Mostrar mensagens com a etiqueta Kunsthalle Lissabon. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Kunsthalle Lissabon. Mostrar todas as mensagens

8 de Novembro, 2013 a 2 de Fevereiro, 2014: Exposição - MEMORIAL FOR INTERSECTIONS, de AMALIA PICA

Inauguração às 22h
Avenida da Liberdade 211 - 1, Lisboa

Horário:
Quinta a Sábado: 15:00 - 19:00
Encerra aos feriados

"A Kunsthalle Lissabon apresenta Memorial for intersections, a primeira exposição da artista argentina Amalia Pica em Portugal. Assumindo uma dimensão temporal, o projeto que agora inaugura inclui um conjunto de três esculturas que serão apresentadas individualmente ao longo dos três meses de duração da exposição. Após a escultura apresentada inicialmente, novas esculturas serão apresentadas a 5 de Dezembro e 2 de Janeiro.
Recorrendo a diversos formatos, desde os mais objetuais, como escultura, fotografia ou desenho, aos mais imateriais ou efémeros, como textos, intervenções no espaço público ou performance, a prática de Pica tem utilizado motivos como megafones, microfones, antenas, bandeiras, entre outros, que estão ligados a ações como falar, gravar, receber, ou apresentar, desenvolvendo assim uma reflexão sobre a forma como comunicamos e passamos informação a outras pessoas.
Em A?B?C, projeto que Pica apresentou no início deste no Museu Tamayo, na Cidade do México, e mais recentemente na Herald St, a sua galeria em Londres, um conjunto de performers pegam em formas geométricas de acrílico colorido que se encontram alinhadas ao longo das paredes do espaço expositivo e formam uma composição em frente ao público. As composições assim criadas não são determinadas previamente por Pica, que apenas estabelece como regra que nenhuma forma de acrílico possa ser movida individualmente. Esta regra está relacionada com o campo da matemática conhecido como teoria dos conjuntos, teoria que está na génese do nome peça: os locais onde A e B se intersetam e onde B e C se intersetam, ou seja, onde as peças de acrílico se cruzam pela ação dos performers. A?B?C funcionava assim como uma manifestação performativa dos diagramas de Venn que Pica usou também em Venn Diagrams (Under the Spotlight), trabalho que apresentou em 2011 na Bienal de Veneza e que investigava um episódio específico na história da utilização de tais diagramas: a proibição da sua utilização, durante a ditadura argentina de 1976-1983. Pica especula que tal proibição se deveu ao facto de eles permitirem a visualização, e representarem, o conceito de cooperação.
Durante a apresentação de A?B?C no Museu Tamayo, as performances foram documentadas fotograficamente em filme a preto e branco, médium inadequado para registar as cores das formas de acrílico, bem como das suas interseções. São estas fotos que estão na origem do conjunto de esculturas agora apresentado pela primeira vez em Memorial for intersections. Constituindo-se como exercícios de subjetividade, uma vez que Pica tem que imaginar as cores das formas, irremediavelmente perdidas no processo de documentação, estes memoriais sugerem histórias de vanguardas e abstrações, de criação e queda de utopias. São memoriais a momentos efémeros, a episódios e imagens que duraram apenas segundos, onde as formas não apenas representaram como criaram, efetivamente, a cooperação entre indivíduos."

Transportes:
Metro: Restauradores, Avenida
Comboio: Rossio
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 91, 709, 711, 712, 736, 744, 746, 783
Eléctricos: 12, 15 
Elevadores: Lavra, Glória

5 de Setembro, 2013: Inauguração - LEONOR ANTUNES

Leonor Antunes:
a linha é tão fina que o olho, apesar de armado com uma lupa, imagina-a ao invés de vê-la
05.09.2013 | 02.11.2013

"A Kunsthalle Lissabon apresenta a linha é tão fina que o olho, apesar de armado com uma lupa, imagina-a ao invés de vê-la, a mais recente exposição de Leonor Antunes. A pratica de Antunes tem vindo, ao longo do tempo, a recorrer cada vez mais à observação detalhada dos espaços expositivos em que é mostrada, ou dos contextos em que o trabalho se desenvolve. Medições meticulosas e duplicação de estruturas existentes constituem assim elementos centrais de uma estratégia artística que, ainda que herdeira das práticas minimais e conceptuais da segunda metade do século XX, depende bastante dos saberes tradicionais na sua execução. Redes, cabedais e madeiras nobres são materiais recorrentes numa já vasta obra escultórica, que agora se apresenta em Lisboa, numa exposição que apresenta um novo conjunto de trabalhos da artista, desenvolvido especificamente para o espaço da Kunsthalle Lissabon. A última vez que o trabalho de Antunes foi visto individualmente em Lisboa foi há meia década, pelo que esta exposição se constitui como um momento privilegiado para o público lisboeta tomar contacto com uma das artistas portuguesas mais importantes da sua geração.

Leonor Antunes nasceu em Lisboa em 1972. Vive e trabalha em Berlim. Uma seleção das suas exposições individuais inclui: assembled, moved, re-arranged and scrapped continuously (Marc Foxx, Los Angeles, 2012), discrepancies with M.G. (Museo El Eco, Cidade do México, 2011), walk around there. look through here (Museo Reina Sofia, Madrid, 2011), casa modo de usar, (Museu Serralves, Porto, 2011), Kunstverein Dusseldorf (2011), Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris (2011), ALONGSIDE (com Amalia Pica) (MARC FOXX, Los Angeles, 2010), Villa A. 7813 (Chiado 8, Lisboa, 2008), Architectura (Museu da Républica, Galeria do Lago, Rio de Janeiro, 2008), 1763/2008 (Galerie Isabella Bortolozzi, Berlim, 2008), original is full of doubts (Credac, Centre d’Art Ivry, Paris, 2008), Dwelling Place (Associazione Barriera, Turim 2007), The space of the window (Galerie Air de Paris, Paris, 2007), Uncertainty and delight in the unknown (Dicksmith Gallery, Londres, 2007), Your private sky (Isabella Bortolozzi Galerie, Berlim, 2006), Duplicate, Kunstlerhaus Bethanien, Berlim 2005), Apotoméus (Casa da Cerca, Almada, 2004), Fichet (Culturgest, Porto, 2003), Ante-sala (Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, 2002). Uma seleção das exposições coletivas me que particpou inclui: A FORM IS SIMPLY SOMETHING WHICH… (Murray Guy, Nova Iorque, 2011); Singapore Biennial (2011), the language of less (then & now) (Chicago Museum of Contemporary Art, 2011), Kunsteverein Munchen (2010), CAPC, Bordeaux (2010), Rehabilitation (Wiels, Bruxelas, 2010), Centro Cultural Montehermoso, Victoria Gasteiz (2010), Drawing Sculpture (Daimler Contemporary, Berlim, 2009), Acquisitions Récentes (Musée d'Art moderne de la Ville de Paris, 2007), Oú? Scènes du Sud: Espagne, Italie, Portugal (Carré d’Art, Musee d’Art Contemporain, Nimes, 2007).

A Kunsthalle Lissabon é um projeto apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura/Direção Geral das Artes (DGArtes), pela Teixeira de Freitas, Rodrigues e Associados e pela Fundação Calouste Gulbenkian. A exposição a linha é tão fina que o olho, apesar de armado com uma lupa, imagina-a ao invés de vê-la é um evento associado de Close Closer, a 3ª edição da trienal de Arquitetura de Lisboa".
 
Transportes:
Metro: Restauradores, Avenida
Comboio: Rossio
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 91, 709, 711, 736, 746, 783
Eléctricos: 12, 15 
Elevadores: Lavra, Glória 
 

22 de Setembro a 15 de Dezembro, 2012: Exposição - SANCHO SILVA

Inauguração, dia 22 de Setembro às 16h.
"Kunsthalle Lissabon presents Effigiae, Sancho Silva's most recent solo show and despite his already long career, the first time the artist shows individually in Lisbon.

Departing from the dry skin of a common gecko, the rotating chitin shell of a bee and a suspended plaster model of a fish, Silva will create a staging of Lucretius's materialist theory of images through the use of shadows and projections.

"I affirm, then, that thin shapes and figures of objects are
(...)
detached from those objects; from the surface, I mean, of
their bodies; shapes which are to be designated, as it were,
their pellicle or bark, because each image bears the likeness
and form of that object, whatsoever it be, from whose surface
it is detached and seems to wander through the air.
This fact any one, with however dull an intellect, may understand
from what follows. In the first place, since many
bodes, among objects manifest before our eyes, send off, when
disunited, various particles from their substance, partly diffused
and subtle, as wood discharges smoke and fire heat, and partly
more close and condensed, as whenever grasshoppers in summer
lay aside their thin coats, and when calves, at their birth,
cast the membrane from the surface of their bodies, and, likewise,
when the slippery snake puts off his garment among the
thorns, (for we frequently see the briers gifted with their
spoils): since these things, I say, take place, a thin image may
naturally be detached from bodies; that is to say, from the
extreme surface of bodies. For why those subatances which
are more dense, should more readily fall away and recede from
bodies, than those shapes which are light and subtle, it is
quite impossible to tell; especially when there are numberless
minute particles on the surface of objects, which may be
thrown off in the order in which they have lain, and keep the
outline of their figure; and this so much the more easily, as,
being comparatively few, and placed on the outmost superficies,
they are less liable to be obstructed.
But lest perchance you should think, that those images of
objects alone wander abroad, which fly off from the objects
themselves, there are others, also, which are produced spontaneously,
and are combined of themselves in this sky which
is called the air; those images, namely, which, fashioned in
various shapes, are borne along on high, and, being soft in
their contexture, never cease to change their figure, and to
metamorphose themselves into the outlines of forms of every
sort. This we sometimes see the clouds do, when we observe
them thicken on high, and dim the serene race of the firmament,
yet soothing the air, as it were, with their motion; I as,
frequently, the faCes of giants seem to fly over the heaven,
and to spread their shadows far and wide; sometimes huge
mountains, and rocks apparently torn from those mountains,
seem now to go before the sun, now to follow close behind
him; then some monster seems to drag forward, and to obtrude
other stormy clouds"
Titus Lucretius Carus, On The Nature Of Things, book 4
(transl. Rev. John Selby Watson)

Sancho Silva was born in Lisbon in 1973. He holds a sculpture diploma from Ar.Co, the School of Arts and Visual Communication in Lisbon, an M.F.A. from Pratt Institute in Brooklyn and has attended the Whitney Independent Study Program in New York. A selection of his solo shows include Objects (Pinksummer, Genoa, 2009), Dolle Mol (Objectif Exhibitions, Antwerp, 2008), Cyclopean Eye: Cairo (Pinksummer, Genoa, 2007), Cyclopean Eye: Berlin (Künstlerhaus Bethanien, Berlim, 2006), Orange Works, in collaboration with John Hawke (Centro Cultural de Belem, Lisbon, 2005), Modulators (Steuben West Gallery, Pratt Institute, Brooklyn, 2004), Sub-urb (Serralves Park, Porto, 2003), Shortcut (Inkijk, SKOR, Amesterdam, 2002). His work was featured in several group exhibitions, namely Slow Movement or: Half and Whole (Kunsthalle Bern, Bern, 2009), El Medio es el Museo (MARCO, Vigo, 2008), Love at First Site (Futura Projects, Prague, 2008), Shelter (Hiroshima City Museum of Contemporary Art, Hiroshima, 2008), Portugal Agora (Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean, Luxemburg, 2007), Où? Scènes du Sud : Espagne, Italie, Portugal (Carré d'Art - Musée d'Art Contemporain de Nîmes, Nîmes, France, 2007), Prémio União Latina (Culturgest, Lisbon, Portugal, 2007), Sete Artistas ao Décimo Mês (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon, 2003) and Manifesta4, (Frankensteinerhof, Frankfurt, 2002)"

Kunsthalle Lissabon
Av. da Liberdade 211 - 1º
Lisbon, Portugal
 
Transportes:
Metro: Marquês de Pombal, Avenida
Autocarros: 36, 44, 74, 706, 709, 711, 745
Comboio: Rossio

21 de Junho a 18 de Agosto, 2012: Exposição - DANIEL GUSTAV CRAMER e HARIS EPAMINONDA

Inauguração 21 de Junho, às 22:00h
 
"Daniel Gustav Cramer e Haris Epaminonda conheceram-se em 2001. Um projeto experimental para a internet, 'The Beehive', foi lançado em 2005, durou cerca de dois anos, e conduziu, eventualmente, ao projeto colaborativo 'The Infinite Library'. The Infinite Library é um arquivo de livros em permanente expansão, onde cada livro é criado a partir de páginas de um ou mais livros existentes e novamente reencadernadas. Atualmente existem já cerca de 50 livros. Um catálogo online funciona como um índice preliminar.
O trabalho de ambos os artistas apresenta-se fragmentário, e a sua exposição tende a enfatizar a construção de constelações de peças no espaço expositivo. Em 2010 Epaminonda e Cramer realizaram uma primeira exposição na qual as suas obras eram apresentadas em conjunto, em diálogo entre si, criando uma imagem/narrativa única. Certos temas, como a água em movimento ou um sentido de deslocação e reorganização ligava os elementos individuais entre si. A prática de Cramer inclui sobretudo fotografias, mas por vezes assume a forma de esculturas, livros e vídeos que formam, entre si, um sistema visual coerente. Os trabalhos aparecem e reaparecem em diferentes constelações em diferentes espaços expositivos, criando dessa maneira uma narrativa contínua de sobreposições, repetições e interlúdios poéticos. Os diferentes temas que ligam as imagens, objetos e textos do artista testemunham um universo complexo em constante diálogo com o mundo. O sistema intricado de referências e fragmentos visuais e textuais expande-se e transforma-se ininterruptamente e, ao fazê-lo, ecoa critérios essenciais da existência humana - memória, amor, morte, tempo, conhecimento, dúvida e crença - bem como a sua representação. O trabalho de Epaminonda aborda perspectivas semelhantes de deslumbramento e mistificação. As composições pictóricas, fílmicas e espaciais que a artista desenvolve partilham de uma sensibilidade e textura únicas. A sua linguagem subtil e estranhamente emotiva convoca um espaço onde o espectador se pode perder num reino de ligações e gestos. As suas pequenas colagens, as suas instalações e filmes são precisos e cuidadosamente considerados (muitos deles criados através de imagens ou objetos encontrados em arquivos e através de intensa pesquisa) e aparentam possuir uma solução, uma clara explicação, mas revelam, na verdade, um universo ilimitado de possibilidade e incerteza. O sentimento é semelhante à entrada num labirinto de espelhos, onde os reflexos mostram continuamente novos e intermináveis pontos de vista, conduzindo-nos a um estado de espanto e perplexidade, onde o tempo se afigura como um conceito fugidio, sem princípio nem fim.
Para a exposição na Kunsthalle Lissabon e, no seguimento da sua recente colaboração para a dOCUMENTA (13), os dois artistas irão criar uma narrativa aberta recorrendo a imagens encontradas, fotografias, livros, vídeos e pequenas esculturas. A exposição dará continuidade a uma série de títulos de exposições inspiradas por obras do realizador japonês Yasujir Ozu (Late Spring (1949), Early Summer (1951), Early Spring (1956), Late Autumn (1960)). Um livro de artista será publicado como parte do projeto."
 
Av. da Liberdade 211 - 1º
Lisbon, Portugal
 
Transportes:
Metro: Marquês de Pombal, Avenida
Autocarros: 36, 44, 74, 706, 709, 711, 745
Comboio: Rossio
 

16 de Dezembro, 2011 a 21 de janeiro, 2012: Performance - PLEASURE GARDENS, de ANDRÉ GUEDES

"A performance Pleasure Gardens tem lotação limitada e requer marcação prévia através do 912.045.650 ou info@kunsthalle-lissabon.org

16.12.2011 | 22:00 & 23:00
17.12.2011 | 22:00
07.01.2012 | 22:00
14.01.2012 | 22:00
21.01.2012 | 22:00

A Kunsthalle Lissabon apresenta Pleasure Gardens, uma performance de André Guedes, desenvolvida durante a sua residência artística na Gasworks em Londres com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, e que teve em Junho último a primeira apresentação exploratória (Sketches for Pleasure Gardens) nessa instituição inglesa.

A dramaturgia de Pleasure Gardens parte de um conjunto de textos elaborados num período de intensa reflexão e acção política na Europa, entre 1881 e 1891, por Paul Gauguin, Louise Michel, William Morris e Oscar Wilde e surge como uma reflexão sobre a possibilidade da aplicação das utopias sociais ou políticas a lugares, e neste caso, a uma paisagem não-ocidental, exuberante e solar. "Pleasure Gardens" é, na realidade, um conceito histórico que reflecte uma tipologia de jardins na Inglaterra dos séculos XVIII-XIX. Marca não apenas o início do entendimento do jardim enquanto um espaço democrático onde as várias classes sociais se poderiam cruzar, mas também o surgimento do conceito de uma nova classe dedicada ao lazer, já que as classes mais baixas desenvolvem uma parte das suas vidas não dedicada ao trabalho, mas apenas à possibilidade do lazer. No projecto de Guedes estes "jardins do prazer" acabam por funcionar como uma alegoria. Um local onde praticar o "novo", a fractura e, eventualmente a revolução.

Ainda que não se constitua como uma peça teatral, Pleasure Gardens reflecte o interesse de Guedes pelas peças de teatro em acto único improvisadas nas fábricas inglesas final do século XIX. A peça de um acto único, que se tornou a unidade temporal dramatúrgica mais usada pelos dramaturgos do século XX, apesar de decorrer num único espaço e sem interrupção, pode ser constituída por uma ou mais cenas, e portanto nela conter distintas temporalidades.

Ficha técnica
Autoria: André Guedes.
Tradução (do inglês): David Alan Prescott.
Actores: Patrícia Andrade, Eduardo Breda.
Colaboração artística: Maria Duarte.
Músicos de gamelão de Java: Elizabeth Davies, Jorge Mendonça Oliveira, Nuno Morão (do grupo Yogistragong, patrocinado pelo Museu do Oriente).
"

Av. da Liberdade 211 - 1º
Lisboa, Portugal
 
Transportes:
Metro: Marquês de Pombal, Avenida
Autocarros: 36, 44, 74, 706, 709, 711, 745
Comboio: Rossio
 
Fonte e imagem:

21 de Maio, 2011: Inauguração - KUNSTHALLE LISSABON

* Performing the Institution(al)
lançamento do livro, uma colaboração com Atlas projectos

Performing the Institution(al) documenta o primeiro ciclo curatorial da Kunsthalle Lissabon, que decorreu de Julho de 2009 a Junho de 2010 e que contou com projectos individuais de Nuno Sousa Vieira, Mauro Cerqueira, Joana Bastos, André Romão, Carla Filipe e Stefan Brüggemann. Inclui dois ensaios encomendados especificamente para a ocasião a Maria Lind (directora da Tensta Konsthall, Suécia) e Charles Esche (director do Van Abbemuseum, Holanda).

* Delírio de Capgras - Capgras Dellusion
peça permanente de Diogo Evangelista

* Owners Workshop Manual
livro de artista de Diogo Evangelista


A sala de leitura da Kunsthalle Lissabon representa um esforço no sentido de documentar e preservar para o futuro (numa compreensão sincera e aprofundada pela necessidade de uma historiografia sistemática da prática curatorial em Portugal) a actividade da Kunsthalle Lissabon e dos artistas que a ela ficaram associados, seja pela realização de exposições individuais, ou por outro tipo de colaboração menos específica.

Nesse sentido, a sala de leitura recolhe, arquiva e disponibiliza para consulta in situ todo o material publicado relativamente à actividade da Kunsthalle Lissabon, todo o material publicado pela própria Kunsthalle Lissabon e todas as publicações referentes aos artistas que colaboraram com a Kunsthalle Lissabon.

A sala de leitura interessa-se também pela actividade editorial como um campo expandido da prática artística e curatorial e, nesse sentido, recolhe e arquiva publicações de carácter essencialmente experimental, discursivo ou teórico. Para além deste foco pela actividade editorial em contexto artístico, a sala de leitura/centro de documentação recolhe e arquiva também um conjunto de publicações periódicas internacionais de referência. Finalmente, as publicações referentes às grandes exposições de carácter institucional (bienais, trienais, etc), constituindo-se estas como potenciais modelos alternativos de acção institucional, constituem também um dos focos da sala de leitura.

A sala de leitura da Kunsthalle Lissabon pode ser visitada, por marcação apenas, de segunda a quarta-feira, das 15:00 às 19:00 (info@kunsthalle-lissabon.org).
 
Av. da Liberdade 211 - 1º
Lisbon, Portugal
 
Transportes:
Metro: Marquês de Pombal, Avenida
Autocarros: 36, 44, 74, 706, 709, 711, 745
Comboio: Rossio
 
Fonte e imagem: