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26 de Setembro, 2013: Inauguração - PLATAFORMA REVÓLVER


"PLATAFORMA REVÓLVER PISO 1
Dive in
António Caramelo, Fabrizio Matos, Gustavo Sumpta, João Fonte Santa, Jorge Feijão, Luís Alegre, Inez Teixeira, Pedro Cabral Santo, Rui Toscano, São Trindade e Tiago Duarte
Curadoria victor pinto da fonseca
"A imaginação é o veículo da sensibilidade. Transportados pela imaginação (efectiva), alcançamos a vida, a própria vida que é a arte absoluta".1 Yves Klein
"Dive in" parte da obra “Le saut dans le vide” (1960) de Yves Klein; da intenção de invocar a ideia que a arte transporta um ideal de liberdade, fundado no saber, no conhecimento, na experiência, no rigor e na beleza que nos permite imaginar um mundo melhor. Desde as suas origens, a arte tem sido o elemento regenerador de toda a cultura, razão para que o tempo presente deva ter uma relação necessária e vital com a arte.
1 Yves Klein, "The Chelsea Hotel Manifesto" (1961)
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PLATAFORMA REVÓLVER PISO 2
Além Margem(s)
Délio Jasse, Eustáquio Neves, Francisco Vidal, Kiluanje Kia Henda, Mauro Pinto e Monica de Miranda
Curadoria André Cunha e Carlos Alcobia
“Além margem(s)” pretende evidenciar a importância da transgressão na síntese do conceito de território. Sintetizar esse conceito é, antes de mais, questionar uma só perspetiva, quando efetuada a partir de um centro, e forçando-a a outros deslocamentos que emanem também das margens. Os trabalhos aqui reunidos trazem-nos outros olhares, outras perspetivas, outros caminhos. Um trânsito construído por objetos, e que enquanto circulam por entre as mãos do malabarista, nos permitem também alcançar outro entendimento sobre o conceito de território.
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PLATAFORMA REVÓLVER PROJECT 1
Metaformosas
Gabriela Gusmão
"Zhuang Zhou, o filósofo taoísta, certa vez sonhou que era uma borboleta a voar num campo aberto e florido ao sabor do vento. Quando acordou, já não havia vento e as asas tinham desaparecido. Encontrou-se a si mesmo como homem deitado numa cama dura e não mais no campo florido. Ele perguntou-se qual seria a realidade e qual o sonho: serei eu um homem que sonha ser borboleta ou uma borboleta que sonha ser homem?"
A imagem poética do sonho de Zhuang Zhou inspira esta exposição onde Gabriela Gusmão apresenta fotografia, filme e instalação.
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PLATAFORMA REVÓLVER PROJECT 2_PROJECTO ASSOCIADO TRIENAL DE ARQUITECTURA 2013
Saltworks
Katy Beinart
O projeto relaciona migração, regeneração e memoria através do material e das qualidades metafóricas do sal. O sal é uma substância do quotidiano que contém histórias, viagens e narrativas. O sal interliga um mercado em Londres com locais em Portugal, cruzando culturas e representando o movimento de diásporas passadas e presentes formadas a partir do comércio e da migração.
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Para mais informações: +351 213 433 259 | +351 961 106 590 | plataformarevolver@gmail.com"

Rua da Boavista 84, Lisboa

Transportes:
Autocarros: 706, 714, 727, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782
Barcos: Cais-do-Sodré 
Comboio: Santos
Eléctrico: 15, 18, 25, 28 
Elevador: Bica
Metro: Cais-do-Sodré

20 de Outubro, 2012: DIG DIG: Digging for Culture in a Crashing Economy

às 16:30
Rua da Boavista 64, Lisboa

"Artistas | Alexandre Farto, Ana Rito, Ângelo Ferreira de Sousa, Catarina Mil-Homens, Hugo Barata, Louise Hervé & Chloé Maillet, Nuno Sousa Vieira, Rodolfo Bispo, Sara & André, Tom Jarmusch
Curadoria | Patrícia Trindade

2012. Ano lendário de previsões apocalípticas. Ano de contenção, de austeridade, de crise. Com um cenário desolador de crescimento do desemprego, da dívida, de juros e de compromissos que se têm de cumprir “custe o que custar”. Vendemos os recursos básicos do nosso país, hipotecamos a educação e dizemos que afinal a saúde não é para todos, é para quem pode pagar. Neste contexto, a cultura (refiro-me aqui sobretudo às artes visuais), tal como a economia, está a estagnar mais rapidamente do que se esperava. Há pouco tempo atrás, ninguém calculava que hoje, a cultura, “ (…) estivesse em vias de extinção.” (1)
Haverá lugar para a produção artística no meio desta crise financeira? Qual o papel a desempenhar pelo artista nestas circunstâncias? Qual a posição da arte numa sociedade comandada pela direita? Perante o cenário sombrio que se tem vindo a desenhar, onde as únicas regras aplicadas são as do capital, a cultura ficará sempre em segundo plano. Contudo, no meio da penumbra, é fundamental encontrar luz ao fundo do túnel. Para isso, é preciso escavar:
DIG DIG é uma proposta expositiva que pretende refletir acerca do passado e futuro da cultura.
Os artistas convidados mergulharam no universo de referências do século transato para as trazer a debate e as desconstruir, assumindo os trabalhos, na sua maioria sítio-específicos, como cápsulas do tempo. De um tempo em que a palavra cultura era sinónimo de civilização, de valores, de conhecimento, enfim, de um modo de vida.
Os trabalhos apresentados nesta exposição são um testemunho do pensamento, da identidade, da cultura e do contexto sociocultural contemporâneos. Uma forma de recordar que uma sociedade livre só existe quando existe cultura: “sem cultura não pode haver liberdade, só um perigoso simulacro”.(2)
Estes recipientes, onde ephemera, documentação e objetos de culto se aliam a referências, influências e objetos artísticos, serão desenterrados, abertos e descobertos pelo público no dia 27 de setembro na Plataforma Revólver, em Lisboa.

(1) In REVISTA ÚNICA (24 de Setembro de 2011), Clara Ferreira Alves, Para acabar de vez com a Cultura. Ler mais: http://expresso.sapo.pt/para-acabar-de-vez-com-a-cultura=f675167#ixzz1tjMGlMwL
(2) DIONÍSIO, Mário; “Cultura: Paradoxo e Angústia”. In Jornal de Letras, Artes e Ideias, nº5 (28 Abril 1981), p.16"

Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 28, 706, 713, 714, 727, 732, 760, 794
Eléctricos: 15, 18, 25, 28
Comboio: Cais do Sodré, Santos
Barco: Cais do Sodré

5 de Junho a 28 de Julho, 2012: Exposição - LIMBO

LIMBO /// OS CULTUROFAGISTAS /// UN JOUR SI BLAN /// DE TANTO ESCONDER, ESQUECI

Inauguração, 5 de Junho, às 22h.
Rua da Boavista 84, Lisboa

"PLATAFORMA REVÓLVER PISO1
LIMBO
Um projecto de Pedro Cabral Santo e Gustavo Sumpta

Artistas | Alexandre Estrela, Catarina Saraiva, Eduardo Matos, Élsio Menau, Fernando J. Ribeiro, Gustavo Jesus, Gustavo Sumpta, Maja Escher, Márcio Matos, Nuno Viegas, Pedro Cabral Santo, Teresa Carepo, Tiago Batista, Vasco Lourenço

Se, por um lado, é verdade que não se pode isolar o trabalho artístico do mundo real, por outro, também não deixa de ser verdade que a sua verdadeira avaliação, e contribuição, diríamos única, também não se deixa afirmar sob um pretenso carácter nobre que incide sobre ele próprio.
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PLATAFORMA REVÓLVER PISO2
OS CULTUROFAGISTAS
Curadoria | Ana Fonseca e Mara Castilho

Artistas | Ana Fonseca, Gabriela Gusmão, Gustavo Nóbrega, Mara Castilho, Márcio Botner & Pedro Agilson, Rosana Ricalde, Sara & André

OS CULTUROFAGISTAS é um projeto entre artistas Portugueses e Brasileiros que aqui toma a forma de uma exposição ancorada na celebração de uma língua comum através da sua poesia. O cais de partida são letras de Samba e Fado. Os artistas foram convidados a revisitarem a sua própria língua e a proceder à criação de uma obra original a partir de um poema musicado.
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PLATAFORMA REVÓLVER PROJECT 1
UN JOUR SI BLANC
Inês A

Un jour si blanc nasce no ateliê enquanto lugar de buscas e de possibilidades constantes entre o visível e o invisível. Nasce de erros e de transformações, de imagens inconscientes, de acasos. É nessa procura quotidiana, na reflexão sobre o acto de fazer, que se vão revelando lugares imaginários marcados pelo que cada instante sugere, num processo sem fim. O gesto que leva ao apagamento sucessivo de superfícies e denuncia a transparência da matéria, tenta revelar o que não se vê, o que aparece escondido.
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PLATAFORMA REVÓLVER PROJECT 2
DE TANTO ESCONDER, ESQUECI
Inez Teixeira e Dani Soter

De tanto esconder, esqueci é antes de mais nada a vontade de um encontro através da Arte. Um encontro insólito e um desafio: conjugando linguagens diferentes. Dani Soter e Inez Teixeira procuram um diálogo, ao desenvolver um conjunto de trabalhos numa correlação conceptual e criativa. Apresentando um cruzamento de abordagens distintas, esta exposição, parte da intenção de transpor o Tempo, a Memória e o Inconsciente, através da capacidade do esquecimento, território arenoso onde realidade e ficção se fundem e emergem na superfície e que nos leva a entrar por caminhos do imaginário, pelo prazer da descoberta do desconhecido."
Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 28, 706, 713, 714, 727, 732, 760, 794
Eléctricos: 15, 18, 25, 28
Comboio: Cais do Sodré, Santos
Barco: Cais do Sodré