| Teatro Maria Matos Entrada Livre 18:30 - 20:00 mm café Av. Frei Miguel Contreiras, 52 "Rui Catalão passou a última década a escrever para teatro, cinema (O Capacete Dourado ou Morrer Como Um Homem, por exemplo), improvisou e interpretou personagens em palco, e recentemente, aqui no Maria Matos, no início deste mês de Março, apresentou o seu primeiro solo. Dentro das Palavras, estreado em 2009, são duas horas em que personalidade e personagem se fundem, representa um balanço de dez anos a trabalhar na dança, a privar com bailarinos, e teve origem durante o período em que viveu na Roménia e trabalhou no CNDB (Centrul National al Dansului din Bucuresti). Reflecte sobre o seu progressivo desligamento da linguagem falada como principal meio de expressão (ele não falava romeno, passou três anos quase sem falar), mas também como a vida do corpo sofre essa mudança. Antes de tudo isto, nos anos 90, trabalhou cinco anos como jornalista e crítico musical no Público. Partindo da abordagem autobiográfica de Dentro Das Palavras, tentaremos que nos conte o que aconteceu entre um período e outro, o que aconteceu com a música na sua vida, de onde veio a ligação original. O Super Disco que ajudará a pontuar a conversa é o álbum conhecido como Palha, primeiro LP a solo de José Cid, gravado em 1971. Queremos saber coisas." Transportes Metro: Roma Comboio: Areeiro Autocarros: 21, 22, 44, 49, 727, 735, 756, 767 Fonte e imagem: |
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26 de Março, 2011: Super Disco - RUI CATALÃO
19 de Fevereiro, 2011: Super Disco - ANTÓNIO PINHO
"Na edição número 17 do Super Disco, Rui Miguel Abreu conversa com António Pinho sobre Dos Benefícios de Um Vendido no Reino dos Bonifácios da Banda do Casaco.
O Super Disco de Fevereiro, que terá lugar no Teatro Maria Matos no próximo dia 19, pelas 18h30 como sempre, tem como convidado um homem a todos os títulos especial. António Avelar Pinho é um daqueles homens que tem nos ombros o peso da invenção da modernidade na música portuguesa, que é algo bem diferente do peso da invenção da moderna música portuguesa, que é coisa que às vezes nem sabemos bem se existe. Com toda a certeza ninguém recusaria tal peso de forma mais veemente do que o próprio António Pinho, homem tão modesto quanto inteligente, mas que se moveu nas sombras da história o suficiente para que o presente lhe deva alguma coisa. Bastante, acredito eu.
Quando a cultura pop começou a dar os primeiros passos, António Pinho ecoou imediatamente as suas possibilidades com uma banda no Entroncamento que nunca chegou a ser fenómeno, mas que lhe deixou vontade para prosseguir a aventura da música. O capítulo seguinte foi bem mais sério e levou o nome – seu! – de Filarmónica Fraude, grupo de Tomar que em 1969 lançou uma Epopeia que já projectava Portugal no futuro e no infinito. Da Filarmónica Fraude nasceram ideias que mais tarde António Pinho, juntamente com Luís Linhares, também dos homens de Epopeia, e ainda Nuno Rodrigues e Celso Carvalho desenvolveriam com a espantosa Banda do Casaco.
O Super Disco de Fevereiro é precisamente o trabalho inaugural da discografia da Banda do Casaco, o mítico Dos Benefícios de Um Vendido no Reino dos Bonifácios de 1974, álbum que misturou folclore, rock progressivo e jazz de forma inédita e absolutamente prodigiosa recorrendo a músicos espantosos como Carlos “Zíngaro”, por exemplo.
A carreira da Banda do Casaco levou-os até à década de 80, época em que António Pinho era já um activo agente da revolução tendo trabalhado no arranque das discografias de Rui Veloso, Heróis do Mar ou Táxi, entre tantos outros, ajudando a new wave e o rock a entrar numa cena de portas escancaradas. Pinho fez muito mais: escreveu canções e livros para os mais novos, brincou com a língua como muito poucos e reteve uma integridade humana e criativa que asseguram a sua singularidade até aos dias de hoje. Essas serão certamente as coordenadas da conversa marcada para as 18h30 do próximo dia 19, no sítio do costume.
Quando a cultura pop começou a dar os primeiros passos, António Pinho ecoou imediatamente as suas possibilidades com uma banda no Entroncamento que nunca chegou a ser fenómeno, mas que lhe deixou vontade para prosseguir a aventura da música. O capítulo seguinte foi bem mais sério e levou o nome – seu! – de Filarmónica Fraude, grupo de Tomar que em 1969 lançou uma Epopeia que já projectava Portugal no futuro e no infinito. Da Filarmónica Fraude nasceram ideias que mais tarde António Pinho, juntamente com Luís Linhares, também dos homens de Epopeia, e ainda Nuno Rodrigues e Celso Carvalho desenvolveriam com a espantosa Banda do Casaco.
O Super Disco de Fevereiro é precisamente o trabalho inaugural da discografia da Banda do Casaco, o mítico Dos Benefícios de Um Vendido no Reino dos Bonifácios de 1974, álbum que misturou folclore, rock progressivo e jazz de forma inédita e absolutamente prodigiosa recorrendo a músicos espantosos como Carlos “Zíngaro”, por exemplo.
A carreira da Banda do Casaco levou-os até à década de 80, época em que António Pinho era já um activo agente da revolução tendo trabalhado no arranque das discografias de Rui Veloso, Heróis do Mar ou Táxi, entre tantos outros, ajudando a new wave e o rock a entrar numa cena de portas escancaradas. Pinho fez muito mais: escreveu canções e livros para os mais novos, brincou com a língua como muito poucos e reteve uma integridade humana e criativa que asseguram a sua singularidade até aos dias de hoje. Essas serão certamente as coordenadas da conversa marcada para as 18h30 do próximo dia 19, no sítio do costume.
Rui Miguel Abreu"
Fonte e imagem:
16 de Outubro, 2010: Super Disco - TIMELESS, GOLDIE
sábado 16 Outubro 18h30
Entrada livre
"Olha-se para os últimos 15 anos da cena de dança e tem-se a sensação que Dinis esteve sempre presente, alheio a tendências ou modas passageiras, sempre concentrado numa abordagem generosamente eclética, mas ao mesmo tempo definida. Residente do Lux, autor de noites relevantes em muitos outros espaços, do norte a Lisboa e mais além, Dinis terá no drum n' bass um dos fios condutores da sua própria história. A sua escolha para o Super Disco faz por isso mesmo todo o sentido. Timeless de Goldie é um daqueles discos que conquistou o peso das obras que racham o tempo, que o dividem e transformam. Data de 1995, o mesmo ano em que a CoolTrain Crew pegou no break Amen e transformou os nossos destinos."
Transportes
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
Fonte e imagem:
http://www.teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=302
13 de Fevereiro, 2010: SUPERDISCO - DJ Ride
DJ Ride
às 18h30
"Inicialmente conhecido como DJ e produtor de hip hop mas, embora essa ainda seja a sua cartilha, DJ Ride procura hoje navegar mais na margens do movimento do que seguir a corrente dominante. Escolhe como Super Disco um álbum de hip hop que transcende fronteiras: "Endtroducing" de DJ Shadow (1996). Os seus métodos de produção, escolha de samples, utilização de MPC (ficaremos a saber o que é) ainda inspiram Ride, que nos explicará também como vê no género contemporâneo chamado Wonky a herança do psicadelismo então recuperado por Shadow."
Transportes
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
Fonte e imagem:
http://www.teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=215
16 de Janeiro, 2010: Super Disco - JOAQUIM PAULO
Joaquim Paulo
MM Café
MÚSICA
às 18h30
Music of my heart é uma gema raríssima de 1977, mais conhecida pelos valores exorbitantes em leilões que pelo funk e soul superiores de John Heartsman And Circles. A recente reedição pela Jazzman colocou finalmente uma cópia do LP em casa do editor discográfico Joaquim Paulo que, emotivamente, o considera o holy grail da sua vasta colecção. O autor da série Covers para a Taschen escolhe-o como super disco para partilhar a sua música, em primeiro lugar, mas também todas as histórias que a sua busca proporcionaram.
Transportes
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
Fonte:
12 de Dezembro, 2009: Super Disco - RUI MIGUEL ABREU
Super Disco
Rui Miguel Abreu
sábado 12 Dezembro 18h30 mmcafé
Entrada livre (sujeita à lotação da sala)
Sessões de conversa em torno de discos escolhidos por convidados, interpretações pessoais da história da música e portas abertas para as vidas de quem fala.
Rui Miguel Abreu fala sobre "3 Feet High and Rising" (De La Soul), um álbum de 1989 que coincide com o início da sua carreira como jornalista musical . O disco foi-lhe oferecido em Maio, um mês antes de passar a integrar a redacção d'A Capital. O álbum foi crucial para a relação que mantém ainda com a cultura hip hop e também abriu muitas portas (nunca encerradas desde então) para os universos soul e jazz através das samples nele incluídas. RMA é actualmente jornalista freelancer, mantendo colaborações, entre outros órgãos de comunicação, com a Antena 3 e a revista Blitz."
Rui Miguel Abreu
sábado 12 Dezembro 18h30 mmcafé
Entrada livre (sujeita à lotação da sala)
Sessões de conversa em torno de discos escolhidos por convidados, interpretações pessoais da história da música e portas abertas para as vidas de quem fala.
Rui Miguel Abreu fala sobre "3 Feet High and Rising" (De La Soul), um álbum de 1989 que coincide com o início da sua carreira como jornalista musical . O disco foi-lhe oferecido em Maio, um mês antes de passar a integrar a redacção d'A Capital. O álbum foi crucial para a relação que mantém ainda com a cultura hip hop e também abriu muitas portas (nunca encerradas desde então) para os universos soul e jazz através das samples nele incluídas. RMA é actualmente jornalista freelancer, mantendo colaborações, entre outros órgãos de comunicação, com a Antena 3 e a revista Blitz."
Transportes
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767
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