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20 de Novembro a 31 de Dezembro, 2014: Inauguração/Exposição - SKATE.EXE, de ANDRÉ SIER

"Patinar até à Lua
Eu nunca tinha pensado que rolar em cima de um skate é ser transportado para uma outra dimensão do movimento, tal como sonhar em cima dum tapete voador, ou cair de paraquedas, ou saltar para uma piscina, ou sentir pela primeira vez a descolagem de um avião, ou passar pela primeira vez a velocidade de 200Km/h num automóvel, ou perder gravidade fora da órbita terrestre. Esta multiplicidade de experiências sensoriais aceleradas num mesmo espaço-tempo incrementa a nossa apreensão física e mental do meio onde vivemos.
António Cerveira Pinto

16 de Outubro a 13 de Novembro, 2014: Inauguração/Exposição - ABERTO EM TORNO DE UM GLACIAR, de GONÇALO PENA

Inauguração das 18h às 21h
Horário: Segunda-feira a Sexta-feira, 15h às 19h

Galeria Luís Serpa Projectos
Rua Tenente Raul Cascais 1B, Lisboa
das 18h às 21h

Ciclo de exposições: Olho por Olho Mente por Mente

"A Abertura. Em torno de um glaciar

por ANTÓNIO CERVEIRA PINTO
Esta série de pinturas de Gonçalo Pena é o resultado de uma viagem filosófica ao pós-humano, ou seja, aos contornos pensáveis e, no caso de uma exposição de figuras, imaginários, da dupla materialidade que antecede e procede o homem e a sua máquina de representações lógicas, picturais e de ações históricas, isto é, à 'ancestralidade' de que tanto escrevem os novos filósofos do 'realismo especulativo', mas também à posteridade do humano, intuitiva, postulável —segundo lógicas, geometrias e cálculos variados—, mas cuja antevisão é irrelevante para nós, pois nela já não viverá, nem pensará, o humano. E mesmo que outras consciências, extraterrestres, possam eventualmente existir, terão uma dificuldade extrema em perceber os restos que deixarmos impressos na poeira dos tempos.
Que melhor decisão, pois, para tamanho empreendimento, da parte de um artista, do que dirigir-se aos glaciares da Noruega com o livro L’aperto. L’uomo e l’animale (2002), de Giorgio Agamben, na mochila?

In our culture, the decisive political conflict, which governs every other conflict, is that between the animality and the humanity of man. That is to say, in its origin Western politics is also biopolitics. — in Agamben, Giorgio — The Open [¶17 Anthropogenesis]

Os cartões de Gonçalo Pena em exposição testemunham, assim, uma viagem 'naturalista', 'onírica' e 'imaginária' ao cerne das preocupações filosóficas, estéticas e políticas da nova ameaça que pende sobre todos nós: a certeza de uma próxima metamorfose do humano cuja configuração pós-traumática desconhecemos, como sempre.

Sobre Gonçalo Pena

Nasceu em Lisboa, em 1967. É licenciado em Belas Artes-Pintura pela ESBAL e mestre em Ciências da Comunicação pela UNL. Distinguiu-se como ilustrador em Jornais, Semanários e Revistas (Independente, o Público, Ler, Livros, Egoísta e outros). Entre 1996 e 2005, foi docente na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha de onde saiu para dedicar-se exclusivamente ao seu trabalho como artista plástico."

Transportes
Metro: Rato
Autocarros: 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774
Eléctrico: 25, 28


11 de Outubro a 26 de Dezembro, 2014: Inauguração/Exposição - AUTORETRATOS, J&N

Inauguração, 11 de Outubro:

colóquio às 16h, no Auditório
exposição, às 18h na Galeria


Horário, de Segunda-feira a Sexta-feira, 10-16h

Hospital Júlio de Matros
Av. do Brasil 53, Lisboa

"abstract o autorretrato é uma imagem da representação e uma interpretação que um artista faz de si próprio. Utilizando diversas técnicas e distintos formatos, é um momento de pose e de reflexão de si mesmo, uma oportunidade e um ensejo de exprimir emoções, uma circunstância e uma ocasião para expressar o encontro consigo próprio, na relação íntima entre o seu eu e o outro como reflexo de si. Evidenciando o seu caracter ou a sua fisionomia, é um exercício de revelação e uma tentativa de afirmar a sua condição de precariedade face ao exercício da vida [efémera]."
Curadoria, Luís Serpa

Transportes
Metro: Alvalade
Autocarros: 717, 731, 735, 744, 750, 755, 767, 783

Comboio: Roma

18 de Julho, 2013: Inauguração - APARÊNCIAS PRIVADAS. AUTO-RETRATOS DE ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS

às 19h. Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva Praça das Amoreiras, n.º 56
Entrada livre

"Aparências Privadas. Auto-Retratos de Artistas Contemporâneos é o nome da nova exposição que inaugura a 18 de Julho na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva. Esta mostra, comissariada por Luís Serpa, inclui auto-retratos de artistas contemporâneos, nacionais e estrangeiros, pertencentes à coleção de Safira e Luís Serpa, em diálogo com obras de Arpad Szenes e de Vieira da Silva, do acervo da Fundação do casal de artistas, em Lisboa.
A exposição, organizada em torno de cinco temas principais (O espelho; a morte; o estúdio; a transfiguração e o olhar do artista), problematiza questões como a importância do espelho para a construção do auto-retrato, onde o reflexo do artista é o reconhecimento do seu “eu”; a imortalidade de “si” e a eternidade da “obra”, que contraria o envelhecimento e a decadência do artista; o espaço onde o artista se confronta consigo mesmo e com as novas tecnologias; o artista como ser paradoxal que desafia a sua extinção e a perspetiva do artista face à observação, interpondo a realidade-real com a realidade-imaginada.
As obras da Coleção Serpa datam da segunda metade do século XX e do século XXI, os seus autores continuam a produzir, a sua relação com a obra continua em aberto. As obras de Vieira da Silva e de Arpad Szenes derivam de uma outra realidade: datadas da primeira metade do século XX, pertencem ao início de carreira dos artistas, entretanto já falecidos. São obras que, contendo em si promessas e potencialidades, integram um percurso que teve já o seu término. Ganham assim uma coerência e uma leitura que, analisadas à distância e em paralelo com toda a produção dos artistas, lhes garante um espaço na historiografia da arte, independentemente da sua condição de obra prima ou obra secundária.
O diálogo entre as obras das duas coleções, uma mais histórica (a da FASVS), a outra mais atual e em atualização (a dos Serpa), oferece-nos um olhar dual sobre o tema da autorrepresentação contemporânea: o da modernidade e vanguardismo, que revela no autoretrato as mesmas vias de pesquisa e problematização que exploram na pintura, como acontece em Szenes e em Vieira da Silva; o de transgressão e de provocação, que usa o autorretrato como meio e como via de pesquisa per se, independente, como é notório em Nan Goldin, João Vilhena ou Michèle Sylvander, entre outros.
Olhar os outros como a si mesmo, vestir-lhes a pele, ser lobo ou cordeiro, em Julho no museu Arpad Szenes- Vieira da Silva
".

Transportes

Metro: Rato
Autocarros: 706, 709, 713, 720, 723, 727, 738, 748, 753, 758, 774, 783
Eléctricos: 25 e 28

28 de Junho a 28 de Julho, 2012: Exposição - MANUEL ESTRADA, ONDE NASCEM AS IDEIAS


Convidamo-lo ainda a assistir a uma CONVERSA ABERTA, às 18h, que precede a inauguração desta exposição, com a participação de Manuel Estrada, Luís Serpa e Henrique Cayatte.

MUDE - Museu do Design e da Moda
R. Augusta, 24
Lisboa

"Manuel Estrada (1953) é um designer gráfico espanhol com uma obra notável. Baseado em Madrid, aonde dirige o seu próprio atelier, tem na lista de clientes para os quais trabalha, o seu melhor cartão de visita. Desde 1989 que se dedica ao design gráfico (depois de uma experiência em estudos de arquitetura), concebendo Programas de Identidade Corporativa, Coleções de Livros e Projectos Editoriais, Embalagens, Identidade Visual para Museus, Sinalética e Arquigrafia.
Considerado como um dos melhores Estúdios de Design em Espanha e reconhecido internacionalmente, Estrada alia a sua criatividade e profissionalismo a uma enorme empatia o que lhe granjeou um leque muito alargado de simpatizantes e seguidores profissionais.
A sua exposição Aonde Nascem as Ideias, Cadernos do Equilibrista inaugura no MUDE_Museu do Design e da Moda, Rua Augusta, 24 em Lisboa no dia 28 Junho 2012 [Quinta-Feira], sendo precedida por uma Conversa Aberta, pelas 18h00, com Manuel Estrada, Luís Serpa e Henrique Cayatte."

Transportes
Metro: Baixa-Chiado, Terreiro do Paço, Rossio
Autocarros: 7, 28, 35, 36, 40, 74, 91, 706, 709, 711, 71, 732, 744, 745, 746, 759, 760, 781, 782, 794
Eléctricos: 12, 15, 18, 25 e 28
Barco: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré, Santa Apolónia

20 de Abril, 2012: Aula Aberta - AS GRANDES EXPOSIÇÕES 1983_2013

Aula Aberta | Luís Serpa | AS GRANDES EXPOSIÇÕES 1983_2013 | Entrada Livre - IPA

"Ao assinalar trinta anos de atividade, Luís Serpa debruça-se sobre as grandes exposições que organizou, tanto na sua Galeria como em Museus e Centros Culturais. Uma viagem ao mundo da contemporaneidade e ao universo da criatividade e da inovação, onde a fotografia se constitui como uma disciplina sempre presente nos projetos que desenvolveu. De “Je Est un Autre” [1990], “Múltiplas Dimensões” [1994], “2001: Odisseia no Tempo”, “Sublime Audácia_A Experiência do Passeante” [2004], “Zoom_Arte na India Contemporânea [2004], “Horizont(e) [2004], “Territórios de Transição_Espaço, Lugar & Paisagem“ [2007], O Fascínio de Ulisses_Viagens Sem Fronteiras [2008]” a “Judith Barry_Out Of Limits” [2010], entre outras.
Luís Serpa [Galerista, Curador e Gestor de Projetos Culturais] desenvolveu um modelo de Galeria de Arte (Galeria CÓMICOS_LUÍS SERPA Projectos) que é considerado um case-study, pelo facto de conjugar sistematicamente projetos interdisciplinares incluindo pintura, escultura, desenho, instalação, fotografia e vídeo, design e arquitetura.

Através d’O MUSEU TEMPORÁRIO, um projeto de engenharia cultural, assume-se como Gestor de Projectos Culturais (Programador), exercendo as funções de Curadoria e Relações Públicas em programas de arte contemporânea e corporate identidy. No âmbito da Revitalização Urbana, participa como Consultor em Planeamento Estratégico para Instituições Públicas e Privadas e dedica-se ao coaching criativo apoiando Talentos Emergentes e Negócios Criativos. É Membro Fundador e Presidente da INDUSCRIA_Plataforma Para as Indústrias Criativas.

Esta sessão aberta ao público e de entrada livre faz parte da Pós-Graduação: Fotografia, Projeto e Arte Contemporânea; organizada pelo Atelier de Lisboa e pelo IPA - Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos."

Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 28/60/74/706/713/714/727/732/794
Eléctricos: 15, 18, 25, 28
Comboio: Cais do Sodré, Santos
Barco: Cais do Sodré

12 de Novembro de 2011: Inauguração - VASCO ARAÚJO

17:00 - 20:00

Fundação Carmona e Costa
Edifício Soeiro Pereira Gomes (antigo Edifício da Bolsa Nova de Lisboa), Lte1, 6ºD
 
"Após uma remodelação do espaço e a inclusão de novas peças da colecção de porcelana chinesa, vem dar início a um projecto que visa estabelecer um diálogo entre as artes decorativas e a arte contemporânea. Da autoria do curador Luís Serpa, que assina igualmente a arquitectura de interiores deste espaço, é convidado anualmente um artista contemporâneo para a realização de uma peça a partir da colecção permanente de faiança e/ou porcelana. Coube a Vasco Araújo iniciar este projecto com a peça de escultura: Trabalhos para nada: O Modelo."


Transportes
Metro: Cidade Universitária, Entrecampos
Autocarros: 31, 701, 716, 726, 756
Comboio: Entrecampos