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12 de Novembro, 2013: Leitura - SALMAN RUSHDIE, por JORGE SILVA MELO


19h
Salão Nobre | Entrada Livre
Teatro Nacional D. Maria II
Rossio, Lisboa 
"Na próxima terça-feira, às 19h, assista à leitura de textos do autor e ensaísta Salman Rushdie, selecionados por Jorge Silva Melo.

A sessão decorre de uma parceria entre o TNDM II, os Artistas Unidos e o CEAUL, e integra-se no programa da conferência internacional Salman Rushdie in the 21st Century: Swallowing a World.

A interpretação é de José Neves, Maria Amélia Matta e Jorge Silva Melo, que também coordena esta leitura. A entrada é livre!
"

Transportes
Metro: Rossio
Autocarros:
709, 711, 714, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782, 794
Eléctricos: 12, 15, 25, 28
Barco: Terreiro do Paço, Cais do Sodré
Comboio: Rossio,
Cais do Sodré, Santa Apolónia


Fonte: http://www.teatro-dmaria.pt/pt/teia/outras-atividades/

23 de Outubro, 2013: Leitura - DIMÍTRIS DIMITRIÁDIS

às 19h

"TEATRO POR ESCRITO de Dimítris Dimitriádis
Leitura por John Romão, Jorge Silva Melo e o músico Tiago Cerqueira
 
Teatro da Politécnica
Rua da Escola Politécnica n.º 54, Lisboa
| integrado no Festival Temps d'Images |

Dimítris Dimitriádis diz-nos que é preciso não-existir para nascer a vida - é essa a condição do autor dramático – ou que é preciso aceitar o fim para regressar à vida – é essa a condição do organismo vivo, o corpo humano como um país.
Um texto na primeira pessoa do singular. O dramaturgo, o poeta teatral, o teatro, a vida, o homem.
Nesta leitura, o músico Tiago Cerqueira manipula e distorce as palavras de Dimitriádis, lançadas ao espectador por John Romão e Jorge Silva Melo.

“E há mais: Eu não pertenço ao género humano. Eu não sou um ser humano. Eu sou eventualmente menos que um homem ou mais que um homem, mas encontro-me, de qualquer modo, fora da espécie humana. Há a espécie humana e há eu. Eu não pertenço ao domínio do homem.” Dimitris Dimitriádis

Duração: 40 min.
Entrada livre

Biografia de Dimítris Dimitriádis:
Nasceu em 1944, em Salónica, na Grécia. Estudou teatro e cinema no Institut National Supérieur des Arts du Spectacle, em Bruxelas, entre 1963 e 1968. Com o passar do tempo, passa a escrever directamente em francês, tendo escrito a sua primeira peça de teatro: Le Prix de la révolte au marché noir (1965-1966), que Patrice Chéreau monta em 1968, no Théâtre de la Commune d'Aubervilliers.
Em 1978 foi publicada a sua primeira narrativa, Morro como país (representado no Théâtre do Rond-Point, em Paris, enc. Yannis Kokkos); em 1980 uma primeira série poética intitulada Catálogos 1-4; em 1983, outra peça de teatro, A nova Igreja do Sangue. Seguiram-se A Oferenda – A Humanoidade, Preâmbulo a um Milénio (ficção narrativa, 1986), Catálogos 5-8 (poesia, 1986), A Elevação (teatro, 1990), A Desconhecida Harmonia do Outro Século (teatro, 1992), Catálogos 9, As Definições (poesia, 1994), O Princípio da Vida (teatro, 1995), Oblívio e mais Quatro Monólogos (2000). Em Atenas, estreou no Teatro do Sul, dirigida por Yannis Huvardás, A vertigem dos Animais antes do Abate (2000). Seguiram-se Catálogos 10-12 (poesia, 2002), Humanoidade I – Um Infindável Milénio e Humanoidade 7 – Um Infindável Milénio (ficção narrativa, 2002, Prémio Nacional de Romance na Grécia, 2003), Procedimentos de Regularização de Diferenças (2003, teatro, representada no Teatro do Sul, enc. Yórgos Lánthimos), o tríptico O.I.H. - Odisseu, Ítaca, Homero (2003, teatro), Morro Como País (teafoi representado no Théâtre do Rond-Point (Paris), com encenação de Yannis Kokkos O Círculo do Quadrado (2010, teatro, apresentado no Théâtre Odéon, enc. Giorgio Barberio Corsetti) e A Consciência Histórica (2012, prosa). Teatro por escrito (2010), é um ensaio sobre a sua experiência enquanto dramaturgo.
Dimítris Dimitriádis traduziu textos de Genet, Sartre, Blanchot, Bataille, Gombrowicz, Duras, Nerval, Molière, Kostas Axelos, Courteline, Maeterlinck, Shakespeare, Tennessee Williams, Ésquilo, Eurípides, Beckett, Drieu la Rochelle ou Julien Green.
Nos Livrinhos do Teatro (vol.18) está editado A Vertigem dos Animais Antes do Abate e outros textos.
Em Portugal, foi estreado Morro como país, enc. John Romão, em 2013
".

Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773
Comboio: Rossio

22 de Outubro, 2013: Conversas com Rosto - CECÍLIA GUIMARÃES



Teatro Nacional D. Maria II
Praça D. Pedro IV
Lisboa
 
"19h
Salão Nobre | Entrada Livre

Em agosto de 2013, celebrou 60 anos de carreira. Estreou-se com A Qualquer hora o diabo vem de Pedro Bom, no Teatro da Rua da Fé, seguida da estreia profissional em 1953 na peça As Duas causas de Ramada Curto, na companhia Alves da Cunha. A partir daí, a atriz pisou os mais variados palcos nacionais, destacando-se o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional de São Carlos, o Teatro de Almada, o Teatro Experimental de Cascais e o Teatro da Trindade, entre outros. Do extenso currículo, fazem ainda parte o teatro radiofónico e televisivo, algumas telenovelas e séries de televisão.

Jorge Silva Melo será o moderador desta conversa informal
".

Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

30 de Maio a 1 de Junho: Teatro - PENÉLOPE, ARTISTAS UNIDOS

"PENÉLOPE de Enda Walsh
Tradução
Joana Frazão Com Joana Barros, João Vaz, José Neves(*), Pedro Carraca, Pedro Luzindro Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia João Tuna Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M16

(*) Gentilmente cedido pelo TNDM II
No Teatro da Politécnica de 30 de Maio a 30 de Junho 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)
Entrada livre (no limite dos lugares disponíveis) na 4ªf30, 5ªf31 e 6ªf1 de Junho.
Quinn Estivéssemos nós sentados na Mongólia a tiritar no meio de um rebanho de iaques e eu a agarrar esta salsicha… Havia de olhar cada um de vocês nos olhos e sorrir… “Meus senhores, é uma salsicha quente! A derradeira salsicha, aquecida! E agora o que acham disto, rapazes?”Fitz Temos inveja. E frio.
Enda Walsh, Penélope
O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (62)."

ENTRADA LIVRE NO LIMITE DOS LUGARES DISPONÍVEIS (30 de Maio a 1 de Junho, 2012).

Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773

27 de Março, 2012: Dia Mundial do Teatro - ARTISTAS UNIDOS

DIA MUNDIAL DO TEATRO
EU SOU UM HOMEM DE BEM e O REI IMAGINÁRIO serão lidos por Jorge Silva Melo e gravados ao vivo para posterior emissão na rubrica TEATRO SEM FIOS da Antena Dois.

No Teatro da Politécnica, 3ªf 27 de Março pelas 17h30
ENTRADA LIVRE NO LIMITE DOS LUGARES DISPONÍVEIS

Entrada livre (levantamento de bilhetes a partir das 15h por ordem de chegada).



Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773

13 de Março, 2012: Teatro - NÃO SE BRINCA COM O AMOR

"Na próxima 3ª feira, 13, na Politécnica, vamos gravar para a Antena 2 NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset, tal como a fizemos, com os mesmos maravilhosos actores - mas sem cenário. A entrada é livre (na medida dos lugares disponíveis) e a transmissão será feita no Dia Mundial do Teatro, a 27 de Março."

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias José Alfredo Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

No Teatro da Politécnica na 3ªf 13 às 19h00
Gravação para a Antena 2 (entrada livre no limite dos lugares disponíveis)
PERDICAN Somos muitas vezes traídos no amor, muitas vezes magoados e muitas vezes infelizes; mas amamos, e quando chegamos à beira da cova, voltamo-nos para olhar para trás, e pensamos: Sofri muitas vezes, enganei-me algumas vezes, mas amei.
O texto está editado nos Livros Cotovia.

Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773

até 19 de Novembro, 2011: Teatro - NÃO SE BRINCA COM O AMOR

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

No Teatro da Politécnica até 19 de Novembro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281

Bilheteira

3ªf | 15h00 às 20h00
4ªf | 15h00 às 21h00
5ªf a Sáb. | 15h00 às 23h00

Preços:
Normal | 10 Euros
Descontos | – 25 | + 65 | Grupos >10 | 7 euros
Dia do espectador | Quartas | 5 Euros

O texto está editado nos Livros Cotovia.
 
Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 790

Fonte e imagem:

10 e 17 de Outubro e 7 de Novembro, 2011: Ciclo de Conferências - NÃO GOSTO, POR JORGE SILVA MELO

"Je suis snob
Boris Vian 

Já lá vão mais de 50 anos a ver e, mais tarde, a fazer teatro. Desde Mar de Miguel Torga, pelo TEP (em 1960? 61?), encenação de António Pedro, com a minha depois amiga Dalila Rocha, no Teatro Variedades, até ao Não se brinca com o amor de Alfred de Musset (esse que se perguntou “Com que sonham as raparigas?”), que estreamos em Viseu, em Setembro de 2011. E já vi passar tanta coisa, críticos que surgiram, aterrorizaram as hostes durante nove meses e desapareceram ou se tornaram directores de televisões (sim, sim), amigos que foram ministros, ministros que se tornaram inimigos, programadores que não sei quem os inventou, directores de teatro, directores-gerais que encontro, frustrados, impotentes, reformados, tanta gente que andou pelas estreias (“hoje está cá fulano”, até se diz nos camarins, como se isso fosse determinante) e se foi indo embora. E que deixaram? Apetece-me lembrar-me dos seus percursos (alguns), das suas promessas, das suas derrotas, das suas ilusões, dos seus fracassos. E dizer que não gosto, não gosto mesmo nada, não gostei nem gosto. Não gosto dos críticos que temos (e dos que tivemos?), não gosto dos programadores-autores (que temos e teremos?), dos ministros, directores-gerais sempre nomeados que nem Sísifos e a refazer leis que nem Penélope eliminando pretendentes, não gosto. Não digo das pessoas, até há de quem gosto e gostarei: é das funções, do tempo que perdem, do tempo que fazem perder, do mundo que tapam. Por isso vou dizer tudo e espero que olhos nos olhos. E, porque gosto de happy-ends, dizer que gosto, gosto de actores, actrizes, técnicos.
Jorge Silva Melo
 
10 de Outubro
Não gosto de programadores, não sei o que fazem
 
17 de Outubro
Não gosto de ministros, secretários, chefes de gabinete, vereadores, assessores, directores-gerais e em geral
 
7 de Novembro
Gosto de actores, ai de mim"

Pequeno Auditório
18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
Informações 
21 790 51 55         21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01, 36, 56, 721, 744, 745, 83

até 26 de Setembro, 2011: Ciclo de Cinema ao Ar Livre – FILMES DAS NOSSAS VIDAS

13 pessoas escolheram 13 filmes, vão apresentá-los e debaterem-nos com os espectadores
Segundas-feiras, 21h30, em frente à Casa da Achada

Como em 2010, as sessões semanais de cinema na Casa da Achada, durante Julho, Agosto e Setembro de 2011 são ao ar livre.
Desta vez, são os filmes que 13 pessoas – porque são 13 das segundas-feiras destes três meses -, de um modo ou de outro, ligadas à Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, entenderam mostrar a outros que nunca os viram ou que nunca os viram ou que talvez os queiram rever.
São filmes muito diferentes, feitos ao longo de muitos anos. O mais antiga é de 1930 e o mais recente de 2010. Uns são de ficção e outros documentários, realizados em diferentes países.
O que os reúne é terem entrado nas vidas de quem os propõe e serem apresentados por quem os propôs.
E a Casa da Achada faz assim porque o cinema é parte das nossas vidas e fez parte da vida de Mário Dionísio.
Segunda-feira, 18 de Julho, 21h30
Quem tramou Roger Rabbitt?

de Robert Zemeckis (1988, 104 min.)
escolha de Pedro Rodrigues
Segunda-feira, 25 de Julho, 21h30
Mikis Theodorakis – A cor da liberdade (2ª parte)

de Yannis Katomeris (2010, 117 min.)
escolha de Luz Moita
Na sequência deste filme, haverá no dia 29 de Julho, às 18h, uma homenagem a Theodorakis, no dia do seu 90º aniversário, que inclui a projecção da 1ª parte do documentário Mikis Theodorakis – A cor da liberdade.
Segunda-feira, 1 de Agosto, 21h30
Uma noite na ópera

de Sam Wood (1935, 96 min.)
escolha de Regina Guimarães
Segunda-feira, 8 de Agosto, 21h30
Um dia em Nova Iorque

de Gene Kelly e Stanley Donen (1949, 93 min.)
escolha de Jorge Silva Melo
Segunda-feira, 15 de Agosto, 21h30
Casa de chá do luar de Agosto

de Daniel Mann (1956, 123 min.)
escolha de Filomena Marona Beja
Segunda-feira, 22 de Agosto, 21h30
Jonas que terá 25 anos no ano 2000

de Alain Tanner (1976, 116 min.)
escolha de Eduarda Dionísio
Segunda-feira, 29 de Agosto, 21h30
A regra do jogo

de Jean Renoir (1939, 110 min.)
escolha de João Pedro Bénard
Segunda-feira, 5 de Setembro, 21h30
Bullitt

de Peter Yates (1968, 114 min.)
escolha de João Rodrigues
Segunda-feira, 12 de Setembro, 21h30
Gente ao domingo

de Robert Siodmak (1930, 74 min.)
escolha de Miguel Castro Caldas
Segunda-feira, 19 de Setembro, 21h30
Outro país

de Sérgio Tréfaut (2000, 52 min.)
escolha de António Loja Neves
Segunda-feira, 26 de Setembro, 21h30
Um homem sem passado

de Aki Kaurismäki (2002, 97 min.)
escolha de Manuel Mozos
__________________________________________________________________________________
Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa
Telf. 218877090

Site: http://centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"


Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 7, 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 744, 745, 746, 759, 760, 790
Eléctricos: 12, 15, 28

Fonte e imagem:

26 e 27 de Março, 2011: Dia Mundial do Teatro - UM HOMEM FALIDO

Por ocasião do Dia Mundial do Teatro, no sábado 26 e no domingo 27, os ensaios de UM HOMEM FALIDO de David Lescot são de entrada livre. 

Sábado, 26 pelas 21.30 
Domingo, 27 pelas 16h 
Os bilhetes são levantados no IFP por ordem de chegada - no limite dos lugares disponíveis.

UM HOMEM FALIDO de David Lescot


Tradução Marie-Amélie Robilliard e Joana Frazão Com Rúben Gomes, Sylvie Rocha, Américo Silva Cenário e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Encenação António Simão (com apoio de Jorge Silva Melo) Produção Artistas Unidos M12

No Instituto Francês (Av. Luís Bívar, 91).

Transportes
Metro: Saldanha, São Sebastião
Autocarros: 16/21/44/49/8/718/726/745

Fonte e imagem:
http://artistasunidosnacapital.blogspot.com/2011/03/por-ocasiao-do-dia-mundial-do-teatro-no.html

21 de Março, 2010: Leitura - POESIAS DE MÁRIO CESARINY

Leitura de Poesias de Mário Cesariny

"Celebrando o Dia Mundial da Poesia, Graça Lobo e Jorge Silva Melo lêem uma selecção de poesias de Mário Cesariny, poeta que sempre esteve próximo de Vieira da Silva e Arpad. 

Neste domingo 21, às 15h30 na Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, (Jardim das Amoreiras). Entrada livre."

Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva
Praça das Amoreiras, 56/58 1250-020 Lisboa

Transportes
Metro: Rato
Autocarros: 706 / 709 / 58  / 720 / 722 / 738 / 74

Fonte:
http://www.artistasunidos.pt/poesias_mario_cesariny.html

25 de Novembro, 2009: Teatro - " PESO DAS RAZÕES", DE NUNO JÚDICE


"Este espectáculo inicia o ciclo de comemorações do bicentenário do nascimento de José Estêvão, um notável jornalista, político e orador parlamentar português, sendo durante o período de 1836 a 1862 a figura dominante da oposição de esquerda na Câmara dos Deputados. Era bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, veterano das guerras liberais e um dos académicos que viveu o exílio em Inglaterra e na ilha Terceira e participou no desembarque do Mindelo. Em 1841 fundou o Revolução de Setembro, o mais influente jornal da imprensa liberal. Sempre mais radical que as soluções preconizadas pelos partidos políticos da época, foi por várias vezes obrigado a procurar refúgio fora do país devido à sua frontalidade na oposição."

Transportes
Comboio: Santos
Metro: Rato
Autocarros: 706/727/773/790

Fonte:
http://www.parlamento.pt/Paginas/XIL1SL_OPesoRazoesNunoJudice.aspx

29 de Setembro a 4 de Outubro, 2009: Programação - ABERTURA DA CASA DA ACHADA, CENTRO MÁRIO DONÍSIO


Casa da Achada
Sede do Centro Mário Dionísio (mapa)
Rua da Achada, nºs 11 r/c e 11B, na Mouraria

PROGRAMA
ter 29 set • 18H – 23H sessão inaugural
Leitura por Luís Miguel Cintra de «Pinto…», poema de Mário Dionísio (Memória dum pintor desconhecido, 1965) • «A Memória da Casa» (vídeo de Regina Guimarães, 7 min,, sobre a casa onde Mário Dionísio viveu) • Puxar pela memória – depoimentos curtíssimos de quem quiser falar de Mário Dionísio • Apresentação da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio por Eduarda Dionísio • Apresentação do primeiro volume da Colecção Mário Dionísio: Entre Palavras e Cores – alguns dispersos (1937-1990) por Cristina Almeida Ribeiro (coordenadora da antologia co-editada com os Livros Cotovia) e do segundo volume Mário Dionísio – pintor por Rui-Mário Gonçalves (autor do álbum) • Visita à exposição de pintura de Mário Dionísio guiada por Regina Guimarães (com leitura de alguns textos seus sobre quadros de Mário Dionísio).

Será servida uma refeição ligeira.

qua 30 set • 18H a paleta e o mundo – uma longa conversa
Leitura da conclusão de A Paleta e o Mundo por Jorge Silva Melo • Conversas de leitores do tempo em que a obra foi escrita (Carlos Veiga Pereira, Raul Gomes, Eduarda Dionísio e outros) e de leitores de agora (Ma­riana Pinto dos Santos, Miguel Castro Caldas, Pedro Rodrigues) • Apresen­tação do Ciclo A Paleta e o Mundo por Vítor Silva Tavares.

qua 30 set • 21H30 cinema
O Mistério Picasso de Georges Henri Ciouzot (1956), 80 min, legendado em português, apresentado por Rui-Mário Gonçalves.

qui 1 out • 18H livros e livros na biblioteca
«Esta Biblioteca é minha» – apresentação da Biblioteca da Achada por Natércia Coimbra e apresentação do Clube de Leitura da Achada por Filomena Marona Beja • Lançamento de Um Cesto de Cerejas – conversas, memórias, uma vida de Francisco Castro Rodrigues, editado pela Casa da Achada – Centro Mário Dionísio, com a participação do Autor, de Eduarda Dionísio e de algumas das pessoas referidas na obra (Luisa Irene Dias Amado, Fernando Pulido Valente, Nuno Teotónio Pereira e outros).

sex 2 out • 18H mário dionísio e a educação
Palestra de Rui Canário: Mário Dionísio e a educação – criar e viver. Seguida de debate.

sex 2 out • 21H30 sarau com leituras e canções
Leitura de textos de Mário Dionísio por Antonino Solmer, F. Pedro Oliveira, Inês Nogueira, João Rodrigues, Margarida Guia, Sofia Marques • Poemas de Mário Dionísio musicados e cantados por Pedro e Diana • Primeira actu­ação do Coro da Achada • Música popular italiana por I Giomi Cantati (Piadena e Calvatone) e cantores de Brescia.

sab 3 out • 11H oficina de vídeo para os mais novos
Enquadrar – oficina orientada por Regina Guimarães

sab 3 out • 15H o que eu andei pràqui chegar -1
À volta do realismo – intervenção de Peter Kammerer sobre os problemas do realismo • Projecção de i colore della bassa, último documentário de Giuseppe Morandi e Gianfranco Azzali, com a participação dos autores.

sab 3 out • 21H30 cinema
Inicio do 1o ciclo de cinema da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio (Neo-reallsmo italiano): La Terra Trema de Luchino Visconti (1948), 165 min, legendado em português, apresentado por Grazlella Galvani, Giuseppe Morandi e Gianfranco Azzali.

dom 4 out • 11H oficina de voz para os mais novos
Falar, gritar, cantar – oficina orientada por Margarida Guia

dom 4 out • 15H o que eu andei pràqui chegar – 2
Projecção do vídeo de Regina Guimarães A História dum mural (a história da maquete de Mário Dionísio para o café La Gare, em Lisboa) • Visita ao mural com desenho de Mário Dionísio pintado no Largo dos Trigueiros • Visita ao Bairro da Mouraria, com leituras de textos e a participação de Gabriela Dias, Associação Renovar a Mouraria e Margarida Guia (leituras na rua).

seg 5 out • 10H 30 exposição de bandeiras
Exposição de 46 projectos de bandeiras republicanas (1910) e de Centros Republicanos com réplicas impressas em pano no Largo da Achada, explicada por Pitum Keil do Amaral.

seg 5 out • 11 H oficina de pintura para os mais novos
Bandeiras e não bandeiras – oficina orientada por Carla Mota.

seg 5 out • 16H repúblicas
O que é uma República – tertúlia com António Reis, João B. Serra, Filomena Marona Beja e outros • Encerramento da semana: Cantos no Largo da Achada – Cantos republicanos Italianos por I Giorni Cantati (Calvatone e Piadena) e Cantos com História peio Coro da Achada, com a participação de elementos do Coro Si Bemol et 14/2 (Paris)

Transportes
Metro: Rossio, Baixa-Chiado
Autocarros: 7, 37, 40, 60, 714, 790
Eléctricos: 12, 15, 28

Fonte:
http://noticias.centromariodionisio.org/?p=95