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13 de Novembro e 11 Dezembro, 2012: Conferências - CICLO DE CONFERÊNCIAS EM TORNO DE HÉLIO OITITICA


“A vida é um grande labirinto”, por Paula Braga
Paula Braga, crítica de arte, é doutorada em filosofia pela Universidade de São Paulo e mestre em história da arte pela University of Illinois. Tem pesquisado a obra de Hélio Oiticica e em 2008 organizou a primeira coletânea de textos académicos sobre o artista, Fios Soltos: a arte de Hélio Oiticica, que reuniu artigos de investigadores de cinco países. Trabalha atualmente na publicação da sua tese de doutoramento "Singularidade, Multiplicidade, Hélio Oiticica”, com publicação prevista para 2013.
13 de novembro | 18h00 |  Apresentação: Pedro Lapa | Auditório Piso -1 | Sem marcação prévia | Sujeito ao número de lugares disponíveis | Entrada gratuita
 
“As ruas e as bobagens: notas sobre o delirium ambulatorium”, por Moacir dos Anjos
Moacir dos Anjos é investigador e coordenador de artes visuais da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife. Dirigiu o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães entre 2001 e 2006. Foi curador do pavilhão brasileiro na 53.ª Bienal de Veneza (2011), da 29.ª Bienal de São Paulo (2010), do Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (2007), e foi co-curador da Bienal do Mercosul (2007). É autor, entre outros, de Local/Global, Arte em Trânsito (2005) e da ArteBra Crítica. Moacir dos Anjos (2010).
Dia 11 de dezembro | 18h00 |  Apresentação: Pedro Lapa | Auditório Piso -1 | Sem marcação prévia | Sujeito ao número de lugares disponíveis | Entrada gratuita".

Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

Fonte:  http://newsletter.museuberardo.pt/newsletter-novembro12#ciclo_de_conferencias_helio

20 de Setembro, 2012: ADRIANA BARRETO, O QUE PODE UM CORPO

PERFORMANCE
Apresentação Única
Evento filmado e seguidamente exibido em ecrã 3D.
das 20:30 às 23:30.
Rua Santo António à Estrela, 33, 1350-291 Lisboa

"Após a sua primeira exposição em Lisboa em 2012, na Fundação das Comunicações, Adriana Barreto (Rio de Janeiro, 1949) regressa a convite da Galeria Cristina Guerra para realizar um acção efémera e irrepetível, a performance O QUE PODE UM CORPO.
Esta performance, na continuidade do trabalho da artista, vem na sequência de uma outra obra performativa (um vídeo) O menor espaço para o corpo, em que as preocupações sobre os limites da corporalidade, o espaço que o corpo ocupa, o tempo, o movimento do corpo e desta forma o movimento como desenho se inscrevem enquanto obra plástica e visual, revisitando o contexto da dança e da coreografia como forma e como estratégia de reflexão sobre a temporalidade do corpo.
Para esta performance Adriana Barreto transformou o espaço da galeria numa caixa/contentor (próxima de uma black box) e concebeu uma peça sonora. Sobre o chão negro vão ocorrer dois tempos da performance interpretada pela artista e por seis bailarinas/performers cujos corpos se assemelham a silhuetas negras traçadas de branco.
No primeiro momento as bailarinas vão retirar do seu corpo negro sinais brancos de fita adesiva e colocar no chão como marcações em forma de cruz, criando uma grelha do percurso coreográfico, num itinerário que marca o compasso temporal dos movimentos de cada corpo no plano bidimensional da sala. Em simultâneo, o som de uma voz marcado por uma métrica rigorosa (a própria artista), declama uma sequência de palavras, e conduz-nos através de uma pluralidade de sentidos que a ação do corpo no espaço e no tempo pode gerar como metáfora: “repete, além, limite, desdobrar (…) repete, movimentos, intensidade, afetos, agir (…).
No segundo momento da performance, as figuras das bailarinas sofrem uma subtil transformação e os seus corpos tornam-se esvoaçantes e fluídos desenhando com giz branco ligações entre as marcações inscritas no chão negro. O desenho é aqui a expressão poética da pulsão da fisicalidade do corpo (e a memória coreográfica), que cria uma multiplicidade de desenhos de raiz aleatória numa correspondência com a pluralidade de formas que os corpos vão extraindo de si mesmos.
O QUE PODE UM CORPO, uma frase que Adriana Barreto colheu do pensamento de Espinosa, autor que guia as suas reflexões, propõe um questionamento sobre os limites e as afeções a que um corpo (o nosso corpo?) é sujeito, sejam estas da esfera das emoções ou do mundo fisíco, espacializado e desta forma mensurável. A que distância se encontra esse corpo de que falamos, e qual a sua localização no tempo?"
João Silvério
Setembro 2012

Transportes
Metro: Rato
Autocarros: 74, 709, 713, 720, 727, 738, 773
Eléctricos: 25, 28

Fonte e imagem: http://www.cristinaguerra.com/exhibition.current.php

21 de Setembro de 2012 a 6 de Janeiro de 2013: Exposição - MUSEU É O MUNDO, HÉLIO OITITICA


Exposição patente até 6 de Janeiro de 2013, no Museu Coleção Berardo.


FUNDAÇÃO DE ARTE MODERNA
E CONTEMPORÂNEA - COLECÇÃO BERARDO
Praça do Império
Lisboa

HORÁRIO
Aberto todos os dias : 10h00 - 19h00
(última entrada às 18h30)


Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

21 a 23 de Setembro, 2012: PORTUGAL BRASIL AGORA - Abertura do Ano Brasil Portugal

PROGRAMA

21  Setembro :: Sexta-feira

• Festival literário LeYa no Rossio – das 10H às 23H
Praça do Rossio, Lisboa
10H :: Abertura
18H :: Mesa Redonda nº 1
Acesso público e gratuito

• Teatro “Nem dia nem noite”, Grupo Caixa de Imagens
18H :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

22  Setembro ::Sábado

• Festival literário LeYa no Rossio – das 10H às 23H
Praça do Rossio, Lisboa
11H30 :: Mesa Redonda nº2
15H00 :: Mesa Redonda nº3
18H30 :: Mesa Redonda nº4
Acesso público e gratuito

• Exposição Hélio Oiticica – “museu é o mundo”
Museu Colecção Berardo – Centro Cultural de Belém
10H :: Abertura ao público
Acesso gratuito – patente até 6/01/2013

• Espetáculo teatral “Gigantes pela Própria Natureza”
16H30 :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

• “Conversas com versos” - concerto inédito de Eugénia Mello e Castro que cantará poemas de Maria Alberta Menéres (integrado no Festival    LeYa no Rossio).
17H30 :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

• Abertura da Exposição Design Brasileiro - Mobiliário Moderno e Contemporâneo
18H :: MUDE, Lisboa
Acesso gratuito – patente até 4/11/2012

• Abertura da Mostra Quadrienal de Praga
18H :: MUDE, Lisboa
Acesso gratuito – patente até 4/11/2012

• Teatro “Nem dia nem noite”, Grupo Caixa de Imagens
18H30 :: Rua Augusta/ MUDE, Lisboa
Acesso público e gratuito

• Reco do Bandolim e Grupo Choro Livre
20H :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

• Concerto Ney Matogrosso e Monobloco
21H30 :: Terreiro do Paço
Acesso público e gratuito

23  Setembro :: Domingo

• Festival literário Leya no Rossio - das 10H às 23H
Praça do Rossio, Lisboa
11H30 :: Mesa Redonda nº5
19H00 :: Mesa Redonda nº6
21H00 :: Tertúlia Música e Leitura
23H00 :: Encerramento
Acesso público e gratuito

• Teatro “Nem dia nem noite”, Grupo Caixa de Imagens
11H00 :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

• Espetáculo teatral “Gigantes pela Própria Natureza”
14H00 :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

• Concerto de Eugénia Mello e Castro integrado no Festival Leya no Rossio
15H00 :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

• Reco do Bandolim e Grupo Choro Livre
16H :: Praça do Rossio, Lisboa
Acesso público e gratuito

• Concerto “O Brasil abraça Portugal”, com Martinho da Vila, Carminho, Zeca Baleiro, Boss AC, Zé Ricardo e Paulo Gonzo.
17H :: Terreiro do Paço, Lisboa
Acesso público e gratuito