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5 a 9 de Janeiro, 2017: Ciclo de Debates - A URGÊNCIA DA ARQUITECTURA


Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva
Praça das Amoreiras, 56
Lisboa

às 19:00

"37 nomes incontornáveis da arquitetura portuguesa vão debater 5 questões urgentes sobre a profissão: Acesso à profissão, estágios e futuro: Por onde começar?; Honorários, concursos e contratação: A que preço?; Identidade e património: O que interessa promover?; Arquitectura, cidadania e paisagem (PNAP): E agora?; Liberdade e limites no exercício da profissão: Precisamos de mais limites? Quais?

Programa

19 de Julho, 2012: Conferência - MANUEL GRAÇA DIAS

às 19h.
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva
Praça das Amoreiras, n.º 56

Entrada livre, condicionada pelos lugares disponíveis no Auditório.

Transportes

Metro: Rato
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 83
Eléctricos: 25 e 28

14 de Abril, 2012: ARQUITECTOS NO FRÁGIL

a partir das 23h.

Rua da Atalaia 126, Bairro Alto

"Os Arquitectos tomam conta do Frágil.
Pedimos a todos os arquitectos que nos tragam desenhos, novos ou aqueles que ficaram guardados no atelier.
Estes desenhos servirão para a 2ª parte desta iniciativa: uma Exposição e posterior Leilão dos desenhos recebidos - em data ainda a designar, no próximo mês de Maio.
A finalidade será reunir donativos de apoio para a organização humanitária "Architecture for Humanity" http://architectureforhumanity.org/
Obviamente a festa não é exclusiva para arquitectos!
ESTÃO TODOS CONVIDADOS!


CONDIÇÕES DE ACESSO À FESTA "ARQUITECTOS NO FRÁGIL"
Entrada: 5€ com direito a uma bebida.
Quem tiver nome na guest-list, não paga entrada.
Para confirmar presença na guest-list, deve enviar um email para:
arquitectosnofragil@gmail.com
ATENÇÃO: A CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA NO FACEBOOK NÃO GARANTE PRESENÇA NA GUEST-LIST. É PRECISO ENVIAR EMAIL DE CONFIRMAÇÃO."

Transportes:
Metro: Restauradores, Rossio
Comboio: Rossio, Cais-do-Sodré
Barcos: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Autocarros: 1, 36, 40, 44, 91, 709, 711, 714, 732, 735, 745, 759, 760, 781, 782
Eléctrico: 12, 15, 18, 28

11, 13, 20 e 27 de Outubro, 3 e 10 de Novembro, 2010: Ciclo de debates - PRIVADO, PÚBLICO e COMUM

LOCAL: TEATRO MARIA MATOS, Lisboa
# entrada livre #

"Há mais vida além do Estado e do mercado? Ao longo dos últimos anos, a oposição entre público e privado tem ocupado um lugar fundamental em grande parte dos debates políticos e com a crise económico-financeira esta tendência acentuou-se de modo ainda mais nítido. Neste ciclo de debates, a UNIPOP propõe partir das contraposições entre público e privado e entre Estado e mercado, discutindo-as em diferentes dimensões do quotidiano, da organização do trabalho à construção das cidades, passando pelos processos educativos, pelo espaço mediático e pelas políticas de saúde. Procuraremos analisar as transformações das últimas décadas, tanto à escala nacional como à escala global, e apontar novos caminhos, num debate que vai além da simples contraposição entre público e privado ou Estado e mercado, contraposição cuja rigidez tende muitas vezes a confinar o combate aos processos de privatização à defesa do controlo estatal. Se por um lado queremos mapear claramente o que separa privado e público, por outro trata-
se de questionar a possibilidade de questionar formas de poder transversais ao espaço público e à esfera privada.

*11 de Outubro 18h30 (data actualizada)O que é o Comum?
Debate com Michael Hardt e a UNIPOP

Com a publicação de Império, em 2000, Michael Hardt e Toni Negri renovaram de modo significativo os termos do debate político à esquerda. O livro, entre muitos utros pontos de debate, procurou repensar a política além da alternativa entre o capitalismo e o socialismo, assumindo como tarefa a renovação de um imaginário radical igualmente crítico do Estado e do mercado, retomando as tradições autónomas do movimento operário, assumindo-se como herdeiro de Maio de 68 e acompanhando os novos movimentos alterglobais. Em Multidão, primeiro, e, mais recentemente, em Commonwealth, Hardt e Negri continuaram a reflexão iniciada em 2000, nomeadamente em torno dos temas da propriedade, da produção e do rendimento, articulando alguns dos principais debates marxistas em torno da economia com os estudos foucauldianos acerca da biopolítica e da governamentalidade. Sublinharam, em particular, a necessidade de construir uma política assente no comum, entendido como condição essencial do comunismo, tal como o privado será condição do capitalismo e o público do socialismo. Dez anos depois de Império, Michael Hardt discute em Lisboa, com a UNIPOP, alguns dos aspectos mais importantes do trabalho político da dupla Hardt e Negri.

*
13 de Outubro 18h30Economia, Comunismo e Pirataria
Conversa com José Maria Castro Caldas e Miguel Serras Pereira
Nos últimos anos tem sido frequentemente debatido o maior peso do Estado ou do mercado na vida económica. Ao culto da livre iniciativa empresarial contrapõe-se a necessidade de maior regulação estatal, num debate a que não são de todo indiferentes as transformações ideológicas do liberalismo e do socialismo no século XX e as dinâmicas de globalização nas últimas décadas. Ao mesmo tempo, a partir de experiências como as que caracterizaram a crise argentina do início deste século, retomaram a sua actualidade debates acerca do próprio modo de organização do poder no seio da empresa, reavivando-se tradições conselhistas ou de autogestão, assim como colocando na ordem do dia novas práticas comunais, de que se encontra exemplo na questão dos direitos de autor e de propriedade intelectual.
José Maria Castro Caldas é economista do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e Miguel Serras Pereira é tradutor.

*
20 de Outubro 18h30Cidades, Centros Comerciais e Praças Públicas
Conversa com João Pedro Nunes, Manuel Graça Dias
e Miguel Silva Graça
A cidade tem sido palco de conflito entre interesses privados e públicos, conflito em que a questão imobiliária e os debates em torno do planeamento, colocando em causa a sacralidade do direito à propriedade privada, têm assumido particular destaque. Entretanto, a fronteira entre público e privado nem sempre resulta clara, seja porque a questão da privacidade tem sido colocada no âmbito do próprio espaço público (veja-se os debates em torno da videovigilância) seja porque existem determinados espaços privados, como os centros comerciais, que parecem assumir funções de encontro e reunião que antes eram apanágio da rua ou da praça. Ao mesmo tempo, os problemas específicos da habitação, dos chamados bairros de lata aos novos bairros sociais, mas também passando pelos condomínios fechados, pelos processos de gentrificação ou pelos movimentos de ocupação de casas, têm colocado as fronteiras entre público e privado em transformação, nuns casos, consolidando-as, noutros, atenuando-as.

João Pedro Nunes é sociólogo e investigador do CIES-ISCTE, Manuel Graça Dias é arquitecto e professor de arquitectura na Universidade do Porto e Miguel Graça é arquitecto e doutorando na Universidade de Valladolid.

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27 de Outubro 18h30Media, Propriedade e Liberdade
Conversa com Daniel Oliveira, Nuno Ramos de Almeida e Rui Pereira
De que falamos quando falamos de liberdade de expressão? Nos últimos anos, os grandes meios de comunicação social fazem alarde da liberdade de expressão contra alegadas interferências do Estado, mas poderemos falar de liberdade de expressão no quadro de uma economia dos media em que a concentração impera? Neste contexto, importa atender a novas formas de comunicação que, à margem do controlo directo do Estado e dos grandes grupos privados, têm vindo a tecer redes muito vastas em que a fronteira entre emissor e receptor parece fragilizar-se. É o caso de uma série de meios suportados pela Internet, que, aliados aos novos desenvolvimentos tecnológicos, permitem igualmente colocar em cima da mesa novas possibilidades de estender o direito de emissão televisiva ou radiofónica além das empresas públicas e das empresas privadas de comunicação.
Daniel Oliveira, Nuno Ramos de Almeida e Rui Pereira são jornalistas.

*
3 de Novembro 18h30
Medicina, Ciência e Saberes
Conversa com António Fernando Cascais e Isabel do Carmo
Em tempo de guerra ou em tempo de paz, o sistema estatal de saúde constitui um dos elos mais importantes da relação entre os Estados e as populações e durante a segunda metade do século XX os sistemas estatais de saúde têm sido considerados, na Europa mas não só, como uma das áreas primordiais de intervenção estatal, entre outras coisas visando impedir que as desigualdades económicas entre pessoas e classes se reflictam de modo ainda mais marcante no direito universal à saúde. Durante o mesmo período, contudo, as relações entre médico e doente têm vindo a ser cada vez mais objecto de debate, no quadro do questionamento das lógicas de poder subjacentes ao conhecimento científico, daqui resultando importantes discussões acerca da importância do «atendimento» em meio hospitalar (questão particularmente valorizada por gentes privados do sector da saúde), por um lado, e, por outro, da necessidade dos sistemas úblicos integrarem saberes e conhecimentos heterodoxos face às correntes dominantes na medicina (questão com implicações a nível nacional mas também no quadro dos debates em torno das valências de diferentes práticas culturais).
António Fernando Cascais é professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Isabel do Carmo é médica no Hospital de Santa Maria.
*10 de Novembro 18h30Escola, Ordem e Emancipação
Conversa com António Avelãs e Jorge Ramos do Ó
A disputa pelo método de educar atravessa a história e é motivo de concórdia e discórdia entre professores, ministros, pais, psicólogos, alunos. Entre o ensino público e o ensino privado, o primeiro financiado pelo Estado e o segundo suportado pelas famílias, têm-se travado muitos destes debates, que se cruzam com outros tantos, à volta do ideal iluminista da educação como emancipação, e do seu potencial para corrigir as desigualdades ou, pelo contrário, para as eproduzir. Entretanto, a disputa pelo método de educar coloca igualmente em campo professores e alunos. As relações de poder que entre eles se estabelecem, das reiteradas críticas à falta de utoridade dos docentes à tentativa de levar a cabo experiências pedagógicas emancipatórias da condição estudantil, têm suscitado um debate pouco informado, mas nem por isso menos cirrado, e que constitui o ponto de partida para esta conversa.

António Avelãs é professor e presidente do Sindicato de Professores da Grande Lisboa e Jorge Ramos do Ó é historiador e professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa."

Fonte:

25 de Janeiro, 2010: Conferência - CINCO ÁFRICAS/CINDO ESCOLAS


"Na próxima 2ª feira, 25 de Janeiro pelas 18h30, realiza-se na Ordem dos Arquitectos em Lisboa a conferência de apresentação dos projectos «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» que representaram Portugal na 8ª Bienal Internacional de Arquitectura de São Paulo e que estão agora em exposição na Ordem dos Arquitectos. Na ocasião será também apresentado o catálogo da exposição na Livraria A+A.
Estará presente o Director-Geral das Artes do Ministério da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e o Presidente da Ordem dos Arquitectos, João Belo Rodeia. Com introdução do comissário da exposição, Manuel Graça Dias, os arquitectos participantes, Inês Lobo, Jorge Figueira, Pedro Maurício Borges, Pedro Reis e Pedro Ravara + Nuno Vidigal, vão apresentar os projectos de escolas criados para lugares específicos dos cinco países africanos de língua portuguesa (Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique).
Como representação na BIA’09, entre 31 de Outubro e 6 de Dezembro, «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» foi organizada e produzida pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura. A apresentação em Lisboa é feita em co-produção com a Ordem dos Arquitectos e em parceria com a Livraria A+A.

A proposta de Portugal para a BIA’09 revestiu-se, do ponto de vista institucional, de especial interesse indo ao encontro da Declaração dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (adoptada em 2000, por todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas), nomeadamente pela «Meta 2. Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino primário (...)»

Pretende-se, agora, que «Cinco Áfricas/Cinco Escolas» não se esgote na exposição, uma vez que o projecto foi pensado como uma oportunidade de construção efectiva das escolas nos locais para os quais foram idealizadas."

Local:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul
Travessa Carvalho 21-25, Lisboa

Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 1/32/36/706/714/744/758/781/782/790/792
Eléctricos: 15/18/25

Contactos:
Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura
Av. da Liberdade, 144 – 2º andar, 1250-146 Lisboa
T: +351 211 507 010
F:+351 211 507 261
E: geral@dgartes.pt www.dgartes.pt
www.dgartes.pt/saopaulo2009/index.htm

Fonte e imagem:
http://arquitectos.pt/index.htm?no=2020491919,154

16 a 25 de Janeiro, 2010: Exposição - CINCO ÁFRICAS, CINCO ESCOLAS



"Cinco Áfricas, Cinco Escolas chega à OA
A Direcção Geral das Artes em co-produção com a Ordem dos Arquitectos, inaugura no próximo dia 16 de Janeiro, às 14h, na Galeria de Exposições da Sede Nacional da OA, a exposição Cinco Áfricas/Cinco Escolas, que representou Portugal na 8ª Bienal Internacional de Arquitectura de São Paulo. 
O comissário da proposta é o arquitecto Manuel Graça Dias que convidou um grupo de seis arquitectos portugueses, todos eles nascidos nos anos 60, autores dos cinco projectos de escolas a construir em outros tantos países africanos de língua portuguesa, respectivamente:
-  Inês Lobo (Achada Fazenda, Cabo Verde);
- Pedro Maurício Borges (Cacheu, Guiné-Bissau);
- Pedro Reis (Santa Catarina, São Tomé e Princípe);
- Jorge Figueira (Benguela, Angola);
- e a dupla Pedro Ravara/Nuno Vidigal (Vila do Milénio, Lumbo, Nampula, Moçambique).
Perante o desfio de construir uma participação na Bienal de São Paulo que fosse mais “propositiva, eventualmente útil e que não se esgotasse no narcisismo das mostras/representações convencionais”, o olhar “foi voltado para África e para os países de lingua oficial portuguesa que nos são afectiva e historicamente mais próximos”, resume Manuel Graça Dias no texto de apresentação da exposição.
Conhecidas as grandes carências com que essas jovens nações se debatem no sentido da construção de sociedades mais justas e democráticas, no meio dos enormes desequilíbrios provocados pela irracionalidade económica mundial, o tema da educação e das construções a ela dedicada, não pôde deixar de nos surgir como o mais premente e o que maior sentido faria estimular e promover. Uma ou mais escolas para África, a primeira ideia que então se esboçou”, explica.
Assim foram encomendadas a cinco equipas “cinco propostas concretas de projectos para edifícios escolares de grande qualidade arquitectónica e de baixo custo, fortemente "sustentáveis", em termos de manutenção futura e de resposta, quer social quer ambiental; projectos que serão posteriormente oferecidos pelo Estado português às nações africanas presentes na C.P.L.P. (Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique)", escreve o comissário.
É a exposição ‘dramatizada’ destas cinco maquetas, num registo em que “os trabalhos dados a ver não aparecerão envoltos em orçamentos milionários” que constitui a representação nacional na Bienal de São Paulo, "uma colecção" que se constituirá no objecto principal da mostra/representação. "Será igualmente editado um catálogo de "ilustração do método de trabalho" e de exposição dos resultados do conjunto da acção”, refere Manuel Graça Dias.
O catálogo incluirá ainda os textos de cinco críticos da mesma geração que foram convidados a acompanhar o trabalho de cada um dos arquitectos (Nuno Grande, Diogo Seixas Lopes, Ricardo Carvalho, Ana Vaz Milheiro e André Tavares), bem como um texto do arquitecto José Manuel Fernandes sobre o historial da arquitectura colonial portuguesa nos anos 60 e 70 nos países africanos envolvidos.
Não se devendo esgotar na exibição/presença em São Paulo o esforço despendido, os projectos encomendados deverão depois seguir para os respectivos destinos, tentando o Governo português (através de patrocínios comerciais ou institucionais) a sua viabilização, em termos de construção. Uma "segunda edição" do catálogo deverá vir a ser divulgada, englobando em mais um ou dois cadernos os resultados finais das operações de construção dos diversos projectos”, remata o comissário.
No dia 25 de Janeiro, às 18h30, decorrerá na Ordem dos Arquitectos uma conferência sobre o projecto.
Mais em http://www.dgartes.pt/saopaulo2009/index.htm"

Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul
Travessa Carvalho 21-25, Lisboa

Transportes
Metro: Cais do Sodré
Autocarros: 1/32/36/706/714/744/758/781/782/790/792
Eléctricos: 15/18/25

Fonte:
http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1988