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23 a 27 de Setembro, 2013: Lisbon Week - ARTE E ARQUITECTURA. O MELHOR DE LISBOA, POR DELFIM SARDO

Visitas guiadas gratuitas.
Reserve o seu lugar através do telefone 1820.
LisbonWeek: "Já temos o nosso quiosque no Largo Camões! @ Pode neste ponto de informação LisbonWeek obter os seus bilhetes gratuitos para os percursos da Arte e História. O quiosque está aberto das 11h às 20h todos os dias". 

"À semelhança do que aconteceu o ano passado, o Lisbon Week, uma co-produção da Câmara Municipal de Lisboa, volta a contar com o apoio oficial da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que nesta segunda edição repete o papel de mecenas na Rota Arte. O papel de curador foi entregue a Delfim Sardo, ensaísta e professor universitário. 
A grande inovação na Rota Arte prende-se com o facto de ser uma exposição itinerante, "I'll be your mirror". Totalmente desenhada por Delfim Sardo, vai explorar a arquitectura da cidade através de um percurso que irá guiar o público por um conjunto de edifícios simbólicos que irão alojar exposições de vários artistas, como Fernanda Fragateiro, João Onofre ou José Pedro Croft.
Nas palavras do curador, o roteiro proposto pretende descobrir "Lisboa, cidade escondida, cheia de esquinas recônditas e de pátios, de casas que abrem para jardins insuspeitados. O percurso de descoberta da cidade proposto no contexto do Lisbon Week procura revelar alguns desses lugares, nos quais a arquitectura se vai cruzar com a arte contemporânea, numa exposição em dez pólos. As obras vão viver dentro de espaços arquitectónicos de excelência, desde espaços patrimoniais a edifícios contemporâneos, sejam escolas, lojas, casas particulares ou bibliotecas". Haverá um cruzamento com a rota seguida pela História "porque Lisboa é sempre uma cidade de histórias, de pequenas estórias de auto-descoberta. Por isso, 'I'll be your mirror', a exposição e o percurso, é sobre descoberta e auto-descoberta, sobre o olhar do outro no qual nos revemos, guiados pelos lugares da cidade".

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Haverá cinco visitas guiadas por dia (09h30, 11h30, 13h30, 15h30, 17h30), em Português e Inglês, com guias especializados. O ponto de partida para estas visitas, feitas no autocarro Lisbon Week/CGD, é o Parque Eduardo VII junto ao Marquês do Pombal.
Reservas obrigatórias na linha ticketline 1820
Visitas Guiadas grátis

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VISITAS GUIADAS

Percurso 1 - Autocarro
Saída Parque Eduardo VII - Marquês de Pombal
09h30 / 13h30 / 17h30
Duração / 3 horas

Reitoria da Universidade Nova de Lisboa
Teatro Thalia
Caixa Geral Depósitos (sede)
Paço da Rainha
Convento da Encarnação 

Percurso 2 - Autocarro
Saída Parque Eduardo VII - Marquês de Pombal
11h30 / 15h30
Duração / 2h30 horas

Bloco das Águas Livres 
Residência Particular / Rua das Janelas Verdes
Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Castelo de São Jorge
Convento da Encarnação

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LOCAIS A VISITAR

BLOCO DAS ÁGUAS LIVRES
Construído na década de 50 pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira, este edifício simboliza o estilo de vida moderno, inspirado em Le Corbusier. O edifício foi considerado de interesse público, e nele vivem ainda vários artistas e líderes de opinião.
Artista: Fernanda Fragateiro (Montijo, 1962) Artista plástica, faz intervenções nos campos da escultura e arquitectura
Obra: Fernanda Fragateiro irá apresentar uma instalação composta por um conjunto de espelhos que reflectem, de modo peculiar, a arquitectura do edifício

REITORIA DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
O edifício da Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa espelha a tendência de modernidade e vanguarda que sempre impulsionaram a história da NOVA. A singularidade deste projeto assenta, entre outros aspetos, nas janelas assimétricas, viradas para o Aqueduto das Águas Livres e para o Parque de Monsanto, que não permitem a leitura dos vários pisos.
O edifício, da autoria dos arquitetos Manuel Rocha Aires Mateus e Francisco Xavier Rocha Aires Mateus, recebeu em 2002 o Prémio Valmor.

APARTAMENTO PARTICULAR NA RUA DAS JANELAS VERDES
Seguindo o conceito de “Open House”, que se faz um pouco por todo o mundo, o Lisbon Week desvenda Arte numa casa particular na Rua das Janelas Verdes. O apartamento, desenhado pelo arquitecto Carrilho da Graça, receberá duas manifestações do recentemente falecido Michael Biberstein.
Artista: Michael Biberstein (Solothurn, Suiça, 1948- Lisboa, Portugal, 2013) Pintor

PAÇO DA RAINHA
Hoje parte da Academia Militar o Palácio da Bemposta, foi casa de inúmeros membros da família real, como Catarina de Bragança. Depois do terramoto de 1755, o arquitecto Manuel Caetano de Sousa reconstruiu o edifício tal como o conhecemos hoje.
Artistas:
Rui Chafes (Lisboa, 1966) Escultor, trabalha com representações complexas do corpo humano
Jorge Molder (Lisboa, 1947) Fotógrafo
Obras: Rui Chafes vai apresentar um trabalho, de produção recente, que pretende sublinhar a austeridade da entrada do palácio, actualmente Academia Militar. A fragilidade desta sua representação de um corpo estranho e metamórfico vai funcionar como uma introdução para o trabalho de Jorge Molder, que irá mostrar um grupo de 4 fotografias em larga escala. As imagens fazem parte do seu sistema de referência, e serão expostas nas mesas da maravilhosa biblioteca da Academia.

Paço da Rainha - (Capela)

CASTELO DE SÃO JORGE
A primeira fortificação nesta colina data do século 2 aC, no entanto escavações arqueológicas identificaram a presença humana no vale do Tejo no século 6 aC.
Artista: Carrilho da Graça (Portalegre, 1952) Um dos mais conceituados arquitectos portugueses
Obra: Núcleo Arqueológico “Praça Nova do Castelo de São Jorge”
Em pleno Castelo de São Jorge, descobre-se um bairro islâmico, datado dos séculos XI-XII, composto por algum casario e duas construções mais imponentes onde ainda é possível vislumbrar estuques pintados nos compartimentos que serviam de salão e recepção aos convidados. Há ainda vestígios habitacionais da Idade do Ferro, de ocupações fenícias e romanas e ainda ruínas do Palácio dos Condes de Santiago (são visíveis pavimentos de várias remodelações). A intervenção da equipa de arquitectos, liderada por Carrilho da Graça, foi não intrusiva. Um muro de aço define o espaço cenográfico e várias "construções simples e abstractas" ajudam a proteger as ruínas e a criar a ideia da espacialidade interior, como no caso das duas casas islâmicas de aspecto mais nobre.

MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
É um organismo pertencente à Universidade de Lisboa. O seu principal objectivo centra-se na investigação e salvaguarda do conhecimento nas áreas de Zoologia, Antropologia e Paleontologia. É, desde o século XVIII, uma referência do conhecimento cientifico nestas áreas.
Artista: Ricardo Jacinto (Lisboa, 1970) Arquitecto, escultor, músico
Obra: "Mergulho", Peça de som
Artista: Helena Almeida (Lisboa, 1934) Artista plástica, trabalha com fotografia e auto-representação
Obra: "Lavada em Lágrimas"

TEATRO THALIA
Encerrado durante 150 anos, este edifício do século XIX, então teatro privado do Conde de Farrobo, é hoje um local de culto em termos artísticos: além de exposições e encontros de artistas, o Teatro Thalia também alberga reuniões, conferências e outros eventos. Imóvel de interesse público desde 1974, esteve entre os nomeados para o Prémio do Design 2013, do Museu do Design de Londres.
Artista: João Onofre 

CONVENTO DA ENCARNAÇÃO
Mandado construir em testamento pela Infanta D. Maria, filha do rei D. Manuel, para albergar as Comendadeiras da Ordem de Avis. A sua maior riqueza é o altar, todo em prata, obra que esteve a cargo de João Frederico Ludovico.
Artistas:
José Pedro Croft (Porto, 1957) Um dos mais relevantes artistas portugueses, trabalha com escultura e desenho
Didier Fiuza Faustino (Chennevières-sur-Marne, França, 1968) Arquitecto, define-se como um “alquimista visual”. Vive e trabalha entre Paris e Lisboa

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS (sede)
A sede da Caixa Geral de Depósitos, patrocinador oficial do Lisbon Week, irá receber a exposição colectiva “Reflexos de Lisboa”. Esta mostra irá revelar os vencedores de um concurso de fotografia que procurou encontrar diferentes olhares e visões da cidade. 
Artista:
António Ole".

Transportes

Comboio: Rossio

Metro: Marquês de Pombal

Autocarros: 91, 702, 706, 709, 711, 712, 713, 720, 723, 726, 727, 736, 738, 744, 746, 748, 753, 783

23 e 27 de Setembro, 2013: Lisbon Week - A HISTÓRIA E AS ESTÓRIAS DA RUA DAS PORTAS DE SANTO ANTÃO, POR JOSÉ SARMENTO DE MATOS

Visitas guiadas gratuitas.
Reserve o seu lugar através do telefone 1820.
LisbonWeek: "Já temos o nosso quiosque no Largo Camões! @ Pode neste ponto de informação LisbonWeek obter os seus bilhetes gratuitos para os percursos da Arte e História. O quiosque está aberto das 11h às 20h todos os dias".  

"A HISTÓRIA E AS ESTÓRIAS DA RUA DAS PORTAS DE SANTO ANTÃO, POR JOSÉ SARMENTO DE MATOS
Pelo segundo ano consecutivo, o Lisbon Week, uma co-produção da Câmara Municipal de Lisboa, conta com o apoio oficial da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que nesta segunda edição se assume como o grande parceiro das áreas culturais. Além de se associar à Rota Arte, a CGD estende o seu apoio à História, cuja programação volta a estar a cargo do professor José Sarmento de Matos.
Este ano, a viagem pela história de Lisboa será feita pelas estórias da Rua das Portas de Santo Antão, ela própria uma rua secular. Tal como na edição anterior, serão organizadas visitas guiadas que seguirão um roteiro, pensado por Sarmento de Matos. O percurso, de uma riqueza patrimonial única,passará por locais simbólicos como o Palácio da Independência ou a Sociedade de Geografia, e outros normalmente fechados ao público, como o Recolhimento da Encarnação.
De acordo com José Sarmento de Matos “o eixo constituído pela rua das Portas de Santo Antão e Rua de São José, constitui um dos percursos mais ricos de Lisboa, quer do ponto de vista histórico, quer do ponto de vista patrimonial. Trata-se da mais antiga saída do núcleo urbano de Lisboa para Norte, implantada pelo esquema viário traçado no período romano. A partir da construção da Cerca Nova (1383) a via foi dividida pela porta da mesma, chamada de Santo Antão pela existência na proximidade de um eremitério dessa evocação". Sublinha ainda o professor, que "esta antiguidade e importância na articulação da cidade com os seus arrabaldes a norte, fizeram desta via um lugar privilegiado para localização de edifícios notáveis, quer de carácter religioso, quer civil. Esta riqueza histórica e patrimonial levou a centrar no troço principal desta via a rota da História do ano de 2013, seleccionando-se alguns dos principais edifícios para a realização de visitas programadas e orientadas”. 

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Haverá 6 visitas guiadas por dia (09h30, 13h30, 17h30), em Português e Inglês, com guias especializados. O ponto de partida para estas visitas é o Lounge Lisbon Week/CGD, situado no Largo de S. Domingos junto ao Rossio.
Reservas obrigatórias na linha ticketline 1820
Visitas Guiadas grátis
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PERCURSO 1 
Ponto de encontro - Lounge LW - Largo São Domingos
09h30 / 13h30 / 17h30
Duração / 3 horas

Igreja de São Domingos 
Palácio da Independência 
Convento da Encarnação ( Igreja e Convento ) 
Casa do Alentejo 
Igreja São Luís dos Franceses 
Associação Comercial de Lisboa 

PERCURSO 2
Ponto de encontro - Lounge LW - Largo São domingos
09h30 / 13h40 / 17h40
Duração / 3 horas

Sociedade de Geografia 
Cervejaria Solmar
Ateneu Comercial de Lisboa 
Igreja de São José 
Palácio Sousa Leal
Ermida de São José dos Carpinteiros

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LOCAIS A VISITAR

CONVENTO E IGREJA DE SÃO DOMINGOS
O convento de São Domingos foi fundado por D. Sancho II, em 1242, depressa se transformando o adro num dos centros da vida lisboeta. Do edifício primitivo, de arquitectura gótica, só restam alguns túmulos de finais do século XIII. Mais tarde, no século XVIII, a igreja foi refeita por J.F. Ludovice, ganhando uma única nave sustentada por pares de colunas. Após o terramoto de 1755 sofreu obras de reabilitação, em especial na fachada, que ostenta um portal transferido da Patriarcal. Nos anos sessenta sofreu um incêndio que destrui o interior e telhado. 

PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA
Desde finais do século XV que a família Almada tinha residência no adro de São Domingos. Restam no interior a antiga cozinha, com altas chaminés e várias portas do período manuelino. Mais tarde, no início do século XVIII, foi refeita a fachada principal, um dos bons exemplares da arquitectura aristocrática. Em 1640, no tempo de D. Antão de Almada, aqui se reuniram no jardim os conjurados do levantamento do 1º de Dezembro. Por este facto, em 1940, a Colónia Portuguesa no Brasil adquiriu o edifício, passando então a designar-se por Palácio da Independência. 

CASA DO ALENTEJO
O palácio foi construído no século XVIII pela família flamenga Quífel Barberino. Passou por herança à posse da família Pais do Amaral, viscondes de Alverca. No exterior mantém as características do palácio desse período, com andar nobre e entrada para o pátio pela calçada lateral. Restam ainda revestimentos de azulejos. Em 1917 albergou o Majestic Clube (depois Monumental), com redecoração do interior, como o arranjo neo-mourisco do pátio (Arq. Silva Júnior). Nas salas ostenta pinturas de tecto de Benvindo Ceia, azulejos policromos de Jorge Colaço, e diverso mobiliário eclético. Hoje funciona a Casa do Alentejo.    

IGREJA DE SÃO LUÍS DOS FRANCESES
A Confraria de São Luís dos Franceses, reunindo os naturais de França residentes em Lisboa, iniciou a construção deste templo cerca de 1563, depois renovado em 1622 e novamente após o terramoto. O templo é pequeno no interior, dispondo de interessantes altares em mármore. Aqui se guarda uma notável pintura de uma vista seiscentista de Lisboa, peça importante para a história da cidade. Nos anexos, ocupados pela Confraria, encontram-se algumas salas com retratos dos monarcas franceses, até ao século XIX.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE LISBOA
Em 1917 foi este edifício reconstruído para albergar o Palace Clube, com fachada nova e interiores ao gosto eclético em voga, com estuques de Simões de Almeida (sobrinho). Encerrado o Clube, em 1920 passou o edifício a sede da Associação Comercial de Lisboa. A Associação foi fundada em 1834, sob o nome de Associação Mercantil Lisbonense, sendo rebaptizada em 1855. Destaca-se a Sala das Sessões, onde se reúnem retratos de figuras gradas da Associação e da história comercial de Lisboa. Ali se encontra o retrato de D. Luís, de Miguel Lupi, e os de D. Pedro V e D. Maria II. 

SOCIEDADE DE GEOGRAFIA DE LISBOA
A Sociedade de Geografia de Lisboa foi fundada em 1875, por iniciativa de Luciano Cordeiro, sendo a actual sede inaugurada a 8 de Julho de 1897. Destaca-se pelo papel científico e por albergar variadas colecções que compõem o museu, além da magnífica biblioteca, que reúne inúmeras cartas náuticas antigas. A Sala Portugal, de aparatosas dimensões, com duas ordens de galerias, está revestida com as vitrinas do museu histórico, colonial e etnográfico. Aqui se encontram dois dos padrões deixados pelos navegadores do século XV na Costa de África. 

ATENEU COMERCIAL DE LISBOA
A residência dos Condes de Povolide neste local é referenciada desde meados do século XVII. Do palácio original, pouco afectado pelo sismo de 1755, restam algumas salas do andar nobre com tectos pintados. No século XIX foi o edifício adquirido pelo Conde de Burnay, que realizou grandes obras de modificação do conjunto. Aqui se instalou o Ateneu Comercial de Lisboa, fundado em 1880, quando do 4º centenário de Camões. Destinava-se a ministrar instrução pública aos filhos dos associados, sendo o Curso Comercial oficializado em 1933. 

IGREJA DE SÃO JOSÉ
A sede actual da paróquia de São José é um templo recente e inacabado que ocupa parte do terreno do antigo convento da Anunciada. Teve início a construção em 1860 e foi aberta ao culto, apesar de incompleta, em 1883. Destaca-se o traçado arquitectónico centralizado, com cúpula elevada. Aqui foram reutilizados materiais diversos provenientes de outras igrejas desaparecidas, como a do convento dos Lóios. Mais notável é o conjunto de mármores da capela-mor provenientes da demolida igreja do Colégio de Santo-Antão-o-Novo, dos jesuítas, hoje Hospital de São José. 

ERMIDA DE SÃO JOSÉ DOS CARPINTEIROS
A igreja foi fundada pela Confraria de São José dos Carpinteiros em 1545, sendo nela instalada a paroquial de São José em 1567. Após o terramoto foi restaurada sob a direcção de Arq. Caetano Tomás, em 1757, em especial na fachada mais atingida. No interior destacam-se alguns mármores embutidos e o revestimento de azulejos setecentista. No edifício anexo, que não foi afectado pelo sismo, com entrada nobre pela Rua da Fé, encontram-se duas salas sobrepostas da antiga confraria, revestidas de notáveis azulejos setecentistas. 

RECOLHIMENTO DA ENCARNAÇÃO
O Recolhimento da Encarnação, das Comendadeiras da Ordem de São Bento de Avis, foi fundado por testamento da infanta D. Maria, mas só em 1617 se iniciaram as obras para instalação neste local. D. João V mandou refazer o conjunto após o incêndio de 1734. Data deste período a entrada da portaria, as escadarias e a decoração interior da igreja. Nesta, além do revestimento de azulejos, destaca-se o altar-mor, em prata, bem como o duplo cadeiral do coro baixo, em madeiras exóticas, e as capelas anexas. O claustro é sóbrio, com nove arcadas por lado e terraço superior. 

PALÁCIO SOUSA LEAL
O edifício foi construído cerca de 1704 pelo italiano T. Mongiardino (ou Monjardino) dentro dos modelos palacianos da época. Em finais do século XIX foi adquirido pelo rico africanista J. de Sousa Leal, que realizou grandes obras de renovação. Datam dessa intervenção a actual decoração interna, com notáveis estuques, madeiras exóticas trabalhadas em soalhos e portas, e mobiliário ao gosto da época, formando um conjunto de grande unidade estilística. De realçar a intima relação entre algumas salas e os magníficos jardins em socalcos na traseira. Foi depois sede dos CTT, que restaurou o conjunto entre 2000/3". 

Transportes:
Autocarros: 91, 709, 711, 736, 746, 783
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Comboio: Rossio
Eléctricos: 12, 15
Elevadores: Glória, Santa Justa
Metro: Restauradores

26 de Setembro, 2013: Lisbon Week - DIA EUROPEU DAS LÍNGUAS

Casa Particular na Rua das Janelas Verdes
"Dia 26 de Setembro o LisbonWeek em parceria com a EUNIC e com o apoio da Representação da Comissão Europeia em Portugal oferece 9 visitas guiadas especiais sob sob a perspetiva de 9 países, línguas e culturas! @ Visitas guiadas grátis com necessidade de reserva no nr. de telefone ticketline 1820. Saiba mais em http://lisbonweek.com/pt/dia-europeu-das-linguas/"




21 a 28 de Setembro, 2013: Lisbon Week - PERCURSO VERDE


"Este ano, o Lisbon Week vai dar destaque a um dos mais recentes espaços verdes da cidade, o Corredor Verde de Monsanto. Os cidadãos são convidados a percorrer, a pé, um percurso que começa no Jardim Amália, no alto do Parque Eduardo VII, e termina no Parque do Calhau, em Monsanto. Um projecto assinado pelo arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, o Corredor Verde de Monsanto é um dos melhores exemplos de integração da natureza no meio urbano.
Ao longo do caminho, uma série de atividades irão alertar os visitantes para a importância de viver na cidade de uma forma ecológica, seja através da descoberta da ciclovia que percorre todo o Corredor Verde de Monsanto, ou no contacto com as hortas urbanas e quintas ecológicas existentes ao longo deste percurso. O nosso guia/biólogo está ao dispor de todos os participantes no Lisbon Week para partilhar as dicas que podem transformar Lisboa numa capital ainda mais “verde”.

Durante a semana estes percursos são reservados a escolas.
As visitas guiadas saem do Jardim Amália duas vezes por dia (09h30, 14h30).

Reservas obrigatórias na linha ticketline 1820
Passeios grátis
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Fim de Semana

Manhã
10h00 Encontro Jardim da Amália
Ponte Corredor Verde
Ponte Gonçalo Ribeiro Telles
Quinta do Zé Pinto
Ciclovia
Monsanto
Parque do Calhau
13h00 Final do percurso

Tarde
15h00 Encontro Jardim da Amália
Ponte Corredor Verde
Ponte Gonçalo Ribeiro Telles
Quinta do Zé Pinto
Ciclovia
Monsanto
Parque do Calhau
18h00 Final do percurso"

Transportes
Comboio: Sete Rios, Entrecampos
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16, 56, 718, 726, 742, 746