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12 de Julho a 31 de Agosto, 2014: Exposição - A FAVOR DA CONCÓRDIA

"A MONTRA situada na Calçada da Estrela número 132 será ocupada, cada mês, por um artista que produz uma obra específica para aquele lugar com características muito particulares; sendo um dispositivo que privilegia a observação do trabalho através de um vidro e por quem passa na rua, a qualquer hora do dia ou da noite, o projecto no seu decorrer funcionará como uma acção subtil de intervenção na cidade. Um rumor urbano.
A MONTRA é um projecto que surge na sequência da situação actual em que observamos uma crescente desocupação do espaço um pouco por cada bairro da nossa cidade. Por onde passamos verificamos o encerramento de mais uma loja, com papéis a taparem  os vidros das montras. Vende-se ou aluga-se. O país?
Num segmento da Calçada da Estrela, as lojas ali instaladas há várias décadas: a drogaria, o pronto-a-vestir, os electrodomésticos ou a mercearia com frutas cristalizadas, fecharam todas. A Farmácia e a Pastelaria resistem.  É  aí, entre estes dois espaços, que A MONTRA se encontra, o que não deixa de ser irónico, pois poderíamos pensar que é precisamente como o país sobrevive: entre o Pastel e a Pastilha.
Ao longo de UM ano A MONTRA será ocupada por DOZE artistas."
Direcção: Benedita Pestana  |  Apoio Curatorial: Maria do Mar Fazenda

Horário
Todos dias
00h00 - 24h00

Transportes 
Metro: Rato
Autocarros: 709, 713, 720, 727, 738
Eléctricos: 25 e 28


Fonte: http://www.a-montra.com/

3 de Maio a 29 de Junho, 2014: Exposição - ANTES MORTA QUE BURRA, ANA PEREZ-QUIROGA


às 17h

"Ana Pérez-Quiroga (Coimbra, 1960) tem desenvolvido um corpo de trabalho que assenta numa contínua diversidade do fazer e num questionamento do quotidiano. É comum na prática desta Artista a apropriação, quer da história da arte quer de metodologias associadas a outras disciplinas do saber. São também comuns as obras que enunciam questões em torno do género ou o uso de técnicas ligadas a práticas artesanais, num perpétuo questionamento e deslocação do objeto de arte. 

Para o MAP, Perez-Quiroga, apresenta a instalação “Antes morta que burra”, uma peça constituída por diversas orelhas de burro, construídas em feltro, nas quais se inscrevem ditados populares bordados alusivos ao “burro”. A peça cita a cultura popular e a tradição oral bem como uma prática culturalmente ligada ao feminino – o bordado. Numa posição irónica e crítica, os ditados populares, símbolo de um saber transmitido geracionalmente, são questionados e levam à sua releitura. Não apenas por se apresentarem como legendas das orelhas de burro, mas pela sua disposição no espaço expositivo, ao estarem suspensas, como que convidando o visitante à sua colocação. De certa forma posicionam o espectador num lugar incómodo mas também de interrogação sobre a natureza do conteúdo social e político das próprias frases."
Sérgio Parreira


"Cor de burro quando foge. Orelhas de burro. A pensar morreu um burro. Vozes de burro não chegam ao céu. Teimoso que nem um burro… E muitas outras expressões menos próprias, bordadas a vermelho, preenchem cada uma das 38 orelhas de burro feitas de feltro cinzento, suspensas por um fio, as quais traduzem a intemporalidade de citações populares. Em redor, estão 58 frases idiomáticas, em castelhano, francês, inglês, sueco, norueguês, polaco e italiano, a formar uma linha horizontal, em vinil autocolante vermelho, nas quatro paredes de uma sala do Museu de Arte Popular (MAP), em Lisboa.
“Antes morta que burra, 2005/2014″. Assim se chama a exposição da artista plástica portuguesa Ana Pérez-Quiroga, a qual está integrada no Ciclo de Exposições de Arte Contemporânea no âmbito do projeto Travessa da Ermida, no MAP. Para visitar a partir de amanhã, dia 3 de maio, às 17 horas, até 29 de junho, de quarta a sexta, das 10 às 18 horas, e de sábado a domingo, das 10 às 13 e das 14 às 18 horas."
Patrícia Serrado

Museu de Arte Popular (MAP)
Av. de Brasília, Lisboa

3 de Maio até 29 de Junho
Quarta-feira a Sexta-feira: 10 às 18 horas
Sábado e Domingo: 10 às 13 e das 14 às 18 horas

Transportes
Autocarros: 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

29 de Novembro, 2013 a 10 de Janeiro, 2014: Exposição - A LUZ DA NOSSA IDENTIDADE

Inauguração, dia 29, às 18h30
Palácio da Independência, Largo de S. Domingos, Lisboa
Entrada livre

"Exposição “A Luz da Nossa Identidade”: um olhar artístico colectivo sobre quem somos e o que nos caracteriza.
Motivar uma reflexão sobre a identidade, através do trabalho de diversos artistas plásticos, é o objectivo da exposição.
Para colocar o foco em quem somos e no que nos caracteriza, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal (S.H.I.P.), promotora da iniciativa, convidou vários nomes das artes plásticas nacionais, a participarem, usando a técnica que desejassem, sobre um pano ou uma tela de grande formato (220 cm x largura máxima de 150 cm).
Álvaro Leite Siza, Ana Pérez-Quiroga, João Vilhena, Natércia Caneira e Tomás Colaço são alguns dos mais de 40 artistas que aceitaram o desafio, contribuindo com a sua perspectiva, neste olhar colectivo, em exposição em vários espaços interiores e exteriores do Palácio da Independência.
A iniciativa, com curadoria de Francisca Couceiro da Costa, tem entrada livre e está integrada no programa 1 do 12 ao vivo, comemorativo do 1º de Dezembro de 1640. Após a inauguração, que inclui um momento musical de canto e guitarra, a mostra estará patente ao público até 10 de Janeiro de 2014, sendo as obras expostas objecto de leilão realizado por Miguel Cabral Moncada.

Dias úteis e fim-de-semana de 30 de Nov. e 1 de Dez. de 2013,
10:00 – 13:00 / 14:00 – 19:00

Mais informações:
Lourenço de Almada
96.534.58.02
1do12aovivo@gmail.com
www.1do12aovivo.com"

"Artistas participantes:
Álvaro Leite Siza; Ana Cosme; Américo Filipe; Ana Cristina Leite; Ana Pérez-Quiroga; Ângela Belindro; António Flor; Carlos Cordeiro; Clo Bourgard; Fernando Quartin; Francisca Couceiro da Costa; Francisco Machado Vieira; Gastão Brito e Silva; Gina Flor; Graça Cabral Moncada; Graça Delgado; Inês de Barros Baptista; João Galrão; João Marchante; João Vilhena; Lourenço de Almada; Luís Camacho; Luísa Soeiro; Manuel Casimiro; Maria del Mar; Maria Ribeiro Telles; Marta Gaspar; Natércia Caneira; Nuno Fragata; Paulina Evaristo; Paulo Pereira Gomes; Pedro Charters d´Azevedo; Rita Burmester; Sebastião Lobo; Sebastião Resende; Sofia Aguiar; Susana Bravo; Teresa Almeida e Silva; Tiago Taron; Tomás Colaço; Vera Pyrrait; Vitor Pomar, Wilson Galvão.
"

Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

até 12 de Novembro, 2011: Exposição - O MUNDO NAS SUAS VERDADEIRAS CORES

Ana Pérez-Quiroga
The world in its true colors / O mundo nas suas verdadeiras cores

Patente até 12 Novembro
Curadoria João Silvério

The world in its true colors/ O mundo nas suas verdadeiras cores, 2011

"Este projeto de Ana Pérez-Quiroga propõe-nos uma ação participativa que expõe o fator económico – fundamental em qualquer processo de materialização e transação de bens – numa relação direta entre o espectador/fruidor da obra de arte e a sua intervenção como agente de mercado, constituindo-se como agente do investimento económico necessário para a realização desta obra específica. O espectador assume assim uma condição dúplice no sentido em que é o motor financeiro e simultâneamente o meio de realização plástica e poética deste projeto.
João Silvério

A obra é constituída por 225 tiras de seda (100%) de 75 cores diferentes que se repetem 3 vezes. Cada tira de seda tem 36x200cm e tem bordado APQ em diferentes cores.
A obra divide-se em três conjuntos que formam uma totalidade. Um primeiro conjunto, que será vendido na integra a um colecionador, um segundo, pertencente à artista, e um terceiro cujas 75 tiras de seda serão vendidas à unidade. Cada tira de seda tem o preço de 60 euros.
Este terceiro conjunto tem por base uma ideia de sustentabilidade da arte, que passa pela convocação à participação ativa do espectador, que através da transação económica se torna simultaneamente co-autor e investidor.
O objectivo é o de chamar os espectadores a participar na construção da obra, como parceiros do projeto através da aquisição de uma tira de seda. Esta é então apropriada pelo comprador que, através do seu uso, confere uma nova dimensão ao objecto. A tira de seda pode ser emoldurada ou usada como écharpe e esta união entre pessoa e objecto recria-se numa “escultura viva”.
Ao adquirir a tira de seda o comprador está também a contribuir para o financiamento da obra, que irá ser finalizada na publicação de um livro. Os compradores enquanto grupo tornam-se assim investidores neste projeto.
Tendo em vista a posterior publicação de um livro, no ato de compra pede-se a cada participante para responder à pergunta: “Porque escolheu esta cor?” justificando assim qual a relação que tem com a cor escolhida. É também desejável, mas não obrigatório, que o participante se identifique. A identidade do comprador transforma-o em co-autor, como se de uma assinatura se tratasse.
A assinatura, única, permite a apropriação da tira de seda pelo comprador, agora co-autor. A obra continua a existir fora da galeria, contaminando o espaço público. A sua durabilidade contribui para a sua validação enquanto objecto artístico, no contexto de uma economia de mercado dentro da dinâmica da oferta e da procura.
A compra da tira de seda é o ato performativo pelo qual o comprador se torna co-autor e investidor. A partir deste momento o co-autor / investidor pode levar a sua tira de seda.
Enquanto investidor, o comprador, vai possibilitar a concretização de um livro de artista com a tiragem de 225 exemplares. O livro incluirá o mapeamento cromático dos 75 participantes (resposta à pergunta: “Porque escolheu esta cor?”), os textos do curador, do gestor cultural e da artista.
Os co-autores partilham com o autor a responsabilidade do projeto artístico. Não só adquirem uma peça e um livro, como são eles que através de um processo económico dão sentido à obra. A tira de seda percorre uma série diferenciada de estados - o objecto de produção industrial, a obra exposta, o registo do processo em livro – devido à ativação de vários procedimentos e tomadas de decisão do autor e dos seus co-autores que se associam pelo ato da compra.
Ana Pérez-Quiroga"

APPLETON SQUARERua Acácio Paiva nº27 r/c 1700-004 Lisboa
+351 210 993 660            +351 210 993 660
geral@appletonsquare.pt
www.appletonsquare.pt
appletonsquare.blogspot.com
Horário: Terça a Sábado, das 15h00 às 20h00

Transportes
Metro: Alvalade
Comboio: Roma
Autocarros: 21, 31, 36, 44, 83, 707, 717, 735, 738, 745, 750, 755, 767
 
Fonte:
http://www.appletonsquare.pt/exposicoes/ana_pq/press_anapq.html