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2017: Programação - MUSEU ARPAD SZENES-VIEIRA DA SILVA

Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva
Praça das Amoreiras, 56
Lisboa


Programação
8 de Abril, das 16:00h às 17:15
Concerto de cravo por José Carlos Araújo

JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)
Obras para cravo

PROGRAMA
Fantasia cromática e fuga em Ré menor, BWV 903
(fantasia – recitativo – fuga)
Sonata em Ré menor, BWV 964*
(adagio – fuga: allegro – andante – allegro)
Adagio em Sol maior, BWV 968**
Toccata em Sol maior, BWV 916
([presto] – adagio – allegro)
Toccata em Mi menor, BWV 914
([praeambulum] – fuga: un poco allegro – adagio – fuga)

José Carlos Araújo, cravo

* (transcrição original da Sonata para violino solo em Lá menor, BWV 1003)
** (transcrição original do primeiro andamento da Sonata para violino solo em Dó maior, BWV 1005)

Entrada livre
Organização: AMEC – Metropolitana




13 de Junho, das 10:00h às 20:00h
Dia de aniversário de Maria Helena Vieira da Silva

18 de Julho, 2013: Inauguração - APARÊNCIAS PRIVADAS. AUTO-RETRATOS DE ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS

às 19h. Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva Praça das Amoreiras, n.º 56
Entrada livre

"Aparências Privadas. Auto-Retratos de Artistas Contemporâneos é o nome da nova exposição que inaugura a 18 de Julho na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva. Esta mostra, comissariada por Luís Serpa, inclui auto-retratos de artistas contemporâneos, nacionais e estrangeiros, pertencentes à coleção de Safira e Luís Serpa, em diálogo com obras de Arpad Szenes e de Vieira da Silva, do acervo da Fundação do casal de artistas, em Lisboa.
A exposição, organizada em torno de cinco temas principais (O espelho; a morte; o estúdio; a transfiguração e o olhar do artista), problematiza questões como a importância do espelho para a construção do auto-retrato, onde o reflexo do artista é o reconhecimento do seu “eu”; a imortalidade de “si” e a eternidade da “obra”, que contraria o envelhecimento e a decadência do artista; o espaço onde o artista se confronta consigo mesmo e com as novas tecnologias; o artista como ser paradoxal que desafia a sua extinção e a perspetiva do artista face à observação, interpondo a realidade-real com a realidade-imaginada.
As obras da Coleção Serpa datam da segunda metade do século XX e do século XXI, os seus autores continuam a produzir, a sua relação com a obra continua em aberto. As obras de Vieira da Silva e de Arpad Szenes derivam de uma outra realidade: datadas da primeira metade do século XX, pertencem ao início de carreira dos artistas, entretanto já falecidos. São obras que, contendo em si promessas e potencialidades, integram um percurso que teve já o seu término. Ganham assim uma coerência e uma leitura que, analisadas à distância e em paralelo com toda a produção dos artistas, lhes garante um espaço na historiografia da arte, independentemente da sua condição de obra prima ou obra secundária.
O diálogo entre as obras das duas coleções, uma mais histórica (a da FASVS), a outra mais atual e em atualização (a dos Serpa), oferece-nos um olhar dual sobre o tema da autorrepresentação contemporânea: o da modernidade e vanguardismo, que revela no autoretrato as mesmas vias de pesquisa e problematização que exploram na pintura, como acontece em Szenes e em Vieira da Silva; o de transgressão e de provocação, que usa o autorretrato como meio e como via de pesquisa per se, independente, como é notório em Nan Goldin, João Vilhena ou Michèle Sylvander, entre outros.
Olhar os outros como a si mesmo, vestir-lhes a pele, ser lobo ou cordeiro, em Julho no museu Arpad Szenes- Vieira da Silva
".

Transportes

Metro: Rato
Autocarros: 706, 709, 713, 720, 723, 727, 738, 748, 753, 758, 774, 783
Eléctricos: 25 e 28

23 a 26 de Outubro, 2010: Programação - CASA DA ACHADA

"Este sábado, dia 23 de Outubro, acontecem duas coisas:
Às 16h inauguramos a exposição de fotografia «Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger», com a presença da autora. A exposição continua até o dia 8 de Novembro.
Fotos Ursula
Depois, às 17h, acontece a 4ª sessão de Itinerários. Desta vez é Jorge Valadas que nos falará do seu percurso: de Lisboa a Paris, nos anos 60; hoje entre Paris e Tavira; do trabalho manual ao trabalho intelectual; mudar a vida, mudar o mundo – o emigrante, o imigrado, o militante, o autor de livros em francês, com ou sem pseudónimo, também sobre Portugal.
Itinerarios 4
No domingo, dia 24 de Outubro, às 15h30, continua a Oficina de Teatro. É a 3ª sessão coordenada por Mariana Goes.
Oficina Teatro
No dia seguinte, segunda-feira, 25 de Outubro há a sessão habitual de leitura de A Paleta e o Mundo às 18h30. João Rodrigues e Sónia Gabriel lêem o capítulo «Sorrir e gritar».
À noite, às 21h30, projectamos o filme L'espoir, a única longa-metragem de André Malraux. Quem apresenta é Eduarda Dionísio.
SEG 25 Out
Terça-feira a Casa da Achada abre excepcionalmente à noite. Pelas 21h30 há a apresentação e projecção do filme De Caras de Tiago Afonso, a partir de uma longa entrevista com Camilo Mortágua, com a presença do realizador e do entrevistado. Aqui deixamos o que diz Tiago Afonso sobre o filme e a apresentação:
«Arrasta-se há mais de três anos aquilo a que eu chamava o projecto LUAR. Hoje apresento-o na Casa da Achada com o título “De Caras”. O que começou por ser uma investigação e conjunto de entrevistas à volta da Liga Unida de Acção Revolucionária centrou-se numa só personagem: Camilo Mortágua.
Filme de enorme simplicidade formal, trata-se de um depoimento montado no qual a personagem fala sobre o seu percurso desde o início dos anos sessenta até aos dias de hoje tendo como momentos essenciais as acções da organização antifascista e a aventura da Torre Bela, ocupação e consequente autogestão da herdade dos duques de Lafões, que se transformou num dos ícones do PREC por ter sido registado em filme pelo recém falecido realizador alemão Thomas Harlan.
A segunda dimensão do filme, ao nível da imagem, são desenhos feitos por PAM a partir do depoimento, sendo que apenas um ou outro tem características de ilustração. A maioria tende para a dispersão. Trata-se de interpretações subjectivas de palavras bastante objectivas.
Desde o início que entendo que o sítio ideal para apresentar pela primeira vez este projecto é a Casa da Achada - Centro Mário Dionísio, não só por certas afinidades políticas, mas também por ter sido com estas pessoas (Mário Dionisenses) que dei os meus primeiros passos na descoberta da história recente, mas forçosamente esquecida por muitos deste nosso malfadado país à beira mar encostado.»"








De Caras 
Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa

Telf.: 21 8877090
Site:
http://www.centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"

Localização: http://www.centromariodionisio.org/localizacao.php