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17 a 30 de Janeiro, 2015: Cultura como Resistência - COM UM V NA VOLTA

"COM UM V NA VOLTA

Cultura como resistência
... lembrando o Maçariku

17, 18, 23 e 24 de Janeiro na Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
19, 20, 21, 22 e 26 de Janeiro na Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema
30 de Janeiro na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
(ver programa mais abaixo)

Maçariku, aliás Vítor Ribeiro, fez de tudo no cinema, no teatro, em associações culturais e organizações políticas. Lutou pela liberdade dentro e fora da cabeça, contra o racismo, o militarismo, a exploração. Trocava artes, coisas e ideias, fazia com e para os outros e coleccionava amigos no meio disso. Organizou centenas de encontros e concertos, participou em grandes e pequenos combates, fez de tudo com rebeldia, resistiu até não mais poder. Maçariku cultivou as amizades como quem semeia desobediência, entusiasmo, internacionalismo. Morreu em Agosto passado, e deixou tanta coisa, tanta gente.

A Casa da Achada e amigos propõem e convidam a participar numa série de sessões a partir dele, com uma diversidade de actividades que nunca será capaz de dar conta de uma vida tão rica e intensa, mas tenta pelo menos pegar nas suas coisas, nas suas ideias, nos seus modos de ser e passar as coisas aos outros.

Amigos e conhecidos intervêm, mostram-se máquinas velhas e outras a funcionar, há músicas, conversas, poemas e ferramentas, mostram-se filmes feitos por ele e filmes com ele lá dentro (na Casa da Achada), e ainda uma série de filmes da sua colecção (na Cinemateca Portuguesa). Para terminar, um concerto resistente a pensar no que vibra ainda da sua presença atenta e livre para os combates futuros. Bebe mais um copo, Maçariku.


Programa

Outubro, 2014: Programação - CASA DA ACHADA





Mário Dionísio - Pintura depois de 1974
Exposição: 10 Artístas de que Mário Dionísio falou

de 27 de Setembro de 2014 a 20 de Abril de 2015
Ciclo Cinema: Tribunais
Ciclo Cinema: Tribunais

Todas as segundas-feiras às 21h30
Ciclo Paleta e o Mundo
Ciclo A Paleta e o Mundo III

Todas as segundas-feiras às 18h30
Leituras com projecção de imagens de textos relacionados
com A Paleta e o Mundo.
Oficinas
Oficinas para pequenos e grandes

Oficina Ilustração
Domingos 5, 12, 19 e 26 de Outubro
das 15h30 às 17h30
Livros das nossas vidas
Livros das nossas vidas

Manuel Nunes fala de O Mandarim de Eça de Queiroz
Sexta 17 de Outubro às 18h
Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais
Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais

Eu canto e cantarei o que tiver a cantar
as canções com letra de Mário Dionísio
Sábado 25 de Outubro às 16h
_________________________________________________________________________________________
 Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa
Telf. 218877090   218877090  218877090  218877090
Site: http://centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"

Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 736, 737, 740, 746, 759, 760
Eléctricos: 12, 15, 28
 
Fonte e imagens: http://centromariodionisio.org/programacao_out_14.php#

2 a 30 de Dezembro, 2013: Ciclo de Cinema - VIVENDO E APRENDENDO

"Segunda-feira, 2 de Dezembro, 21h30
COMÉDIA INFANTIL (1998, 92 min.)
de Solveig Nordlund
apresentação pela realizadora

Segunda-feira, 9 de Dezembro, 21h30
OUTONO ESCALDANTE (1972, 132 min.)
de Valerio Zurlini
apresentação por Jorge Silva Melo

Segunda-feira, 16 de Dezembro, 21h30
A SOMBRA DE UM HOMEM (1951, 90 min.)
de Anthony Asquith
apresentação por João Paulo Boléo

Segunda-feira, 23 de Dezembro, 21h30
ADEUS, MR CHIPS (1939, 114 min.)
de Sam Wood
apresentador a confirmar

Segunda-feira, 30 de Dezembro, 21h30
SE... (1968, 111 min.)
de Lindsay Andreson
apresentação por Youri Paiva

Será possível viver sem aprender? Mas aprender o quê? Onde? Com quem? Como? Porquê? Para quê?
Reduzir a(s) aprendizagem(ns) à escola, colocá-la(s) como actividade exclusiva (ou obrigação) do princípio da vida de cada um - «de pequenino é que se torce o pepino» - é mais frequente do que às vezes julgamos, sobretudo quando tanto se fala dessa outra nova «especialização»: a «formação» ao longo da vida, com suas «acções», «programas» e «créditos», a «requalificação», a «avaliação»..., que costumam fazer parte das chamadas «políticas de educação».
Durante três meses, aproximadamente o primeiro terço do ano escolar, enquanto as «avaliações» do Natal não chegam, projectamos 15 filmes do século XX, de origens, realizadores e tempos diferentes, escolhidos entre os muitos onde a infância, a adolescência, a escola são tratadas, e outros onde a questão das aprendizagens está à vista mas de outras maneiras. Em todos, a escola como a conhecemos é, de várias maneiras, posta em causa.
É um ciclo que não esquece que a Casa da Achada é o Centro Mário Dionísio e que este foi toda a vida professor. E que também sobre educação muito escreveu."

Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa
Telf. 218877090   218877090  218877090  218877090
Site: http://centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"

Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 746, 759, 760, 781, 782
Eléctricos: 12, 15, 28
Elevador: Castelo

4 a 25 de Novembro, 2013: Ciclo de Cinema - VIVENDO E APRENDENDO

Segunda-feira, 4 de Novembro, 21h30
ZERO EM COMPORTAMENTO (1933, 41 min.)
de Jean Vigo
UM PASSO, OUTRO PASSO E DEPOIS... (1989, 58 min.)
de Manuel Mozos
apresentação por Manuel Mozos

Segunda-feira, 11 de Novembro, 21h30
O DESPERTAR (1946, 128 min.)
de Clarance Brown
apresentação por João Pedro Bénard

Segunda-feira, 18 de Novembro, 21h30
ADEUS RAPAZES (1987, 104 min.)
de Louis Malle
apresentação por Paulo Guilherme

Segunda-feira, 25 de Novembro, 21h30
O ÚLTIMO DEGRAU (1967, 124 min.)
de Robert Mulligan
"Será possível viver sem aprender? Mas aprender o quê? Onde? Com quem? Como? Porquê? Para quê?
Reduzir a(s) aprendizagem(ns) à escola, colocá-la(s) como actividade exclusiva (ou obrigação) do princípio da vida de cada um - «de pequenino é que se torce o pepino» - é mais frequente do que às vezes julgamos, sobretudo quando tanto se fala dessa outra nova «especialização»: a «formação» ao longo da vida, com suas «acções», «programas» e «créditos», a «requalificação», a «avaliação»..., que costumam fazer parte das chamadas «políticas de educação».
Durante três meses, aproximadamente o primeiro terço do ano escolar, enquanto as «avaliações» do Natal não chegam, projectamos 15 filmes do século XX, de origens, realizadores e tempos diferentes, escolhidos entre os muitos onde a infância, a adolescência, a escola são tratadas, e outros onde a questão das aprendizagens está à vista mas de outras maneiras. Em todos, a escola como a conhecemos é, de várias maneiras, posta em causa.
É um ciclo que não esquece que a Casa da Achada é o Centro Mário Dionísio e que este foi toda a vida professor. E que também sobre educação muito escreveu."

Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa
Telf. 218877090   218877090  218877090  218877090
Site: http://centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"

Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 746, 759, 760, 781, 782
Eléctricos: 12, 15, 28
Elevador: Castelo
 

7 a 28 de Outubro, 2013: Ciclo de Cinema - VIVENDO E APRENDENDO

Segunda-feira, 7 de Outubro, 21h30
EN RACHÂCHANT (1982, 7 min.)
de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub
TRABALHOS DE CASA (1989, 86 min.)
de Abbas Kiarostami
quem apresenta é Eduarda Dionísio

Segunda-feira, 14 de Outubro, 21h30
O MENINO SELVAGEM (1970, 83 min.)
de François Truffaut

Segunda-feira, 21 de Outubro, 21h30
SEMENTES DE VIOLÊNCIA (1955, 101 min.)
de Richard Brooks

Segunda-feira, 28 de Outubro, 21h30
LES ENFANTS (As crianças) (1985, 94 min.)
de Marguerite Duras

"Será possível viver sem aprender? Mas aprender o quê? Onde? Com quem? Como? Porquê? Para quê?
Reduzir a(s) aprendizagem(ns) à escola, colocá-la(s) como actividade exclusiva (ou obrigação) do princípio da vida de cada um - «de pequenino é que se torce o pepino» - é mais frequente do que às vezes julgamos, sobretudo quando tanto se fala dessa outra nova «especialização»: a «formação» ao longo da vida, com suas «acções», «programas» e «créditos», a «requalificação», a «avaliação»..., que costumam fazer parte das chamadas «políticas de educação».
Durante três meses, aproximadamente o primeiro terço do ano escolar, enquanto as «avaliações» do Natal não chegam, projectamos 15 filmes do século XX, de origens, realizadores e tempos diferentes, escolhidos entre os muitos onde a infância, a adolescência, a escola são tratadas, e outros onde a questão das aprendizagens está à vista mas de outras maneiras. Em todos, a escola como a conhecemos é, de várias maneiras, posta em causa.
É um ciclo que não esquece que a Casa da Achada é o Centro Mário Dionísio e que este foi toda a vida professor. E que também sobre educação muito escreveu".


Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
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Transportes
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Eléctricos: 12, 15, 28

Fonte e imagem:

1 de Julho a 30 de Setembro, 2013: Ciclo de Cinema ao Ar Livre - FÉRIAS NA ACHADA

"As férias não são tão velhas como o mundo. Antes de começarem a regular os calendários, quem as gozava eram os que não viviam do trabalho e não precisavam de «descansar», mas podiam «mudar de ares» e fazer «vilegiaturas». No século XX, as férias mudaram de figura: foram uma conquista dos trabalhadores e um direito (con)sagrado.
Hoje são «matéria» do comércio e da indústria – «turismo», agências de viagens… E cada vez mais «repartidas». E há cada vez menos «férias»: se não há trabalho, ou se o trabalho é precário, e sem contrato, como pode haver «férias»?
As antigas férias (como os «fins-de-semana», os feriados e as suas «pontes»), conquistadas aos patrões, enquanto terreno da «felicidade» vinda do «não fazer nada», do «não obrigatório», do tempo «livre», têm sido tema e lugar da literatura, da pintura, do teatro, do cinema. Férias desejadas, idealizadas, aproveitadas, e também malbaratadas, desgraçadas. São um tempo com lugares, hábitos e rituais próprios, e paixões, dramas, tragédias e comédias que o «ócio» pode tornar diferentes ou ampliar. São espelho duma sociedade, é claro.
O filme mais antigo deste ciclo, Passeio ao campo de Renoir, começou a ser rodado em 1936, ano determinante na vida dos assalariados franceses: milhões de operários partiram pela primeira vez para as praias, sem perderem o salário dos 15 dias em que não trabalhavam. Vários filmes deste ciclo são dos anos 50. E, ao contrário do que tem acontecido com outros ciclos, não há nenhum do século XXI. Por alguma razão será.
Um ciclo dedicado sobretudo aos que (já) não têm férias e que as poderão ter aqui, olhando para as férias dos outros, uma noite por semana, ao ar livre, enquanto é verão".


PROGRAMAÇÃO DO MÊS DE JULHO:

Segunda-feira, 1 de Julho, 21h30
AS FÉRIAS DO SR. HULOT (1953, 114 min.)
de Jacques Tati
apresentação por João Rodrigues

Segunda-feira, 8 de Julho, 21h30
FÉRIAS EM ROMA (1953, 118 min.)
de William Wyler
apresentação por Eduarda Dionísio

Segunda-feira, 15 de Julho, 21h30
MÓNICA E O DESEJO (1953, 96 min.)
de Ingmar Bergman
apresentação por Regina Guimarães

Segunda-feira, 22 de Julho, 21h30
BOM DIA, TRISTEZA (1958, 94 min.)
de Otto Preminger
apresentação por João Pedro Bénard

Segunda-feira, 29 de Julho, 21h30
ULTRAPASSAGEM (1962, 105 min.)
de Dino Risi
apresentação por Fernando Nunes


Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
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Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 746, 759, 760, 781, 782

Eléctricos: 12, 15, 28

Dezembro, 2012: Programação - CASA DA ACHADA



FIM-DE-SEMANA DIFERENTE
3 dias de vendas e não só
Sexta-feira, 14 de Dezembro, das 15h às 20h
Sábado, 15 de Dezembro, das 11h às 20h
Domingo, 16 de Dezembro, das 11h às 20h
Acontece na Casa da Achada - Centro Mário Dionísio, entre 14 e 16 de Dezembro, o IV Fim-de-semana diferente: três dias de vendas (obras de arte, livros, discos, objectos) para angariação de fundos para a continuidade da Casa da Achada. E é diferente porque comprar e vender é, neste fim-de-semana, importante.
São três dias com muitas coisas diferentes a acontecer: lançamentos, conversas, visitas e oficinas.
Podem vir para ver o que nem sempre se vê. Conviver como nem sempre se faz. Ouvir o que nem sempre se ouve. Falar com quem nem sempre se está. Comprar (barato) o que nem sempre se encontra. Petiscar o que houver.
- Programa:
  • Sexta-feira, 14 de Dezembro
    18h: LIXO NA COZINHA
    - Lançamento do livro O lixo da cozinha, resultado da oficina «Inventar fabricando ou as mãos sujas», orientada por Pierre Pratt, com textos de Filomena Marona Beja.
  • Sábado, 15 de Dezembro
    15h: MÁSCARAS, PRISÕES, LIBERDADES E CIFRÕES
    - Lançamento e debate das intervenções no 3º aniversário da Casa da Achada sobre a sociedade, a actividade cultural e a arte que temos, não temos, desejamos ou sofremos.
    18h: BALANÇO DE 2012. COMO FAZER EM 2013? - Reunião anual dos Amigos da Casa da Achada, aberta ao público.
  • Domingo, 16 de Dezembro
    11h: 28 ARTISTAS AMIGOS DE MÁRIO DIONÍSIO
    - Visita guiada à exposição por Eduarda Dionísio.
    15h30: O NATAL ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS - Oficina orientada por Irene van Es e Lena Bragança Gil.
    18h: CORO DA ACHADA- actuação com novas e menos novas canções.
  • Exposições:
    28 ARTISTAS AMIGOS DE MÁRIO DIONÍSIO
    - A exposição junta mais de quarenta obras plásticas de vários artistas do século XX, contemporâneos de Mário Dionísio.
    ENCONTRO COM UMA CIDADE QUASE ESQUECIDA
    (últimos dias), organizada pelo MEF - Movimento de Expressão Fotográfica.

Jerónimo Franco
Jerónimo Franco
Jerónimo Franco

CICLO LITERATURA E CINEMA
Segundas-feiras, 21h30
O cinema é (ou já foi) mais popular que a literatura. O facto é que muito cinema se foi fazendo com a literatura, a partir dela. São muitos e muitos os livros (sobretudo romances de todos os tempos, daqueles tempos em que houve – ou há – romances) transformados em cinema. Uns terão sido desfeitos pelo cinema, outros refeitos. Há quem ache que o cinema pode levar à literatura (e pôr mais gente a ler) e quem ache que é o cinema que a mata.
Este ciclo é uma selecção de filmes feitos a partir de obras literárias, umas mais famosas do que outras, e de várias épocas. Os filmes estão ordenados por ordem cronológica dos livros donde partiram e não da realização dos filmes. Dos mais recentes para os mais antigos. Tentamos assim fazer pensar sobre estas duas linguagens e a sua relação.
Recordamos que Mário Dionísio, homem de literatura, se interessou muito pelo cinema. Escreveu sobre filmes. Daí termos feito um ciclo que se chamou «Filmes de que Mário Dionísio falou». Entendeu que a linguagem da literatura é uma e a do cinema é outra. E é isso que enriquece o mundo e nos enriquece. Só assim se pode continuar a ler romances e a ver filmes com gosto. Mesmo quando o «assunto» é o mesmo.
Segunda-feira, 3 de Dezembro, 21h30
Morte em Veneza
(1978, 117 min.)
de Luchino Visconti, a partir da obra de Thomas Mann
quem apresenta é Gabriel Bonito
Segunda-feira, 10 de Dezembro, 21h30
Os irmãos Karamanov (1958, 145 min.)
de Richard Brooks, a partir da obra de Fiódor Dostoiévski
quem apresenta é Manuel Wiborg
Segunda-feira, 17 de Dezembro, 21h30
Vanina Vanini (1961, 127 min.)
de Roberto Rossellini, a partir da obra de Stendhal
quem apresenta é Jorge Silva Melo
E como Dezembro é mês de muitas festas, este ciclo termina a meio do mês e o próximo ciclo começará em Janeiro...


Olhares sobre os novos anjos
CICLO A PALETA E O MUNDO III
Segundas-feiras, 18h30
Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.
Em Dezembro continuamos a leitura comentada de Nascimento da arte contemporânea - lições do passado de Georg Schmidt por Rui-Mário Gonçalves. Se tivermos tempo, inicamos ainda a leitura de A arte de pintar de Tristan Klingsor, traduzido por Mário Dionísio. Se o tempo não chegar, começamos a leitura em Janeiro.
«O texto de Georg Schmidt liga este volume ao primeiro da nossa Histoire de la Peinture Moderne, de Baudelaire à Bonnard, de Maurice Raynal. Para o leitor que não tenha seguido os desenvolvimentos que apresentávamos nessa última obra, ele constitui uma introdução indispensável ao estudo que dedicaremos mais especificamente ao Fauvismo e ao Expressionismo, visto que toda a história da pintura do século XIX se encontra aí resumida numa síntese sugestiva, com as suas correntes principais, as suas tendências, as suas escolas e as personalidades excepcionais que o marcaram, desde Ingres a Bonnard, passando por Delacroix, Courbet, Manet, Monet, Cézanne, Gauguin, Van Gogh e Toulouse-Lautrec.
É só nessa perspectiva que surge o verdadeiro significado dos dois movimentos, o Fauvismo e o Expressionismo, sobre os quais nos debruçamos aqui.»
Texto introdutório de Histoire de la peinture moderne: Matisse, Munch, Rouault, fauvisme et expressionnisme, editado pela Skira em 1950.


Olhares sobre os novos anjos
AMIGOS DE MÁRIO DIONÍSIO
Joaquim Namorado
Sabádo, 8 de Dezembro, 16h
Nesta 8ª sessão de «Amigos de Mário Dionísio» vamos falar sobre Joaquim Namorado com António Pedro Pita.
«Este Joaquim Namorado que aqui temos de onde veio? Ele mesmo disse na "Invenção do poeta". Veio da luta: "E, pouco a pouco, surgi / da luta / um outro que agora sou". A sua vida e o sentimento dela foram para sempre transformados, enformados, recriados pela luta a que para sempre se entregou. Mas acaso esse outro, que a luta redimensionou, deixou de ser um poeta e um escritor? Acaso esse outro poderá furtar-se, sem mutilação indesejável, às responsabilidades que a poesia implica, as quais, se não devem abafar as do homem comum, não devem também por este ser abafadas?»
Mário Dionísio

Maria Letícia
MÁRIO DIONÍSIO, ESCRITOR E OUTRAS COISAS MAIS
Sábado, 29 de Dezembro, 16h
Nesta sessão, do ciclo «Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais», Eduarda Dionísio vem falar-nos de o que Mário Dionísio escreveu nos jornais depois do 25 de Abril. Mário Dionísio foi presença habitual em vários jornais - O Jornal, Diário de Lisboa, A Capital, Expresso, Jornal de Letras e Artes, Vértice, etc - sobre vários assuntos: a arte e a cultura, a política e a sociedade, o ensino e a educação.
«Ponham-se então as coisas no seu verdadeiro pé: nem a arte muda se o homem que a produz não mudou já ou está mudando, nem tal mudança rapidamente se opera, nem a sua expressão estética se produz mecanicamente e de chofre.»
Mário Dionísio, em «Ir ao povo», publicado em O Jornal em 1975.
«Enquanto os partidos de esquerda (onde começará e acabará hoje a esquerda?) se desentendem e brincam à Unidade, que é o mais perigoso dos jogos se não se toma a sério, o fascismo, não interessa com que nome ou nomes, organiza-se, infiltra-se, cresce, aceita a mão que lhe estendem, instala-se civilizadamente ou ataca selvaticamente na rua com a protecção das «forças da Ordem» chamada «democrática».
Entretanto, um jovem de 18 ou 19 anos caiu para sempre por repelir o fascismo e porque, nas circunstâncias dadas, defender o fascismo era «legal» e ilegal atacá-lo.
Não foi o primeiro, não será o último. Teremos bem a consciência do que isto significa – no nosso presente e no nosso futuro?»
Mário Dionísio, em «Legalmente assassinado», sobre o assassinato de José Jorge Morais, publicado no Diário de Lisboa em 1978.

Ciclo de Cinema Rir

OFICINA
O NATAL ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS
Domingos, 2, 9, 16 e 23 de Dezembro, das 15h às 17h30
Nesta última oficina deste ano, com Irene van Es e Lena Bragança Gil, vamos meter as mãos à obra e fazer prendas, brincar com os materiais que há à nossa volta: frascos, tintas, cartões, tecidos, botões, caixas de ovos, madeiras, e por aí fora…
Para todos a partir dos 6 anos.


Jerónimo Franco

LANÇAMENTO DE CAPICUA SOBRE MÁRIO DIONÍSIO
Sexta-feira, 7 de Dezembro, 18h
Este quarto número da revista foca com destaque especial os autores Mário Dionísio e Montserrat Roig. Conta, também, com narrativas breves, poesia e ensaio de jovens autores e de outros mais clássicos.
A apresentação estará a cargo de Eduarda Dionísio e Sebastià Bennasar. Ler-se-ão, nas duas línguas, alguns dos textos editados na revista, o Coro da Achada cantará poemas de Mário Dionísio, e para terminar faremos un brinde à literatura com cava (espumante) da Catalunha.


Jerónimo Franco






SABIA QUE?...

... a Casa da Achada - Centro Mário Dionísio está com falta de recursos financeiros para continuar a actividade tal como ela tem acontecido até agora:
… nas horas de abertura, é possível:
  • Requisitar e consultar livros na Biblioteca da Achada, que tem secções de Literatura, Arte, Cinema, Teatro, História, Ciência, Literatura Infanto-Juvenil, etc…
  • Visitar a exposição «Artistas amigos de Mário Dionísio - reconstituição das paredes duma casa» até ao dia 21 de Abril. A exposição junta mais de quarenta obras plásticas de vários artistas do século XX: Abel Salazar, Álvaro Cunhal, António Augusto de Oliveira, António Cunhal, Avelino Cunhal, Betâmio de Almeida, Boris Taslitsky, Cândido Costa Pinto, Cândido Portinari, Carlos de Oliveira, Carlos Scliar, Cipriano Dourado, Germano Santo, João Bailote, Joaquim Arco, Jorge de Oliveira, José Huertas Lobo, José Joaquim Ramos, José Júlio, Júlio, Júlio Resende, Lima de Freitas, Manuel Filipe, Manuel Ribeiro de Pavia, Maria Barreira, Raul Perez, Rogério de Freitas e Vieira da Silva.
    Visita guiada por Eduarda Dionísio no domingo, 16 de Dezembro, às 11h.

… o Coro da Achada canta:
  • 7 de Dezembro, 18h
    Lançamento de Capicua IV
    Casa da Achada - Centro Mário Dionísio (Lisboa)
    convite: Catulanyapresenta
    entrada livre
  • 16 de Dezembro, 18h
    IV Fim-de-semana diferente
    Casa da Achada - Centro Mário Dionísio (Lisboa)
    entrada livre".
Oficina
Oficina

Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa
Telf. 218877090   218877090  218877090  218877090
Site: http://centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"


Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 7, 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 746, 759, 760, 781, 782
Eléctricos: 12, 15, 28

17 de Novembro, 2012: UNIPOP NA ACHADA

15h: Conversa sobre «O Passado, Modos de Usar», na Casa da Achada
17h: Conversa sobre «Direito de Fuga» e «Quem Canta o Estado-Nação?», na Casa da Achada
19h: Showcase com Ricardo Freitas e Maria do Mar, no Bartô
20h: Jantar, no Bartô
21h30: Conversa sobre o «Futuro», no lançamento da revista 'Imprópria' n.º 2, na Casa da Achada

Com Sérgio Campos Matos, Ângela Cardoso, Mariana Pinto dos Santos, José Neves, Nuno Dias, Manuela Ribeiro Sanches, Nuno Nabais, Bruno Peixe Dias, Ricardo Freitas, Maria do Mar, Golgona Anghel, António Guerreiro, Nuno Ramos de Almeida, José Bragança de Miranda, Tiago Carvalho, José Luís Garcia, Miguel Cardos

Programa:
15h-16h45: Conversa sobre Memória e Historiografia
Em torno do livro «O passado, modos de usar», de Enzo Traverso (Edições Unipop, 2012)
Com Sérgio Campos Matos, Ângela Cardoso, Mariana Pinto dos Santos e moderação de José Neves

Apoiando-se em vários exemplos da história do século XX – fascismos, Shoah, colonialismo, comunismos –, Enzo Traverso analisa as linhas por que se tecem os diferentes segmentos da memória colectiva, a escrita histórica do passado e as políticas da memória. Diante de um século a ferro e fogo, a memória reivindica os seus direitos sobre um passado que detém, como num caleidoscópio, uma multiplicidade de configurações diferentes. Da indústria cultural aos museus, passando pelas comemorações e pelos programas educativos, tudo contribui para que se faça da memória do passado uma espécie de religião civil das sociedades contemporâneas. Muitas vezes, essa religião civil cumpre uma função apologética: conservar a recordação dos totalitarismos de forma a legitimar a ordem liberal, ocupar os territórios palestinos para evitar um novo Holocausto, invadir o Iraque para não repetir Munique (o compromisso das democracias ocidentais com Hitler em 1938)... Em outras circunstâncias, porém, trilham-se outros caminhos da memória, mais discretos, por vezes mais subterrâneos, decididamente críticos, que transmitem a linha vermelha das experiências de emancipação, da utopia, da revolta contra a dominação. A escrita da história é o resultado de um trabalho que emerge dessa trama complexa de recordações pessoais, de memória colectiva, de saberes herdados, de convenções literárias, de constrangimentos institucionais e de questionamentos políticos ancorados no presente. É essa trama subterrânea que o ensaio de Enzo Traverso se propõe explorar. Em causa está um vasto debate intelectual que redefine as fronteiras da história e que coloca em causa os processos da sua escrita. Um debate de que Enzo Traverso reconstitui aqui as grandes linhas, de Maurice Halbwachs a Paul Ricœur, de Walter Benjamin a Yosef H. Yerushalmi, de Carlo Ginzburg a Dominick LaCapra.

16h45 - Apresentação do novo website da Unipop
 
17h-18h45: Conversa sobre Globalização, Migrações e Estado-nação
Em torno dos livros «Direito de fuga», de Sandro Mezzadra (Edições Unipop, 2012), e «Quem canta o Estado-nação?», de Judith Butler e Gayatri Spivak (Edições Unipop, 2012)
Com Nuno Dias, Manuela Ribeiro Sanches, Nuno Nabais e moderação de Bruno Peixe Dias

Direito de Fuga. Sinal de cobardia, de traição ou simplesmente de medo, a fuga é uma categoria que não conta com muitos adeptos. Neste livro, porém, a fuga é positivamente reinventada. Sob a figura do direito de fuga, Sandro Mezzadra traz ao leitor notícias do desejo de evasão e da vontade de libertação que os movimentos migratórios – ainda que sempre disciplinados, reprimidos e refreados – jamais deixam de exprimir. Discutindo os primeiros escritos de Max Weber, e dialogando com os Estudos do Subalterno, com Negri e Hardt ou ainda com Zizek, Mezzadra recusa entender os movimentos migratórios simplesmente através das suas causas «objectivas», estruturais e económicas. Ao invés, procura discutir as dimensões de subjectividade, de desejo e de vontade neles investidas. A condição migrante constitui assim o lugar de uma tensão. De um lado, a violência da repressão infligida sobre os migrantes nas fronteiras dos Estados nacionais, que no quadro liberal da globalização tanto promovem a circulação das mercadorias como se dedicam ao controlo da liberdade de movimento humano; de outro lado, temos a subjectividade migrante, que nos convida a pensar os movimentos migratórios como movimentos sociais, que, como as revoltas escravas ou os movimentos anticoloniais, têm o poder de transformar o mundo globalizado em que vivemos.


Quem canta o Estado-nação? resulta de um singular encontro entre duas das mais influentes teóricas da última década, que entre si debatem o passado, o presente e o futuro do Estado num tempo de globalização. Reflectindo sobre a pluralidade cultural no interior dos Estados e a maior porosidade das suas fronteiras, Butler e Spivak interpelam o vínculo natural entre Estado e nação, num debate que atravessa temas como a situação da Palestina, as teorias do Estado de filósofos do Iluminismo, os contributos de pensadores como Hannah Arendt ou Giorgio Agamben, o exercício do poder no mundo actual, o direito a ter direitos ou ainda os significados de cantar o hino nacional norte-americano em espanhol.


19h: Showcase no Bartô, com Ricardo Freitas + Maria do Mar

Duo de improvisação livre.

20h: Jantar no Bartô
Feijoada. 3 euros (não inclui bebidas nem café).
Inscrições para cursopcc@gmail.com, com indicação do nome (o número de inscrições é limitado à lotação do espaço)

21h30: Debate sobre «Futuro», pela ocasião do lançamento do n.º 2 da revista 'Imprópria' (Unipop + Tinta-da-China)
Com Golgona Anghel, António Guerreiro, Nuno Ramos de Almeida, José Bragança de Miranda, Tiago Carvalho, José Luís Garcia e moderação de Miguel Cardoso
O debate centra-se no dossiê «Futuro», que abre com o artigo «Mais tarde é agora», de Bernard Aspe. A iminência da catástrofe, argumenta Aspe, arrasta a possibilidade paradoxal de uma nova vivência do presente; uma vivência em que a exiguidade de um «mais tarde» se confunde com a urgência do «agora», sendo que só assim, quando o futuro se torna inadiável, se cumpriria finalmente o presente, nas suas imprevisibilidade e potência transformadora. Segue-se o artigo «No future. Um grande caos debaixo dos céus», em que Fernando Ramalho aborda a crise actual a partir da falência da ideia de futuro e dos vários usos que dela foram feitos ao longo do século XX, ilustrados por um percurso descontínuo através da música popular, do rock 'n' roll dos anos 1950 ao punk do final da década de 1970. O dossiê fecha com a tradução de um excerto do livro La fabrique de l'homme endetté – Essai sur la condition néolibérale (2011), de Maurizio Lazzarato, em que o filósofo italiano, partindo da contribuição de Nietzsche na sua Genealogia da Moral, traça uma genealogia do conceito de dívida para discutir a sua centralidade na Modernidade capitalista e a forma como se apropria «não apenas do emprego do tempo presente dos assalariados e da população em geral», mas também do «futuro de cada um e da sociedade no seu todo».
O n.º 2 da 'Imprópria' inclui ainda um dossiê sobre «Infância», a continuação do debate sobre as «Esquerdas», iniciado no n.º 1, e outros textos.

Colaboram neste número Bernard Aspe, Fernando Ramalho, Maurizio Lazzarato, Paolo Virno, Manuel Jacinto Sarmento, Ana Levy Aires, Mariana Avelãs, René Schérer, José Gil, Vanessa Brito, João Rodrigues, Gui Castro Felga, Bruno Lamas, Miguel Cardoso, Diogo Duarte, Gonçalo Marcelo, Ricardo Noronha e Mariana Christ Lemos".


Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
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14 de Julho, 2012: Feira - IV FEIRA DA ACHADA

 
"A Casa da Achada - Centro Mário Dionísio organiza, no sábado, 14 de Julho, a IV Feira da Achada para angariação de fundos da associação. Onde, desde há três anos, a entrada e tudo o que é feito é gratuito para todos. Os tempos vão maus e os apoios também. Por isso, a participação nesta feira é importante."
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Julho, 2012: Programação - CASA DA ACHADA

Programação

Casa da Achada Programa do mês de Julho de 2012

mais informação
Veja agora melhor o mais distante Exposição: Veja agora melhor o mais distante
Textos de Regina Guimarães
a partir de pinturas de Mário Dionísio

de 1 de Junho a 24 de Setembro
mais informação
Feira da Achada Feira da Achada
Sábado 14 de Julho das 10 às 20 horas

mais informação
Ciclo Cinema: Quem canta seus males espanta Ciclo Cinema: Quem canta seus males espanta

Todas as segundas-feiras às 21h30
mais informação
Ciclo Paleta e o Mundo Ciclo A Paleta e o Mundo III

Todas as segundas-feiras às 18h30
mais informação
Oficinas Oficinas para pequenos e grandes

Oficina Das Palavras às Músicas
Domingos 1, 8, 22 e 29 de Julho, das 15h30 às 17h30
mais informação
Histórias da História Histórias da História

a Guerra Civil de Espanha vivida nas populações de fronteira
com Paula Godinho
Sexta-feira 6 de Julho às 18h

mais informação
Amigos de Mário Dionísio Amigos de Mário Dionísio - 7
Carlos de Oliveira
Sábado 7 de Julho às 16 horas

mais informação
Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais

Mário Dionísio Escritor com Maria Alzira Seixo
Sábado 21 de Julho às 16h
mais informação
Livros das nossas vidas Livros das nossas vidas

Eugénia Leal fala de A Modificação de Michel Butor
Quinta 26 de Julho às 18h

mais informação
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Fonte e imagens:
http://centromariodionisio.org/programacao.php#

Até 24 de Setembro, 2012: Cinema ao Ar Livre - QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA

às 21:30.
 
"Os tempos vão maus. Uns choram e outros cantam. Por aqui, continuamos a mostrar o que alguns fizeram nas vidas que foram tendo. Há já bastante tempo ou quase agora.
Cinema, às segundas. E, porque é verão, ao ar livre. E, porque é verão e ao ar livre, com muita música - que a música é uma boa forma de dizer. Quando o cinema mudo acabou, ficou com sons dentro. E quase sempre música, maior ou menor. Neste ciclo, escolhemos 13 filmes porque são 13 semanas, em que a fala se faz canto. Filmes de várias décadas e épocas (de que nos vamos ocupando na Casa da Achada-Centro Mário Dionísio), em que a invenção - que é o que nos faz existir/resistir - também é, entre outras, essa: falar cantando. As músicas são muitas e várias: óperas, ou mais ou menos clássicas, canções mais «ligeiras» ou mais pesadas, rock, e por aí fora.
É bom ouvir música ao ar livre. E ver o mundo enquanto se ouve música. E pensar. Nas vidas dos outros e nas nossas - as de cada um e também na da Casa da Achada. E falar depois de ter ouvido cantar. Um alívio uma vez por semana, quando o cerco é grande."


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Eléctricos: 12, 15, 28

1 de Junho a 24 de Setembro, 2012: Exposição - VER AGORA MELHOR O MAIS DISTANTE

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO: «VER AGORA MELHOR O MAIS DISTANTE», às 18h.
textos de Regina Guimarães a partir da pinturas de Mário Dionísio

A Casa da Achada - Centro Mário Dionísio apresenta uma nova exposição que junta cerca de trinta obras plásticas de Mário Dionísio (pintura, alguns desenhos e uma tapeçaria) e os textos que Regina Guimarães escreveu a partir deles.
Alguns dos textos podem ser lidos aqui.

Na inauguração será lançado o livro-catálogo, «Ver agora melhor o mais distante», que reproduz os mais de 100 textos de Regina Guimarães sobre quadros de Mário Dionísio, assim como os quadros que lhes deram origem. Esta publicação inclui um texto do crítico de artes plásticas Rui-Mário Gonçalves, que se tem ocupado das relações entre pintura e literatura.

A inauguração conta com a presença de Regina Guimarães e serão lidos alguns dos textos da autora.

A exposição pode ser visitada até ao dia 24 de Setembro."

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6, 13, 20 e 27 de Novembro, 2011: OFICINA DE DESENHO

OFICINA DE DESENHO
a partir da exposição SONHAR COM AS MÃOS


Domingos, 6, 13, 20 e 27 de Novembro, das 15h30 às 17h30


Vamos fazer desenhos a partir das obras de Mário Dionísio que se encontram nesta exposição, ‹‹Sonhar com as mãos››, com a orientação de Carla Mota e de Emanuel Faustino.


Para todos a partir dos 6 anos.

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Eléctricos: 12, 15, 28

Comboio: Rossio, Santa Apolónia
Barco: Cais-do-Sodré, Rossio, Terreiro do Paço

até 26 de Dezembro, 2011: Ciclo de Cinema – ESTRELAS DE HOLLYWOOD

"Houve um tempo em que eram muitos e grandes os cinemas em Lisboa: cinemas de estreia  – na Av. da Liberdade, Restauradores, depois também Saldanha,  Alameda,  Av. de Roma e Alvalade, Avenidas Novas – e cinemas de bairro.

Ia-se ao cinema. Onde chegava a pujante indústria de Hollywood e o seu starsystem. Mário Dionísio é desses tempos.

Fizeram viver e ficaram na memória de muita gente filmes e filmes, títulos e títulos, nomes e nomes (que eram mais do que nomes ). Mais até de actores – vedetas, stars, estrelas – do que de realizadores: Gloria Swanson, Marlene Dietrich, Greta Garbo, Judy Garland, Rita Hayworth, Glenn Ford, Humphrey Bogart, Katharina Hepburn, John Wayne, Gary Cooper, Ava Gardner, Frank Sinatra, Kim Novak, Clark Gable, Marilyn Monroe, Bette Davis, Marlon Brando, Elizabeth Taylor, etc., etc.

Mesmo na memória daqueles para quem a 7ª Arte não se resumia a isto. E até daqueles para quem o combate seria precisamente emancipar a Arte do Mercado.

Durante três meses vamos (re)visitar quatro décadas – anos 30 a 60 do século XX: rostos, gestos, olhares, relações, paixões, lugares, enquadramentos, sequências – que hoje já não entram no Mercado. Nem nos Festivais que são dele."


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Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
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Eléctricos: 12, 15, 28

Fonte e imagem:

9, 16, 23 e 30 de Outubro, 2011: Oficina - FAZER UM LIVRO



FAZER UM LIVRO: PAGINAR, ENCADERNAR
Domingos, das 15h30 às 17h30
9 de Outubro com Vítor Silva Tavares
16 de Outubro com Pedro Serpa
23 de Outubro com Marta Caldas
30 de Outubro com Sónia Gabriel

Como fazer a capa do livro? E paginar um livro? E encadernar?

Para todos a partir dos 12 anos. Número máximo de participantes: 10.
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Eléctricos: 12, 15, 28



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