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29 de Outubro, 2011: Concerto - MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

às 16h.
Entrada gratuita

Suites Barrocas - Solistas da Metropolitana
Nuno Inácio- flauta
Adrian Florescu - violino
Daniela Radu - violino
Elena Komissarova - violino
José Teixeira - violino
Valentin Petrov viola/violino
Andrej Ratnikov - viola
Jian Hong - violoncelo
Marcos Magalhães - cravo

Georg Philipp Telemann — Suite em Lá menor para Flauta e Cordas, TWV 55:a2
Johann Sebastian Bach — Suite n.º 2 em Si menor, BWV 1067

Museu Nacional de Arte Antiga
Morada: Rua das Janelas Verdes
1249 - 017 Lisboa
Telefone: (351) 21 391 28 00

Transportes
Autocarros: 28, 60, 713, 714, 727, 732
Eléctricos: 15, 18, 25
Comboio: Santos
Barco: Cais-do-Sodré

12 de Agosto, 2010: NOITE DOS MUSEUS - 2010

"Os museus de Lisboa vão estar abertos fora de horas nas próximas quintas-feiras, dias 5 e 12 de Agosto. Excepcionalmente, mais de 20 espaços – entre museus e monumentos – estarão abertos entre as 18.00 e as 00.00. Sempre com entrada livre. Catarina Mendonça Ferreira escolheu os 10 com melhores programas.

Museu da Electricidade
A antiga central termoeléctrica está a propor aos visitantes um verdadeiro cinco em um. Além de poder ver-se o espectacular edifício que albergao museu à noite, há quatro exposições para conhecer. Recomendamos uma, em especial: “O Motor da República – Os Carros dos Presidentes” mostra 15 viaturas que transportaram os vários Presidentes da República Portuguesa ao longo da História. Dos hipomóveis aos Cadillac e Rolls Royce, estão lá todos estacionados. Av. de Brasília, Central Tejo – Belém.


Museu Berardo
A entrada livre no museu não é a novidade, visto que isso é o “pão nosso de cada dia”. Mas nestes dias em que o museu está aberto até mais tarde há uma visita guiada e gratuita à exposição. Chama-se “Tudo o que é sólido dissolve-se no ar: O social na colecção Berardo”, e começa às 22.00. Além disso, há mais para ver em horário nocturno, como a recém-inaugurada exposição “Warhol TV”, que revela a faceta do artista menos conhecida, a realização de filmes, ou ainda, a exposição dos Gémeos brasileiros do grafitti. Pç. do Império, C. C. de Belém 


Museu de Arte Popular
Estar aberto estas noites é mesmo a grande novidade deste museu, que está fechado, dia e noite, desde 2003. Recentemente salvo de uma substituição por um Museu da Língua Portuguesa, o Museu de Arte Popular vai voltar a abrir portas ainda este ano. Enquanto isso não acontece, estas duas noites são uma óptima oportunidade para conhecer o edifício. Av. de Brasília, 14 (Belém)


Cordoaria Nacional
Até Outubro, a Cordoaria Nacional comemora a implantação da República com “Viva a República”, uma exposição que faz a leitura de um dos ciclos políticos mais marcantes da história de Portugal. É possível entrar num comício republicano, revisitar o Rossio de há 100 anos ou reviver, através de um simulador, a travessia do Atlântico feita por Gago Coutinho e Sacadura Cabral. Aproveite para fazer uma pausa no café que existe a meio da mostra, e espreite a loja da Vida Portuguesa. Está tudo aberto até à meia-noite. Av. da Índia.


Museu de Arte Antiga
Noites neste museu não são novidade. O jardim tem sido palco de algumas bem animadas. E neste dia também não será excepção, desde logo porque o restaurante está aberto até às 00.00. O programa cultural inclui visitas guiadas à exposição “A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana”, às 19.00 e às 21.00, para conhecer peças únicas que relatam as conquistas de Arzila e Tânger. R. das Janelas Verdes


Museu do Oriente
Os festejos são em torno do centenário da República com uma oficina que dá a conhecer Manuel Teixeira Gomes, o homem, o político e o coleccionador. Nesta recriação, os participantes têm a oportunidade de recuar no tempo até uma noite fria de Inverno, 21 de Dezembro de 1925. A actividade é gratuita, mas sujeita a marcação. Quem ainda não conhece o museu, tem aqui uma óptima oportunidade. Quem já conhece, pode espreitar “Sangam”, a nova exposição de fotografia que está no lounge, feita na Índia por Carlos Cardoso. Av. de Brasília, Doca Alcântara


Museu do Design e da Moda
Quem tem estado atento às novidades sabe que a exposição dedicada às scooters da colecção de João Seixas é o mais recente atractivo do MUDE. Nas noites dos museus, os visitantes podem ver a evolução destas motorizadas de 1945 a 1970 no piso 1, assistir à peça de teatro Venenos Indispensáveis, segundo Jaime Salazar Sampaio, do Grupo de Teatro da Universidade Técnica de Lisboa, às 21.30 e, uma hora mais tarde fazer a visita guiada pela exposição “Ante-Estreia”, ao ritmo de cada época por Marisa Teixeira.R. Augusta, 24 (Baixa).


Museu do Chiado
Durante os meses de Verão, as quintas-feiras no Museu de Arte Contemporânea têm um sabor diferente, ou melhor, um som diferente. Nestas duas quintas, além dos habituais concertos no Jardim das Esculturas, também o museu vai estar aberto até à meia-noite. No dia 5 de Agosto, a partir das 19.30, Cian Nugent, músico irlandês promissor, é o responsável pela animação musical. Mas o verdadeiro concerto fica reservado para a próxima semana. No dia 12 de Agosto, a noite é de JP Simões. R. Serpa Pinto, 4 (Chiado)


Paços do Concelho
É onde são tomadas as decisões que orientam o destino da cidade, mas o que muita gente não sabe é que os Paços do Concelho é, também, um dos edifícios mais bonitos de Lisboa.Salas preciosamente ornamentadas, peças escultóricas e mobiliário dos séculos XIX e XX e o maior e mais rico Salão Nobre do país podem, nesta noite, ser conhecidos em visitas guiadas que vão acontecer entre as 19.00 e as 20.00 e as 22.00 e 23.00. Se não conseguir nesta noite, saiba que ainda pode vir conhecer este edifício aos domingos, às 11.00.Pç. do Munícipio (Baixa).


Museu do Fado
Na noite em que os museus abrem as portas até mais tarde, o Museu do Fado abre com aquilo que tem sido o seu maior sucesso. As visitas cantadas são uma forma de conhecer o museu através da voz de um fadista. Durante a visita, o guia relaciona algumas peças com fados conhecidos. Esta semana, a visita cantada é feita com a fadista Ana Sofia Varela, às 19.30, seguida de uma actuação dos alunos da Escola do Museu, às 20.30. Na semana a seguir, a visita será cantada por Nuno de Aguiar. Lg. do Chafariz de Dentro, 1. (Alfama)"


Fonte:
http://www.timeout.pt/news.asp?id_news=5797&
Imagem:
Museu de Arte Popular. Imagem © IMC / MC
http://aervilhacorderosa.com/2009/05/pelo-museu-de-arte-popular-assinar-assinar/

6 e 30 de Junho, 2010: Museu Nacional de Arte Antiga - VISITAS GUIADAS E OFICINAS PARA CRIANÇAS


"Visitas orientadas para adultos
Domingo, 6 de Junho | 11h30 e 15h30
Os 4 Elementos: O Ar e o Fogo nas colecções do MNAA.
Primeira visita de duas sobre os 4 elementos.
Sem inscrição prévia. Participação com o bilhete de entrada do Museu.

Actividades para crianças
Domingo, 6 de Junho | 15h30
Os 4 Elementos: Ar e Fogo
Visita com oficina, crianças dos 6 aos 12 anos
Inscrições gratuitas, individuais e limitadas a partir de 1 de Junho, através do nº de telefone 213912800.

Visitas guiadas - 10 Obras de referência
Quarta-feira, 30 de Junho | 18h00 (Entrada Livre)
Colcha (fragmento), Índia, final do século XVI."

Entrada livre no Museu Nacional de Arte Antiga aos Domingos e Feriados, até às 14h. As crianças, até 14 anos, têm sempre entrada grátis.

Museu Nacional de Arte Antiga
Morada: Rua das Janelas Verdes
1249 - 017 begin_of_the_skype_highlighting              1249 - 017      end_of_the_skype_highlighting Lisboa
Telefone: (351) 21 391 28 00 begin_of_the_skype_highlighting              (351) 21 391 28 00      end_of_the_skype_highlighting



Horário do Museu
3ª feira: 14h00-18h00
4ª feira a Domingo: 10h00-18h00
Encerrado às 2ªs feiras, 3ªs feiras de manhã, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro.

Transportes
Autocarros: 28, 60, 713, 714, 727, 732
Eléctricos: 15, 18, 25
Comboio: Santos

Fonte:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=412
Imagem:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/exposicao%20permanente/HighlightList.aspx

16 Julho a 11 Outubro, 2009: Exposição - ENCOMPASSING THE GLOBE


Encompassing the Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII
"WASHINGTON, 2007, June 22—“ A little-known fact: A version of the Internet was invented in Portugal 500 years ago by a bunch of sailors with names like Pedro, Vasco and Bartolomeu. The technology was crude. Links were unstable. Response time was glacial. (A message sent on their network might take a year to land.)”

Nestas primeiras palavras de um artigo publicado no periódico norte-americano New York Times sobre a exposição Encompassing the globe. Portugal and the World in the 16th and 17th centuries – um eloquente testemunho da presença cultural portuguesa em África, na Ásia e nas Américas, e destas na arte portuguesa – lê-se a importância magna de Portugal, nos séculos XVI e XVII, na criação de redes de comunicação em tempo real, o estabelecimento de mercados internacionais e o intercâmbio cultural, artístico, científico e linguístico que permitiram à Europa, através de Portugal, influenciar e ser influenciada por culturas transcontinentais.
Portugal constituiu-se, pois, em epicentro de novas estruturas económicas, políticas e culturais em todo o mundo, que configuraram o pensamento europeu com efeitos definitivos para a comunicação global. Um milhão de falantes do português no século XV “globalizou-se”, assim, em duzentos milhões, na actualidade.
A exposição Encompassing the Globe. Portugal in the 16th and 17th centuries foi produzida pela Smithsonian Institution, através da A. M. Sackler and Freer Gallery, Washington DC, onde esteve patente entre Junho e Setembro de 2007; e realizou-se depois uma segunda edição no coração da Europa, no Palais des Beaux Arts, em Bruxelas, entre Outubro de 2007 e Fevereiro de 2008, com o título Autour du Monde. Portugal dans le Monde aux XVI e XVII siècles.
A riqueza da perspectiva inscrita pelos comissários científicos da exposição – Julian Raby, director da A. M. Sackler and Freer Gallery, Jay Levenson, curador de várias exposições relacionadas com Portugal, e Nuno Vassalo e Silva, director adjunto do Museu Calouste Gulbenkian – mostra Portugal como pioneiro absoluto da actual era de globalização de conhecimentos, facto que levou o Ministério da Cultura e o Ministério da Economia e Inovação a apoiar, tendo em conta o superior interesse nacional, a vinda desta importante exposição a Lisboa.

Na sua edição portuguesa a exposição será designada pelo seu título em inglês – Encompassing the Globe – marca identificativa desta realização da Smithsonian Institution, e em português – Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII – o seu âmbito temático e cronológico.
Assim, caberá ao Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, apresentar a exposição Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII, entre Julho e Outubro de 2009. Este primeiro Museu Nacional é, por excelência o lugar certo, para esta apresentação, tendo em conta as suas colecções de Artes Plásticas e Artes Decorativas nacionais e internacionais, do século XIV até meados do século XIX, com obras de referência para o conhecimento da viagem dos Portugueses pelo Mundo.
Poder-se-á pensar, equivocamente, que os que já visitaram a exposição em Washington e em Bruxelas em 2007 irão repetir a mesma experiência.
Com efeito, a versão que o Museu Nacional de Arte antiga irá apresentar ao público, respeitando na íntegra o conceito dos comissários científicos, surge agora enriquecida, tanto pelo espaço que lhe foi dedicado, todo o piso 03 do edifício principal do Museu, como pela apresentação num novo contexto de Tesouros Nacionais que, por o serem, não puderam ser cedidos para as anteriores versões da exposição.
Podemos compreender como Portugal, a partir do século XV, abriu o Mundo à Europa, estabelecendo contactos e trocas comerciais e, naturalmente, culturais em pioneiras rotas traçadas nos oceanos Atlântico, Indico e Pacífico. As relações de Portugal e a Europa nos séculos XV e XVI é o núcleo que nos conduz para os núcleos dos diferentes territórios que maior expressão cultural tiveram neste momento pioneiro da globalização – África, Brasil, as terras do Índico, China e Japão.
Um total de cerca 200 obras – Cartografia, Marfins, Imaginária, Desenho, Gravura, Escultura, Pintura, Plumária e Ourivesaria – serão reunidas em Lisboa provenientes de prestigiadas colecções públicas e privadas. Para além das peças oriundas de colecções particulares, destacam-se, entre muitas outras, as cedências de obras pelo Staatliches Museum für Völkerkunde, Munique, o Staatliche Kunstsammlungen, Dresden, o Kunsthistoriches Museum e o Albertina Museum, Viena, o Musée Royal de l’Afrique Centrale, Bruxelas, o Museu do Louvre, Paris, o Nationalmuseet da Dinamarca, o Património Nacional de Espanha, o Museum Boijmans van Beuningen, Roterdão, a British Library, o Victoria and Albert Museum e o British Museum, Londres, Biblioteca Nazionale Centrale, Florença, Biblioteca Casanatense, de Roma, o Museu do Hermitage, S. Petersburgo, os Museus do Kremlin, Moscovo, o Museu de Arte Sacra de S. Paulo, Brasil, e muitos outros museus e colecções particulares nacionais.

Acresce a este elenco alguns dos Tesouros Nacionais de Portugal, cuja cedência para o estrangeiro se desaconselha - os painéis quatrocentistas de S. Vicente, a Custódia de Belém e a rara série de biombos Nambam – que irão cortejar um importante conjunto de objectos inéditos provenientes de outras colecções portuguesas.
A exposição Encompassing the globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII em Lisboa constituirá um acontecimento único de grande relevância histórica e civilizacional que, celebrando a(s) Arte(s) e a(s) Ciência(s), homenageia o desenvolvimento das relações internacionais, o advento do diálogo inter cultural, afirmando uma visão inovadora e seminal, emanada de um exterior distante e diferente – o Novo Mundo - que, inevitavelmente, enriquecerá e desafiará as perspectivas de observação de Portugal e da Europa.
Iniciativa potenciadora do aumento do fluxo de turismo cultural, esta exposição concorrerá para a afirmação de Portugal hoje no Mundo, como país que, conhecedor do valor da sua consciência identitária, contribui para um mais nítido e consistente espaço europeu da cultura, da cidadania e do diálogo.
Portugal, através do Museu Nacional de Arte Antiga, apresenta a todos os visitantes, nacionais e internacionais, o melhor da produção cultural que demonstra, uma vez mais, o seu papel como produtor e produto de boas práticas de comunicação global, sua matricial vocação identitária, através dos registos históricos de natureza científica, artística, cultural e comercial.
Este movimento cumpriu-se da Europa para o Mundo e deste para a Europa, para onde os portugueses sempre trouxeram, entre o século XV e a actualidade, essa riqueza primordial que é a imensa diversidade humana."

Museu Nacional de Arte Antiga
Morada: Rua das Janelas Verdes
1249 - 017 Lisboa
Telefone: (351) 21 391 28 00

Transportes
Autocarros: 28, 60, 713, 714, 727, 732
Eléctricos: 15, 18, 25
Comboio: Santos

Fonte e imagem:
http://mnaa.imc-ip.pt/pt-PT/destaques/ContentDetail.aspx?id=318