Mostrar mensagens com a etiqueta Ciclo de Conferências. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ciclo de Conferências. Mostrar todas as mensagens

2018: Programação - ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA

Academia das Ciências de Lisboa
R. Academia das Ciências, 19, Lisboa

Sessões Académicas | Fevereiro 2018
Dia 8 | Sessão da Classe de Letras | 15:00 às 17:00
1. Comunicação do académico estrangeiro senhor Celso Nunes da Conceição, intitulada "«O Estrangeiro» de Camus e o seu absurdo".

Dia 15 | Sessão da Classe de Ciências | 15:00 às 17:00
1. Comunicação do académico senhor José Pereira Osório, intitulada "O primeiro computador digital automático em universidades portuguesas (1968): a realização pioneira do professor Doutor Rogério Silva de Sousa Nunes. 
2. Comunicação do académico senhor José Francisco Rodrigues, intitulada "O Ensaio premiado de António Monteiro e a sua importância ignorada". 

Dia 22 | Sessão da Classe de Letras | 15:00 às 17:00
1. Comunicação do académico senhor Mário Vieira de Carvalho, intitulada "Lopes-Graça, a modernidade musical e os (des)encontros entre Arte e Política".



Ciclo de Conferências: Jardins de Portugal na História e na Sociedade: Jardins Iconográficos, Artísticos e Científicos

PROGRAMA:

6, 13 e 20 de Dezembro, 2012: Ciclo de Conferências - FERRAMENTAS PARA A CIDADANIA

"Ferramentas para a Cidadania, Ciclo de Conferências
Trata-se de um ciclo de conferências que, à semelhança dos cursos livres universitários, pretende fornecer um conjunto diversificado de conhecimentos básicos mas, ao mesmo tempo, essenciais para a formação de qualquer cidadão.

Como o próprio nome do ciclo indica, pretende-se fornecer conhecimentos que possibilitem a qualquer cidadão uma intervenção mais informada na sua sociedade.

às 5ªs Feiras entre as 18H30 e as 20H00 



6 de Dezembro «A Ideologia Política, Social e Económica e Financeira do Estado Novo
De 1928 a 1945», por João E. Coutinho Duarte

13 de Dezembro 
«A Politica Educativa da República ao Estado Novo: o exemplo da Filosofia», por Manuel Dias Duarte

20 de Dezembro
«O Natal nos Tempos da Ditadura», por Carlos Consiglieri".

Biblioteca-Museu República e Resistência
Espaço Grandella
Estrada de Benfica, 419
1500-078 Lisboa
(Freguesia de São Domingos de Benfica)
Contactos:
Tel.: 21 771 23 10 / 29
E-mail: bib.republica@cm-lisboa.pt

Transportes
Metro: Alto dos Moinhos
Autocarro: 16, 46, 58, 63, 68 e 54

6, 13, 26, 27 de Novembro, 2012: Ciclo de Conferências - HISTÓRIA E TEORIA DA CRÍTICA

Swan Lake, 4 Acts de Raimund Hoghe © Rosa-Frank.com · Espetáculo apresentado na Culturgest em fevereiro de 2008

"Por motivo de saúde do conferencista Augusto M. Seabra, a sessão
de hoje do ciclo "História e Teoria da Crítica" foi adiada para a próxima
2ª feira, dia 26 de novembro.
O ciclo terminará, como previsto, na 3ª feira, dia 27".

A crítica está em crise? “Crítica” e “crise”, tal como “critério”, têm no entanto uma mesma origem no termo grego “kritês”, isto é, aquele que emite um juízo. Mas fazer um juízo, ou operar a “crítica da faculdade de juízo”, não é apenas emitir uma opinião, mas fundamentá-la na apreciação da arte e das obras, e na sua explanação pública.
A prática crítica foi constitutiva da consolidação do espaço público no século XVIII. A imprensa implantou-se não apenas enquanto veículo noticioso de eventos mas também como modo de dar a conhecer as novidades artísticas e os gostos. O que distingue a crítica não é apenas uma subjetividade de gosto mas sim a explanação de critérios estéticos, tendo em conta a historicidade das obras, os paradigmas interpretativos e as noções de contemporaneidade.
A crítica é um processo de legitimação, tendente também à teorização de obras, autores, tendências e conceitos, que se constitui igualmente num exercício de seleção e poder. E nesse sentido não é menos necessária uma “crítica da crítica”.
A massificação das indústrias culturais e, ainda mais, a expansão de novos suportes, designadamente informáticos, coloca em questão a capacidade de mediação reflexiva, no sentido de uma mera intermediação na lógica e na rapidez dos consumos culturais. Com a permanência de (alguns) críticos como formuladores de cânones, grelhas interpretativas e opções institucionais, ocorre também uma desqualificação do espaço próprio das apreciações críticas, colocando mesmo a interrogação sobre se a crítica ainda existe.
Augusto M. Seabra exerce crítica, nomeadamente de música e cinema, desde 1977, dedicando-se também em particular à sociologia da arte. Foi um dos fundadores do Público, jornal em que é colunista. Foi membro de júris nalguns dos mais destacados festivais internacionais de cinema. É também programador. Foi professor convidado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
6 de novembro
Critérios estéticos, subjetividade e juízos de gosto
13 de novembro
A invenção da modernidade e as mutações dos conceitos de arte
26 de novembro
Crítica, arte(s) e artistas
27 de novembro
A crítica ainda existe?
por Augusto M. Seabra
Sala 2

18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01, 36, 56, 721, 744, 74, 783

19 de Julho, 2012: Conferência - MANUEL GRAÇA DIAS

às 19h.
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva
Praça das Amoreiras, n.º 56

Entrada livre, condicionada pelos lugares disponíveis no Auditório.

Transportes

Metro: Rato
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 83
Eléctricos: 25 e 28

10, 17, 24 e 30 de Maio, 2012: Conferências - CULTURGEST, VIRIATO SOROMENHO-MARQUES

Alterações climáticas: a crise que não sabemos pensar 
por Viriato Soromenho-Marques
QUI 10, QUI 17, QUI 24,
QUA 30 DE MAIO
Pequeno Auditório · 18h30
Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
Dia 10 de maio assista à transmissão da conferência em direto no site.
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
Mais opiniões sobre Culturgest .
As alterações climáticas surgiram no grande espaço público há apenas algumas escassas décadas, e de forma irregular e descontínua, não escapando à estrutura cíclica da atenção conferida aos grandes tópicos da crise global do ambiente, de que podem ser consideradas o expoente mais elevado.
Sendo um tema que ganhou a sua existência no interior das ciências da natureza, as alterações climáticas estão longe de ser um mero tema académico. As ameaças que as alterações climáticas acarretam para o futuro da existência de uma civilização humana, complexa e pujante, neste planeta são de tal modo graves que será absolutamente adequado considerar que elas se tornaram numa preocupação transversal ao espectro dos saberes, entrando também nos canais do imaginário cultural e na iconografia dos medos e pânicos escatológicos das sociedades contemporâneas.
Em cada uma das conferências deste ciclo tentaremos abordar, sem perder de vista a unidade do conjunto, mais desenvolvidamente as quatro facetas que nos parecem mais relevantes em torno dos temas da mudança climática: a sua dimensão científica, génese de consensos, mas também de disputas; a sua projeção política e económica; o seu impacto nas nossas categorias éticas e modos de agir moral; os seus reflexos na porosa meditação de uma finitude histórica, que se alarga do indivíduo singular e frágil ao próprio género humano no seu conjunto.
 
Viriato Soromenho-Marques é professor catedrático de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. Foi Presidente nacional da Quercus ANCN. Exerceu as funções de Vice-Presidente da Rede Europeia de Conselhos do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável. É membro do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Foi coordenador científico do Programa Gulbenkian Ambiente e membro do High Level on Energy and Climate Change do Presidente da Comissão Europeia. Autor de mais de três centenas obras (entre as quais vinte livros) sobre temas filosóficos, ambientais e estratégicos. Proferiu e/ou coordenou mais de mil conferências, seminários, e cursos em vinte e três países.
 
Qui 10 de maio
A construção científica das alterações climáticas
 
Qui 17 de maio
As alterações climáticas como problema político
 
Qui 24 de maio
Alterações climáticas, ética e condição humana
 
Qua 30 de maio
As alterações climáticas e o enigma do nosso futuro comum
Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01, 36, 56, 721, 744, 745, 74, 783

Até 13 de Dezembro, 2012: Ciclo de Conferências - O FUTURO DA ALIMENTAÇÃO - AMBIENTE, SAÚDE E ECONOMIA

"Sexta, 9 mar 2012
17:30
Aud. 3



Transmissão online em direto
http://www.livestream.com/fcglive


ENQUADRAMENTO GLOBAL DA PRODUÇÃO E CONSUMO DE ALIMENTOS
Abertura
Presidente: José Lima Santos
Oradores: Charles Godfray: “The Future of Global Food and Farming” / Arlindo Cunha: “A PAC e a globalização“
Comentário: José Lima Santos

- - - - - - -
Quarta, 11 abr 2012
16:00
SEMINÁRIO ALIMENTAÇÃO EM TEMPO DE CRISEDirigido aos diretores clínicos e executivos dos Centros de Saúde.

18:00
ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
Presidente: Henrique de Barros
Oradores: Tim Lang: “Modelos alternativos de alimentação”
Comentário: Pedro Graça

- - - - - - -
Quinta, 17 mai 2012
18:00
ALIMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

- - - - - - -
Segunda, 14 jun 2012
16:00
SEMINÁRIO CASOS DE SUCESSO NA ÁREA ALIMENTAR
18:00
ALIMENTAÇÃO  E ECONOMIA
- - - - - - -
Terça, 16 de Outubro 2012
18:00
ALIMENTAÇÃO, AMBIENTE E PESCAS

- - - - - - -
Sexta, 2 Novembro 2012
18:00
ALIMENTAÇÃO, AGRICULTURA E AMBIENTE

- - - - - - -
Quinta, 13 Dezembro 2012
16:00
SEMINÁRIO APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DE UM ESTUDO SOBRE DESPERDÍCIO ALIMENTAR EM PORTUGAL
18:00
ALIMENTAÇÃO, CULTURA E ÉTICA



____________________

Sobre o Ciclo de Conferências "O Futuro da Alimentação":

 A crise económica mundial apela a uma reflexão profunda e emergente sobre a mudança de paradigma na definição de prioridades e nos comportamentos. A sociedade civil pode assumir um papel fundamental na procura de soluções possíveis, tanto ao nível mais local como global. A Fundação Calouste Gulbenkian tem vindo a investir na antecipação dos problemas que mais profundamente marcarão a nossa sociedade, na promoção do debate informado sobre estes desafios, na experimentação a nível local de novas soluções para aqueles problemas, na mediação do diálogo entre organizações sociais e os vários sectores da sociedade, no reforço da capacidade de atuação das organizações, na mobilização de parcerias e na disseminação de boas-práticas. 

Nesta linha, o Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano (PGDH) e o Programa Gulbenkian de Ajuda ao Desenvolvimento (PGAD) organizaram este ciclo de conferências sobre o futuro da alimentação e as suas implicações no ambiente, na saúde e na economia, comissariado por José Lima Santos com a colaboração de Isabel do Carmo e Pedro Graça. Convidámos especialistas nas diversas áreas-problema a partilhar connosco os seus conhecimentos e visão, no âmbito de um debate alargado e integrador que promova o diálogo interdisciplinar e a emergência de novas visões. Em cada uma das sessões serão analisadas opções e escolhas possíveis e produzidas recomendações para os diversos intervenientes: ciência e tecnologia, economia e mercados, políticas públicas, consumidores, agricultores e indústria.

Os textos das sessões serão editados em livro.

Luísa Valle, Diretora do Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano
Maria Hermínia Cabral, Diretora do Programa Gulbenkian de Ajuda ao Desenvolvimento

INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. Berna, N.º 45 A
1067-001 Lisboa Portugal
+351217823156
hsilva@gulbenkian.pt
 
Local: Aud. 3"
Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa


Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718

Fonte e imagem:

8, 15, 22 e 29 de Fevreiro, 2012: Ciclo de Conferencias - Petróleo, Gás, a Energia em mudança: da Geopolítica às Tecnologias e Mercados

QUARTAS-FEIRAS
8, 15, 22, 29 DE FEVEREIRO
Grande Auditório
18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes de cada sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.

M12
Este ciclo de conferências terá transmissão direta aqui .
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Tripadvisor
Mais opiniões sobre Culturgest .
Apoio à transmissão vídeo em direto
fccn
por António Costa Silva
Este ciclo de conferências abordará o panorama atual do mercado energético, analisará a evolução do preço do petróleo e os fatores que explicam as suas variações cíclicas e abordará a interação que existe entre o consumo de energia, o desenvolvimento económico e o crescimento demográfico. Serão também discutidas as tendências que estão a emergir na geopolítica da energia e as mudanças correlativas nos mercados financeiros internacionais com a enorme transferência de riqueza dos países consumidores para os países produtores proporcionada pelos preços altos do petróleo. O ciclo abordará também os fatores de mudança do paradigma energético atual, abordará questões da história da energia e extrairá ilações que são candentes para compreender as mudanças atuais. Cenários para a evolução futura da matriz energética com o papel das tecnologias emergentes para o sistema de transportes e para a geração elétrica e térmica, serão discutidos. O papel das energias renováveis, da energia nuclear, dos biocombustíveis e outras soluções será discutido bem como o impacto para a economia e para a vida das pessoas. A interação da energia com o ambiente será abordada na perspetiva integrada que favorece uma nova conceção para o futuro baseada num modelo energético que assegure a estabilidade do abastecimento, a sustentabilidade ambiental e a competitividade económica. Finalmente as questões da Segurança energética na Europa e em Portugal serão abordadas bem como as características específicas da situação energética portuguesa com a discussão sobre o que é preciso fazer.
António Costa Silva é Professor no Instituto Superior Técnico, Doutor pelo Imperial College em Londres e Presidente da Comissão Executiva do Grupo Partex Oil and Gas, que está envolvido em projetos de exploração e produção de petróleo e gás em Abu Dhabi, Oman, Cazaquistão, Brasil, Argélia, Angola e Portugal. Trabalhou no Instituto Francês do Petróleo, foi responsável e coordenador das equipas técnicas que executaram projetos nalguns dos maiores campos de petróleo e gás do mundo, entre muitos outros cargos e missões da mais alta importância no domínio da energia.
8 de fevereiro
Mudanças estruturais e estratégicas em curso no mercado da energia
15 de fevereiro
A matriz energética atual, o contexto histórico, vulnerabilidades e soluções
22 de fevereiro
Cenários para a evolução futura e papel das diferentes tecnologias
29 de fevereiro
A Segurança energética de Portugal e da Europa:
um novo conceito para o século XXI

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte e imagem:
http://www.29.dtikm.com/viewemail.php?id=dfe1dbb31a2b092d739eedadec99b95e&c=8658&m_id=1153747&uid=2fbc0560e3

26 de Janeiro, 2012: Conferência - NOVAS NARRATIVAS SOBRE MULHERES

Ciclo de Conferências dedicado a Novas Cartas Portuguesas, numa evocação dos 40 anos da sua escrita e publicação, promovido pelo CesNova / Faces de Eva - Estudos sobre a Mulher.

A primeira conferência, intitulada “Novas Narrativas sobre Mulheres”,  tem como oradoras as professoras Teresa de Sousa Almeida e Ana Paiva Morais, FCSH/UNL,  e tem lugar na próxima quinta-feira, dia 26 de Janeiro, pelas 18:00, na FCSH/UNL no Edifício ID 4º piso, Av. de Berna, 26 C, Lisboa

Ciclo de conferências  Novas Cartas Portuguesas 
Olhar o mundo através da (nossa) escrita 1972 - 2012

Primeira Conferência       26 Janeiro  18:00
Novas narrativas sobre mulheres  

Oradoras: Teresa Sousa de Almeida    FCSH/UNL
                  Ana Paiva Morais               FCSH/UNL

Local: FCSH/UNL, Edifício FCSH-ID 4º piso, sala multiusos 2, Av. de Berna, 26 C, Lisboa

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718

10 e 17 de Outubro e 7 de Novembro, 2011: Ciclo de Conferências - NÃO GOSTO, POR JORGE SILVA MELO

"Je suis snob
Boris Vian 

Já lá vão mais de 50 anos a ver e, mais tarde, a fazer teatro. Desde Mar de Miguel Torga, pelo TEP (em 1960? 61?), encenação de António Pedro, com a minha depois amiga Dalila Rocha, no Teatro Variedades, até ao Não se brinca com o amor de Alfred de Musset (esse que se perguntou “Com que sonham as raparigas?”), que estreamos em Viseu, em Setembro de 2011. E já vi passar tanta coisa, críticos que surgiram, aterrorizaram as hostes durante nove meses e desapareceram ou se tornaram directores de televisões (sim, sim), amigos que foram ministros, ministros que se tornaram inimigos, programadores que não sei quem os inventou, directores de teatro, directores-gerais que encontro, frustrados, impotentes, reformados, tanta gente que andou pelas estreias (“hoje está cá fulano”, até se diz nos camarins, como se isso fosse determinante) e se foi indo embora. E que deixaram? Apetece-me lembrar-me dos seus percursos (alguns), das suas promessas, das suas derrotas, das suas ilusões, dos seus fracassos. E dizer que não gosto, não gosto mesmo nada, não gostei nem gosto. Não gosto dos críticos que temos (e dos que tivemos?), não gosto dos programadores-autores (que temos e teremos?), dos ministros, directores-gerais sempre nomeados que nem Sísifos e a refazer leis que nem Penélope eliminando pretendentes, não gosto. Não digo das pessoas, até há de quem gosto e gostarei: é das funções, do tempo que perdem, do tempo que fazem perder, do mundo que tapam. Por isso vou dizer tudo e espero que olhos nos olhos. E, porque gosto de happy-ends, dizer que gosto, gosto de actores, actrizes, técnicos.
Jorge Silva Melo
 
10 de Outubro
Não gosto de programadores, não sei o que fazem
 
17 de Outubro
Não gosto de ministros, secretários, chefes de gabinete, vereadores, assessores, directores-gerais e em geral
 
7 de Novembro
Gosto de actores, ai de mim"

Pequeno Auditório
18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
Informações 
21 790 51 55         21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01, 36, 56, 721, 744, 745, 83

6 de Maio, 7 de Julho, 2 de Setembro, 7 de Outubro, 21 de Outubro e 7 de Dezembro, 2011: Ciclo de Conferências: AMBIENTE. PORQUÊ LER OS CLÁSSICOS?

Ambiente. Porquê ler os clássicos?

Conferências, actividades a partir da selecção de 6 livros emblemáticos do movimento ambiental


logotipo Ambiente.Porquê ler os clássicos?

Há uma série de livros que são emblemáticos do movimento ambiental. São textos fundamentais e fundacionais da área do ambiente e da filosofia do ambiente que em muito contribuíram para a construção do imaginário e das narrativas pessoais, sociais e políticas sobre o ambiente.

O Programa Gulbenkian Ambiente seleccionou seis destes livros, por considerar que representam um amplo espectro de ideias e conceitos que têm perdurado e se têm mantido actuais desde que foram escritos. Podemos, talvez, ter a veleidade de já os considerar como clássicos, clássicos do ambiente.


CONFERÊNCIAS

Walden ou a vida nos bosquesde Henry David Thoreau, 1845
Sexta, 6 Mai 2011 às 18:00, Aud. 3
Orador: Viriato Soromenho-Marques (Portugal)
Comentador: Isabel Capeloa Gil (Portugal)
- - - - -
ACTIVIDADE PARALELA
OFICINA PARA CRIANÇAS DOS 6 AOS 12 ANOS
Walden - Uma cabana nos Jardins Gulbenkian
6 de Maio, às 18h00
Sessão especial dedicada aos filhos dos participantes na Conferência, no mesmo horário.
Requer levantamento de bilhete 1 hr antes do início da actividade.
 . . . . . . . . . . . . .
A Sand County Almanac (Pensar como uma Montanha)Aldo Leopold, 1949
Quinta, 7 Jul 2011 às 18:00, Aud. 3
Orador: J.B. Callicott (E.U.A.)
Comentador: Maria José Varandas (Portugal)
 
. . . . . . . . . . . . .  
Small is Beautiful: Economics as if People Mattered
E.F. Schumacher, 1973
Sexta, 2 Set 2011 às 18:00, Aud. 3
Orador: Satish Kumar (Índia)
Comentador: Olivia Bina (Portugal)
. . . . . . . . . . . . .
 
Silent Spring (Primavera Silenciosa)Rachel Carson, 1962 
Sexta, 7 Out 2011 às 18:00, Aud. 3
Orador: Linda Lear (E.U.A.)
Comentador: José Lima Santos (Portugal)
 
. . . . . . . . . . . . .   
Our Common Future (Brundtland Report)Organização das Nações Unidas, 1987
Segunda, 21 Out 2011 às 18:00, Aud. 2
Orador: Marina Silva (Brasil)
Comentador: Francisco Ferreira (Portugal)
. . . . . . . . . . . . .
The Limits of GrowthDonella and Dennis Meadows, Jorgen Randers, and William W Behrens III, 1972 
Quarta, 7 Dez 2011 às 18:00, Aud. 3
Orador: Timothy O'Riordan (R.U.)
Comentador: Paula Antunes (Portugal)
 
 . . . . . . . . . . . . .  

PROJECTO em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos de América

Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718
Comboio: Entrecampos

Fonte e imagem:
http://www.gulbenkian.pt/section21artId3018langId1.html

5, 12, 19 e 26 de Janeiro, 2011: Ciclo de Conferências - DA LEI DA MORTE LIBERTANDO...

destaque
Figuras do Mundo da Morte, num túmulo do séc. II d.C., actualmente no Museu de Damasco © Paulo Mendes Pinto
CONFERÊNCIAS
QUARTAS-FEIRAS
5, 12, 19, 26 DE JANEIRO
Pequeno Auditório
18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Possivelmente, há já alguns milhares de anos que somos o que hoje temos à nossa frente. Fisicamente, esta forma com que nos gostamos de designar enquanto duplamente sábios, sapiens sapiens, terá uns 200.000 anos. Há uns 40.000 anos que enterramos os mortos com flores. Nos últimos 5.000 anos fomo-nos “da lei da morte libertando”, desenvolvendo um conjunto de mitologias e de raciocínios que nos levou à imortalidade e a todo um grupo de crenças que hoje nos estruturam o pensamento.
Com a passagem ao Neolítico, ganhámos a nostalgia dos tempos anteriores que apelidámos de paradisíacos. O trabalho do cereal possibilitou um crescimento populacional, mas implicou uma “domesticação” que não foi apenas dos animais à nossa volta, também foi de nós próprios.
A partir desse momento, sempre buscámos o inalcançável. Seja nas mitologias da Suméria onde a Condição Humana nos surge quase ao nível do desumano, seja na Babilónia onde se começa a esquiçar uma ecologia em que tudo está interligado e dependente de uma imensamente marcante Criação.
Os mitos multiplicaram-se. As narrativas complexificam-se e os cleros consolidam-se. Inanna, Marduk, Baal, Melkart, Adonai e Javé são alguns dos momentos marcantes na construção das ideias centrais no mundo das religiões do Mediterrâneo. Mais que cultos, nestas realidades temos a construção dos próprios conceitos de divino, de deus, de salvação.
Neste percurso, que nos levará da Pré-História aos séculos em que emerge a nossa Era, os grandes deuses são depurações de ideias que resultam de milhares de anos a contemplar as estrelas à noite. Ao chegar próximo do nascimento dos monoteísmos, um deus já é um legado cultural muito além do que nos permite a leitura imediata das suas narrativas.
Nesse momento, uma divindade já não é ela mesma, é afinação de necessidades, de receios e de medos, mas também de desejos e de sonhos.
Paulo Mendes Pinto

Paulo Mendes Pinto é Director da Licenciatura e do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona. Trabalha em torno da mitologia do Mediterrâneo Antigo, especialmente Suméria, Babilónia e Canaã. Actualmente, dirige o projecto Inquérito à Cultura Religiosa em Portugal, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.


5 de Janeiro
A nostalgia do paraíso:
o imaginário de um tempo sem trabalho e sem sofrimento

12 de Janeiro
Cleros, hierarquias e reis:
o caminho para a sociedade do Bronze

19 de Janeiro
Nacionalismos, ecologia e salvação:
o nascimento do indivíduo na Idade do Ferro

26 de Janeiro
Baal e El, ou Adonai, Eloim e Adonis:
a junção eficaz das definições do divino

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte e imagem: