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Outubro, 2016: Programação - CASA DA ACHADA

 "A quem quiser contribuir para que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio
continue a existir

A entrada é gratuita em tudo o que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio faz. Não por riqueza ou por mania. Mas porque decorre da própria ideia que Mário Dionísio tinha da cultura. E nós, vários anos depois, também.
As excepções são as edições, é claro. Que os Sócios Fundadores e Amigos da Casa da Achada podem comprar abaixo do preço do mercado.
Os tempos vão maus e os apoios institucionais também.

Por isso, agora dizemos a toda a gente que toda a gente pode fazer um donativo, se assim o entender.

Opção 1: Cartão de crédito ou Paypal
Faça o seu donativo online, de forma totalmente segura, usando o seu cartão de crédito ou a sua conta Paypal.
Caso opte por esta forma de pagamento, o Paypal irá reter uma pequena percentagem do valor doado, pelo que se quiser garantir que iremos receber a totalidade do seu donativo, faça uma transferência bancária (abaixo).

Opção 2: Transferência bancária
Transfira para o NIB 0036 0000 9910 5869 2830 8 a quantia que desejar doar.
Sugestão: Assinar este texto, completando com a quantia doada, e enviar para a Casa da Achada.

Quero que a Casa da Achada - Centro Mário Dionísio exista e prossiga as suas actividades culturais de arquivo e catalogação do espólio e da biblioteca de Mário Dionísio, edição, projecção de filmes, realização de oficinas gratuitas para crianças e adultos, manutenção de uma biblioteca de acesso público, realização de exposições, conversas, conferências, projectos de apoio à leitura, intervenção na comunidade e outras actividades culturais abertas ao público.


Janeiro, 2016: Programação - CASA DA ACHADA

"A arte do nosso tempo não é apenas um problema dos artistas, mas de toda a sociedade. Terreno de conflito, de incompreensão, de luta incessante, mas também de encontros, descobertas e novas unidades. A arte e os modos de a produzir, receber e pensar não estão desligados das questões que mais profundamente nos preocupam hoje, num mundo violento, complexo e dividido.
Em 1957 Mário Dionísio escreveu o ensaio Conflito e unidade da arte contemporânea e disse-o em voz alta numa conferência marcante, profunda e polémica. A Casa da Achada reeditou há pouco o texto desta conferência escrita ao mesmo tempo que Mário Dionísio lançava o seu grande ensaio sobre arte e sociedade, A paleta e o mundo.
Decidimos dedicar estes três meses àquele ensaio tão rico, tão profícuo e tão actual que nos desafia também hoje a reflectir sobre as sociedades e as sensibilidades humanas. Para pensar a arte contemporânea não como uma questão de especialistas mas como qualquer coisa que nos diz respeito, afecta, perturba, interroga, inquieta e desperta. Para entender as cores com que se pinta o mundo de hoje. E para o transformar.
«...só o que se espera ardentemente nos chama, sobretudo nas épocas de perplexidade, onde a força da desilusão e do desencanto não é comparável senão à da expectativa renovada de que não sabemos desistir.» MD"

Programação

17 a 30 de Janeiro, 2015: Cultura como Resistência - COM UM V NA VOLTA

"COM UM V NA VOLTA

Cultura como resistência
... lembrando o Maçariku

17, 18, 23 e 24 de Janeiro na Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
19, 20, 21, 22 e 26 de Janeiro na Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema
30 de Janeiro na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
(ver programa mais abaixo)

Maçariku, aliás Vítor Ribeiro, fez de tudo no cinema, no teatro, em associações culturais e organizações políticas. Lutou pela liberdade dentro e fora da cabeça, contra o racismo, o militarismo, a exploração. Trocava artes, coisas e ideias, fazia com e para os outros e coleccionava amigos no meio disso. Organizou centenas de encontros e concertos, participou em grandes e pequenos combates, fez de tudo com rebeldia, resistiu até não mais poder. Maçariku cultivou as amizades como quem semeia desobediência, entusiasmo, internacionalismo. Morreu em Agosto passado, e deixou tanta coisa, tanta gente.

A Casa da Achada e amigos propõem e convidam a participar numa série de sessões a partir dele, com uma diversidade de actividades que nunca será capaz de dar conta de uma vida tão rica e intensa, mas tenta pelo menos pegar nas suas coisas, nas suas ideias, nos seus modos de ser e passar as coisas aos outros.

Amigos e conhecidos intervêm, mostram-se máquinas velhas e outras a funcionar, há músicas, conversas, poemas e ferramentas, mostram-se filmes feitos por ele e filmes com ele lá dentro (na Casa da Achada), e ainda uma série de filmes da sua colecção (na Cinemateca Portuguesa). Para terminar, um concerto resistente a pensar no que vibra ainda da sua presença atenta e livre para os combates futuros. Bebe mais um copo, Maçariku.


Programa

Maio, 2014: Programação - CASA DA ACHADA


Mário Dionísio - Pintura depois de 1974

Exposição: Mário Dionísio - Pintura depois de 1974

de 25 de Abril a 22 de Setembro de 2014
O 25 de Abril ao Ar Livre

Exposição: O 25 de Abril ao Ar Livre

de 25 de Abril a 10 de Maio de 2014
Ciclo Cinema: Cruzamentos com o 25 de Abril ao centro

Ciclo Cinema: Cruzamentos com o 25 de Abril ao centro

Todas as segundas-feiras às 21h30
Ciclo Paleta e o Mundo

Ciclo A Paleta e o Mundo III

Todas as segundas-feiras às 18h30
Leituras com projecção de imagens de textos relacionados
com A Paleta e o Mundo.
Oficinas

Oficinas para pequenos e grandes

Oficina de Banda Desenhada
Domingos 4, 11 e 18 de Maio
das 15h às 18h
Livros das nossas vidas
Livros das nossas vidas

Saguenail fala de Louis Aragon
a partir do livro Le Crève-Coeur
Sexta 9 de Maio às 18h


Helastre

A Hélastre mostra escritos e filmes de Saguenail

Sábado 10 de Maio às 18h
Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais

Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais

A Pintura abstracta de Mário Dionísio
que temos à volta
por Rui-Mário Gonçalves
Sábado 17 de Maio às 18h
Leitura Furiosa

Leitura Furiosa

Domingo 25 de Maio ás 15h
Histórias da História
Histórias da História

O 28 de Maio
com Maria Helena Carvalho dos Santos
Quinta 29 de Maio às 18h

_________________________________________________________________________
Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa
Telf. 218877090   218877090  218877090  218877090
Site: http://centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"

Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 736, 737, 740, 746, 759, 760
Eléctricos: 12, 15, 28
 

2 a 30 de Dezembro, 2013: Ciclo de Cinema - VIVENDO E APRENDENDO

"Segunda-feira, 2 de Dezembro, 21h30
COMÉDIA INFANTIL (1998, 92 min.)
de Solveig Nordlund
apresentação pela realizadora

Segunda-feira, 9 de Dezembro, 21h30
OUTONO ESCALDANTE (1972, 132 min.)
de Valerio Zurlini
apresentação por Jorge Silva Melo

Segunda-feira, 16 de Dezembro, 21h30
A SOMBRA DE UM HOMEM (1951, 90 min.)
de Anthony Asquith
apresentação por João Paulo Boléo

Segunda-feira, 23 de Dezembro, 21h30
ADEUS, MR CHIPS (1939, 114 min.)
de Sam Wood
apresentador a confirmar

Segunda-feira, 30 de Dezembro, 21h30
SE... (1968, 111 min.)
de Lindsay Andreson
apresentação por Youri Paiva

Será possível viver sem aprender? Mas aprender o quê? Onde? Com quem? Como? Porquê? Para quê?
Reduzir a(s) aprendizagem(ns) à escola, colocá-la(s) como actividade exclusiva (ou obrigação) do princípio da vida de cada um - «de pequenino é que se torce o pepino» - é mais frequente do que às vezes julgamos, sobretudo quando tanto se fala dessa outra nova «especialização»: a «formação» ao longo da vida, com suas «acções», «programas» e «créditos», a «requalificação», a «avaliação»..., que costumam fazer parte das chamadas «políticas de educação».
Durante três meses, aproximadamente o primeiro terço do ano escolar, enquanto as «avaliações» do Natal não chegam, projectamos 15 filmes do século XX, de origens, realizadores e tempos diferentes, escolhidos entre os muitos onde a infância, a adolescência, a escola são tratadas, e outros onde a questão das aprendizagens está à vista mas de outras maneiras. Em todos, a escola como a conhecemos é, de várias maneiras, posta em causa.
É um ciclo que não esquece que a Casa da Achada é o Centro Mário Dionísio e que este foi toda a vida professor. E que também sobre educação muito escreveu."

Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
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Site: http://centromariodionisio.org/
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Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 746, 759, 760, 781, 782
Eléctricos: 12, 15, 28
Elevador: Castelo

4 a 25 de Novembro, 2013: Ciclo de Cinema - VIVENDO E APRENDENDO

Segunda-feira, 4 de Novembro, 21h30
ZERO EM COMPORTAMENTO (1933, 41 min.)
de Jean Vigo
UM PASSO, OUTRO PASSO E DEPOIS... (1989, 58 min.)
de Manuel Mozos
apresentação por Manuel Mozos

Segunda-feira, 11 de Novembro, 21h30
O DESPERTAR (1946, 128 min.)
de Clarance Brown
apresentação por João Pedro Bénard

Segunda-feira, 18 de Novembro, 21h30
ADEUS RAPAZES (1987, 104 min.)
de Louis Malle
apresentação por Paulo Guilherme

Segunda-feira, 25 de Novembro, 21h30
O ÚLTIMO DEGRAU (1967, 124 min.)
de Robert Mulligan
"Será possível viver sem aprender? Mas aprender o quê? Onde? Com quem? Como? Porquê? Para quê?
Reduzir a(s) aprendizagem(ns) à escola, colocá-la(s) como actividade exclusiva (ou obrigação) do princípio da vida de cada um - «de pequenino é que se torce o pepino» - é mais frequente do que às vezes julgamos, sobretudo quando tanto se fala dessa outra nova «especialização»: a «formação» ao longo da vida, com suas «acções», «programas» e «créditos», a «requalificação», a «avaliação»..., que costumam fazer parte das chamadas «políticas de educação».
Durante três meses, aproximadamente o primeiro terço do ano escolar, enquanto as «avaliações» do Natal não chegam, projectamos 15 filmes do século XX, de origens, realizadores e tempos diferentes, escolhidos entre os muitos onde a infância, a adolescência, a escola são tratadas, e outros onde a questão das aprendizagens está à vista mas de outras maneiras. Em todos, a escola como a conhecemos é, de várias maneiras, posta em causa.
É um ciclo que não esquece que a Casa da Achada é o Centro Mário Dionísio e que este foi toda a vida professor. E que também sobre educação muito escreveu."

Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
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Site: http://centromariodionisio.org/
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Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
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Eléctricos: 12, 15, 28
Elevador: Castelo
 

7 a 28 de Outubro, 2013: Ciclo de Cinema - VIVENDO E APRENDENDO

Segunda-feira, 7 de Outubro, 21h30
EN RACHÂCHANT (1982, 7 min.)
de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub
TRABALHOS DE CASA (1989, 86 min.)
de Abbas Kiarostami
quem apresenta é Eduarda Dionísio

Segunda-feira, 14 de Outubro, 21h30
O MENINO SELVAGEM (1970, 83 min.)
de François Truffaut

Segunda-feira, 21 de Outubro, 21h30
SEMENTES DE VIOLÊNCIA (1955, 101 min.)
de Richard Brooks

Segunda-feira, 28 de Outubro, 21h30
LES ENFANTS (As crianças) (1985, 94 min.)
de Marguerite Duras

"Será possível viver sem aprender? Mas aprender o quê? Onde? Com quem? Como? Porquê? Para quê?
Reduzir a(s) aprendizagem(ns) à escola, colocá-la(s) como actividade exclusiva (ou obrigação) do princípio da vida de cada um - «de pequenino é que se torce o pepino» - é mais frequente do que às vezes julgamos, sobretudo quando tanto se fala dessa outra nova «especialização»: a «formação» ao longo da vida, com suas «acções», «programas» e «créditos», a «requalificação», a «avaliação»..., que costumam fazer parte das chamadas «políticas de educação».
Durante três meses, aproximadamente o primeiro terço do ano escolar, enquanto as «avaliações» do Natal não chegam, projectamos 15 filmes do século XX, de origens, realizadores e tempos diferentes, escolhidos entre os muitos onde a infância, a adolescência, a escola são tratadas, e outros onde a questão das aprendizagens está à vista mas de outras maneiras. Em todos, a escola como a conhecemos é, de várias maneiras, posta em causa.
É um ciclo que não esquece que a Casa da Achada é o Centro Mário Dionísio e que este foi toda a vida professor. E que também sobre educação muito escreveu".


Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
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Transportes
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Fonte e imagem:

1 de Julho a 30 de Setembro, 2013: Ciclo de Cinema ao Ar Livre - FÉRIAS NA ACHADA

"As férias não são tão velhas como o mundo. Antes de começarem a regular os calendários, quem as gozava eram os que não viviam do trabalho e não precisavam de «descansar», mas podiam «mudar de ares» e fazer «vilegiaturas». No século XX, as férias mudaram de figura: foram uma conquista dos trabalhadores e um direito (con)sagrado.
Hoje são «matéria» do comércio e da indústria – «turismo», agências de viagens… E cada vez mais «repartidas». E há cada vez menos «férias»: se não há trabalho, ou se o trabalho é precário, e sem contrato, como pode haver «férias»?
As antigas férias (como os «fins-de-semana», os feriados e as suas «pontes»), conquistadas aos patrões, enquanto terreno da «felicidade» vinda do «não fazer nada», do «não obrigatório», do tempo «livre», têm sido tema e lugar da literatura, da pintura, do teatro, do cinema. Férias desejadas, idealizadas, aproveitadas, e também malbaratadas, desgraçadas. São um tempo com lugares, hábitos e rituais próprios, e paixões, dramas, tragédias e comédias que o «ócio» pode tornar diferentes ou ampliar. São espelho duma sociedade, é claro.
O filme mais antigo deste ciclo, Passeio ao campo de Renoir, começou a ser rodado em 1936, ano determinante na vida dos assalariados franceses: milhões de operários partiram pela primeira vez para as praias, sem perderem o salário dos 15 dias em que não trabalhavam. Vários filmes deste ciclo são dos anos 50. E, ao contrário do que tem acontecido com outros ciclos, não há nenhum do século XXI. Por alguma razão será.
Um ciclo dedicado sobretudo aos que (já) não têm férias e que as poderão ter aqui, olhando para as férias dos outros, uma noite por semana, ao ar livre, enquanto é verão".


PROGRAMAÇÃO DO MÊS DE JULHO:

Segunda-feira, 1 de Julho, 21h30
AS FÉRIAS DO SR. HULOT (1953, 114 min.)
de Jacques Tati
apresentação por João Rodrigues

Segunda-feira, 8 de Julho, 21h30
FÉRIAS EM ROMA (1953, 118 min.)
de William Wyler
apresentação por Eduarda Dionísio

Segunda-feira, 15 de Julho, 21h30
MÓNICA E O DESEJO (1953, 96 min.)
de Ingmar Bergman
apresentação por Regina Guimarães

Segunda-feira, 22 de Julho, 21h30
BOM DIA, TRISTEZA (1958, 94 min.)
de Otto Preminger
apresentação por João Pedro Bénard

Segunda-feira, 29 de Julho, 21h30
ULTRAPASSAGEM (1962, 105 min.)
de Dino Risi
apresentação por Fernando Nunes


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Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 746, 759, 760, 781, 782

Eléctricos: 12, 15, 28

Dezembro, 2012: Programação - CASA DA ACHADA



FIM-DE-SEMANA DIFERENTE
3 dias de vendas e não só
Sexta-feira, 14 de Dezembro, das 15h às 20h
Sábado, 15 de Dezembro, das 11h às 20h
Domingo, 16 de Dezembro, das 11h às 20h
Acontece na Casa da Achada - Centro Mário Dionísio, entre 14 e 16 de Dezembro, o IV Fim-de-semana diferente: três dias de vendas (obras de arte, livros, discos, objectos) para angariação de fundos para a continuidade da Casa da Achada. E é diferente porque comprar e vender é, neste fim-de-semana, importante.
São três dias com muitas coisas diferentes a acontecer: lançamentos, conversas, visitas e oficinas.
Podem vir para ver o que nem sempre se vê. Conviver como nem sempre se faz. Ouvir o que nem sempre se ouve. Falar com quem nem sempre se está. Comprar (barato) o que nem sempre se encontra. Petiscar o que houver.
- Programa:
  • Sexta-feira, 14 de Dezembro
    18h: LIXO NA COZINHA
    - Lançamento do livro O lixo da cozinha, resultado da oficina «Inventar fabricando ou as mãos sujas», orientada por Pierre Pratt, com textos de Filomena Marona Beja.
  • Sábado, 15 de Dezembro
    15h: MÁSCARAS, PRISÕES, LIBERDADES E CIFRÕES
    - Lançamento e debate das intervenções no 3º aniversário da Casa da Achada sobre a sociedade, a actividade cultural e a arte que temos, não temos, desejamos ou sofremos.
    18h: BALANÇO DE 2012. COMO FAZER EM 2013? - Reunião anual dos Amigos da Casa da Achada, aberta ao público.
  • Domingo, 16 de Dezembro
    11h: 28 ARTISTAS AMIGOS DE MÁRIO DIONÍSIO
    - Visita guiada à exposição por Eduarda Dionísio.
    15h30: O NATAL ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS - Oficina orientada por Irene van Es e Lena Bragança Gil.
    18h: CORO DA ACHADA- actuação com novas e menos novas canções.
  • Exposições:
    28 ARTISTAS AMIGOS DE MÁRIO DIONÍSIO
    - A exposição junta mais de quarenta obras plásticas de vários artistas do século XX, contemporâneos de Mário Dionísio.
    ENCONTRO COM UMA CIDADE QUASE ESQUECIDA
    (últimos dias), organizada pelo MEF - Movimento de Expressão Fotográfica.

Jerónimo Franco
Jerónimo Franco
Jerónimo Franco

CICLO LITERATURA E CINEMA
Segundas-feiras, 21h30
O cinema é (ou já foi) mais popular que a literatura. O facto é que muito cinema se foi fazendo com a literatura, a partir dela. São muitos e muitos os livros (sobretudo romances de todos os tempos, daqueles tempos em que houve – ou há – romances) transformados em cinema. Uns terão sido desfeitos pelo cinema, outros refeitos. Há quem ache que o cinema pode levar à literatura (e pôr mais gente a ler) e quem ache que é o cinema que a mata.
Este ciclo é uma selecção de filmes feitos a partir de obras literárias, umas mais famosas do que outras, e de várias épocas. Os filmes estão ordenados por ordem cronológica dos livros donde partiram e não da realização dos filmes. Dos mais recentes para os mais antigos. Tentamos assim fazer pensar sobre estas duas linguagens e a sua relação.
Recordamos que Mário Dionísio, homem de literatura, se interessou muito pelo cinema. Escreveu sobre filmes. Daí termos feito um ciclo que se chamou «Filmes de que Mário Dionísio falou». Entendeu que a linguagem da literatura é uma e a do cinema é outra. E é isso que enriquece o mundo e nos enriquece. Só assim se pode continuar a ler romances e a ver filmes com gosto. Mesmo quando o «assunto» é o mesmo.
Segunda-feira, 3 de Dezembro, 21h30
Morte em Veneza
(1978, 117 min.)
de Luchino Visconti, a partir da obra de Thomas Mann
quem apresenta é Gabriel Bonito
Segunda-feira, 10 de Dezembro, 21h30
Os irmãos Karamanov (1958, 145 min.)
de Richard Brooks, a partir da obra de Fiódor Dostoiévski
quem apresenta é Manuel Wiborg
Segunda-feira, 17 de Dezembro, 21h30
Vanina Vanini (1961, 127 min.)
de Roberto Rossellini, a partir da obra de Stendhal
quem apresenta é Jorge Silva Melo
E como Dezembro é mês de muitas festas, este ciclo termina a meio do mês e o próximo ciclo começará em Janeiro...


Olhares sobre os novos anjos
CICLO A PALETA E O MUNDO III
Segundas-feiras, 18h30
Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.
Em Dezembro continuamos a leitura comentada de Nascimento da arte contemporânea - lições do passado de Georg Schmidt por Rui-Mário Gonçalves. Se tivermos tempo, inicamos ainda a leitura de A arte de pintar de Tristan Klingsor, traduzido por Mário Dionísio. Se o tempo não chegar, começamos a leitura em Janeiro.
«O texto de Georg Schmidt liga este volume ao primeiro da nossa Histoire de la Peinture Moderne, de Baudelaire à Bonnard, de Maurice Raynal. Para o leitor que não tenha seguido os desenvolvimentos que apresentávamos nessa última obra, ele constitui uma introdução indispensável ao estudo que dedicaremos mais especificamente ao Fauvismo e ao Expressionismo, visto que toda a história da pintura do século XIX se encontra aí resumida numa síntese sugestiva, com as suas correntes principais, as suas tendências, as suas escolas e as personalidades excepcionais que o marcaram, desde Ingres a Bonnard, passando por Delacroix, Courbet, Manet, Monet, Cézanne, Gauguin, Van Gogh e Toulouse-Lautrec.
É só nessa perspectiva que surge o verdadeiro significado dos dois movimentos, o Fauvismo e o Expressionismo, sobre os quais nos debruçamos aqui.»
Texto introdutório de Histoire de la peinture moderne: Matisse, Munch, Rouault, fauvisme et expressionnisme, editado pela Skira em 1950.


Olhares sobre os novos anjos
AMIGOS DE MÁRIO DIONÍSIO
Joaquim Namorado
Sabádo, 8 de Dezembro, 16h
Nesta 8ª sessão de «Amigos de Mário Dionísio» vamos falar sobre Joaquim Namorado com António Pedro Pita.
«Este Joaquim Namorado que aqui temos de onde veio? Ele mesmo disse na "Invenção do poeta". Veio da luta: "E, pouco a pouco, surgi / da luta / um outro que agora sou". A sua vida e o sentimento dela foram para sempre transformados, enformados, recriados pela luta a que para sempre se entregou. Mas acaso esse outro, que a luta redimensionou, deixou de ser um poeta e um escritor? Acaso esse outro poderá furtar-se, sem mutilação indesejável, às responsabilidades que a poesia implica, as quais, se não devem abafar as do homem comum, não devem também por este ser abafadas?»
Mário Dionísio

Maria Letícia
MÁRIO DIONÍSIO, ESCRITOR E OUTRAS COISAS MAIS
Sábado, 29 de Dezembro, 16h
Nesta sessão, do ciclo «Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais», Eduarda Dionísio vem falar-nos de o que Mário Dionísio escreveu nos jornais depois do 25 de Abril. Mário Dionísio foi presença habitual em vários jornais - O Jornal, Diário de Lisboa, A Capital, Expresso, Jornal de Letras e Artes, Vértice, etc - sobre vários assuntos: a arte e a cultura, a política e a sociedade, o ensino e a educação.
«Ponham-se então as coisas no seu verdadeiro pé: nem a arte muda se o homem que a produz não mudou já ou está mudando, nem tal mudança rapidamente se opera, nem a sua expressão estética se produz mecanicamente e de chofre.»
Mário Dionísio, em «Ir ao povo», publicado em O Jornal em 1975.
«Enquanto os partidos de esquerda (onde começará e acabará hoje a esquerda?) se desentendem e brincam à Unidade, que é o mais perigoso dos jogos se não se toma a sério, o fascismo, não interessa com que nome ou nomes, organiza-se, infiltra-se, cresce, aceita a mão que lhe estendem, instala-se civilizadamente ou ataca selvaticamente na rua com a protecção das «forças da Ordem» chamada «democrática».
Entretanto, um jovem de 18 ou 19 anos caiu para sempre por repelir o fascismo e porque, nas circunstâncias dadas, defender o fascismo era «legal» e ilegal atacá-lo.
Não foi o primeiro, não será o último. Teremos bem a consciência do que isto significa – no nosso presente e no nosso futuro?»
Mário Dionísio, em «Legalmente assassinado», sobre o assassinato de José Jorge Morais, publicado no Diário de Lisboa em 1978.

Ciclo de Cinema Rir

OFICINA
O NATAL ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS
Domingos, 2, 9, 16 e 23 de Dezembro, das 15h às 17h30
Nesta última oficina deste ano, com Irene van Es e Lena Bragança Gil, vamos meter as mãos à obra e fazer prendas, brincar com os materiais que há à nossa volta: frascos, tintas, cartões, tecidos, botões, caixas de ovos, madeiras, e por aí fora…
Para todos a partir dos 6 anos.


Jerónimo Franco

LANÇAMENTO DE CAPICUA SOBRE MÁRIO DIONÍSIO
Sexta-feira, 7 de Dezembro, 18h
Este quarto número da revista foca com destaque especial os autores Mário Dionísio e Montserrat Roig. Conta, também, com narrativas breves, poesia e ensaio de jovens autores e de outros mais clássicos.
A apresentação estará a cargo de Eduarda Dionísio e Sebastià Bennasar. Ler-se-ão, nas duas línguas, alguns dos textos editados na revista, o Coro da Achada cantará poemas de Mário Dionísio, e para terminar faremos un brinde à literatura com cava (espumante) da Catalunha.


Jerónimo Franco






SABIA QUE?...

... a Casa da Achada - Centro Mário Dionísio está com falta de recursos financeiros para continuar a actividade tal como ela tem acontecido até agora:
… nas horas de abertura, é possível:
  • Requisitar e consultar livros na Biblioteca da Achada, que tem secções de Literatura, Arte, Cinema, Teatro, História, Ciência, Literatura Infanto-Juvenil, etc…
  • Visitar a exposição «Artistas amigos de Mário Dionísio - reconstituição das paredes duma casa» até ao dia 21 de Abril. A exposição junta mais de quarenta obras plásticas de vários artistas do século XX: Abel Salazar, Álvaro Cunhal, António Augusto de Oliveira, António Cunhal, Avelino Cunhal, Betâmio de Almeida, Boris Taslitsky, Cândido Costa Pinto, Cândido Portinari, Carlos de Oliveira, Carlos Scliar, Cipriano Dourado, Germano Santo, João Bailote, Joaquim Arco, Jorge de Oliveira, José Huertas Lobo, José Joaquim Ramos, José Júlio, Júlio, Júlio Resende, Lima de Freitas, Manuel Filipe, Manuel Ribeiro de Pavia, Maria Barreira, Raul Perez, Rogério de Freitas e Vieira da Silva.
    Visita guiada por Eduarda Dionísio no domingo, 16 de Dezembro, às 11h.

… o Coro da Achada canta:
  • 7 de Dezembro, 18h
    Lançamento de Capicua IV
    Casa da Achada - Centro Mário Dionísio (Lisboa)
    convite: Catulanyapresenta
    entrada livre
  • 16 de Dezembro, 18h
    IV Fim-de-semana diferente
    Casa da Achada - Centro Mário Dionísio (Lisboa)
    entrada livre".
Oficina
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Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
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Telf. 218877090   218877090  218877090  218877090
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E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"


Transportes
Metro: Rossio, Martim Moniz, Baixa-Chiado
Autocarros: 7, 34, 36, 37, 709, 711, 714, 732, 740, 746, 759, 760, 781, 782
Eléctricos: 12, 15, 28

17 de Novembro, 2012: UNIPOP NA ACHADA

15h: Conversa sobre «O Passado, Modos de Usar», na Casa da Achada
17h: Conversa sobre «Direito de Fuga» e «Quem Canta o Estado-Nação?», na Casa da Achada
19h: Showcase com Ricardo Freitas e Maria do Mar, no Bartô
20h: Jantar, no Bartô
21h30: Conversa sobre o «Futuro», no lançamento da revista 'Imprópria' n.º 2, na Casa da Achada

Com Sérgio Campos Matos, Ângela Cardoso, Mariana Pinto dos Santos, José Neves, Nuno Dias, Manuela Ribeiro Sanches, Nuno Nabais, Bruno Peixe Dias, Ricardo Freitas, Maria do Mar, Golgona Anghel, António Guerreiro, Nuno Ramos de Almeida, José Bragança de Miranda, Tiago Carvalho, José Luís Garcia, Miguel Cardos

Programa:
15h-16h45: Conversa sobre Memória e Historiografia
Em torno do livro «O passado, modos de usar», de Enzo Traverso (Edições Unipop, 2012)
Com Sérgio Campos Matos, Ângela Cardoso, Mariana Pinto dos Santos e moderação de José Neves

Apoiando-se em vários exemplos da história do século XX – fascismos, Shoah, colonialismo, comunismos –, Enzo Traverso analisa as linhas por que se tecem os diferentes segmentos da memória colectiva, a escrita histórica do passado e as políticas da memória. Diante de um século a ferro e fogo, a memória reivindica os seus direitos sobre um passado que detém, como num caleidoscópio, uma multiplicidade de configurações diferentes. Da indústria cultural aos museus, passando pelas comemorações e pelos programas educativos, tudo contribui para que se faça da memória do passado uma espécie de religião civil das sociedades contemporâneas. Muitas vezes, essa religião civil cumpre uma função apologética: conservar a recordação dos totalitarismos de forma a legitimar a ordem liberal, ocupar os territórios palestinos para evitar um novo Holocausto, invadir o Iraque para não repetir Munique (o compromisso das democracias ocidentais com Hitler em 1938)... Em outras circunstâncias, porém, trilham-se outros caminhos da memória, mais discretos, por vezes mais subterrâneos, decididamente críticos, que transmitem a linha vermelha das experiências de emancipação, da utopia, da revolta contra a dominação. A escrita da história é o resultado de um trabalho que emerge dessa trama complexa de recordações pessoais, de memória colectiva, de saberes herdados, de convenções literárias, de constrangimentos institucionais e de questionamentos políticos ancorados no presente. É essa trama subterrânea que o ensaio de Enzo Traverso se propõe explorar. Em causa está um vasto debate intelectual que redefine as fronteiras da história e que coloca em causa os processos da sua escrita. Um debate de que Enzo Traverso reconstitui aqui as grandes linhas, de Maurice Halbwachs a Paul Ricœur, de Walter Benjamin a Yosef H. Yerushalmi, de Carlo Ginzburg a Dominick LaCapra.

16h45 - Apresentação do novo website da Unipop
 
17h-18h45: Conversa sobre Globalização, Migrações e Estado-nação
Em torno dos livros «Direito de fuga», de Sandro Mezzadra (Edições Unipop, 2012), e «Quem canta o Estado-nação?», de Judith Butler e Gayatri Spivak (Edições Unipop, 2012)
Com Nuno Dias, Manuela Ribeiro Sanches, Nuno Nabais e moderação de Bruno Peixe Dias

Direito de Fuga. Sinal de cobardia, de traição ou simplesmente de medo, a fuga é uma categoria que não conta com muitos adeptos. Neste livro, porém, a fuga é positivamente reinventada. Sob a figura do direito de fuga, Sandro Mezzadra traz ao leitor notícias do desejo de evasão e da vontade de libertação que os movimentos migratórios – ainda que sempre disciplinados, reprimidos e refreados – jamais deixam de exprimir. Discutindo os primeiros escritos de Max Weber, e dialogando com os Estudos do Subalterno, com Negri e Hardt ou ainda com Zizek, Mezzadra recusa entender os movimentos migratórios simplesmente através das suas causas «objectivas», estruturais e económicas. Ao invés, procura discutir as dimensões de subjectividade, de desejo e de vontade neles investidas. A condição migrante constitui assim o lugar de uma tensão. De um lado, a violência da repressão infligida sobre os migrantes nas fronteiras dos Estados nacionais, que no quadro liberal da globalização tanto promovem a circulação das mercadorias como se dedicam ao controlo da liberdade de movimento humano; de outro lado, temos a subjectividade migrante, que nos convida a pensar os movimentos migratórios como movimentos sociais, que, como as revoltas escravas ou os movimentos anticoloniais, têm o poder de transformar o mundo globalizado em que vivemos.


Quem canta o Estado-nação? resulta de um singular encontro entre duas das mais influentes teóricas da última década, que entre si debatem o passado, o presente e o futuro do Estado num tempo de globalização. Reflectindo sobre a pluralidade cultural no interior dos Estados e a maior porosidade das suas fronteiras, Butler e Spivak interpelam o vínculo natural entre Estado e nação, num debate que atravessa temas como a situação da Palestina, as teorias do Estado de filósofos do Iluminismo, os contributos de pensadores como Hannah Arendt ou Giorgio Agamben, o exercício do poder no mundo actual, o direito a ter direitos ou ainda os significados de cantar o hino nacional norte-americano em espanhol.


19h: Showcase no Bartô, com Ricardo Freitas + Maria do Mar

Duo de improvisação livre.

20h: Jantar no Bartô
Feijoada. 3 euros (não inclui bebidas nem café).
Inscrições para cursopcc@gmail.com, com indicação do nome (o número de inscrições é limitado à lotação do espaço)

21h30: Debate sobre «Futuro», pela ocasião do lançamento do n.º 2 da revista 'Imprópria' (Unipop + Tinta-da-China)
Com Golgona Anghel, António Guerreiro, Nuno Ramos de Almeida, José Bragança de Miranda, Tiago Carvalho, José Luís Garcia e moderação de Miguel Cardoso
O debate centra-se no dossiê «Futuro», que abre com o artigo «Mais tarde é agora», de Bernard Aspe. A iminência da catástrofe, argumenta Aspe, arrasta a possibilidade paradoxal de uma nova vivência do presente; uma vivência em que a exiguidade de um «mais tarde» se confunde com a urgência do «agora», sendo que só assim, quando o futuro se torna inadiável, se cumpriria finalmente o presente, nas suas imprevisibilidade e potência transformadora. Segue-se o artigo «No future. Um grande caos debaixo dos céus», em que Fernando Ramalho aborda a crise actual a partir da falência da ideia de futuro e dos vários usos que dela foram feitos ao longo do século XX, ilustrados por um percurso descontínuo através da música popular, do rock 'n' roll dos anos 1950 ao punk do final da década de 1970. O dossiê fecha com a tradução de um excerto do livro La fabrique de l'homme endetté – Essai sur la condition néolibérale (2011), de Maurizio Lazzarato, em que o filósofo italiano, partindo da contribuição de Nietzsche na sua Genealogia da Moral, traça uma genealogia do conceito de dívida para discutir a sua centralidade na Modernidade capitalista e a forma como se apropria «não apenas do emprego do tempo presente dos assalariados e da população em geral», mas também do «futuro de cada um e da sociedade no seu todo».
O n.º 2 da 'Imprópria' inclui ainda um dossiê sobre «Infância», a continuação do debate sobre as «Esquerdas», iniciado no n.º 1, e outros textos.

Colaboram neste número Bernard Aspe, Fernando Ramalho, Maurizio Lazzarato, Paolo Virno, Manuel Jacinto Sarmento, Ana Levy Aires, Mariana Avelãs, René Schérer, José Gil, Vanessa Brito, João Rodrigues, Gui Castro Felga, Bruno Lamas, Miguel Cardoso, Diogo Duarte, Gonçalo Marcelo, Ricardo Noronha e Mariana Christ Lemos".


Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
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1100-004 - Lisboa
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1 de Outubro a 17 de Dezembro, 2012: Ciclo de Cinema - CINEMA E LITERATURA

"O cinema é (ou já foi) mais popular do que a literatura. O facto é que muito cinema se foi fazendo com literatura, a par­tir dela. São muitos e muitos os livros (sobretudo romances de todos tempos, daqueles tempos em que houve - ou há - romances) transformados em cinema. Uns terão sido desfeitos pelo cinema, outros refeitos. Há quem ache que o cinema pode levar à literatura (e pôr mais gente a ler) e quem ache que é o cinema que a mata.
Este ciclo é uma selecção de filmes feitos a partir de obras literárias, umas mais famosas do que outras, e de várias épocas. Os filmes estão ordenados por ordem cronológica dos livros donde partiram e não da realização dos filmes. Dos mais recentes para os mais antigos. Tentamos assim fazer pensar sobre estas duas linguagens e a sua relação. Recordamos que Mário Dionísio, homem da literatura, se in­teressou muito pelo cinema. Escreveu sobre filmes. Daí ter­mos feito um ciclo que se chamou «Filmes de que Mário Dionísio falou». Entendeu que a linguagem da Literatura é uma e a do Cinema é outra. E é isso que enriquece o mundo e nos enriquece. Só assim se pode continuar a ler romances e a ver filmes com gosto. Mesmo quando o «assunto» é o mesmo".



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29 de Setembro, 2012: Aniversário - CASA DA ACHADA

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Setembro, 2012: Programação - CASA DA ACHADA



Veja agora melhor o mais distante Exposição: Veja agora melhor o mais distante
Textos de Regina Guimarães
a partir de pinturas de Mário Dionísio

de 1 de Junho a 24 de Setembro
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Ciclo Paleta e o Mundo 3º Aniversário Casa da Achada

Sábado 29 de Setembro
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Ciclo Cinema: Quem canta seus males espanta Ciclo Cinema: Quem canta seus males espanta

Todas as segundas-feiras às 21h30
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Ciclo Paleta e o Mundo Ciclo A Paleta e o Mundo III

Todas as segundas-feiras às 18h30
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Oficinas Oficinas para pequenos e grandes

Oficina de Castelhano
Domingos 2, 9, 16, 23 e 30 de Setembro, das 15h30 às 17h30
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Livros das nossas vidas Livros das nossas vidas

Eduarda Dionísio fala de As Borrachas
de Alain Robbe_Grillet
Quinta 6 de Setembro às 18h

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Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais

Mário Dionísio Escritor com Maria Alzira Seixo
Sábado 15 de Setembro às 16h
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Histórias da História Histórias da História

A Independência da Guiné com Jorge Golias
Quinta-feira 20 de Setembro às 18h

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