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25 de Outubro, 2013: Lançamento de Livro - TRADUÇÃO DAS MANHÃS, de GISELA RAMOS ROSA


Livraria Pó dos Livros
Avenida Marquês de Tomar n.º89
1050-154 Lisboa
tel. 00 351 21 795 93 39
"A Editora Lua de Marfim e a autora Gisela Ramos Rosa convidam para o lançamento do livro «tradução das manhãs» que terá lugar no dia 25 de outubro pelas 18h00 na Livraria Pó dos Livros em (Av. Marquês de Tomar, 89) Lisboa.
Apresentação por: Maria Teresa Dias Furtado e Maria João Cantinho
Contamos com a sua presença
",

Transportes
Metro: Saldanha, S. Sebastião
Autocarros: 16, 21, 36, 44, 49, 56, 91, 108, 732, 738, 745
Comboio: Entrecampos

18 de Fevereiro, 2013: Debates do PEN - PENSAR E CRIAR EM TEMPOS DE DESAFIO/DIFÍCIEIS/ÁRDUOS...

Debates do PEN
18.02.2013, 19h00
Goethe-Institut
Biblioteca
Campo dos Mártires da Pátria, 37
1169-016 Lisboa
info@lissabon.goethe.org
 
"André Teodósio à conversa com André Barata e Maria João Cantinho. Na ordem do dia estão o pessimismo e a angústia. André Teodósio é o nosso convidado para debater formas e modos de intervenção possíveis, na nossa cultura actual. Como pensar, como agir e intervir socialmente neste contexto é o desafio que propomos neste debate, como modo de ensaiar o salto do pensamento. 

Maria João Cantinho é professora no Iade e no secundário. Doutorada em Filosofia Contemporânea, é também escritora, crítica e ensaísta. Publicou A Garça (ed. Diferença, 2001), O Anjo Melancólico (Ed. Angelus Novus, 2002), Sílabas de Água (ver-o-Verso, 2005), Caligrafia da Solidão (Ed. Escrituras, 2006), O Traço do Anjo (Edium, 2011). Colabora regularmente com várias revistas literárias e de Filosofia, como a Colóquio-Letras, a Ler, entre outras publicações. É membro da Direcção do Pen e da Associação portuguesa de Críticos.

André Barata é Doutor em Filosofia Contemporânea pela Universidade de Lisboa. É professor na Universidade da Beira Interior, onde dirige o mestrado de Ciência Política. Nessa universidade, é ainda investigador e membro da direcção do Instituto de Filosofia Prática. É Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Filosofia Fenomenológica. Dirigiu a revista Análise (2005/06). Publicou em 2000 Metáforas da Consciência (Porto, Campo das Letras), em 2007 Sentidos de Liberdade (Covilhã, Ta pragmata) e, em co-autoria com Rita Taborda Duarte, Experiências Descritivas (Lisboa, Caminho), em 2010 Mente e Consciência (Lisboa, Phainomenon). Co-editou em 2011 Representações da Portugalidade (Lisboa, Caminho). Publicou em 2012 uma colectânea de ensaios de teoria política intitulado Primeiras Vontades (Lisboa, Documenta).

André Teodósio, n. 1977, é um actor e encenador português de teatro. É membro fundador do Teatro Praga, tendo também integrado a companhia de teatro Casa Conveniente, e colabora assiduamente com a companhia de teatro Cão Solteiro. Para além dos trabalhos desenvolvidos com o Teatro Praga encenou a solo os espectáculos Três mulheres, de Sylvia Plath, Diário de um louco, de Nikolai Gogol, Super-Gorila e Supernova, co-criados com José Maria Vieira Mendes e André Godinho. Encenou as óperas Metanoite, de João Madureira, Outro Fim, de António Pinho Vargas, Blue Monday, de George Gershwin e Gianni Schicchi, de Giacomo Puccini . Escreve regularmente para diversas publicações sendo autor do texto Cenofobia editado pela Fundação Culturgest e autor do ciclo Top Models que inclui Susana Pomba (um mito urbano) e Paula Sá Nogueira (um bestiário). É ainda co-autor do bailado Perda Preciosa na Companhia Nacional de Bailado. Tem apresentado os seus trabalhos em inúmeros teatros portugueses e estrangeiros. Foi nomeado pelo jornal Expresso como um dos 100 portugueses mais influentes de 2012".
Transportes
Metro: Anjos, Intendente, Picoas
Elevador: Lavra
Autocarros: 30, 74, 723, 760, 767
 

23 de Outubro a 20 de Novembro, 2012: Conversas - O SILÊNCIO TEM SENTIDO?

Galeria Luís Serpa Projectos, Rua Tenente Raul Cascais 1B, Lisboa.

"Numa fascinante variação do episódio homérico, Kafka, imagina que «as sereias possuem uma arma ainda mais terrível que o canto, o silêncio. Podemos conceber, [...] que alguém tenha escapado aos seus cânticos, mas seguramente jamais ao silêncio». Liberto por Beckett, redefinido por John Cage, se o Silêncio se declina na pluralidade dos silêncios habitados das palavras caladas, esperadas ou não pronunciadas, também é singular, num poema murmurado ou numa frase musical cantada. O Silêncio marca o compasso de um passeio, ritma um encontro inesperado. Resta que só impondo silêncio ao que reduz ao silêncio a nossa existência, é que nasce o verbo essencial. Improvável e fugaz, passagem obrigatória da testemunha antes de se levantar e elevar a voz partilhando-a, o Silêncio luta para se fazer ouvir par além do deserto, para não morrer no ruído e na fúria do universo psicótico e vibra até à invenção do gesto [Maria de Morais, 2012].
A dificuldade de falarmos sobre o silêncio diz respeito ao dizível e ao indizível, tanto ao nível psicológico como social e histórico. É possível construir uma narrativa do silêncio? Sobre o silêncio? Como experimentamos o silêncio? Podemos sentir o silêncio? Existem, em literatura, palavras sonoras? Qual é a estrutura do silêncio? Podemos ouvir o silêncio? Existe música sem sons? Porque temos receio de nos encontrarmos em silêncio? O silêncio interior é da mesma natureza que o silêncio exterior? Como se incorpora o silêncio nos rituais? Está o silêncio directamente ligado à ausência? Uma pontuação […] constitui um silêncio no texto? Como se comportam, no cinema, no teatro e no texto, os personagens e, por conseguinte, o(s) sujeito(s) falante(s)? O silêncio é o limite do horizonte? O silêncio é sintoma de melancolia? Ou o silêncio é um espaço vital que utilizamos para pensar e sonhar? Ou ainda está o silêncio relacionado com o sentimento de paz e tranquilidade que desejamos e exigimos para dizermos que a felicidade existe? O silêncio é a impossibilidade da palavra?
Todas estas perguntas e tantas outras que podemos formular são o tema das Conversas à Volta da Mesa [Talks Around The Table] para as quais vos convidamos a participar e a partilhar com os nossos Convidados na Galeria Luís Serpa Projectos, em conversas moderadas por Maria de Morais, interlocutora e coordenadora deste Ciclo Em Redor do Silêncio [Luís Serpa, 2012].

23 de Outubro 19h - O Silêncio, essa presença intensa
com Rodrigo Eduardo Silva, Vítor Rua, Gerald Luckhurst

30 de Outubro 19h - Silenciar as palavras
com Barbara Reis, Pedro Lomba, Maria João Cabrita, Cláudia Clemente, Ana Padrão

6 de Novembro, 19h - A impossibilidade do Silêncio
com Fernando Belo, Pedro Cabral , Isabel Correia, Emilie Bettega

13 de Novembro, 19h - Habitar o Silêncio
com Maria João Cantinho, Paola d’Agostino, Paulo Annes

Terça, 20 de Novembro, 19h - O muro de Silêncio
Com Vera Mantero, Maria Belo, Diogo Dória".

Transportes
Metro: Rato
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773
Eléctrico: 25, 28

7 de Junho, 2011: A Cidade e a Escrita: CRISTINA CARVALHO e GONÇALO M. TAVARES


18:30 - 21:30
Goethe-Institut, Campo Mártires da Pátria, Lisboa

"É no dia 7 de Junho que irá decorrer o próximo encontro do PEN Clube português, pelas 18,30, na Biblioteca do Goethe-Institut. Os nossos convidados serão Cristina Carvalho e Gonçalo M. Tavares. O encontro será moderado por Maria João Cantinho, poeta, crítica e ensaísta. Os dois ficcionistas falar-nos-ão das suas obras mais recentes, que têm marcado a actual literatura portuguesa e estrangeira.

Cristina Carvalho nasceu, em Lisboa a 10 de Novembro de 1949. Durante a sua actividade profissional, contactou com milhares de pessoas e visitou inúmeros países sendo a Escandinávia e o Oeste português as regiões que mais ama e que mais influência exercem sobre o seu imaginário e sobre a sua personalidade enquanto transitório ser humano do sexo feminino, habitante do planeta Terra e, por acaso, escritora.

Gonçalo M. Tavares, escritor português nasceu em Agosto de 1970 em Angola, Luanda. Em 2001 publicou a sua primeira obra.
Recebeu os mais importantes Prémios em Língua portuguesa: o Portugal Telecom 2007; o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004 com o romance - "Jerusalém" (Caminho); o Prémio Branquinho da Fonseca da Fundação Calouste Gulbenkian e do Jornal Expresso, com o livro O Senhor Valéry (Caminho); o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores com Investigações.Novalis (Difel) e o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores "Camilo Castelo Branco" com água, cão, cavalo, cabeça (Caminho).
Os seus livros deram origem a peças de teatro, objectos artísticos, vídeos de arte, ópera, etc. Estão em curso cerca de 160 traduções distribuídas por trinta e dois países.
O romance "Jerusalém" foi incluído na edição europeia de "1001 livros para ler antes de morrer – um guia cronológico dos mais importantes romances de todos os tempos".
• José Saramago, no discurso de atribuição do Prémio ao romance "Jerusalém", disse: «'Jerusalém' é um grande livro, que pertence à grande literatura ocidental. Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade de lhe bater!».
• Dele disse ainda Vila-Matas, no Magazine Littéraire: "... de narrador de raça a génio de um imenso futuro. É um escritor que não vai continuar muito mais tempo despercebido nessa Europa…""

Transportes
Metro: Anjos, Intendente, Picoas
Elevador: Lavra
Autocarros: 30, 74, 723, 767, 790

11 de Abril, 2011: A Cidade e a Escrita: À conversa com Richard Zimler e Ana Cristina Silva

18:30 - 21:30
Goethe-Institut, Campo Mártires da Pátria, Lisboa

"O próximo encontro do PEN Clube português decorrerá no dia 11 de Abril, pelas 18,30, na Biblioteca do Goethe-Institut. Os nossos convidados serão Richard Zimler e Ana Cristina Silva. O encontro será moderado por Maria João Cantinho, poeta, crítica e ensaísta. Dois ficcionistas que nos falarão das suas obras, que têm marcado o panorama da literatura em Portugal e no estrangeiro, dando-nos a conhecer o seu universo literário.

Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em religião comparada na Duke University (1977) e um mestrado em jornalismo na Stanford University (1982). Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de S. Francisco. Em 1990, foi viver para o Porto, onde foi professor de jornalismo durante 16 anos, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Desde 2002, tem dupla nacionalidade, americana e portuguesa. Nos últimos 14 anos, publicou oito romances, uma colectânea de contos e um livro infantil, que depressa entraram nas listas de bestsellers de vários países (Portugal, Brasil, EUA, Inglaterra, Itália, etc...).
Os seus livros editados em Portugal – por ordem cronológica – são: O Último Cabalista de Lisboa, Trevas de Luz, Meia-Noite ou o Princípio do Mundo, Goa ou o Guardião da Aurora, À Procura de Sana, A Sétima Porta, Confundir a Cidade com o Mar, Dança Quando Chegares ao fim (livro para crianças) e Os Anagramas de Varsóvia. Zimler já ganhou diversos prémios, incluindo o National Endowment of the Arts Fellowship in Fiction (EUA) em 1994 e o Prémio Herodotus (EUA) para o melhor romance histórico em 1998. O prémio literário Alberto Benveniste 2009 foi atribuído a Zimler pela obra Goa ou o Guardião da Aurora. O prémio foi criado para galardoar um romance (publicado em francês) que se enquadra no programa do Centro Alberto Benveniste (Estudos Judeus-Sefarditas). O seu mais recente romance, Os Anagramas de Varsóvia, foi nomeado o Melhor Livro de 2009 pela revista LER e também pelos alunos das escolas secundárias de Portugal (Prémio Marquês de Ouro). Em 2009, Zimler escreveu o guião para O Espelho Lento, uma curta-metragem baseada num dos seus contos. O filme foi realizado no verão de 2009 pela realizadora sueca-portuguesa Solveig Nordlund e venceu o prémio de melhor filme dramático no Festival de Curtas-Metragens de Nova Iorque em Maio de 2010.
Ana Cristina Silva é docente universitária, lecciona as cadeiras de Psicologia da Comunicação e da Linguagem e de Seminário de Estágio no Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Doutorada em Psicologia da Educação, especializou-se na área da aprendizagem da leitura e da escrita, desenvolvendo investigação neste domínio com obra científica publicada em Portugal e no estrangeiro. É autora das seguintes obras:

Mariana, Todas as Cartas (2002) Gótica
A mulher transparente ( 2003) Gótica
Bela (2005) Ambar
À Meia-luz ( 2006) Ambar
As fogueiras da Inquisição ( 2008) Presença
A Dama Negra da Ilha dos Escravos (2009) Presença
Crónica do Rei Poeta Al-Mu`Tamid (2010) Presença "

Transportes
Metro: Anjos, Intendente, Picoas
Elevador: Lavra
Autocarros: 30, 74, 723, 767, 790