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29 de Novembro, 2013 a 10 de Janeiro, 2014: Exposição - A LUZ DA NOSSA IDENTIDADE

Inauguração, dia 29, às 18h30
Palácio da Independência, Largo de S. Domingos, Lisboa
Entrada livre

"Exposição “A Luz da Nossa Identidade”: um olhar artístico colectivo sobre quem somos e o que nos caracteriza.
Motivar uma reflexão sobre a identidade, através do trabalho de diversos artistas plásticos, é o objectivo da exposição.
Para colocar o foco em quem somos e no que nos caracteriza, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal (S.H.I.P.), promotora da iniciativa, convidou vários nomes das artes plásticas nacionais, a participarem, usando a técnica que desejassem, sobre um pano ou uma tela de grande formato (220 cm x largura máxima de 150 cm).
Álvaro Leite Siza, Ana Pérez-Quiroga, João Vilhena, Natércia Caneira e Tomás Colaço são alguns dos mais de 40 artistas que aceitaram o desafio, contribuindo com a sua perspectiva, neste olhar colectivo, em exposição em vários espaços interiores e exteriores do Palácio da Independência.
A iniciativa, com curadoria de Francisca Couceiro da Costa, tem entrada livre e está integrada no programa 1 do 12 ao vivo, comemorativo do 1º de Dezembro de 1640. Após a inauguração, que inclui um momento musical de canto e guitarra, a mostra estará patente ao público até 10 de Janeiro de 2014, sendo as obras expostas objecto de leilão realizado por Miguel Cabral Moncada.

Dias úteis e fim-de-semana de 30 de Nov. e 1 de Dez. de 2013,
10:00 – 13:00 / 14:00 – 19:00

Mais informações:
Lourenço de Almada
96.534.58.02
1do12aovivo@gmail.com
www.1do12aovivo.com"

"Artistas participantes:
Álvaro Leite Siza; Ana Cosme; Américo Filipe; Ana Cristina Leite; Ana Pérez-Quiroga; Ângela Belindro; António Flor; Carlos Cordeiro; Clo Bourgard; Fernando Quartin; Francisca Couceiro da Costa; Francisco Machado Vieira; Gastão Brito e Silva; Gina Flor; Graça Cabral Moncada; Graça Delgado; Inês de Barros Baptista; João Galrão; João Marchante; João Vilhena; Lourenço de Almada; Luís Camacho; Luísa Soeiro; Manuel Casimiro; Maria del Mar; Maria Ribeiro Telles; Marta Gaspar; Natércia Caneira; Nuno Fragata; Paulina Evaristo; Paulo Pereira Gomes; Pedro Charters d´Azevedo; Rita Burmester; Sebastião Lobo; Sebastião Resende; Sofia Aguiar; Susana Bravo; Teresa Almeida e Silva; Tiago Taron; Tomás Colaço; Vera Pyrrait; Vitor Pomar, Wilson Galvão.
"

Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

18 de Julho, 2013: Inauguração - APARÊNCIAS PRIVADAS. AUTO-RETRATOS DE ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS

às 19h. Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva Praça das Amoreiras, n.º 56
Entrada livre

"Aparências Privadas. Auto-Retratos de Artistas Contemporâneos é o nome da nova exposição que inaugura a 18 de Julho na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva. Esta mostra, comissariada por Luís Serpa, inclui auto-retratos de artistas contemporâneos, nacionais e estrangeiros, pertencentes à coleção de Safira e Luís Serpa, em diálogo com obras de Arpad Szenes e de Vieira da Silva, do acervo da Fundação do casal de artistas, em Lisboa.
A exposição, organizada em torno de cinco temas principais (O espelho; a morte; o estúdio; a transfiguração e o olhar do artista), problematiza questões como a importância do espelho para a construção do auto-retrato, onde o reflexo do artista é o reconhecimento do seu “eu”; a imortalidade de “si” e a eternidade da “obra”, que contraria o envelhecimento e a decadência do artista; o espaço onde o artista se confronta consigo mesmo e com as novas tecnologias; o artista como ser paradoxal que desafia a sua extinção e a perspetiva do artista face à observação, interpondo a realidade-real com a realidade-imaginada.
As obras da Coleção Serpa datam da segunda metade do século XX e do século XXI, os seus autores continuam a produzir, a sua relação com a obra continua em aberto. As obras de Vieira da Silva e de Arpad Szenes derivam de uma outra realidade: datadas da primeira metade do século XX, pertencem ao início de carreira dos artistas, entretanto já falecidos. São obras que, contendo em si promessas e potencialidades, integram um percurso que teve já o seu término. Ganham assim uma coerência e uma leitura que, analisadas à distância e em paralelo com toda a produção dos artistas, lhes garante um espaço na historiografia da arte, independentemente da sua condição de obra prima ou obra secundária.
O diálogo entre as obras das duas coleções, uma mais histórica (a da FASVS), a outra mais atual e em atualização (a dos Serpa), oferece-nos um olhar dual sobre o tema da autorrepresentação contemporânea: o da modernidade e vanguardismo, que revela no autoretrato as mesmas vias de pesquisa e problematização que exploram na pintura, como acontece em Szenes e em Vieira da Silva; o de transgressão e de provocação, que usa o autorretrato como meio e como via de pesquisa per se, independente, como é notório em Nan Goldin, João Vilhena ou Michèle Sylvander, entre outros.
Olhar os outros como a si mesmo, vestir-lhes a pele, ser lobo ou cordeiro, em Julho no museu Arpad Szenes- Vieira da Silva
".

Transportes

Metro: Rato
Autocarros: 706, 709, 713, 720, 723, 727, 738, 748, 753, 758, 774, 783
Eléctricos: 25 e 28