Mostrar mensagens com a etiqueta DJs. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DJs. Mostrar todas as mensagens

3 a 31 de Julho, 2012: Programação - ASSOCIAÇÃO BACALHOEIRO


_________________________________________________________________________________________
BACALHOEIRO
Rua dos Bacalhoeiros, 125 Lisboa | tel.               218 864 891         218 864 891

Transportes
Metro: Terreiro do Paço
Autocarros: 01/36/37/40/44/60/92/706/709/711/714/732/745/759/781/790/794
Eléctricos: 12/15/18/25/28
Barco: Terreiro do Paço, Cais do Sodré
Comboio: Cais do Sodré, Rossio, Santa Apolónia

23 de Março, 2012: Café Esplanada do Miradouro do Monte Agudo - A KO.ZINHA

"Nesta 6ª feira a tarde, na pôr de sol, A Ko.Zinha vai-vos deleitar com boa música com uma das melhores vistas de Lisboa, no alto da Graça

Thomas Kahrel e Joâo Branco no som

Café Esplanada do Miradouro do Monte Agudo
Rua Heliodoro Salgado."

http://akozinha.blogspot.pt/

Transportes
Autocarros: 12, 30, 34, 726, 735, 797
Eléctrico: 28

9 de Março, 2012: Festa - O LADO F DA CRISE

 ZDB, Rua da Barroca n.º 59

Contorcionismo
DJs
Dança
Cinema
Performances
Bandas
Leituras

Entrada livre

Rede 8 de Março:
UMAR
SOS Racismo
ComuniDária
Precários Inflexíveis
Panteras Rosa
Clube Safo

Também estão connosco:
ACEGIS
AMPLOS
Associação Lusofonia Cultura e Cidadania
Diálogo e Acção - Hip-Hop pela paz
Grupo Transexual Portugal
ILGA
Médicos pela Escolha
Opus Gay

"Para comemorar o 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres, no tempo em que a crise e a austeridade ameaçam todos os direitos, os que temos e os que ainda queremos conquistar, decidimos contrariar o conformismo e o isolamento e festejar a luta feminista. Juntamos movimentos sociais e lutas comuns, afirmamos a solidariedade e agimos em conjunto. Propomos uma festa onde todas as pessoas tenham lugar, um espaço livre de opressões e preconceitos, no qual as mulheres são as protagonistas. O lado feminista da crise é o da festa e o da força da nossa resposta – ampliar o campo do possível, tomando o futuro nas nossas mãos.

NÃO QUEREMOS VOLTAR AO SÉC. XIX. As medidas de austeridade são apregoadas como a única resposta à crise, diminuindo drasticamente direitos e apoios sociais, reduzindo o valor do trabalho, das reformas e o investimento público, privatizando serviços públicos. A quem trabalha, mais pobre e mais frágil, é pedido que pague uma crise pela qual não é responsável. Esta estratégia, tornada mais brutal por imposição da troika e pelo governo das direitas, só traz recessão económica, desemprego e pobreza generalizada. O desemprego está nos 14% e mais de metade destas pessoas não tem acesso ao subsídio de desemprego. Há, então, cerca de 500 mil mulheres desempregadas e milhares sem qualquer fonte de rendimento.

A situação é difícil não só no plano da desigualdade mas também no plano das condições de possibilidade da emancipação das mulheres. Na sua maioria, votadas ao desemprego ou à precariedade laboral, sem protecção e apoio social, sem serviços públicos que assegurem os cuidados com as crianças e com as pessoas idosas, as mulheres veem-se obrigadas a voltar para casa e aí permanecem aprisionadas a uma condição que volta a ter os contornos da dos séculos passados, porque a mesma estrutura sexista subsiste e continua a organizar a nossa sociedade estipulando os papéis sociais que cada pessoa deve ter. Estamos, de facto, a voltar atrás no tempo: as mulheres jovens dificilmente saem de casa e se tornam independentes, com menos direitos as mulheres trabalhadoras ficam mais vulneráveis em relação aos patrões e as desempregadas estão mais dependentes do apoio da família, porque do Estado pouca ajuda têm. Se a maioria das mulheres continua a ser mão-de-obra mais barata, a vida das mulheres imigrantes, em particular, é ainda mais austera porque subjugada também por uma cidadania diminuída, pela discriminação e pelo preconceito. Também o trabalho sexual não pode continuar a ser exercido sem direitos, nem protecção social. Actrizes, dançarinas ou prostitutas, as mulheres estão presentes na indústria do sexo e o seu trabalho tem urgentemente de ser reconhecido. A desigualdade, enraizada socialmente, alimenta-se da crise económica e o sexismo encontra aí um campo de reafirmação, tal como a ideologia da austeridade se torna mais forte quanto mais vulneráveis e oprimidas forem as mulheres, enquanto trabalhadoras e enquanto cidadãs. É preciso uma mobilização feminista contra a crise."

Transportes
Comboio: Rossio, Cais do Sodré
Metro: Restauradores, Rossio, Baixa-Chiado
Autocarros: 1/36/40/44/60/91/709/711/714/732/745/758/759
Eléctrico: 12/15/28