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3 de Julho a 29 de Setembro, 2013: Exposição - ENTRE MEMÓRIA E ARQUIVO

Vivian Sundaram, Lovers, 2001. Coleção Berardo. Cortesia do artista

Convite / Invitation
Inauguração / Opening
 
03/07/2013
4.ª feira, 19h00 /
Wednesday, 7:00 PM
Entre Memória e Arquivo /
Between Memory and Archive
03/07 - 29/09/2013
 
Praça do Império, 1449-003 Lisboa, Portugal
www.museuberardo.pt
museuberardo@museuberardo.pt
t.+351 213 612 878 | f.+351 213 612 570
 
"Esta exposição aborda as relações entre o arquivo e a fotografia nas práticas artísticas contemporâneas. Por um lado, o arquivo enquanto estrutura de registo, organização e classificação da memória determina o que é suscetível de ser preservado ou não; por outro, a fotografia está implicada no registo de aspetos específicos do real, que são resgatados ao esquecimento. A consideração de uma sobreposição destes aspetos define o âmbito de Entre Memória e Arquivo, que reúne trabalhos de diversos artistas, tempos e espaços geográficos e tem curadoria de Ruth Rosengarten. Nas suas palavras, «o arquivo – enquanto metodologia ou enquanto medium – tem sido uma figura central na produção artística dos últimos cinquenta anos, apesar das suas raízes se encontrarem nas vanguardas do início do século XX».
Pedro Lapa
Diretor Artístico

Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

22 de Janeiro, 2013: Mesa-redonda - ARTE E MEMÓRIA COLECTIVA

às 18h00
 
Arte e memória coletiva
com Ângela Ferreira, David Santos, Irene Pimentel, Mariana Pinto dos Santos, Pedro Lapa.
 
"Com a modernidade, as práticas artísticas visuais preteriram o recurso a uma função mnemónica como forma particular de estruturar uma experiência coletiva.
A história, a narrativa, o documento e o comentário tornaram-se formas proscritas. Recentemente, muitos artistas têm vindo a reclamar para o objeto artístico uma dimensão mnemónica, contra a sua instrumentalização mercantil, para que este possibilite formas diferentes da experiência e da própria subjetividade.
 
Uma atividade realizada no âmbito da exposição Da solidão do lugar a um horizonte de memórias, patente no Museu Coleção Berardo até 28 de abril de 2013.
Entrada livre, sem marcação prévia. Para mais informações contacte o Serviço Educativo: t. 213612800, f. 213612900, servico.educativo@museuberardo.pt ."
 
Douglas Gordon (Escócia, 1966), I Cannot Remember Anything, 1993. Detalhe da instalação.
Fotografia: Nicole de Oliveira Marques

Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

13 de Novembro e 11 Dezembro, 2012: Conferências - CICLO DE CONFERÊNCIAS EM TORNO DE HÉLIO OITITICA


“A vida é um grande labirinto”, por Paula Braga
Paula Braga, crítica de arte, é doutorada em filosofia pela Universidade de São Paulo e mestre em história da arte pela University of Illinois. Tem pesquisado a obra de Hélio Oiticica e em 2008 organizou a primeira coletânea de textos académicos sobre o artista, Fios Soltos: a arte de Hélio Oiticica, que reuniu artigos de investigadores de cinco países. Trabalha atualmente na publicação da sua tese de doutoramento "Singularidade, Multiplicidade, Hélio Oiticica”, com publicação prevista para 2013.
13 de novembro | 18h00 |  Apresentação: Pedro Lapa | Auditório Piso -1 | Sem marcação prévia | Sujeito ao número de lugares disponíveis | Entrada gratuita
 
“As ruas e as bobagens: notas sobre o delirium ambulatorium”, por Moacir dos Anjos
Moacir dos Anjos é investigador e coordenador de artes visuais da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife. Dirigiu o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães entre 2001 e 2006. Foi curador do pavilhão brasileiro na 53.ª Bienal de Veneza (2011), da 29.ª Bienal de São Paulo (2010), do Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (2007), e foi co-curador da Bienal do Mercosul (2007). É autor, entre outros, de Local/Global, Arte em Trânsito (2005) e da ArteBra Crítica. Moacir dos Anjos (2010).
Dia 11 de dezembro | 18h00 |  Apresentação: Pedro Lapa | Auditório Piso -1 | Sem marcação prévia | Sujeito ao número de lugares disponíveis | Entrada gratuita".

Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Fonte:  http://newsletter.museuberardo.pt/newsletter-novembro12#ciclo_de_conferencias_helio

21 de Setembro de 2012 a 6 de Janeiro de 2013: Exposição - MUSEU É O MUNDO, HÉLIO OITITICA


Exposição patente até 6 de Janeiro de 2013, no Museu Coleção Berardo.


FUNDAÇÃO DE ARTE MODERNA
E CONTEMPORÂNEA - COLECÇÃO BERARDO
Praça do Império
Lisboa

HORÁRIO
Aberto todos os dias : 10h00 - 19h00
(última entrada às 18h30)


Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

07 de Julho a 31 de Outubro, 2009: Exposição - JOÃO PEDRO VALE, O FEIJOEIRO


João Pedro Vale
Feijoeiro,2004
Collants, esferovite, armações de ferro e arame.
Dimensões variáveis
Cortesia Galeria Filomena Soares, Lisboa
foto: Simon Chaput

JOÃO PEDRO VALE
O Feijoeiro
"O Feijoeiro é a materialização do feijoeiro mágico do conto João e o Pé de Feijão (não é inocente o facto do artista se chamar João e da peça ter sido feita para uma bienal), em que João troca o bem mais precioso da família, uma vaca, por um punhado de feijões mágicos, que lhe dão acesso a um outro mundo, a uma outra realidade. Quando ele acede a esse novo mundo, conquista determinada riqueza através da galinha dos ovos de ouro, que rouba ao seu dono, o gigante, que reina nesse outro mundo, onde o feijoeiro o conduziu. Riqueza e felicidade só são conseguidas depois de ter morto o gigante e destruído a ligação entre os dois mundos, o real e o mágico. O feijoeiro de João Pedro Vale é apresentado neste estado, depois de perder a sua verticalidade, não sabemos se cumpriu o propósito de conduzir alguém a algum lado, no entanto a forma obsessiva como é construído, como se espalha pelo espaço e tenta elevar-se, deixam no ar essa ideia de fim não alcançado ou de sonho por concretizar.
Pedro Lapa
Director do Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado"

Transportes
Metro: Baixa-Chiado
Autocarros: 92/758/790
Eléctrico: 28

Fonte e imagem:
http://www.museudochiado-ipmuseus.pt/pt/node/695

28 de Maio, 2009: Instalação - RETRATOS AUTORIZADOS


portas abertas
RETRATOS AUTORIZADOS | luciana fina
às 21h30
espaço alkantara [calçada marquês de abrantes 99, santos, lisboa]

"A realizadora e artista visual Luciana Fina conclui este mês a sua residência no espaço alkantara. No dia de "portas abertas", quinta feira 28 de maio, pelas 21h30, Luciana Fina apresenta os seus apontamentos de trabalho sobre a escolha do retrato e a nova criação, a vídeo instalação “Retratos Autorizados”, a inaugurar a 20 de Junho no Stenersen Museum de Oslo. Segue uma conversa com Pedro Lapa, director do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado.

Entrada livre, no limite dos lugares disponíveis.
Reservas através do tlf 213 152 267, tlm 919 590 730 ou do email reservas@alkantara.pt

A instalação “Retratos Autorizados” (título provisório) surge na continuação do trabalho da artista em torno do retrato, iniciado em 2004 com o tríptico “CHANT Portraits", integrando o projecto de constituição de uma "galeria de retratos".

A nova criação nasce na sequência de um convite para participar na exposição internacional itinerante "OFF THE BEATEN PATH Violence, Women and Art". Após a residência no espaço alkantara, a instalação será apresentada no âmbito desta exposição, no Stenersen Museum de Oslo (Junho-Agosto 2009) e em Novembro em Lisboa, na edição 2009 do Festival Temps d'Images.

Para a criação dos seus retratos, Luciana Fina parte da tradição pictórica e fotográfica, do processo e da relação que preside à representação, para convocar e devolver, através do suporte fílmico, uma nova substância, a do tempo, o olhar no seu acontecer. As variantes formais e 'compositivas' das diversas instalações nascem estabelecendo relações com o contexto e a circunstância em que se dá o encontro com o retratado, a relação com ele e as suas consequências.

co-produção festival temps d'images/duplacena | the rosenberg group / art works for change
projecto financiado por direcção geral das artes/ministério da cultura
apoio à deslocação instituto camões
residência de criação espaço alkantara

agradecimentos moritz elbert, mariana lemos, bruno cabral, sofia neuparth, paula varanda, bruno de almeida, maria josé peyroteo


LUCIANA FINA [www.lucianafina.net]
Luciana Fina nasce em Bari/Itália, vive e trabalha em Lisboa desde 1991. Terminados os estudos universitários em literatura francesa e portuguesa, dedica-se inicialmente à programação de cinema, colaborando principalmente com a Cinemateca Portuguesa e outras instituições em Itália, França, Portugal e Brasil. Em 1998 realiza o seu primeiro filme documentário, optando logo por diversificar formas e estratégias de criação, com um trabalho que migra frequentemente para os espaços expositivos e que se move entre o cinema e as artes visuais. Conjugando o interesse pelas poéticas do movimento e da imagem, pelo cinema e pela dança contemporânea, trabalha em torno dos temas do nomadismo e do interculturalismo (os documentários “A Audiência”, “Taraf, três contos e uma balada”, a instalação “CCM - Centro Comercial da Mouraria”), investiga a relação da imagem em movimento com a dança contemporânea (os vídeos “Crashlanding em lisboa”, “Jérôme bel, le film”, as instalações “Sequência para um estado de graça”, “jbel, 3 planos em montagem horizontal”), foca por fim questões relativas à representação no retrato, ao tempo de exposição, à relação com o modelo (com a criação de uma galeria de retratos filmados, as instalações "CHANT/MOUVEMENT/VUE/REFLECTION portraits", mais recentemente reunidas na exposição "O Tempo de um Retrato - galeria 1"). Entre 2004 e 2006 realiza dois documentários sobre artes performativas e políticas interculturais (“O encontro” e “Le réseau”). Um novo projecto documentário encontra-se em fase de preparação."

Fonte e imagem:
http://www.alkantara.pt/