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até 5 de Junho, 2011: Palácio Braamcamp - ESPLANADA HAAGEN-DAZS

"Numa onda de analogias, depois de terem encontrado um palácio secreto na cidade, fizeram uma esplanada fora do comum. “Cheia de sensações, tal como o gelado, que é uma surpresa.” O chão é feito de relva verdadeira, com várias ondulações, que dividem a zona em montinhos isolados. Não há cadeiras, mas puffs para espalhar na relva, uma projecção constante de imagens e um DJ permanente. “Vamos ter uns headphones em cada zona, para quem quer ouvir música diferente.” A ideia é ter um misto de instalação com lounge.
Para provar, além dos novos gelados (precisa de esperar dez minutos para o coração do meio derreter), haverá uma carta à base de cocktails com álcool, cafés gelados, chás e batidos. E para manter o secretismo, o pedido é feito num tablet, através do Facebook (quem não tem conta, cria na hora). “Quando a pessoa faz o log in, a informação aparece no próprio mural e os amigos ficam a saber que essa pessoa já descobriu o segredo”, explica. O objectivo é criar burburinho à volta do espaço, para que ele seja divulgado tanto no boca a boca (virtual, neste caso), como através de algumas pistas que vão deixar espalhadas pela cidade. “Todas mais ou menos a dez minutos da esplanada.”
Pode segui-las, depois de encontrar as caixas de gelados gigantes (e vazias, ohhh), ou ir até... (e aqui vem o segredo) ao Palácio Braamcamp. O primeiro gelado é grátis (para a primeira ida).
A esplanada funciona de quarta a domingo, das 15.00 às 23.00."

Palácio Braamcamp
Pátio do Tijolo 25 (mapa)

Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 790

Fonte:

todos os dias, todo o ano: LOCAIS DE VENDA DE AGRICULTURA BIOLÓGICA

"Para lhe provar que biológico não é sinónimo de comida esquisita e vegetariana, Mariana Correia de Barros foi visitar os quatro supermercados biológicos da Grande Lisboa. E ainda ficou mais surpreendida com o que encontrou nas prateleiras.


Biocoop
Já vai longa a história da cooperativa biológica alfacinha que começou há 17 anos, numa venda de quintal, e que hoje vive num enorme armazém em estilo loja, dividido em duas zonas, com uma padaria e snackbar anexados. Só torcemos o nariz ao sítio, o Prior Velho, para lá do aeroporto (e do sol posto). De resto, pareceu-nos servir bem o efeito. O BioCoop foi o primeiro espaço deste género e continua a ser o que oferece mais variedade. Desde cereais e bolachas, a leites de aveia, queijos, vinhos, licores, pizzas e muita carne. “Temos de importar produtos de Itália, França e Alemanha, que são países bem desenvolvidos no sector”, explica João Cabral, um dos responsáveis do espaço. De França chegam uns cereais especialíssimos, Celnat, “armazenados nos Alpes, num silo a 3200 metros de altitude (respeitando o fresco e seco que exige a conservação)” ou os iogurtes Sojade, “à base de soja, com sabores como pêssego com flor de sabugueiro”. Entre os produtos nacionais estão “todos aqueles que possam existir”. Desde as leguminosas e cereais da Herdade de Carvalhoso, aos leites e iogurtes Agros e aos enchidos da Montanheira. E para os mesmo fanáticos do mundo biológico... há cerveja à medida.

BioSábio
Fazia falta um espaço destes nas imediações da capital e foi com essa carta na manga que três amigos abriram o BioSábio, o único supermercado exclusivamente biológico em Oeiras e toda a Linha de Cascais. Arabela Dias, uma das sócias, entrou no mundo sem tóxicos e pesticidas quando o filho mais novo, por questões de saúde, começou a poder comer apenas produtos biológicos. Em Outubro de 2009 inaugurou o supermercado e, tal como os seus ‘concorrentes’, vende frutas, legumes, carnes, pão, massas, bolachas e por aí fora. Até chegar à cosmética, roupa de bebés e detergentes. Em suma, tudo aquilo que há num supermercado normal, com a diferença dos preços. “Um bocadinho mais caros: em média 30%”. Com tendência a diminuir daqui a poucos anos, se tanto a procura como a oferta continuarem a crescer. Já a secção gourmet, faz subir a parada, com arroz de flores a uma média de 6€ ou patês a rondar os 4€. Mas Arabela não se queixa de falta de clientela. Há quem venha de pé atrás e leve apenas hortaliças e há quem se torne cliente fiel a seguir à primeira visita. Não raras vezes perguntam se é um espaço de produtos dietéticos ou vegetarianos, tipo Celeiro. Estão enganados. “Aqui há de tudo”.

Brio
Se for tão desconfiado quanto a senhora velhinha que vive em frente ao Brio, não cometa o mesmo erro de esperar seis meses para meter o pé no supermercado. Mesmo que seja de gostos conservadores, este espaço vale a pena, quanto mais não seja porque tem tudo o que há num supermercado comum... mas em versão biológica. O Brio abriu em Campo de Ourique no Verão de 2008 e o negócio parece correr bem. “Os preços ainda são caros, mas já conseguimos alguns competitivos, como as massas Green a 0,99€”, diz o responsável do espaço, Miguel Monteiro. Também se encontram produtos curiosos como o Daikon (vegetal asiático) ou uns picles de nabo com 50 centímetros. Além disso, há espetadas de carne, hambúrgueres, coxas de frango e peixe congelado. “Para um novato em agricultura biológica sugerimos um bife da Herdade do Freixo do Meio, muito saboroso”. No caso de querer ser mais verde tem à disposição um chef especializado em comida macrobiótica que lhe esclarece qualquer dúvida. Aos sábados, a partir das 17.00, há cursos de culinária vegetariana (15€) com jantar incluído. De resto, há iniciativas para quase todos os gostos: churrascos na rua, degustações e muitas promoções.

Miosótis (x2)
Os criadores da Miosótis já deram provas suficientes nesta área. Em 1985 fundaram a associação Agrobio e anos depois o supermercado Biocoop, onde estiveram durante 14 anos. Há quase três anos, Ângelo e Manuela Rocha decidiram abrir um novo supermercado biológico. Primeiro no Campo Pequeno e mais tarde, em Agosto de 2009, em São Sebastião da Pedreira. Agora, além de serem os únicos a terem duas lojas, são também os únicos a oferecer um talho biológico. “De resto é tudo igual”. Produtos com selo Bio e o máximo de produção nacional. No total são cinco mil referências com uma rota de compras que começa nos arredores de Lisboa e só vai ao estrangeiro “porque ainda há pouca produção nacional”. Portugueses só mesmo os frescos, os azeites, vinhos, compotas e carnes. Têm expositores de leguminosas e cereais a granel. Sacos de plástico é que não. Para transportar as compras, os clientes podem trazer o seu próprio saco ou levar um caixote de cartão da loja. Carrinhos de compras existem, mas são feitos de garrafas recicladas. Às quintas é dia de venda do pão sem glúten e de cada vez que entra um produto novo nacional há degustação com direito a alguma mini-festinha"

Rua Salgueiro Maia, 12
Prior Velho


segunda a sexta, 10 às 20h
sábado, 9 às 18h
Tel 219 410 479


Rua Azedo Gneco, 30
Campo de Ourique
segunda a sábado, 9 às 20h
domingo, 10 às 18h
Tel 213 866 406
metro: rato
autocarros: 42, 74, 758
eléctricos: 25, 28

Miosotis: http://biomiosotis.blogspot.com/
Av. Óscar Monteiro Torres, 15, ao Campo Pequeno (tel. 217959358)

segunda a sexta, 10 às 20h
sábado, 9 às 17h.
metro: campo pequeno
autocarros (av. de roma): 7, 35, 767
autocarros (campo pequeno): 21, 36, 44, 45, 54, 56, 83, 91, 108, 727, 732, 738, 745, 780


Miosotis: http://biomiosotis.blogspot.com/
R. Marquês Sá da Bandeira, 16, ao Jardim da Gulbenkian (tel. 217959357).
segunda a sexta, 10 às 20h
sábado, 9 às 17h.
metro: são sebastião
autocarros: 16, 718, 726, 742, 746

Herdade do Freixo do Meio: http://www.herdadedofreixodomeio.com/
Mercado da Ribeira, fachada oposta ao Rio Tejo, na Ria da Ribeira Velha.
Cais do Sodré
segunda a sexta, 9-13h, 14-20h
sábado, 8-14h
metro: cais do sodré
comboio: cais do sodré
barcos: cais do sodré
autocarros: 1, 32, 35, 36, 44, 706, 714, 781, 782
eléctricos: 15, 18, 25

Fonte:
http://www.timeout.pt/news.asp?id_news=5134&
Imagem:
http://www.cbd.int/2010/welcome/

até 21 de Março, 2010: Exposição: TRADIÇÃO JAPONESA, PAISAGEM PORTUGUESA

 

Japão x Portugal 150 Anos


até 21.Março 11:00-19:00

"Em 2010 comemora-se em Portugal e no Japão os 150 anos da assinatura do Tratado de Paz, Amizade e Comércio entre os dois países. Neste contexto 3 japoneses vão realizar uma exposição sobre Cultura Japonesa intitulada Tradição Japonesa, Paisagem Portuguesa numa casa tradicional portuguesa situada no Rossio, em Lisboa.Um arquitecto e um artista vidreiro criam um espaço expositivo, onde um pintor intervém com uma série de Ukiyoe com motivos inspirados na cidade de Lisboa."

"Cento e cinquenta anos depois de portugueses e japoneses terem assinado o famoso Tratado de Paz, Amizade e Comércio (1860), três artistas japoneses com uma forte ligação ao nosso país, onde têm vindo a trabalhar, uniram-se a dois cozinheiros do seu país para celebrar a efeméride em terras lusas com a exposição “Tradição Japonesa, Paisagem Portuguesa”. A partir de um cenário que representa uma casa tradicional portuguesa, o arquitecto Yutaka Shiki organizou o espaço expositivo – o terceiro andar do edifício da loja Tezenis no Rossio – para receber os objectos de design do artista vidreiro, Kojiro Toyoda, e uma série de pinturas tradicionais japonesas (Ukiyoe), com motivos inspirados na cidade de Lisboa, da autoria do pintor Yuichi Fukuda.
Segundo Yuichi, os portugueses parecem conhecer melhor a banda desenhada japonesa ou Manga, mas ainda não conhecem muito sobre arte japonesa. O mesmo fenómeno acontece com a cozinha japonesa. “Não existe muita comida japonesa autêntica em Portugal. Decidimos fazer este evento, em parte para introduzir a verdadeira cultura japonesa por cá e mudar a imagem estereótipo que os portugueses têm sobre o Japão”, explica Yuichi. A maioria dos trabalhos que apresenta nesta exposição foram inspirados nas pinturas tradicionais japonesas, como é o caso de uma série de pinturas que parecem azulejos portugueses com caracteres japoneses. “A técnica que usei foi pintar sobre madeira com aguarela para que se pareçam com as pinturas antigas do Japão”, explica o artista.
Além das suas pinturas, vão estar em exposição neste edifício pombalino os candeeiros em vidro de Toyoda. E o melhor de tudo é que também vai haver autêntica comida japonesa por aqui. “Vamos oferecer chá e pequenos doces aos visitantes e, aos fins-de-semana, há comida do Catering Laku”, explica Yuko Yamamoto, Chef e uma das organizadoras deste projecto de intercâmbio cultural." Por Catarina Mendonça Ferreira, in Time Out.

Loja Tezenis - Praça do Rossio:
Rua 1º Dezembro, nº 2B
Tel.: 91 914 1661
e-mail: info@japao-portugal150.com
 
Fontes:
http://www.japao-portugal150.com/
http://timeout.sapo.pt/news.asp?id_news=5008