2017: Programação - FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN



Programação:

2 de Abril, 16 às 18h
Concerto Promenade
Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete (para o Museu Gulbenkian)
Coleção do Fundador

Av. de Berna, 45A, Lisboa

O termo «promenade» (do francês se promener, que significa passear) começou a ser utilizado no século XIX, em Londres, para apelidar os concertos realizados nos jardins, durante os quais o público podia passear enquanto apreciava música ao vivo.

Em janeiro de 2016, o Museu Calouste Gulbenkian adotou este conceito, transferindo os usuais concertos de domingo, anteriormente realizados no átrio do Museu e da Biblioteca, para as galerias, permitindo que o público usufrua de música ao vivo durante a sua visita. Assim, encorajamos o visitante a circular livremente durante os concertos, reservando os lugares sentados para as pessoas com mobilidade reduzida.

Programa
Música em Família, Trio Saglimbeni
Beatriz Saglimbeni Manzanilla, violino
Ana Beatriz Manzanilla, violino
Pedro Saglimbeni Muñoz, viola de Arco

Johann Sebastian Bach
Adagio da Sonata Nº 1 em Sol menor para violino solo

Antonín Dvorak
Terzetto em Dó Maior para dois violinos e viola                                                                         I – Introduzione – Allegro ma non troppo
II – Larguetto
III – Scherzo – Vivace
IV – Tema com variazioni – Poco adagio – Molto Allegro

Zoltán Kodály
Serenata para dois violinos e viola, opus 12
I – Allegramente
II – Lento ma non troppo

III – Vivo

Conhecer uma obra — Guia de Audição, por Alexandre Delgado
11 Abril, 18:00
Entrada livre
Wolfgang Amadeus Mozart – Requiem
Edifício Sede – Auditório 3
Av. de Berna, 45A, Lisboa










Dia Internacional dos Museus 2017, 18 de Abril

Celebrar os museus com um dia repleto de conversas curtas e informais

Para 2017, o ICOM (International Council of Museums) definiu o tema “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus” como mote para uma reflexão sobre o papel dos museus nas comunidades e na sociedade em geral. O Museu Calouste Gulbenkian respondeu ao desafio criando um programa de conversas curtas e informais, que decorrem nas galerias ao longo de todo o dia. Estas conversas resultam da escolha e da resposta de cada curador a esta temática, numa posição de abertura, diversidade e multiplicidade de vozes e visões.

Informações úteis

O acesso às conversas é gratuito, com levantamento de bilhete a partir das 14:00 do dia 17 de maio (sujeito à lotação). Neste dia, a entrada no Museu Calouste Gulbenkian – Coleção do Fundador e Coleção Moderna – é gratuita, exceto na exposição temporária dedicada a Almada Negreiros.

As visitas A Coleção Gulbenkian sai do armário dourado? e A Coleção Moderna e a sua relação com o Estado Novo serão realizadas em língua inglesa.


VISITAS GUIADAS
Negociações europeias e compra de obras, 10:15
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção do Fundador

Em 1770, Catarina II da Rússia encomenda a Paris aquele que seria designado como «Serviço Orloff». Executado em prata, este serviço destinava-se a ser usado pela imperatriz, permitindo servir sessenta convidados. Acabaria por ser oferecido ao seu protegido, o príncipe Gregory Orloff. Foi o primeiro serviço que Catarina II encomendou a ourives de Paris, fornecedores das principais cortes europeias. No final dos anos 20, Calouste Gulbenkian adquire algumas das mais importantes obras do serviço, então pertencentes ao Museu do Hermitage em São Petersburgo, numa altura em que os sovietes procuravam obter externamente divisas fortes para financiarem o «I Plano Quinquenal» de Estaline. 
Estas obras em prata servem de pano de fundo a inúmeras histórias: as opções estéticas de uma imperatriz que encontra em Paris os executantes da sua imagem de poder iluminado, a utilização do património cultural como ativo financeiro de uma nação, ou mesmo as consequências da Segunda Guerra Mundial, com a chegada, em 1942, de Calouste Sarkis Gulbenkian a Portugal.
Orientação, Nuno Vassallo e Silva

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


Visível e invisível na obra de Degas10:45
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção do Fundador

A obra Retrato de Henri Michel-Lévy, uma das mais inquietantes e enigmáticas composições de Degas, desenvolve-se num espaço de representação complexo, onde o pintor, através de elementos astuciosamente enclausurados em segmentos distintos da composição, simultaneamente (se) revela e (se) esconde, num jogo interminável de verdade e ilusão.
Orientação, Luísa Sampaio

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete.


Uma história escondida num tapete11:15
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção do Fundador

O tapete tipo «combate de animais» (inv. T100) é um dos mais importantes da Coleção. É um tapete persa do século XVI, produzido em Caxã, um dos mais importantes centros de produção têxtil da época. Este exemplar, inteiramente feito de seda, pertence a um conjunto de tapetes de uma tipologia singular, da qual só existem dezasseis em todo o mundo. O que a maior parte das pessoas desconhece é que esta peça foi restaurada por Hagop Kapoudjian, um tapeceiro arménio que se fixou em Paris na década de 1920 e que trabalhou para Calouste Gulbenkian como restaurador de tapetes. Hagop Kapoudjian vivia em Istambul e, tal como Calouste Gulbenkian, foi forçado a abandonar a Turquia devido ao aumento das perseguições aos arménios.
Orientação, Clara Serra

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete.


Vigiar, esconder e punir – uma “história controversa”12:00
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Coleção Moderna

A partir da série 22474, (2000), de José Luís Neto
No início do século XX, nas penitenciárias portuguesas, o uso obrigatório do capuz impedia a identidade e o reconhecimento dos prisioneiros. José Luís Neto amplia os rostos tapados de cada um (dez casos) a partir do negativo de uma fotografia de Benoliel realizada em 1913, fazendo sentir, mais do que ver, o encarceramento físico e psicológico extremo a que o dispositivo correspondia.
Se ser aprisionado na solidão e no anonimato total causa viva repugnância ao homem contemporâneo, a exposição voluntária da vida privada nas redes sociais coloca-o, aparentemente, no extremo oposto da vivência comunitária: mas esses dois extremos tocam-se na condição “prisional” da vigilância permanente.
Orientação, Leonor Nazaré
Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


Criação do edifício do Centro de Arte Moderna12:30
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Coleção Moderna

Uma história de resistência e contestação
Da necessidade de preencher uma lacuna cultural através da criação de um edifício que albergasse a coleção que a Fundação Calouste Gulbenkian tinha vindo a adquirir desde 1958, até à construção e inauguração do Centro de Arte Moderna em 1983 no Parque Gulbenkian, passaram-se anos de estudo e de polémica em torno do que hoje é o edifício da Coleção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian. A partir desta discussão, caminharemos por debates televisivos e manifestações no Jardim, mas também pela valorização do Centro e sua mais-valia, numa época de crescimento e desenvolvimento de um país de ausências culturais.
Orientação, Patrícia Rosas

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


A História silenciada14:45
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Coleção Moderna

Digressão pela “batalha dos três reis” e pela construção do mito sebastianista através da dupla face de um boneco de papel e do que a narrativa histórica prefere esquecer.
O artista José de Guimarães é conhecido pela profunda influência que a cultura e a arte africanas exercem sobre a sua obra. Na década de 1980, o seu trabalho refletia estas preocupações, através de peças que retomavam temas da História e da História da Arte, como esta obra sobre o rei D. Sebastião, ou o retrato de Hélène Fourment, realizado a partir dos numerosos retratos que Rubens fez da sua mulher (um deles pertencente à Coleção do Fundador). Através da figuração caricatural do rei-fantasma, Guimarães convoca a escultura africana para nos falar sobre os escombros de um passado comum.
Orientação, Ana Vasconcelos

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


Os vidros mamelucos da coleção de arte islâmica, 15:30
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção do Fundador

O Museu Calouste Gulbenkian possui uma notável coleção de vidros mamelucos, produzidos no Egito ou Síria islâmicos no século XIV, incluindo sete lâmpadas de suspensão, duas garrafas e uma notável jarra com representações de pássaros de diversas espécies, incluindo a mitológica Fénix de influência chinesa.
As lâmpadas, com decorações douradas e esmaltadas e com inscrições que remetem para os seus doadores, e na maioria dos casos para a Sura da Luz do Alcorão – Nur –, atestam a sua relevância simbólica no interior das salas de oração, enquanto manifestação da presença divina, e também a importância do patronato por parte de figuras notáveis do mundo islâmico, com pormenores insuspeitados que procuraremos dar a conhecer melhor.
Orientação, Jorge Rodrigues

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


Versailles em papel, 16:00
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Português
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção do Fundador

A escrita de vândalo nas fotografias de Manuela Marques (séries Verre e Reflet) encerra códigos que ultrapassam a noção de tempo. Alguns dos exemplos que a artista registou são reveladores da fantasmagoria de uma escrita personalizada, vestígio da passagem do visitante por um espaço tornado templo da História. Esta espécie de “pré-texto” encontra matéria numa Versalhes de papel, construída em muitos livros, que escondem palavras e ideias, mas que os leitores revelam. São palavras e ideias que sussurram, embalam e seduzem, ou que escarnecem e se propagam, servindo de condimento e de estímulo à desobediência, que conduz à intemperança.
Orientação, João Carvalho Dias, Manuela Marques

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


A Coleção Gulbenkian sai do armário dourado?, 17:00
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Inglês
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção do Fundador

Narrativas queer na Coleção Gulbenkian
Há muitas maneiras diferentes de ler uma coleção de arte. Geralmente, a heterossexualidade, o género masculino e a “brancura” (racial) são presumidos, a menos que seja declarado o contrário, e declarar o contrário é tornar-se “outro”. Existem também diversas maneiras de ler coleções como queer – usar a biografia dos artistas, examinar o assunto da peça ou fazer uma leitura estética são algumas das possibilidades. Geralmente pensamos saber o que é arte queer, mas sabemos mesmo? Centrando-se em peças específicas da Coleção, Michael Langan explorará a possibilidade de descobrir histórias escondidas e marginalizadas e procurará criar “outras” narrativas que desafiam estas premissas, desafiando, também, o espectador.

Orientação, Michael Langan
Visita realizada em língua inglesa.

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


A Coleção Moderna e a sua relação com o Estado Novo17:45
Duração: 30 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 30
Idioma: Inglês
Público em geral, + 16
Ponto de Encontro: Coleção Moderna

Por que razão o Estado Novo está tão pouco representado na Coleção Moderna? O que significa o termo «moderno» e de que maneira a presente disposição cronológica da coleção é um ensaio para minorar o preconceito modernista?
Que tabus ainda existem sobre estas questões e de que maneira a Coleção Moderna espelha este problema?
Orientação, Penelope Curtis
Visita realizada em língua inglesa.

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete.




21 Abril, 11:00
O poder da síntese – simplificar o traço, representar a natureza
Duração: 90 minutos
Mínimo de Participantes: 10
Máximo de Participantes: 18
Idioma: Português
Público em geral, + 16

Ponto de Encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção do Fundador

Ao percorrer o espaço da coleção islâmica, teremos a oportunidade de observar a simplicidade das formas vegetais e o preenchimento do vazio através de padrões lineares. A geometria presente nestas obras procura apresentar uma imagem organizada da natureza com a ideia de perfeição. Como é que resumimos uma flor a uma linha? E como tecer várias linhas para formar um padrão? 
Procuraremos construir o nosso próprio jardim de símbolos, desenhando e multiplicando, tendo como objetivo a criação de uma ideia de infinito presente na arte islâmica. Esta visita para desenhar procurará na linha a base para um registo gráfico de síntese, repleto de intenção e significado. É um exercício acessível para qualquer nível de desenhador.
Orientação , Ricardo Mendes

Entrada gratuita, requer levantamento de bilhete. 


Conhecer uma obra — Guia de Audição, por Alexandre Delgado
21 Abril, 18:00
Entrada livre
Camille Saint-Saëns – Concerto para Violoncelo e Orquestra n.º 1
Edifício Sede – Auditório 3
Av. de Berna, 45A, Lisboa












Solistas da Orquestra Gulbenkian
21 Abril, 21:30
Entrada livre
Edifício Sede – Grande Auditório
Av. de Berna, 45A, Lisboa

Cristina Ánchel Flauta
Alice Caplow-Sparks Oboé
Esther Georgie Clarinete
Vera Dias Fagote
Eric Murphy Trompa
Jordi Rodriguez Violino
Leonor Braga Santos Viola
Jeremy Lake Violoncelo
Maja Plüddemann Contrabaixo

Programa:
Francis Poulenc
Trois mouvements perpétuels
(para 9 instrumentos – arr. 1946)

Bohuslav Martinů
Nonet

Nino Rota
Nonetto


Conhecer uma obra — Guia de Audição, por Paulo Ferreira de Castro
28 Abril, 18:00
Entrada livre
L. Beethoven – Sinfonia n.º 9
Edifício Sede – Auditório 3
Av. de Berna, 45A, Lisboa


Conhecer uma obra — Guia de Audição, por Rui Vieira Nery
5 Maio, 18:00
Entrada livre
R. Strauss – Morte e Transfiguração
Edifício Sede – Auditório 3
Av. de Berna, 45A, Lisboa

Solistas da Orquestra Gulbenkian
5 Maio, 21:30
Entrada livre
Edifício Sede – Grande Auditório
Av. de Berna, 45A, Lisboa
Bin Chao Violino
Jorge Teixeira Violino
Lu Zheng Viola
Leonor Braga Santos Viola
Varoujan Bartikian Violoncelo
Matin Henneken Violoncelo

Programa
Luigi Boccherini
Sexteto para Cordas em Mi bemol maior, op. 23 n.º 1 (G.454)

Johannes Brahms
Sexteto para Cordas n.º 1, em Si bemol maior, op. 18


Conhecer uma obra — Guia de Audição
19 Maio, 18:00
Entrada livre
Wenjing – The Rite of Mountains
Edifício Sede – Auditório 3


Conhecer uma obra — Guia de Audição, por Alexandre Delgado
26 Maio, 18:00
Entrada livre
E. Elgar – The Dream of Gerontius
Edifício Sede – Auditório 3
Av. de Berna, 45A, Lisboa


Solistas da Orquestra Gulbenkian
26 Maio, 21:30
Entrada livre
Edifício Sede – Grande Auditório
Av. de Berna, 45A, Lisboa

Pedro Ribeiro Oboé
Tera Shimizu Violino
Jorge Teixeira Violino
Maria José Laginha Violino
Maria Balbi Violino
Lu Zheng Viola
Martin Henneken Violoncelo
Raquel Reis Violoncelo
Pedro Vares de Azevedo Contrabaixo
Vera Dias Fagote
Marcos Magalhães Cravo

Programa
Antonio Vivaldi
Concerto para quatro Violinos, em Si menor, RV 580

Pedro Antonio Avondano
Sinfonia em Fá maior

Alessandro Marcello
Concerto para oboé em Dó menor

Antonio Vivaldi
Concerto para dois Violoncelos, em Sol menor, RV 531

Georg Friedrich Händel
Concerto Grosso em Sol maior, HWV 314

O Stradivarius português, Pavel Gomziakov
2 de Junho, 21:00
Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço. Bilhetes levantados no próprio dia a partir das 10h00, na bilheteira da FCG.
Edifício Sede – Grande Auditório
Av. de Berna, 45A, Lisboa

Programa
Depois de, em 2015, ter gravado pela primeira vez com a Orquestra Gulbenkian dois concertos para violoncelo e orquestra de J. Haydn, Pavel Gomziakov apresenta-se desta vez em recital, acompanhado pelo pianista Andrey Korobeinikov. Inteiramente dedicado a compositores russos, o programa será interpretado no raro violoncelo Stradivarius, uma das jóias da coroa do valioso espólio do Museu da Música. Construído em 1725 por Antonio Stradivari, este instrumento pertenceu ao rei D. Luís, e foi classificado como Tesouro Nacional em 2006.

Pavel Gomziakov Violoncelo
Andrey Korobeinikov Piano

Programa
Sergei Taneyev
Canzone para Violoncelo e Piano

Nikolai Myaskovsky
Sonata para Violoncelo e Piano n.º 2, em Lá menor, op. 81

Sergei Rachmaninov
Sonata para Violoncelo e Piano, em Sol menor, op. 19


Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt

Transportes
Autocarros: 713, 716, 726, 742, 746, 756
Comboio: Entrecampos
Metro: São Sebastião

Fonte e imagens: https://gulbenkian.pt/

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