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Até 12 de Junho, 2012: Portugal contemporâneo: estudos históricos comentados

SEMINÁRIO MENSAL DE INVESTIGAÇÕES EM CURSO
INSTITUTO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA
Coordenação: Paula Borges Santos e Fernando Rosas

ENTRADA LIVRE
Morada: Avenida de Berna, 26-C / 1069-061 Lisboa

Dia 21 de Março de 2012, 18h00
Memória, cárcere e conflito: subjectividades políticas
e dinâmicas de resistência na prisão de Peniche
Por Miguel Cardina, comentário de Fernando Rosas

Dia 11 de Abril de 2012, 16h00
Livros que tomam partido. A edição política em Portugal, 1968 – 1982
Por Flamarion Maués, comentário de Nuno Medeiros

Dia 11 de Abril de 2012, 18h00
Política e economia: a banca nacionalizada durante o PREC
Por Ricardo Noronha, comentário de Maria Eugénia Mata

Dia 8 de Maio de 2012, 16h00
Tempos livres em Portugal e na Itália dos anos 30 a 50 do século XX
Por Elisabetta Girotto, comentário de José Machado Pais

Dia 8 de Maio de 2012, 18h00
Relações de poder e identidade nacional na história do desporto em Portugal
Por José Neves, comentário de Miguel Vale de Almeida

Dia 12 de Junho de 2012, 16h00
O impacto das invasões napoleónicas no comércio entre Portugal e os EUA
Por Danny Martins Rangel, comentário de José Miguel Sardica

Dia 12 de Junho de 2012, 18h00
O rotativismo monárquico e o Império
Por Paulo Jorge Fernandes, comentário de Miguel Bandeira Jerónimo

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Comboio: Entrecampos
Autocarros: 16/56/718/726/742/746/718

Fonte:
http://www.fcsh.unl.pt/eventos/documentos/programa-ihc-portugal

20 de Outubro, 2009: Debate - A POLÍTICA PARA ALÉM DA POLÍTICA - POLÍTICAS DE IDENTIDADE


A política para além da política - Políticas de identidade

Miguel Vale de Almeida e Marcos Cardão
DEBATES E ENCONTROS
20 de Outubro às 18h30

" Nas últimas décadas, a palavra identidade tornou-se um conceito recorrente no debate político [veja-se Hobsbawm no dossier]. A nível dos movimentos sociais tem sido frequentemente defendida a necessidade de construir identidades que, fundindo dimensões políticas e culturais, permitam a várias figuras subalternas – colonizados, camponeses, indígenas, negros, mulheres, gays – forjar um poder de resistência e transformação que reaja às políticas de identidade dominantes, baseadas no colonialismo, no racismo, no machismo ou na homofobia. Entretanto, este identitarismo estratégico tem sido igualmente criticado pelo facto de ser incapaz de trabalhar uma alternativa que coloque em causa a própria ideia de uma política baseada na noção de identidade, deixando assim por problematizar categorias como nação, género ou família. "

Transportes
Metro: Roma
Comboio: Areeiro
Autocarros: 7/35/40/56/708/722/727/767

Fonte:
http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=153&tabs=sobre#sep