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Domingos: CENTRO DE ARTE MODERNA


"Criado em 1983, o CAM – Centro de Arte Moderna – da Fundação Calouste Gulbenkian está vocacionado para preservar, investigar e tornar acessível ao maior número possível de pessoas a colecção à sua guarda, constituída por obras de arte dos séculos XX e XXI.

16 de Setembro a 17 de Outubro, 2014: Exposição - HOSPITAIS DA COLINA DE SANTANA, BÁRBARA ASSIS PACHECO

"cabinet de curiosités…….Hospital de São José / Biblioteca
desenhos e peças várias

adultícia……………….. Hospital de Santo António dos Capuchos / Igreja
desenhos

malaise de civilisationHospital de Santa Marta / corredor de Nª Srª da Salvação
desenhos

exposições de Bárbara Assis Pacheco
de 16 de Setembro a 17 de Outubro de 2014
nos hospitais da colina de Santana,
Lisboa


horário das exposições:
Hospital de São José – de 2ª a 6ª das 9h às 17.30h
Hospital de Santo António dos Capuchos – de 2ª a 6ª das 9h às 17h
Hospital de Santa Marta – todos os dias das 9h às 18h

visitas guiadas pela artista e por Célia Pilão, administradora hospitalar:
16 de Setembro às 17.30h no Hospital de São José / Biblioteca
18 de Setembro às 18h no Hospital de Santo António dos Capuchos / Igreja                           
entrada livre
25 de Setembro às 18h no Hospital de Santa Marta / Claustro                                
informações: 963997916




cabinet de curiosités

O meu universo é o dos "cabinets de curiosités", sempre foi e sempre o disse mas nunca o tinha efectivado assim num conjunto (não exaustivo nem fechado) em vitrines e outros dispositivos.
Claro que se se vir tudo junto, o que fiz e vou fazendo e escolhendo, o resultado é um grande conjunto de curiosidades, coisas e temas insólitos, amostras do mundo, tudo com o acaso, a beleza e a ironia da vida e da natureza como denominador comum. São coisas e/ou relações em que "tropeço", que me espantaram, que vou encontrando por acaso, em que reparei em determinado momento, em notícias de jornal ou ao meu redor.
Há pouco tempo pensei no que faltava para o materializar, fiz peças - uma das últimas foi o corno de unicórnio/dente de narval, objecto que havia sempre nos "cabinets", assim como os bezoares e a caveira - e quis vê-lo e mostrá-lo já que no atelier ainda não tenho vitrines e está tudo disperso e arrumado, fora de vista.
Comecei por propor sítios mais convencionais de exposição mas não houve respostas e quando me lembrei da "Aula da Esfera"/Salão Nobre da Biblioteca do Hospital de São José tive um sim imediato. Se estou aqui é por causa do meu irmão: há talvez dois anos convidou-me para uma visita em grupo aos hospitais da colina de Santana, guiada por Célia Pilão, e foi quando conheci os edifícios onde agora exponho.
Os "cabinets de curiosités", antepassados dos museus, não esquecer, demonstram ou exibem uma visão particular* do mundo, às vezes ingénua ou deslumbrada no seu desejo de abarcar tudo, todo o mundo recém-descoberto na época do Novo Mundo, por exemplo, época em que chegavam à Europa animais estranhos como o tatu, todo o exótico. São colecções de coisas tão díspares que são um mundo, o de quem o fez**, mas que contribuem para a aquisição de conhecimento, sobretudo quando exaustivos e à séria***.
E então, tendo sido este edifício um colégio e a "Aula da Esfera" uma sala de aula com lições de balística, astronomia, geometria, entre outras, em painéis de azulejos lindíssimos e únicos no mundo nas paredes, não seria assim tão estranho afinal expor isto aqui, fazia sentido. Por questões logísticas e de segurança, a exposição vai do átrio à sala da biblioteca mas não está longe da dita aula.
                                          
* de "privado" e não o anglicismo para "estranho"
** por ter objectos naturais misturados com objectos mágicos, artísticos, outros produto da alquimia, uma miscelânia que mais tarde foi sistematizada e organizada universalmente, dando origem aos museus de história natural com as suas diferentes secções e aos museus de belas artes
*** em contraste com o meu que tem coisas "falsas", peças feitas por mim, possibilidades



adultícia
Quando propus expor o "cabinet de curiosités" em São José, logo na primeira reunião Célia Pilão sugeriu como outra possibilidade de local para outra exposição as capelas laterais da igreja de Santo António dos Capuchos. Fui visitar a igreja e quando vi a dimensão das capelas lembrei-me imediatamente dos rolos que o João Paulo Serafim me tinha dado um mês antes, fundos de cores para fotografias, em rolos largos e com vários metros de comprimento. E então aceitei o desafio e fiz seis desenhos, quatro dos quais estão aqui.
São caminhos na "selva escura" que está no "meio do caminho da nossa vida"; relacioná-los com a palavra "adultícia" que há pouco ouvi pela primeira vez; mais é psicanálise.



malaise de civilisation
Depois de outros sítios não terem sequer respondido e de ter sido tão bem recebida aqui na colina de Santana, aceitei a proposta de Célia Pilão para expor em Santa Marta também.
"Malaise de civilisation" é uma série que fiz em Maio deste ano e que queria mostrar num edifício que fosse opressivo de "tanta civilização" e as hipóteses de que me lembrei foram o Instituto Superior Técnico ou o monstro que é o Hospital de Stª Maria, o aeroporto ou uma estação de metro; mas como acima disse, não obtive respostas dos dois primeiros e os outros já não foram precisos.
O Hospital de Santa Marta não tem nada de opressivo, antes pelo contrário, tem uma escala e uma tipologia muito mais humanas, com um claustro muito bonito e aprazível com painéis de azulejos lindos e um repuxo e buxos no meio, não tem nada a ver com Santa Maria (ou São João no Porto, projectos idênticos) mas como queria mostrar estes desenhos aproveitei a ocasião - e sempre é um hospital com as "malaises" que se lhe associam.
"Malaise de civilisation" vem de um texto de Freud de 1929 que fui ler depois de ter ouvido a expressão e depois de ter feito os desenhos. Mas que fala do que pensava (ou então assim o li): a oposição entre o estado primitivo e o evoluído e o desejo (utópico, digo eu) de voltar ao estado primitivo para não sofrer, a necessidade inútil da beleza (ou seja, a beleza, mesmo sem utilidade, é necessária), das obras e instituições da civilização ("Kultur" no original, dizia na tradução francesa) nos afastarem do estado animal e servirem para nos proteger da natureza, da renúncia às pulsões instintivas e a repressão da agressividade se tornarem culpabilidade. E que me parece ter quase "dado a volta" hoje: ao nos afastarmos quase totalmente da natureza com tantas mediações e sem se pôr já "as mãos na massa" e quase só vivendo num mundo virtual, aumenta a tensão. A calmaria é só aparente, o animal obviamente continua a existir, dentro, e praticamente sem possibilidade permitida de escape (esse escape quase só existe no mundo virtual e isso é assustador). Equiparo a virtualidade de hoje à "consolação religiosa" como "delírio colectivo para aniquilar a realidade" de que Freud fala, esse "sentimento infantil de dependência" que hoje se observa ao se ser adulto cada vez mais tarde, sem hipótese de independência ("não tens hipóteses de ser independente mas diverte-te aí no éter, não precisas de mais nada", parece ouvir-se). Hoje tudo o que não for produto ou divertimento fácil é ignorado e mesmo posto de lado, aniquilado, como a filosofia, a arte, a reflexão, a contemplação, o silêncio.
A civilização está doente. É um exagero? Talvez, depende do ponto de vista, claro."

Transportes - Hospital de S. José
Metro: Martim Moniz
Autocarros: 708, 709, 711, 714, 732, 736, 737, 740, 746, 759, 760
Eléctricos: 12, 15, 28

Transportes - Hospital de Santo António dos Capuchos
Metro: Intendente, Picoas
Autocarros: 706, 723, 730, 760, 767, 774
Elevador: Lavra

Transportes - Hospital de Santa Marta
Metro: Marquês de Pombal
Autocarros: 702, 706, 709, 711, 712, 720, 723, 726, 727, 732, 736, 738, 744, 746, 748, 753, 774, 783


26 de Outubro, 2013: Conversa - ALMEIDA FARIA

Livraria Palavra de Viajante
Rua de São Bento 30, Lisboa
 
"Hoje, às 16h, Almeida Faria vem falar da viagem a Goa que o Centro Nacional de Cultura promoveu em 2006, integrada no ciclo "Os Portugueses e a sua História". Dela nasceu o livro "O Murmúrio do Mundo", com desenhos de Bárbara Assis Pacheco (Tinta da China)".

Entrada Livre
 
Transportes
Metro: Rato
Autocarros: 706, 727, 773
Eléctricos: 25, 28
Comboio: Santos
Barco: Cais-do-Sodré

23 Junho a 1 Julho, 2012: Hortus - JARDIM e SALÃO LITERÁRIO



Palácio Beau Séjour (Metro Alto dos Moinhos - Estrada de Benfica 368)

Jardim

sábado 23 junho a domingo 1 julho
semana 18h00 às 21h00 sábado e domingo 16h00 às 21h00

Visita guiada para famílias (crianças a partir dos 6 anos) sábado e domingo 16h30 | 30 min
Visitas guiadas para grupos marcação prévia pedro@prado.tv | 96 793 49 38

Entrada livre


Salão Literário

sábado 23 domingo 24 sexta 29 sábado 30 junho e domingo 1 julho
sexta 21h30 sábado e domingo 19h00

Entrada livre (sujeita à lotação da sala)


Jardim

Hortus propõe uma ecologia artificial. O visitante é convidado a explorar um jardim onde uma rede de sensores mede a dinâmica do vento e de luz recolhida pelas plantas durante o seu processo de fotosíntese, traduzindo-a num ambiente sonoro.

Quando há movimentação humana no jardim, um algoritmo financeiro (semelhante aos usados na bolsa de valores), interpreta a variação dos dados recolhidos a cada fração de segundo e altera a instalação sonora original de acordo com a expectativa de «lucro» que estima para cada planta.

Quando em conjunto os visitantes decidem parar para refletir ou para ler, o desenho sonoro original retorna ao jardim, refletindo apenas a leitura dos recursos naturais.

Acompanhando a instalação sonora, uma rede de histórias circula em placas botânicas eletrónicas comparando definições diferentes para termos comuns (como crescimento, beleza, regeneração ou tempo) no mundo económico, político ou natural.


Salão Literário

Um ou mais oradores de áreas tão distintas como a ciência, a política ou a filosofia, discutem e debatem com o público duas visões diferentes de um futuro próximo (2020 e 2084). Um convite a praticar e a exercitar a utopia num ambiente informal, imaginando o impossível. Os textos serão disponibilizados online com antecedência e distribuídos durante o Salão.

Oradores Lisboa Francisco Ferreira (Quercus), Gonçalo Ribeiro Telles (Arquiteto Paisagista), Miguel Real (crítico literário e investigador UCL), Alexandra Moura (Filósofa), Helena Águeda Marújo (Instituto da Felicidade), Bárbara Assis Pacheco (Artista Plástica), André e. Teodósio (ator/encenador), António Gouveia (Botânico), Miguel Honrado (Presidente EGEAC), entre outros.

Transportes
Metro: Alto dos Moinhos
Autocarros: 54, 716, 756, 758, 768
 
Fonte e imagem:

9 a 30 de Junho, 2012: Exposição - SORTIDO FINO, BÁRBARA ASSIS PACHECO

"Sábado, às 19 horas. Inauguração da exposição de Bárbara Assis Pacheco .

Sortido Fino, 2012
À laia de explicação - tópicos

Desenhos feitos em papéis de bolos, em papéis para bolos, em papéis de
banco reciclados para oferendas de comida aos deuses. Ou em cartuchos
de café e de rebuçados. À meia dúzia, como as caixas de bolos regionais
que se embrulham em papéis timbrados.
Una as frases estabelecendo equivalências:
Ver "As meninas" de Velázquez.
Comer um "coelhinho" da Confeitaria Nacional.
Prazer. Comparável?
Voragem da actualidade que reduz tudo e todos a produtos.
Comer e ser comido, sempre.
PS: obrigada a todos os que colaboraram na recolha dos papéis".
Transportes
Metro: Rato
Autocarros: 74, 709, 713, 720, 727, 738, 773
Eléctricos: 25, 28
Fonte e imagem: http://4afabrica.blogs.sapo.pt/

16 de Junho, 2011: Inauguração - INSTALAÇÕES E INTERVENÇÕES NO JARDIM DA GULBENKIAN

(Desenho de Bárbara Assis Pacheco para o PRÓXIMO FUTURO)
"É já nesta próxima quinta-feira, dia 16 de Junho, às 17h00, que o programa PRÓXIMO FUTURO inaugurará um conjunto de instalações e intervenções nos espaços do Jardim da Gulbenkian, de modo a dar continuidade ao contacto com a arte, equacionar a importância e pertinência deste tipo de criação e sugerir pistas de abordagem à relação das técnicas da jardinagem com as práticas artísticas contemporâneas.

O público frequentador dos espaços da Fundação Calouste Gulbenkian, e os novos visitantes, encontrarão então as propostas de arte pública desenvolvidas pelos artistas Nandipha Mntambo (“Casulo – Cocoon”), Kboco (“Abrigo Sublocado”) e pelo colectivo Raqs Media (“However Incongruous”), a par das intervenções artísticas de Bárbara Assis PachecoRachel KormanIsaías Correa e Délio Jasse nos Chapéus-de-sol concebidos pela arquitecta Inês Lobo.

O artista Délio Jasse, nascido em Luanda em 1980 e há mais de dez anos a viver em Lisboa), foi recentemente seleccionado para a próxima edição dos Encontros Fotográficos de Bamako que actualmente se expõem no edifício-sede da Gulbenkian também no âmbito do Próximo Futuro.

Os textos de apresentação bem como as notas biográficas dos artistas já estão disponíveis tanto no site como no jornal do PRÓXIMO FUTURO."


Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718
Comboio: Entrecampos

Fonte e imagem:

16 de Outubro, 2010: Casa da Achada - DIREIS QUE NÃO É POESIA

Direis que 4
às 18:00h
Direis que não é poesia - com Bárbara Assis Pacheco

Desenhos, leitura e música a partir de poemas de Mário Dionísio.

Participam Bárbara Assis Pacheco, dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS, João Pacheco, Miguel-Manso e os meninos da escola do Castelo com a professora Ariana.
  
Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa

Telf.: 21 8877090
Site:
http://www.centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"

Localização: http://www.centromariodionisio.org/localizacao.php

Transportes
Metro: Rossio, Baixa-Chiado, Martim Moniz
Autocarros: 7, 37, 40, 60, 714, 790
Eléctricos: 12, 15, 28

10 a 31 de Outubro, 2010: Programação - CASA DA ACHADA

Domingo, 10 de Outubro, 15:30h às 17:30h

Oficina de Teatro com Marina Goes

Para todos. Máximo de participantes: 15.
oficina teatro

Segunda-feira, 11 de Outubro, 18:30h

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Quem lê o capítulo ‹‹Sorrir e gritar››, sobre a arte da primeira metade do século XX, é João Rodrigues e Sónia Gabriel.

21:30h

Ciclo Realizadores de uma só longa-metragem - Butley de Harold Pinter

Projecção do filme Butley (1974, 130min.) de Harold Pinter. Quem apresenta é Francisco Frazão.
Seg. 11 Outubro

Quinta-feira, 15 de Outubro, 18:00h

Mário Dionísio, um escritor - com Antonino Solmer

6ª sessão de uma série sobre livros de Mário Dionísio. Antonino Solmer lê contos de O Dia Cinzento, publicado em 1944, reescrito e reeditado com mais contos em 1967, com o título O Dia Cinzento e outros contos.
MD escritor OUT

Sábado, 16 de Outubro, 16:00h

Direis que não é poesia - com Bárbara Assis Pacheco

Desenhos a partir de poemas de Mário Dionísio com a participação de crianças do bairro.

Domingo, 17 de Outubro, 15:30h às 17:30h

Oficina de Teatro com Marina Goes

Para todos. Máximo de participantes: 15.
oficina teatro

Segunda-feira, 18 de Outubro, 18:30h

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio.

21:30h

Realizadores de uma só longa-metragem - A sombra do caçador de Charles Laughton

Projecção do filme A sombra do caçador (1955, 92min.) de Charles Laughton.


Sábado, 23 de Outubro, 16:00h

Inauguração da Exposição de Fotografia «Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes vistos por Ursula Zangger»

Com a presença da autora.
Até 8 de Novembro de 2010.
Fotos Ursula

Sábado, 23 de Outubro, 17:00h

Itinerários - uma conversa com Jorge Valadas

Um percurso: de Lisboa a Paris, nos anos 60; hoje entre Paris e Tavira; do trabalho manual ao trabalho intelectual; mudar a vida, mudar o mundo – o emigrante, o militante, o autor de livros em francês, com ou sem pseudónimo, também sobre Portugal.
Itinerarios 4

Domingo, 24 de Outubro, 15:30h às 17:30h

Oficina de Teatro com Marina Goes

Para todos. Máximo de participantes: 15.
oficina teatro

Segunda-feira, 25 de Outubro, 18:30h

Ciclo A Paleta e o Mundo

Leitura, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio.

21:30h

Realizadores de uma só longa-metragem - L'Espoir de André Mairaux

Projecção do filme L'Espoir (1945, 88min.) de André Malraux.


Quinta-feira, 28 de Outubro, 18:00h

Livros das nossas vidas - Moderato Cantabile

5.ª sessão de uma série com periodicidade mensal, a partir de livros referidos num depoimento de Mário Dionísio sobre «Os livros da minha vida».
Pedro Rodrigues fala de Moderato Cantabile de Marguerite Duras 
LNV OUT 10

Domingo, 31 de Outubro, 15:30h às 17:30h

Oficina de Teatro com Marina Goes

Para todos. Máximo de participantes: 15.





oficina teatro  
Associação Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100-004 - Lisboa

Telf.: 21 8877090
Site:
http://www.centromariodionisio.org/
E-mail: casadaachada@centromariodionisio.org"

Localização: http://www.centromariodionisio.org/localizacao.php
 

Fonte e imagens:
http://centromariodionisio.org/programacao.php