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10 de Julho, 2014: Projecção de Filmes - SELECÇÃO ANDRÉ GUEDES


PROJEÇÃO DE FILMES

Sessão de projeção de filmes selecionados por André Guedescom a presença do artista e do realizador Fernando Matos Silva, um dos fundadores da cooperativa de cinema Cinequipa

Quinta-feira, 10 de Julho, às 17:00

Sala Polivalente
Cerca de 90 minutos
Entrada livre 
Em Intervalo reencontrarmos a cine (e vídeo) poesia de E. M. Melo e Castro e as lutas do movimento operário no período pós-revolucionário registados pelo coletivo Cinequipa:

E. M. de Melo e Castro
Roda Lume Fogo
, 1969-1986. Vídeo, p/b, som, 3’
Vogais, as cores radiantes, 1986. Vídeo, cor, sem som, 3’10’’
Música Negativa, 1965-1977. Filme 16mm transcrito para suporte digital, p/b, sem som, 3’58’’
Concepto Incerto, 1976. Filme 16mm transcrito para suporte digital, p/b, som, 19’31’’

Cinequipa
Contra as Multinacionais
, 1977. Filme 16 mm transcrito para suporte digital. Versão original legendada em inglês, 64’


Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 713, 716, 726, 742, 746, 756
Comboio: Entrecampos

8 de Agosto, 2012: Old School - REVISÃO DA MATÉRIA DADA


às 22h.
 
"OLD SCHOOL #13 REVISÃO DA MATÉRIA DADA
c/ Vasco Araújo, Ana Vidigal, Pedro Barateiro, Sara & André, Gwendolyn van der Velden, André Romão & Nuno da Luz, Jemima Stheli, Estúdio Candonga, André Guedes, Liliana Porter, Vasco Barata e Susana Gaudêncio.

Em Agosto, supostamente, descansa-se. Eu quero fazer já a revisão da matéria dada, passadas 12 edições do Old School. E decidi abrir a porta do Teatro Praga também neste mês de férias. Para quem quiser fazer comigo a revisão, estão disponíveis para serem visionadas todas as obras que integraram o OS até agora, sejam elas mesmas, em projecção vídeo, seja por meio de documentação. E mais reflexões partilharei nessa noite, por outros meios. Boas férias e até à próxima quarta, dia 8 de Agosto, às 22h".


Entrada livre

Praga Associação Cultural | Companhia de Teatro
Rua Afonso Annes Penedo, Armazém 1D
1950 – 013 Lisboa
Telf: 210 962 355 | Fax: 210 962 619

Transportes
Autocarros: 28, 210, 718, 755, 781, 782

16 de Dezembro, 2011 a 21 de janeiro, 2012: Performance - PLEASURE GARDENS, de ANDRÉ GUEDES

"A performance Pleasure Gardens tem lotação limitada e requer marcação prévia através do 912.045.650 ou info@kunsthalle-lissabon.org

16.12.2011 | 22:00 & 23:00
17.12.2011 | 22:00
07.01.2012 | 22:00
14.01.2012 | 22:00
21.01.2012 | 22:00

A Kunsthalle Lissabon apresenta Pleasure Gardens, uma performance de André Guedes, desenvolvida durante a sua residência artística na Gasworks em Londres com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, e que teve em Junho último a primeira apresentação exploratória (Sketches for Pleasure Gardens) nessa instituição inglesa.

A dramaturgia de Pleasure Gardens parte de um conjunto de textos elaborados num período de intensa reflexão e acção política na Europa, entre 1881 e 1891, por Paul Gauguin, Louise Michel, William Morris e Oscar Wilde e surge como uma reflexão sobre a possibilidade da aplicação das utopias sociais ou políticas a lugares, e neste caso, a uma paisagem não-ocidental, exuberante e solar. "Pleasure Gardens" é, na realidade, um conceito histórico que reflecte uma tipologia de jardins na Inglaterra dos séculos XVIII-XIX. Marca não apenas o início do entendimento do jardim enquanto um espaço democrático onde as várias classes sociais se poderiam cruzar, mas também o surgimento do conceito de uma nova classe dedicada ao lazer, já que as classes mais baixas desenvolvem uma parte das suas vidas não dedicada ao trabalho, mas apenas à possibilidade do lazer. No projecto de Guedes estes "jardins do prazer" acabam por funcionar como uma alegoria. Um local onde praticar o "novo", a fractura e, eventualmente a revolução.

Ainda que não se constitua como uma peça teatral, Pleasure Gardens reflecte o interesse de Guedes pelas peças de teatro em acto único improvisadas nas fábricas inglesas final do século XIX. A peça de um acto único, que se tornou a unidade temporal dramatúrgica mais usada pelos dramaturgos do século XX, apesar de decorrer num único espaço e sem interrupção, pode ser constituída por uma ou mais cenas, e portanto nela conter distintas temporalidades.

Ficha técnica
Autoria: André Guedes.
Tradução (do inglês): David Alan Prescott.
Actores: Patrícia Andrade, Eduardo Breda.
Colaboração artística: Maria Duarte.
Músicos de gamelão de Java: Elizabeth Davies, Jorge Mendonça Oliveira, Nuno Morão (do grupo Yogistragong, patrocinado pelo Museu do Oriente).
"

Av. da Liberdade 211 - 1º
Lisboa, Portugal
 
Transportes:
Metro: Marquês de Pombal, Avenida
Autocarros: 36, 44, 74, 706, 709, 711, 745
Comboio: Rossio
 
Fonte e imagem: