Educação, acontecem coisas como esta”, diz.
Para o presidente do Centro Nacional da Cultura, Guilherme d’Oliveira Martins, não há outra forma de conseguir reverter estes números que não seja a aposta no sistema de ensino. “É preciso que os pedagogos compreendam, e muitas vezes não compreendem bem, que a Educação artística está no princípio e não fim”, diz Oliveira Martins, defendendo que “a Cultura não é uma flor de botoeira, é algo que está no centro do desenvolvimento”.
Ao PÚBLICO, o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, reconhece que “estes números não nos ficam bem” e defende a necessidade de se reforçarem as políticas educativas com as políticas culturais. “Temos de ter em conta estes dados para reforçar a minha convicção de que a dinâmica de colaboração entre a área da Cultura e a área da Educação, desde o pré-escolar até ao ensino secundário, é absolutamente essencial”, diz Barreto Xavier.
No Parlamento, a 7 de Novembro, Barreto Xavier apresentou a Plataforma Educação-Cultura que pretende, precisamente, ser o eixo de desenvolvimento de políticas estruturais para as duas áreas. Será da responsabilidade desta Plataforma, por exemplo, o Plano Nacional de Cinema, que pretende promover a literacia para o cinema nas escolas, impulsionando a criação de novos públicos. Apesar do atraso na sua implementação, não estando ainda a funcionar em pleno, este foi um dos exemplos enumerados ao PÚBLICO pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), que garantiu que “vai continuar a reforçar, a incentivar e a apoiar programas de carácter cultural e sobretudo a valorizar os conteúdos de temática cultural nos programas, metas e orientações curriculares, manuais escolares e outros recursos didáctico-pedagógicos”. Continuar-se-á também “a sensibilizar todos os agentes educativos para a importância da presença da Cultura, nas suas diversas formas”, acrescenta a resposta do ministério, onde se lê que os baixos índices de participação cultural se devem à “falta de escolarização e literacia das gerações seniores, que não foram incentivadas nem educadas para isso”.
“A evolução do sistema educativo português, dos índices de escolarização e de analfabetismo nos últimos 30 anos permitem compreender os resultados”, lê-se ainda na resposta, por email, do gabinete de comunicação do MEC, que acredita que nos próximos anos, “com base no desenvolvimento dos currículos em vigor no sistema educativo, poderemos vir a testemunhar uma inversão desta tendência”.

Cultura invisível
No entanto, o sociólogo Claudino Ferreira alerta que uma maior introdução das artes ao ensino geral “não exige só que se ponham mais conteúdos”. “É preciso que se pense como é que a relação com as artes nas escolas pode ser motivadora para os estudantes se interessarem”, diz o professor auxiliar da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Sociais, defendendo também uma maior pró-actividade das estruturas culturais e artísticas. “Não há só muito a fazer por parte das escolas e dos professores, é preciso que também as instituições e os artistas apresentem propostas concretas para contribuir para os estudantes”, continua o sociólogo, admitindo, porém, que os tempos são de dificuldade para as estruturas. “A situação dos últimos anos é dramática e, por isso, quando olho para a frente vejo uma situação muito difícil para a Cultura”, explica Claudino Ferreira, lembrando a constante reformulação de prioridades a que as instituições culturais e os artistas têm vindo a ser obrigados. “E assim vão perdendo alguma capacidade de intervenção pública e desse ponto de vista os próximos anos não serão muito produtivos, não consigo ver uma recuperação do interesse e do voluntarismo para a prática cultural.”
Para Isabel Pires de Lima a dificuldade de que Claudino Ferreira fala existe por “continuarmos presos a modelos de desenvolvimento que privilegiam sobretudo aquilo que é imediatamente rentável e aquilo que decorre do mundo do que é contabilizável”. “É a invisibilidade da Cultura que faz com que seja tão difícil aos políticos, empresários e sociedade civil investirem na área”, diz a catedrática, sem acreditar numa mudança no futuro. O mesmo acontece, aliás, com Gabriela Canavilhas, que antevê uma descida ainda maior destes valores nos próximos anos. “Vamos sofrer nas estatísticas as consequências das políticas que têm estado em curso”, afirma a deputada do PS.
Barreto Xavier não se atreve a antecipar o futuro mas admite que há um problema de perspectiva e modelo. “É uma questão de mudança de mentalidades e a mudança de mentalidades demora eventualmente uma geração”, diz o secretário de Estado ao mesmo tempo que de alguma forma desvaloriza os números deste inquérito por existirem variáveis que não foram consideradas e pelo modo como algumas perguntas foram feitas.
No mesmo sentido, Miguel Lobo Antunes, administrador da Culturgest, em Lisboa, defende que os números deste Eurobarómetro não são fiáveis nem podem apoiar reflexões sérias por se afastarem, "por vezes largamente", de resultados de outras estatísticas feitas em Portugal sobre o mesmo tema. Mas revela que tem sentido na Culturgest uma redução de público. “Para que os portugueses sejam mais cultos, é claro que a educação, os meios de comunicação, as políticas culturais, têm uma importância fundamental mas também é importantíssimo o papel desempenhado pelos teatros, pelos centros culturais, pelos programadores, pelos artistas, pelos pais, pelos mais velhos, pelas pessoas, que podem contagiar outras”, diz Lobo Antunes.
Catarina Vaz Pinto, vereadora da Cultura da Câmara de Lisboa, vê com a preocupação generalizada estes números mas destaca que eles não são desagregados por cidades e/ou regiões, onde acredita que poderão existir diferenças importantes. “Nomeadamente em virtude das características sociodemográficas da população ou do investimento que algumas cidades têm feito, como por exemplo Lisboa, para manter o nível da oferta e participação cultural, da promoção da leitura e da valorização das bibliotecas municipais”, atesta a responsável.
Guilherme d’Oliveira Martins volta a destacar: “Ainda há muito trabalho a fazer”. “Temos de tirar lições da crise porque esta crise diz-nos que se não apostarmos na Educação, na Cultura e na Ciência, teremos naturalmente grandes dificuldades.”
No que ao secretário de Estado da Cultura diz respeito, fica o compromisso de “trabalhar mais e melhor na defesa de um modelo de desenvolvimento que tenha a Cultura no seu centro”."
 
Fonte e imagem: http://www.publico.pt/cultura/noticia/quando-foi-a-ultima-vez-que-foi-ao-cinema-e-ao-teatro-e-ha-quanto-tempo-nao-visita-um-museu-1613057

6 de Novembro a 18 de Dezembro, 2013: Oficina - LATIM




"Com Mafalda Viana


 


6, 13 e 27 Nov 2013 - 18:00 às 19:00
4, 11 e 18 Dez 2013 - 18:00 às 19:00

Sala Luís Freitas BrancoDuração aprox 1h00
Público-alvo: alunos do Secundário
Em colaboração com o Centro Nacional de Cultura

Não se trata de uma aula convencional de latim nem o objectivo deste ciclo será propriamente ensinar o latim (o que não é vocação do CCB nem seria viável neste contexto). Entende-se que é importante mostrar que a língua que falamos tem uma memória que condiciona de facto o nosso pensamento. Partindo daqui, é possível ir ao encontro de vários aspectos reveladores de uma ligação entre cultura e língua impossível de desfazer. Cada sessão poderá assim ter um tema central, situado num texto.

Entrada Livre mediante inscrição prévia para:
inscricoes.ciclos.humanidades@ccb.pt

> Preencha a ficha de inscrição
Tel. 21 361 24 08"

Em colaboração com o Centro Nacional de Cultura




Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Fonte e imagem: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Literatura/Pages/aulasdelatimnovembro2013.aspx

27 de Outubro, 2013: Literatura e Humanidades - DIA ANTÓNIO LOBO ANTUNES



"15:00 às 19:00
Pequeno Auditório

Entrada Livre

«António Lobo Antunes (1942) afirma-se como um ávido revelador do que a vida sistematicamente esconde. Para além do superficial dos acontecimentos, o romancista recorda, invoca, interpreta, aventura-se no próximo, no incerto e no desconhecido. E vêm à memória amigos, desaparecidos, mas presentes, como José Cardoso Pires e Ernesto Melo Antunes…  A vida entretece-se de amizades. Harold Bloom fala misteriosamente de “one of the living writers who will matter most”. George Steiner considera-o como “heir to Conrad and Faulkner”. O certo é que a sua escrita atrai, porque é inusitada e pertinente, luminosa e obscura. Que é a vida senão um mundo de contradições? Quaisquer elogios passageiros nunca permitirão entendê-lo. Um dia disse: “Quando lemos um bom escritor é para nos conhecermos a nós mesmos”. Essa a grandeza da literatura, a de ser um revelador da existência. É fundamental ler António Lobo Antunes, para quem é insuportável aceitar a mediocridade e ouvir dizer “somos um país pequeno e periférico”…»
Guilherme Oliveira Martins

Programa
15:00  ABERTURA
Guilherme d’Oliveira MartinsVasco Graça Moura

15:15   A OBRAMaria Alzira Seixo Morar no Lume. Imagística do Fogo na temática e construção do romance em António Lobo Antunes.
Agripina Carriço Vieira
Rezas, santos, aparições e outras religiosidades na ficção de António Lobo Antunes.
Norberto do Vale Cardoso
A sombra de António Lobo Antunes: uma luz nas trevas.
Ana Paula Arnaut
A ficção de António Lobo Antunes: o romance no fio da navalha.

16:15 PAUSA
                              
16:45   O ESCRITOR VISTO PELOS SEUS LEITORES
Maria Rueff
Harrie Lemmens
O Rumor dos Passos.
Frei Bento Domingues
Deus e os Direitos de Autor.
17:45 António Lobo Antunes

Em colaboração com o Centro Nacional de Cultura".

Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém
Fonte e imagem: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Literatura/Pages/antonioloboantunesoutubro2013.aspx

28 de Setembro, 2013: Concerto - LISBON UNDERGROUND MUSIC ENSEMBLE


às 23h
Centro Cultural de Belém
Praça do Império, Lisboa

"Lisbon Underground Music Ensemble volta a tocar em Lisboa, no momento em que o seu primeiro disco é editado, para todo o mundo, pela Challenge Records.
Integrado no Festival Prémio Jovens músicos, o concerto de LUME promete, como de costume, agitar tronco, membros e mentes, com uma novidade: a estreia de novas peças autorais de Marco Barroso.
Conte-se com a mistura fina com que sempre nos brindaram: composição escrita com elementos de improvisação, um contexto eclético e autoral, referências tão diversas que vão do funk à música textural, do boogie woogie a ambientes impressionistas.
Tudo isto e muito mais, dia 28 de Setembro, num LUME perto de si!

ENTRADA LIVRE" (sob reserva prévia de bilhetes)




Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

28 de Setembro, 2013: Concerto - JOVEM MÚSICO DO ANO

às 19:00
Centro Cultural de Belém
ORQUESTRA GULBENKIAN
RUI PINHEIRO (maestro)
Entrada Livre

Informações e Contactos 

Praça do Império

Telf.+351213612400
"Solista vencedor do Prémio Silva Pereira do Prémio Jovens Músicos 2013 – Jovem Músico do Ano


Vencedor do Prémio de Composição SPA
Nova obra

Concerto a anunciar

Luís de Freitas Branco
Sinfonia nº1

Entre outras iniciativas que decorrerão ao longo dos três dias de duração do Prémio Jovens Músicos, e que terão lugar em vários espaços do Centro Cultural de Belém, este evento terá, como habitualmente, um dos seus pontos altos no concerto de gala que se realiza no dia 28 de setembro e que terá como solista o vencedor do Prémio Silva Pereira. Outro aspeto a destacar é a inclusão em programa da Sinfonia nº1 de Luís de Freitas Branco". 
Transportes

Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Fonte e imagem: http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=483&article_id=4387langId=1

26 de Setembro, 2013: Concerto - GRANDE FINAL DO PRÉMIO JOVENS MÚSICOS 2013

19:00, NO Centro Cultural de Belém
Entrada Livre

Informações e Contactos 

Praça do Império

Telf.+351213612400

 
"Solistas e programa a anunciar em função dos resultados do concurso. 
A Fundação Calouste Gulbenkian e a Antena Dois da RTP dão continuidade à sua associação no âmbito do Prémio Jovens Músicos. Este evento, que conta este ano com a colaboração do Centro Cultural de Belém, irá manter o formato de sucesso que iniciou em 2011 e que inclui a realização de dois concertos com a Orquestra Gulbenkian. Como habitualmente, o primeiro concerto apresenta os concorrentes finalistas nas várias classes de instrumentos e nele será selecionado o Jovem Músico do Ano".
 
Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Fonte e imagem: http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=483&article_id=4386langId=1

1 de Setembro e 1 de Dezembro, 2013: Mercado - MERCADINHO DOS TALENTOS

 
1 Set 2013 - 11:00 às 17:00
1 Dez 2013 - 11:00 às 17:00


Jardim das Oliveiras
Entrada livre
mediante inscrição


"No Jardim das Oliveiras, vamos ter um palco para ti, onde o centro das atenções és mesmo tu! Aqui poderás mostrar os teus talentos, os teus projectos, a solo ou partilhados com os teus amigos e colegas. Traz contigo a guitarra, a mala dos truques de magia, o pincel e as tintas, o caderno de poemas, as bolas de malabarismo ou qualquer outra coisa para a qual tenhas um dom especial.
Podes também trocar ou vender as traquitanas que já não queres, até 1€.

Palco do mercadinho procura candidatos
Fazes parte de uma banda? A tua escola tem um grupo de teatro?
Se tu ou a tua escola quiserem subir ao palco, enviem-nos as propostas para fabricadasartes@ccb.pt ou contactem-nos pelo telefone 213 612 899.
Os melhores projectos serão seleccionados.

INSCRIÇÕES As inscrições devem ser feitas pelos telefones +351 213 612 899/ 898 ou pelo fax +351 213 612 859. fabricadasartes@ccb.ptContactos > Maria José Solla | Manuel Moreira | Tânia Guerreiro
Todos os dias úteis das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00".


Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Fonte e imagem: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Fabrica%20das%20Artes/Pages/MercadinhodosTalentos.aspx

7 de Setembro a 12 de Outubro, 2013: Ciclo - O ROMANCE FRANCÊS E SUA INCIDÊNCIA NO ROMANCE PORTUGUÊS DO SÉC. XIX

 
 
Maria Alzira Seixo coordenadora
 
7, 14, 21 e 28 Set 2013 - 15:30 às 17:00
5 e 12 Out 2013 - 15:30 às 17:00


Entrada Livre mediante inscrição


"O romance francês do séc. XIX – Balzac, Stendhal, Flaubert e Zola – foi determinante na constituição do romance ocidental, na via da modernidade. O seu eco em autores portugueses: Camilo, Júlio Dinis, Eça, Abel Botelho, Teixeira de Queirós.
Seis sessões
1. Balzac e Camilo
. Redes passionais nos labirintos da cidade e do dinheiro. Poder da terra e do meio, ideologia e sedução do concreto. O Pai Goriot, As Ilusões Perdidas, Memórias do Cárcere, «Maria Moisés» (Novelas do Minho, III).
2. Stendhal e Eça. Supremacia da mulher (Sanseverina e Maria Eduarda) e as derivas da incapacidade masculina. Hedonismo, espírito crítico e vitalismo amoroso (Julien Sorel, Basílio, Jacinto). O individualismo romântico face à pressão social. O Vermelho e o Negro, A Cartuxa de Parma, Os Maias, A Cidade e as Serras.
3. Inovação em Madame Bovary. Idealismo cultural e força da sociedade retardatária. Sucedâneo impensado: A Brasileira de Prazins. Ler A Educação Sentimental com Os Maias.
4. Flaubert, o génio: impassibilidade narrativa, ponto de vista, descrição, estrutura. Passagem pelo livro da estupidez (Bouvard et Pécuchet) e as Vidas de Santos.
5. Zola, o romance e a ciência. A revolução na linguagem (entre Baudelaire e Proust). O combate social: ambientes, máquinas, gritos, viragens, arte e tempo. Escrever o futuro. Germinal, O Paraíso das Damas, A Obra. Abel Botelho e Teixeira de Queirós.
6. O que é o Naturalismo? Escrita da natureza e natureza da escrita. Incongruências e caminhos cruzados. Os esquecidos: Júlio Dinis, António Pedro Lopes de Mendonça e Júlio Lourenço Pinto. Maupassant. O escritor secundário.
Entrada Livre mediante inscrição prévia para:
Tel. 21 361 24 08

Em colaboração com o Centro Nacional de Cultura"
 
Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

3 de Julho a 29 de Setembro, 2013: Exposição - ENTRE MEMÓRIA E ARQUIVO

Vivian Sundaram, Lovers, 2001. Coleção Berardo. Cortesia do artista

Convite / Invitation
Inauguração / Opening
 
03/07/2013
4.ª feira, 19h00 /
Wednesday, 7:00 PM
Entre Memória e Arquivo /
Between Memory and Archive
03/07 - 29/09/2013
 
Praça do Império, 1449-003 Lisboa, Portugal
www.museuberardo.pt
museuberardo@museuberardo.pt
t.+351 213 612 878 | f.+351 213 612 570
 
"Esta exposição aborda as relações entre o arquivo e a fotografia nas práticas artísticas contemporâneas. Por um lado, o arquivo enquanto estrutura de registo, organização e classificação da memória determina o que é suscetível de ser preservado ou não; por outro, a fotografia está implicada no registo de aspetos específicos do real, que são resgatados ao esquecimento. A consideração de uma sobreposição destes aspetos define o âmbito de Entre Memória e Arquivo, que reúne trabalhos de diversos artistas, tempos e espaços geográficos e tem curadoria de Ruth Rosengarten. Nas suas palavras, «o arquivo – enquanto metodologia ou enquanto medium – tem sido uma figura central na produção artística dos últimos cinquenta anos, apesar das suas raízes se encontrarem nas vanguardas do início do século XX».
Pedro Lapa
Diretor Artístico

Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Até 15 de Dezembro, 2013: MERCADO do CCB - NOVO & ANTIGO


 


"O Mercado do CCB – Novo & Antigo, privilegia produtos e talentos relacionados com cultura, antiguidades e velharias, moda, plantas, gastronomia, decoração, tanto nas vertentes da criação como reutilização.


das 10:00 às 18:00

O Centro Cultural de Belém, explorando a sua dimensão e expressão física de cidade, aberta a todos os públicos, realiza nas suas ruas e praça central um mercado especial, que cruza uma expressão cultural e artística com objectivos comerciais.
Em edições sucessivas, no primeiro Domingo de cada mês, (salvo algumas excepções ou edições de caracter temático), entre as 10 e as 18 horas, terá lugar o “Mercado do CCB Novo&Antigo”.
O ponto de partida para a organização deste acontecimento foi o “Mercadinho dos Talentos”, que tem já uma longa história de sucesso no CCB. Realizando-se junto à Praça do icónico Centro Cultural de Belém, no seu Jardim das Oliveiras, este mercadinho destinado aos mais novos, a crianças e jovens até aos 17 anos,terá uma edição também mensal, destinado a todos os que quiserem participar.
Assim, e logo à entrada do CCB, ao longo da sua rua principal, encontrará músicos e artistas, poderá comprar e vender artigos originais, assistir, no Palco do Mercado, a apresentações musicais. Arte, cultura, design, moda, decoração, gastronomia, tanto nas vertentes da criação como da reutilização, isto é, novo e antigo, são as áreas deste mercado singular, com uma clara vocação cultural. Em cada Mercado poderá ainda obter, excepcionalmente, bilhetes para os espectáculos integrados na programação com 30% de desconto.
 
Os interessados em vender os seus talentos e/ou os seus produtos, novos ou antigos, nas áreas de cultura, antiguidades e velharias, moda, plantas, gastronomia e decoração deverão contactar o CCB. Paula Martins: mercadoccb@ccb.pt
> Preencha a ficha de inscrição
> Regulamento 2013
Visita Virtual: CCBMercadoNovoAntigo

Calendário dos próximos Mercados de 2013
4 de Agosto
1 de Setembro
6 de Outubro
3 de Novembro
1 de Dezembro
15 de Dezembro".


Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

6 de Fevereiro a 13 de Março, 2013: Oficina - LATIM


 


"A partir de um texto é possível situar aspectos variados susceptíveis de dar a ver a importância de se estudar latim.

6, 13, 20 e 27 Fev 2013 - 18:00 às 19:00
6 e 13 Mar 2013 - 18:00 às 19:00


Sala Amália Rodrigues
(Fevereiro e 6 Março) 
Sala Maria Helena Vieira da Silva (13 Março)
Entrada livre (mediante inscrição)
Periodicidade semanal (Quarta-feira)
Duração  1h00
Para todo o público

Não se trata de uma aula convencional de latim nem o objectivo deste ciclo será propriamente ensinar o latim (o que não é vocação do CCB nem seria viável neste contexto). Entende-se que é importante mostrar que a língua que falamos tem uma memória que condiciona de facto o nosso pensamento. Partindo daqui, é possível ir ao encontro de vários aspectos reveladores de uma ligação entre cultura e língua impossível de desfazer. Cada sessão poderá assim ter um tema central, situado num texto.
Com Professora Mafalda Viana

Em colaboração com o Centro Nacional de Cultura
Entrada Livre mediante inscrição prévia para:inscricoes.ciclos.humanidades@ccb.pt
> Preencha a ficha de inscrição
Tel. 21 361 24 08".

Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém
 
Fonte e imagem: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Literatura/Pages/AULADELATIM2013.aspx

03 de Fevereiro, 2013: MERCADO NOVO & ANTIGO

Novo&Antigo, Mercado do CCB 

"O Mercado do CCB – Novo & Antigo, privilegia produtos e talentos relacionados com cultura, antiguidades e velharias, moda, plantas, gastronomia, decoração, tanto nas vertentes da criação como reutilização.

10:00 às 18:00

O Centro Cultural de Belém, explorando a sua dimensão e expressão física de cidade, aberta a todos os públicos, realiza nas suas ruas e praça central um mercado especial, que cruza uma expressão cultural e artística com objectivos comerciais.
Em edições sucessivas, no primeiro Domingo de cada mês, (salvo algumas excepções ou edições de caracter temático), entre as 10 e as 18 horas, terá lugar o “Mercado do CCB Novo&Antigo”.
O ponto de partida para a organização deste acontecimento foi o “Mercadinho dos Talentos”, que tem já uma longa história de sucesso no CCB. Realizando-se junto à Praça do icónico Centro Cultural de Belém, no seu Jardim das Oliveiras, este mercadinho destinado aos mais novos, a crianças e jovens até aos 17 anos,terá uma edição também mensal, destinado a todos os que quiserem participar.
Assim, e logo à entrada do CCB, ao longo da sua rua principal, encontrará músicos e artistas, poderá comprar e vender artigos originais, assistir, no Palco do Mercado, a apresentações musicais. Arte, cultura, design, moda, decoração, gastronomia, tanto nas vertentes da criação como da reutilização, isto é, novo e antigo, são as áreas deste mercado singular, com uma clara vocação cultural. Em cada Mercado poderá ainda obter, excepcionalmente, bilhetes para os espectáculos integrados na programação com 30% de desconto
".

Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém
 
Fonte e imagem: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Projectos/Pages/mercadoCCBnovoeantigo.aspx

22 de Janeiro, 2013: Conferência - COMO NASCEU O CCB, por LUÍS VALENTE DE OLIVEIRA

às 18:30

"Sala Luís de Freitas Branco

Entrada Livre

No âmbito das comemorações dos 20 anos da abertura ao público do Centro Cultural de Belém, realiza-se a conferência “Como nasceu o CCB”, proferida pelo Professor Doutor Engenheiro Luís Valente de Oliveira.
Esta conferência do académico e ex-governante português que está na origem da ideia que levou à criação do Centro Cultural de Belém permitirá perceber a proto-história deste equipamento e os processos políticos que levaram a que este se tornasse o projecto emblemático do início dos anos 90.
Contamos com a vossa presença".

Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém
 
Fonte e imagem: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/ConferenciasResidenciasMasterclasses/Pages/CCB20ANOsCOMONASCEUOCCBjan2013.aspx

Dezembro, 2012: CCb - PROGRAMAÇÃO

"Corrente contínua ENTRADA GRATUITA
Atividade para todas as idades em torno da exposição Hélio Oiticica, museu é o mundo.
Sábados e domingos | 15h30-17h30 | Sem marcação prévia (ler mais)

Ciclo de conferências em torno de Hélio Oiticica ENTRADA GRATUITA
11 de dezembro | 18h00 | Orador: Moacir dos Anjos (ler mais)

II Conferências de Arte, Arquitetura e Média ENTRADA GRATUITA
«A experiência vivida do quadro»: alucinação e tectónica na arte
12 de dezembro | 17h00 | Orador: José Gomes Pinto | Apresentação: Luís Cláudio Ribeiro (ler mais)".
Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

7 de Dezembro, 2012: Inauguração - NUNO PORTAS, O SER URBANO

Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém