Mostrar mensagens com a etiqueta Filho Único. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filho Único. Mostrar todas as mensagens

23 de Maio a 09 de Junho, 2018: Festival - ALKANTARA

"Mónica Lapa criou a Danças na Cidade em 1993. De 1993 a 2004, as várias edições do festival e de projetos colaborativos, como Dançar o que e nosso, desempenharam um papel fundamental de apoio, dinamização e divulgação da criação artística nacional e internacional. Em 2006, numa alteração que veio confirmar a abertura da estrutura a outras disciplinas artísticas e a outras geografias, a Danças na Cidade deu lugar a associação Alkantara. Desde 2006, e a cada dois anos, o Alkantara Festival reúne em Lisboa um programa de artistas com visões singulares sobre o mundo e a contemporaneidade. Integra o circuito dos principais festivais internacionais de artes performativas e mantém parcerias de longa data, na cidade de Lisboa e no mundo. A par do festival, a associação promove um programa regular de residências artísticas, formações, investigação, apresentações e acolhimentos no Espaço Alkantara".

Programa

7 de Julho a 26 de Agosto, 2017: Ciclo de Concertos - NOITES DE VERÃO

No seu oitavo ano de vida, o ciclo de concertos Noites de Verão apresentar-se-á em Julho no Jardim dos Coruchéus, em Alvalade, pela primeira vez, e o habitual Jardim das Esculturas do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado em Agosto, mantendo-se o horário das Sextas-feiras, pelas 19h30, e com entrada livre.
Este programa de música ao vivo programado pela Filho Único é co-produzido com a EGEAC Cultura em Lisboa, as Galerias Municipais de Lisboa e o MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA - MUSEU DO CHIADO.

Programação

5 a 26 de Agosto, 2016: Concertos - NOITES DE VERÃO, MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CHIADO


"O ciclo de concertos Noites de Verão produzido e programado pela Filho Único dividir-se-á pela primeira vez este ano entre dois espaços. Em Julho decorrerá no Jardim do Palácio Pombal, sito na Rua do Século, e em Agosto no habitual Jardim das Esculturas do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa. 

Mantém-se o habitual horário das Sextas-feiras, pelas 19h30, e com entrada livre. 

5 Agosto, 19h30 - Norberto Lobo (PT)
12 Agosto, 19h30 - Evan Parker (GB) 
19 Agosto, 19h30 - Inga Copeland (EE)
26 Agosto, 19h30 - Mike Cooper (GB)"

MNAC - Museu do Chiado
Rua Serpa Pinto nº 4, Lisboa

Transportes:
Metro: Baixa-Chiado, Restauradores, Rossio, Cais-do-Sodré
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré, Santa Apolónia
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

8 a 29 de Julho, 2016: Concertos - NOITES DE VERÃO, PALÁCIO POMBAL

Carpe Diem, Rua de O Século, 79, Bairro Alto. Lisboa


às 19:30

Programa:
8 Julho, 19h30 - Bonga (AO)
15 Julho, 19h30 - Pega Monstro (PT)
22 Julho, 19h30 - Luís Severo (PT)
29 Julho, 19h30 - Katuta Branka (CV)


Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774
Eléctrico: 28
Elevador: Bica, Glória

11 de Julho a 5 de Setembro, 2014: Concertos - NOITES DE VERÃO NO MUSEU DO CHIADO

Jardim das Esculturas

Entrada Livre
  • Lau Nau

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 11 de Julho
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Chris Corsano

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 18 de Julho
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Mdou Moctar

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 25 de Julho
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Josephine Foster

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 1 de Agosto
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Ghédalia Tazartès

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 8 de Agosto
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Norberto Lobo & João Lobo

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 15 de Agosto
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Timespine

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 22 de Agosto
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Tropa Macaca

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 29 de Agosto
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
  • Kimi Djabaté

    Local: Noites de Verão no Museu do Chiado
    Data: 5 de Setembro
    Horário: 19:30
    Entrada: LIVRE
"LAU NAU
Escritora de canções finlandesa, que vem ao longo da última década a explorar e trabalhar sobre as formas de vocabulários musicais - poder-se-á dizer - indígenas dessa cultura, e o jeito como se podem agregar a tradições do resto do Ocidente. Lau Nau tem tido um percurso marcado por esta atracão magnética ao exterior, mas a vários níveis alicerçada numa muito forte comunidade de músicos e artistas de vários campos baseada nas principais cidades finlandesas. Foi a partir desses laços que, de resto, uma geração de criadores despontou para os radares internacionais em meados da década passada, e que desde então continua, de maneira autossustentada, a se desenvolver. De resto, um dos maiores dínamos desta operação contínua, permanece a ser a editora Fonal Records, que novamente publica o mais recente trabalho da cantora, compositora e instrumentista. 'Valohiukkanen' é a primeira aproximação mais marcada de Lau Nau a trabalhos com uma orquestração e produções mais ambiciosas, já vem longe - no que ao ornamento e à escala dizem respeito - dos seus primórdios de gravações consciente e construtivamente amadoras. Ótima ocasião, portanto, para vermos por onde passam hoje em dia as movimentações da mais rebelde e organizada comunidade de escritores de canções da Escandinávia contemporânea, aqui representada por uma das suas figuras mais emblemáticas.
CHRIS CORSANO
Baterista e percussionista que irrompeu na áreas e nos interstícios do jazz, do rock avant-garde e da música improvisada há mais de uma década, Chris Corsano tem criado um impressionante trabalho, em palco e registo gravado. Surgindo em igual medida da tradição punk/rock mais esclarecida do final dos anos 80 e início dos anos 90, foi, contudo, talvez o free jazz feito após o desaparecimento de John Coltrane e Albert Ayler, que mais acaba por formar a espinha do trabalho de Corsano, nas figuras de bateristas visionários como Milford Graves, Rashied Ali, Rashied Sinan ou Beaver Harris. Tem mantido trabalhos regulares com grandes sopristas desta tradição, como são os casos de Paul Flaherty, Joe McPhee ou Evan Parker, encontrando também espaço para colaborações com Thurston Moore, Tony Conrad ou a própria Bjork, artista que acompanhou durante cerca de dois anos. Os seus solos, documentados na sua própria editora, são um verdadeiro tratado sobre todas as propriedades expressivas, tímbricas, frásicas dos materiais técnicos e poéticos que a bateria oferece, e que nas suas mãos, são campo infinito para música de êxtase e descoberta constante.
Site oficial - http://cor-sano.com
MDOU MOCTAR
No concorrido campeonato de guitarristas Tuareg, Mdou Moctar distingue-se com certeza dos seus contemporâneos. Ele é um dos poucos escritores de canções e intérprete decidido a experimentar e a fazer progredir o género, e as suas estratégias estéticas pouco ortodoxas têm-lhe conquistado cada vez mais seguidores tanto no Níger como além-fronteiras. Mdou é originário de Abalak, no deserto Azawagh do Níger, e é um autodidata desde tenra idade vidrado na guitarra. O seu primeiro album ‘Anar’ foi gravado na Nigéria em 2008, uma coleção vibrante de temas com profuso uso de autotune na voz. O álbum nunca foi oficialmente editado mas as canções tornaram-se um sucesso popular no Sahel – a faixa territorial de costa a costa de África, divisionária do deserto do Sahara a norte e a savana sudanesa a sul – através de redes de partilha de música em telemóveis. ‘Tahoultine’, uma das faixas mais emblemáticas, foi mais tarde incluída na compilação ‘Music from Saharan Cellphones: Volume 1’, editada pela Sahel Sounds, o que fez expandir o culto na Europa e Estados Unidos. A mesma editora lançou em 2013 ‘Afelan’, o primeiro álbum com distribuição internacional de Mdou, gravado ao vivo no Níger, em que surpreende pela crueza e ferocidade do trabalho de guitarra elétrica, ancorada por doces melodias de folk do Sahara. Atualmente encontra-se envolvido como ator principal na produção do primeiro filme falado numa língua Tuareg, numa ficção sobre a contenda de um guitarrista para se afirmar entre pares, enquanto anda pelo deserto numa moto púrpura.
JOSEPHINE FOSTER
Música, vocalista e escritora de canções norte-americana excecional e de percurso igualmente invulgar e independente, atualmente sediada na nossa vizinha Andaluzia. Cantora lírica de formação, dá por si a iniciar o seu percurso público autoral em Chicago vinda do estado do Colorado, a tocar uma canção que vinha tanto do amor pelo repertório da música clássica europeia, dos maravilhosos exemplos dos músicos dos espetáculos de variedades norte-americanos da viragem para o séc. XX, de Karen Dalton, Shirley Collins e de alguns das mais doces pérolas da cultura psicadélica, entre milhentas outras singulares referências. Não soava, nem soa hoje (cada vez menos, aliás) a nenhuma referência exata. Depois de um par de discos de tiragem altamente caseira, lança o glorioso álbum homónimo do duo Born Heller, com o hoje reputado baixista Jason Ajemian. Nesse documento, víamos já as características que ainda hoje a distinguem – as suas noções de espaço, respiração, dinâmica, métrica e desenho melódico completamente aparte e de equilíbrio harmónico desarmante.
Após estreia a solo em maior escala, com 'Hazel Eyes, I Will Lead You' (Locust, 2005) passa por um disco em trio de acid rock discordante; um álbum de lieder de Schubert, Schumann e Brahms, escolhidas a dedo; o regresso à base com 'This Coming Gladness'; em 'Graphic As a Star' pega nos colossais poemas de Emily Dickinson, musicando-os; em 2010 fez um álbum com o seu companheiro Victor Herrero e a sua banda, inteiramente dedicado ao cancioneiro de Lorca, banido em Espanha em 1931. E por aí fora. Um percurso tão idiossincrático, todo ele improvavelmente acessível (tendo em conta o currículo), generoso e reluzente.
GHÉDALIA TAZARTÈS
Artista francês de origem turca nascido em 1947, Ghédalia Tazartès permanece, ao longo de mais de três décadas de trabalho, uma figura incatalogável no panorama da criação musical. Dono de uma obra singular, tem vindo a empregar técnicas muito suas e constantes ao longo do seu percurso, com alterações relativas de meios. Utiliza gravações de campo cortadas e coladas desde a época da fita, teclados e eletrónica para resultados de um grão, estranheza e solenidade que lhe são muito particulares. Com a voz, é ritualisticamente invadido por várias viagens internas, que o levam de um francês real, a um outro inventado, passando por uma série de outras línguas, umas existentes, outras obra dos momentos que decide desenhar. Formalmente, será dos trabalhos de exploração das possibilidades da voz, do discurso e do uso pós-concretista da língua mais visionários nas últimas décadas. Procura tradições que incorpora de forma plástica, espiritualmente personalizada, pegando em heranças – frequentemente com pontos em comum, primariamente de ordem humana – que atravessam o planeta, buscando o seu conjunto de formas. Mais do que um trabalho de sobreposição de referências e vocabulários, ou até de uma amálgama amadurecida dos mesmos, cria o seu próprio país de tradições dentro de um outro continente cujo nascimento vai dependendo do seu contributo. Livre de questões de identidade e filiação cultural, livre para ser de uma nova maneira. Em tempos recentes tem mantido atividade discográfica e viajado por cada vez mais palcos, à medida que a lenda - e a sua dimensão - se alastram. Veremos onde vai a viagem neste Verão de 2014.
NORBERTO LOBO & JOÃO LOBO
Amigos de longa data ligados pela música, tendo feito parte da banda Norman ainda na adolescência, Norberto Lobo e João Lobo concretizaram o seu limiar entendimento simbiótico através da gravação de ‘Mogul de Jade’, o seu álbum de estreia publicado no Verão do ano passado na editora Mbari. O disco, e os concertos ao vivo pelo nosso país e noutras cidades europeias que se têm seguido, mostram o patenteado estilo abençoado do Norberto, sendo que aqui também se mune da guitarra elétrica para além do seu domínio magistral na acústica já sobejamente conhecido, assim como evidenciam o trabalho fabuloso do baterista, sediado em Bruxelas, João, com a sua marca singular de percussão tonal e assinalável riqueza textural que lhe granjeiam sempre elogios de quem o vê. Vêm ao Jardim das Esculturas oferecer-nos temas fixados no seu valioso disco, assim como novas composições que têm vindo a trabalhar, onde é notório o espírito destemido de dois músicos intuitivamente alinhados em se absterem de confiarem em méritos curriculares, mas antes embarcarem numa discernida procura por novos caminhos e renovadas formas de expressão no campo da música mais livre e desenredada de nomenclaturas.
TIMESPINE
Timespine são Adriana Sá, John Klima e Tó Trips e editaram este ano o admirável disco de estreia homónimo na Shhpuma. A cartografia musical do trio foi desenvolvida a partir das partituras gráficas de Adriana, versando sobre texturas e densidades, assim como oferecendo notações sobre estrutura, sequenciação e vocabulário. Trata-se de uma música envolvente, de nutrição artesanal e fruição hipnótica, sendo permeada pela improvisação para navegar com propriedade entre os pontos cardeais familiares dos campos da folk e da composição contemporânea. Adriana tem um abnegado percurso na música eletrónica experimental, destacando-se o seu consistente trabalho de pesquisa e prática no uso de tecnologia de sensores. Nesta formação opta por centrar-se fundamentalmente na abordagem à ‘zither’, que dedilha e aplica um arco de violino num elegante trabalho de exploração tímbrica do instrumento acústico. Tó Trips, que possui um legado incontornável na música nacional recente, dos Lulu Blind aos cada vez mais globais Dead Combo, ocupa-se aqui do dobro, onde a frase e o silêncio são argamassa de um registo distintivo folk. O californiano e baixista John Klima foi membro do grupo pop Presidents of United States of America, sendo reconhecido o seu trabalho no campo das artes visuais, construindo instalações eletromecânicas de larga escala operadas por software de jogos 3D que programa de origem, expondo regularmente no panorama internacional.
TROPA MACACA
Tropa Macaca são André Abel e Joana da Conceição, banda sediada em Lisboa a trabalhar no campo da composição contemporânea eletrónica. Com cerca de sete anos de parceria criativa e atividade pública, editaram a sua música em selos fundamentais do underground europeu e norte-americano como a Qbico e a Siltbreeze, tendo o mais recente 'Ectoplasma' sido lançado na nova-iorquina Software de Daniel Lopatin (Oneohtrix Point Never).

Até esse registo a música do duo pautou-se, de um ponto de vista estrutural, na execução de peças de longa-duração. Sempre intrépidas, pareciam, a cada vez, procurar desbloquear um sem número de questões de ordem poética, e progredir ao longo do seu curso ritual no sentido de chegar a sítios inauditos, onde a revelação os aguardava.
Em atuações dos últimos tempos, contudo, temos vindo a assistir a novos desenvolvimentos na prática da banda. Temas de duração mais variável apresentam maior quantidade de eventos, que se desenrolam – em escrita e interpretação – de maneiras novas e inesperadas. Surgem espaços mais do que ilustrados, habitados, a meio destas construções, que reordenam noções convencionais de tempo, narrativa e sucessão de eventos.
Como sempre tem sido o caso com a Tropa Macaca, torna-se muito complexo fazer referências a outros trabalhos artísticos passados, havendo mais semelhanças do ponto de vista tímbrico e textural (techno, house, os primórdios do catálogo da Warp, guitarras elétricas “fusionistas” dos anos 70 e 80), do que propriamente estruturas musicais familiares. Curiosidade grande para saber como se vão apresentar nesta sua primeira aparição num espaço ao ar livre em algum tempo, sendo que contam com atuações no currículo em eventos como o Serralves Em Festa ou o Boom Festival, deste duo que se sabe sempre inserir para se afirmar no espaço público.

Site oficial - http://tropamacaca.com
KIMI DJABATÉ
Escritor de canções, vocalista, balafonista, guitarrista e crucial embaixador da cultura mandinga e guineense em Portugal e no mundo, Kimi Djabaté - é pacífico dizê-lo - é hoje um dos grandes artistas de palco a residir no nosso país, que também se tornou o seu, já há mais de uma década. Trata as suas canções com profunda noção de ofício, trabalhando-as com a precisão e o critério dos sérios e serenos. É filho de uma família secular de músicos, que se filiou na Guiné Bissau há mais de dois séculos, e é seu assunto vivencial, social e cultural tratar na forma de música as questões e resoluções de sempre e de hoje; a observação do mundo através da oralidade da música, algo que não tem como evitar tornar contemporâneo, sempre devidamente enriquecido por tanta tradição de o fazer. Contos sobre moral, ética, cidadania, honestidade, amor, família e as grandes questões existenciais. E mesmo que as palavras que lhe saiam da boca soem a ouvidos brancos como código, a transparência humana e emocional fala a língua de todos nós. Numa altura em que se dão os últimos toques para a edição do seu próximo álbum, podemos esperar várias canções dos seus anteriores 'Terike' e 'Karam', o último dos quais o seu primeiro álbum com boa distribuição a nível mundial, que lhe rendeu rasgadíssimos elogios da imprensa internacional, e uma constantemente preenchida agenda em palcos na Europa, América e Ásia. É com enorme prazer que o voltamos a receber no Jardim das Esculturas do MNAC, onde já nos ofereceu uma das grandes atuações que tivemos o privilégio de produzir ao longo dos anos para este ciclo.

MNAC - Museu do Chiado
Rua Serpa Pinto nº 4, Lisboa

Transportes:
Metro: Baixa-Chiado, Restauradores, Rossio, Cais-do-Sodré
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré, Santa Apolónia
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

23 de Outubro, 2013: Filho Único no Lounge - TSEMBLA + FÚ DJ SET





"Tsembla é Marja Johansson, uma artista sueco-finlandesa a viver em Turku, na Finlândia. Marja faz uso e configurações desassombradas de instrumentos, electrónica e objectos para construir uma música timbrada pelo seu rico mundo interior, num jogo de sombras e refracções de significação com legados de campos estilísticos como o ambient e a folk. Na primavera lançou o seu terceiro disco, o longa-duração ‘Nouskaa henget’ (algo como ‘Espíritos, ascendam!’), na editora New Images de Matt Mondanile (Ducktails, Real Estate), depois da estreia com um 7’’ no selo Vauva de Jan Anderzén (Kemialliset Ystävät, Tomutonttu) e do LP ‘Fauna’ na Ikuisuus em 2011. As suas composições, instrumentais DIY exóticos reunindo melodias truculentas, ritmos e texturas mutantes, com um sentido de narrativa evocativo de um Moondog de quarto e não rua, oferecem uma perspectiva exclusiva de um lugar onde Jon Hassell atacaria um volume dos ‘Soothing sounds for baby’ de Raymond Scott, para assim renovar a firmeza de ânimo na perenidade da imaginação humana".

Filho Único Apresenta no Lounge
Tsembla + FÚ dj set
Local: Lounge
Datas: 23 de Outubro
Horário: 22h30
Entrada: LIVRE

Transportes
Metro: Cais-do-Sodré 
Autocarros: 714, 728, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782
Eléctricos: 12, 15, 18, 25, 28
Barco: Terreiro do Paço, Cais do Sodré 
Comboio: Cais-do-Sodré, Rossio, Santa Apolónia

5 de Julho a 30 de Agosto, 2013: Concertos - NOITES DE VERÃO NO MUSEU DO CHIADO

Noites de Verão no Museu do Chiado de volta!
 
"O ciclo de concertos Noites de Verão no Museu do Chiado, programados e produzidos pela Filho Único, ocupam o Jardim das Esculturas do MNAC - Museu do Chiado pelo quarto ano consecutivo.
A cada ano, o programa das Noites de Verão no Museu do Chiado cimenta o estatuto de proposta incontornável do calendário estival da música ao vivo, para o centro de Lisboa, e serve tanto os lisboetas, que se encontram ainda na cidade a trabalhar, como os visitantes de passagem, nacionais ou estrangeiros.
Este ciclo de concertos inicia-se na Sexta-feira dia 5 de Julho e está inserido no Programa “Lisboa na Rua – Com’Out Lisbon 2013” da Câmara Municipal de Lisboa, acontecendo todas as Sextas-feiras de Julho e Agosto, sempre pelas 19h30 e sempre com entrada livre, no Jardim das Esculturas do Museu.

LULA PENA - 5 de Julho
CARLOS “ZÍNGARO” + CARLOS SANTOS - 12 de Julho
ALDINA DUARTE - 19 de Julho
J. BRAIMA GALISSÁ - 26 de Julho
MANUEL MOTA e AFONSO SIMÕES - 2 de Agosto
GUILHERME DA LUZ - 9 de Agosto
TÓ TRIPS - 16 de Agosto
MÛ - 23 de Agosto
JP SIMÕES - 30 de Agosto

Mais informação em http://filhounico.com/ e http://museuartecontemporanea.pt/pt/exhibitions"

MNAC - Museu do Chiado
Rua Serpa Pinto nº 4, Lisboa

Transportes:
Metro: Baixa-Chiado, Restauradores, Rossio, Cais-do-Sodré
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré, Santa Apolónia
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

13 de Dezembro, 2012: FÚ Apresenta: LOOSERS + DJ FITZ

às 22:30.
Lounge, Rua da Moeda, 1 Porta O/P Lisboa
 
"Os Loosers, para os livros tidos como os incontornáveis instigadores, e homens de acção, da música nacional experimental revigorada do novo século, desde o seu início, são actualmente Jerry the Cat, Rui Dâmaso e Zé Miguel. Recebendo o louvor e incentivo devido das campanárias influentes do underground internacional, no que ao rock e mestiçagens Experimenta DIY ® afectas é relevante, logo a partir da edição do seu clássico LP de estreia ‘For All The Round Suns’, os Loosers na sua encarnação original com Tiago Miranda na formação empreenderam 3 tours europeias e construiram uma discografia a cada tomo desafiadora e renovadora de expectativas e processos, entre o seu núcleo criativo e aquela imensa minoria global que os seguiam e ouviam. Voltam agora a repetir a data febril do ano passado com DJ Fitz no Lounge pela mesma altura, onde se comprovou que os Loosers continuam ser os “bárbaros eruditos com um olho nos céus”, como Julian Cope uma vez proclamou ao mundo online.

O nosso amigo DJ Fitz regressa então para a sua residência anual na nossa residência mensal no Lounge (tá ligado?) para tomar conta dos discos a noite toda. O Sr. John Fitzgerald é agente europeu de bandas como Wooden Shjips, Cass McCombs ou Black Dice, um connoisseur e coleccionador incomparável de música psicadélica de latitudes recônditas e universos confluentes de matilhas divergentes e, o mais bonito disso tudo, um óptimo e expansivo dj para uma festa.

Facebook http://www.facebook.com/loosersarefree
Vídeo ao vivo no MANA no Mercedes, Porto http://youtu.be/0aCvKgpHyEw

Site oficial http://djfitz5000.com/
DOODcast http://doodcast.net/DOODcast/episodes.html"
Transportes
Metro: Cais do Sodré

Autocarros: 01, 36, 37, 40, 760, 706, 709, 711, 714, 732, 759, 781, 782, 794
Eléctricos: 12, 15, 25, 28
Barco: Cais do Sodré
Comboio: Cais do Sodré, Rossio

13 de Novembro, 2012: Debate - MÚSICA DE LIBERTAÇÃO HOJE EM PORTUGAL

Goethe-Institut, Auditório
Campo dos Mártires da Pátria 37, Lisboa


"Allen Halloween e B Fachada falam na próxima terça-feira, dia 13 de Novembro, às 18h30 no Auditório do Goethe-Institut Portugal, no Campo dos Mártires da Pátria.
O tema em debate é 'Música de libertação hoje em Portugal'.
 A moderação é feita pela Filho Único.


Debate sobre todas as mecânicas de libertação, expansão cívica, revolução e ataraxia na música portuguesa pós-25 de Abril, com alguns dos seus intervenientes contemporâneos actuantes de maior preponderância no Portugal de hoje. Conversa sobre todos os tempos em que fomos inoperantes ou altruístas, e as possibilidades de emancipação popular construtiva daqui em diante".

Mais informações: http://www.goethe.de/ins/pt/lis/ver/pt9807052v.htm

Transportes
Metro: Anjos, Intendente, Picoas
Elevador: Lavra
Autocarros: 30, 74, 723, 760, 767

25 de Outubro, 2012: Concerto - CANTATA MUSSURANA, de SEI MIGUEL

às 21h30
Goethe-Institut
Campo dos Mártires da Pátria 37, Lisboa
Entrada livre
"A CANTATA MUSSURANA, para 4 vozes (uma delas humana) e pequena orquestra, o novo trabalho de Sei Miguel, emprega músicos de vários campos e meios do jazz ao rock, passando pela música electrónica e pela composição contemporânea e pretende edificar uma obra que una vários vocabulários, focos sociais e direcções artísticas numa música vibrante e humanamente harmónica. A hibridação de formas, timbres e mecanizações que têm vindo a ser matéria essencial do meio criativo de Sei Miguel. A mussurana que inspirou o nome da obra é uma cobra, uma serpente, aliás, que come outras serpentes, nomeadamente venenosas dado que ela é imune ao seu veneno. Em algumas regiões do Brasil, por exemplo, os fazendeiros mantêm as mussuranas enquanto animais de estimação, a fim de manter seu espaço livre e vivo do ambiente das víboras, porque elas atacam e comem outras serpentes, proporcionando assim uma ‘purga’ do território sempre que necessária.
Este concerto faz parte do “Ciclo Filho Único e Goethe-Institut” e insere-se no programa “kulTüren” (Abrir as portas da culturas), uma iniciativa do Goethe-Institut Paris sobre a questão da participação no campo da cultura erudita. Escreve o curador Pedro Gomes (Filho Único): “Na proposta do Goethe-Institut para o programa KulTüren, rapidamente se tornou claro para nós inclinarmo-nos para Sei Miguel como o músico com capacidades e qualidades mais auspiciosas no âmbito de um programa que se queria intertextual e participante do ponto de vista da pluralidade artística, cívica e social. A sua música, contínua e coerentemente trabalhada e em expansão, no sentido de edificar uma obra que una vários vocabulários, focos sociais e direcções artísticas numa música vibrante e humanamente harmónica, não encontra par em Portugal.”

Cantata Mussurana de Sei Miguel (EA), FORMAÇÃO
4 vozes:
Sei Miguel
- trompete "pocket"
Kimi Djabaté - voz
Ernesto Rodrigues - viola de arco
Rafael Toral - electrónica

Orquestra:
Fala Mariam
– trombone alto
Nuno Torres – saxofone alto
Pedro Gomes – guitarra eléctrica
Pedro Lourenço – baixo eléctrico
César Burago – percussão
Monsieur Trinité – percussão
Luís Desirat – bateria"
Transportes
Metro: Anjos, Intendente, Picoas
Elevador: Lavra
Autocarros: 30, 74, 723, 760, 767
 

24 de Outubro, 2012: FÚ APRESENTA, ALEK REIN + FÚ DJ SET

às 22:30.
Lounge, Rua da Moeda, 1 Porta O/P Lisboa

"Alek Rein é um escritor de canções carismáticas na melhor tradição do psicadelismo folk de estirpe britânica, de um recorte e garbo clássico ao alcance de poucos, e que sucede ser uma concretização de uma ideia do seu intérprete Alexandre Rendeiro. Desenvolveu-o em exposição pública aparentemente balizando-o entre a heteronímia de Fernando Pessoa e a alteridade pop de Ziggy Stardust, descontando a indumentária glam, e vem ao Lounge mostrar-nos os mais recentes desenvolvimentos pós-EP 'Gemini', edição inaugural de autor de há dois anos.

"Alek Rein é uma personagem que surge em 2010 como pseudónimo de Alexandre Rendeiro, embora seja agora considerado um heterónimo, visto ter biografia, estilo e fisionomia distintas das do seu criador. Alexandre Rendeiro, artista multidisciplinar de 23 anos a trabalhar em Lisboa, considera-se o intérprete das canções de Alek Rein, adoptando a abrangente estética do psych-folk. O projecto "Alek Rein" é uma tentativa de construção de personagem / persona, em que os elementos do universo desta são revelados através das canções e do seu recheio verbal e melódico. Outros tempos, outras vidas, outros mundos!" Texto do Artista".

Bandcamp http://alekrein.bandcamp.com/
Vídeo ao vivo http://www.youtube.com/watch?v=tB-FpNFPxGs&feature=youtu.be
Entrevista Ípsilon http://ipsilon.publico.pt/musica/entrevista.aspx?id=273074

Transportes
Metro: Cais do Sodré

Autocarros: 01, 36, 37, 40, 760, 706, 709, 711, 714, 732, 744, 759, 781, 782, 794
Eléctricos: 12, 15, 25, 28
Barco: Cais do Sodré
Comboio: Cais do Sodré, Rossio


Imagem: http://f0.bcbits.com/z/14/42/1442694100-1.jpg 

5 de Julho a 30 de Agosto, 2012: Concertos e DJSet - NOITES DE VERÃO NO MNAC

Museu aberto até às 23h00
50 % de desconto no bilhete de ingresso

Programa de Concertos e DJSet no Jardim de Esculturas - Entrada livre
CONCERTOS - 19h30

B Fachada - 5 de julhoNeste momento B Fachada já não precisará de grandes apresentações, nem será rebatível que é o maior cantautor da sua geração em Portugal, e um dos grandes desde a revolução de Abril. Autor e intérprete de uma discografia já muito considerável, tem mantido a promessa dos dois discos ao ano sem qualquer desvio de rota e enchido salas de Norte a Sul com essa raridade que é uma canção portuguesa que não pede desculpa por ser como é, por falar verdades que ficaram silenciadas durante tempo demais. Que soa eminentemente daqui mas em expansão de olhos a brilhar, sem coisas de postal para o turismo autofágico, como demasiadas vezes fizemos nas últimas décadas. Está lá a tradição, voltaram a reivindicação e a proposta concreta; dispensou-se o pudor em cantigas sobre intimidade, com o requinte próprio dos cavalheiros existencialistas e o vigor de um homem que sabe dançar, no seu encantador balanço angolano-beirão. Data de Dezembro último o seu mais recente e celebrado disco, ‘B Fachada’, mas é já público que o seu novo registo de Verão está aí a chegar, ‘Criôlo’, com certeza o prato forte que nos servirá nesta data inaugural das ‘Noites de Verão’, no Jardim das Esculturas do Museu do Chiado, amiúde a revisitação e interpelo ao seu celebrado catálogo.
IKB (concerto em formato acústico) - 12 de julho“A cor International Klein Blue criada pelo artista plástico Ives Klein, serve de ponto de partida para a criação do ensemble IKB, como uma afirmação estética mais vasta dacriação musical contemporânea. Esta formação composta por 14 músicos foi constituída por Ernesto Rodrigues, incansável dinamizador no tecido da música improvisada nacional, e responsável pela editora Creative Sources.Trata-se de um ensemble que privilegia o espaço arquitectónico, a escuta activa e o timbre. Através da disposição instrumental, da escolha das texturas e gestos musicais que os seus membros colocam em evidência durante a performance, a pausa e o silêncio criam contraponto com a produção sonora, mais, são parte vital da mesma. Com instrumentação mista, acústica e electrónica, utilizada de um modo eclético, explora a noção de espaço composicional numa perspectiva reducionista, partindo de linhas simples que se vão complexificando dando lugar a tensões e desenvolvimentos.” Texto dos Artistas
Dolphins Into The Future - 19 de julho Dolphins Into The Future é o alter ego de Lieven Martens, um indivíduo pró-activamente intrigante e determinante no seio da cosmogonia de um emancipado underground da música norte-americana e centro-europeia da última década, sensivelmente. A operar, a acreditar no mito urbano, a partir da sua base em Antuérpia que consiste num tanque flutuante, Lieven é responsável pelas editoras Cetacean Nation Cassettes e Dreamtime Taped Sounds, que foram patronos de edições em cassette de gente como James Ferraro ou Oneothrix Point Never, e são casa-arquivo-difusoras das suas experiências para paisagens sonoras virtuais. Para os seus resultados ao vivo e em disco, o belga faz uso de instrumentação electrónica e acústica, mas é reconhecido o seu uso de gravações de ondas do mar, sons de passáros e outras evocações do cânone New Age, muitas vezes registada sob a austeridade conceptual de auto-infligidas condições físicas extremas (privação de sono à cabeça) ou em sítios específicos para residências artísticas ad hoc. Tal é o caso do seu mais recente e elogiado LP ‘Canto Arquipélago’, lançado na Underwater Peoples Records, que foi gravado e produzido nos Açores, e em que o autor cita também o pintor romântico alemão Caspar David Friedrich como inspiração central para a obra, ao nível da filosofia e metodologia análoga empregue.
Éme - 26 de julho O Éme é uma das bravas faces e corações da editora Cafetra e 1/5 precioso dos fundamentais Os Passos em Volta, que se estrearam na recta final do ano passado em disco com ‘Até Morrer’, tratado de arrojo e frescura para a canção pop nacional bastarda de electricidade enferma. Prossegue também o seu caminho a solo, ruminando em canções à guitarra destaques de momentos de grande impacto e densidade emocionais, assistindo à trivialidade com transcendência e com olhos a brilhar para o novo e o complexo - a fortaleza no delicado sempre teve grande charme. Tendo-se feito à viagem no ano passado com o lançamento do EP de estreia ‘Passa-se Alguma Coisa Estranha Aqui’, percebeu-se que subiu a parada este Junho com o longa duração ‘Gancia’, primeiro álbum de um escritor de canções a solo no seio da Cafetra e disco em que eleva a sua idiossincrasia suave para um patamar de sedução mais amplo, suportada por uma folk-pop de arranjos no ponto certo da ponte vígilia-sono, e cujo o espaço ao ar livre do Museu do Chiado irá acolher na sua plenitude.


DJ Sets - 19h30
Slight Delay -2 de agosto
Slight Delay são Tiago Miranda e Alcides, parte da fina flor da elite de DJs lisboetas, conhecendo-se há largos anos mas cuja parceria efectiva é mais recente. Começaram por fazer as Unight (noites mensais no Lux) e daí avançaram para os Slight Delay, nome sob o qual assinam e lançam os seus miraculosos edits. Em 2008 o influente selo norte-americano Rong editou-lhes o 12” ‘Sufi Surfer’, e eis que rapidamente se esgotou a tiragem do vinil e se deu um levantamento global de falatório e entusiasmo, entre aficionados das pistas de dança e DJs reputados internacionalmente. Para cortar a fita para a segunda etapa das ‘Noites de Verão’, o DJ set dos Slight Delay percorrerá a onda descontraída, mas enigmática, dos corredores menos óbvios de música fixada em disco, sua assinatura de referência.
Rui Miguel Abreu - 9 de agosto  Com um currículo vasto e preponderante no panorama nacional da edição, crítica e divulgação de música, Rui Miguel Abreu é também nosso estimado convidado em Agosto para uma selecção e partilha de discos. Jornalista (BLITZ, Parq, Jazz.pt, entre outros), radialista (Antena 3, RDP África) e digger, entre outros signos, RMA define a sua relação com a música – na sua multiplicidade estilística, geográfica, de herança e afirmação cultural, bem como de objecto físico e táctil – como ‘quando se ama o universo, não há galáxia que chegue’.
João Peste - 16 de agosto  Mentor e vocalista dos Pop Dell’Arte, co-fundador e editor do selo discográfico Ama Romanta, João Peste agraciar-nos-á com a sua presença para um DJ set com certeza tão singular como o mapa referencial e de interesses, na Arte e na Música, que tem expressado ao longo de uma carreira pública que prossegue há mais de 25 anos.
Norberto Lobo - 23 de agosto  Norberto Lobo é o aclamado músico e guitarrista a quem já começam a escassear os superlativos para atribuir à sua música e percurso, desde que se estreou em disco com o clássico ‘Mudar de Bina’, em 2007. Estando já gravado, e em vésperas de conhecer data de edição, o seu ansiado por muitos quarto álbum a solo, ‘Mel Azul’ de seu nome, o Norberto brindar-nos-á no Jardim das Esculturas com uma selecção de música que deverá evocar o amor devoto do músico à bossa e MPB de terras de Vera Cruz, ao universo amplo do Jazz e outras paragens inesperadas que lhe são caras.
B Fachada - 30 de agosto  Porventura o mais aclamado, reconhecido e prolífico escritor de canções da sua geração, B Fachada editou 10 discos em 5 anos. Agora, à semelhança do ensaiado em 2010 com “Há Festa na Moradia” e em 2011 com “Deus, Pátria e Família”, cumpre o seu programa de delírio estival com ‘Criôlo’, possivelmente o seu álbum melodicamente mais imediato, ritmicamente mais social e processualmente mais simples de sempre, de corpo e alma apontado aos terreiros e às pistas de dança, sem por um segundo perder uma vibrante, distinta e fracturante assinatura. Depois de encetar as Noites de Verão com um concerto, o B é também o nosso último ilustre DJ convidado para encerrar a iniciativa deste ano.
Programação: FILHO ÚNICO

FESTIVAL FUSO
23 agosto
22h00 | Programa Françoise Parfait
23h30 | Programa José Drummond (VAFA - Festival de Vídeo Arte de Macau)

Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 1, 36, 40, 44, 91, 709, 711, 714, 732, 735, 745, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28
 

12 de Agosto, 2010: Noite dos Museus - CONCERTO JP SIMÕES

"Nascido em Coimbra, em 1970, ‘JêPê’ passou parte da infância e adolescência no Brasil, diáspora que o formou autoralmente numa dieta de João Gilberto, Caetano Veloso e Chico Buarque. Em meados da década de 90 ingressa nos Pop dell’Arte, ajudando a concretizar o disco ‘Sex Symbol’ com o seu trabalho de guitarra. Volta a Coimbra pouco depois para congeminar a banda que mudaria o cenário pop rock nacional dos finais de 90, os extin...tos Belle Chase Hotel. Ao longo de dois álbuns, e cerca de 7 anos de estrada, excitam mentes pensantes nas multidões anónimas de Queimas e Festivais de Verão, deixando-as viciadas para de então para a frente segui-lo com atenção e carinho no seu percurso individual de maturação criativa e emocional de um artista total. Seguiu-se a aventura do Quinteto Tati, com um ‘Exílio’ celebrado pela crítica pela sua amplitude de ritmos e latitudes de salão e, finalmente, a carreira a solo, com início discográfico em ‘1970’, de 2007, que chega a atingir o 12º lugar do top de 30 discos mais vendidos de Portugal e o imprime definitivamente no consciente colectivo da Nação como um escritor e intérprete de canções incontornável.
Actualmente encontra-se a ultimar a produção do novo disco ‘Onde mora o mundo?’, com data prevista de edição para Outubro, esperando-se tomar contacto com as novas canções e o que sobre nós dirão, no Jardim de Esculturas do Museu do Chiado.

Myspace http://www.myspace.com/fabulabebada
Vídeo ao vivo na Livraria Trama http://www.youtube.com/watch?v=L36ZpH1LLYQ
Vídeo perfil para o Expresso sobre a apresentação de ‘Boato’ no S Luiz http://www.youtube.com/watch?v=zUEFCUo-B2U
Entrevista ao jornal i http://www.ionline.pt/conteudo/11327-jp-simoes-sou-tao-mau-como-antes-mas-com-mais-visibilidade

Local: Museu do Chiado - Jardim de Esculturas

Rua Serpa Pinto, nº 4
Horário: 19h30
Entrada: GRATUITA"


Transportes
Metro: Baixa-Chiado
Autocarros: 92/758/790
Eléctrico: 28

Fonte:
http://www.facebook.com/?ref=home#!/event.php?eid=104502582941027&index=1
Imagem:
http://www.google.pt/imgres?imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSWbo2wjP6CAvWKINwmksgXvJ8AY3qh0QdLKe28SJIlv82vJ73LtiOfigvzbtnD0A7p4kWUxRgZ71iJrdlTZ0bOZFrb_5shmQ-Brl2IobFEew3bkSDrOjfCYlrFMJb75lfT8sY6GvMAKR4/s320/JP+Sim%C3%B5es.jpg&imgrefurl=http://portugalrebelde.blogspot.com/2007_03_01_archive.html&usg=__YikQnEqSaxXhIDrT3LX0Of9blyU=&h=265&w=290&sz=4&hl=pt-PT&start=0&tbnid=FoWeUTt4FEym4M:&tbnh=149&tbnw=157&prev=/images%3Fq%3Djp%2Bsim%25C3%25B5es%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26client%3Dfirefox-a%26sa%3DN%26rls%3Dorg.mozilla:en-GB:official%26biw%3D1280%26bih%3D580%26tbs%3Disch:1&um=1&itbs=1&iact=rc&dur=454&ei=2VRhTKnYA8WOjAfT0Z2EAw&oei=xlRhTJykDMSA4QbW4_nrCQ&esq=3&page=1&ndsp=20&ved=1t:429,r:11,s:0&tx=73&ty=25