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14 a 16 de Setembro, 2017: Festival - FESTIVAL CANTABILE

"Em 2017, o regresso do Festival Cantabile está agendado para os dias 14, 15 e 16 de setembro. Na sua 8.ª edição, o festival dedicado inteiramente à música de câmara e que já faz parte da agenda de muitos lisboetas na rentrée cultural, passa por locais tão emblemáticos como a Fundação Calouste Gulbenkian, o Palácio Nacional de Sintra e o Museu do Dinheiro.

Organizado pelo Goethe-Institut Portugal, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, conta com a habitual direção artística da sua fundadora, a aclamada violetista Diemut Poppen, e com os solistas Hansjörg Schellenberger (oboé e direção), Maria-Elisabeth Lott (violino) e Sebastian Klinger (violoncelo), acompanhados do Coro e Orquestra Gulbenkian, dirigidos pelo Maestro José Eduardo Gomes.

Na programação deste ano, destaca-se uma das mais reconhecidas obras de Johann Sebastian Bach, Variações Goldberg, BWV 988, numa versão para trio de cordas raramente tocada, transcrita pelo famoso violinista Dmitry Sitkovetsky em 1982. Há também um foco em grandes obras de música de câmara, como a Serenata n.º10, em Si bemol maior, K. 361, Gran Partita de Wolfgang Amadeus Mozart e o Sexteto para cordas op. 4 “Noite Transfigurada” de Arnold Schönberg, que serão tocadas no último dia do festival, no Museu do Dinheiro.

O programa apresenta ainda Concerto para Oboé e Violino em Dó menor, BWV 1060 de Johann Sebastian Bach, “Styx” Concerto para Viola, Coro e Orquestra de Giya Kancheli e Concerto para Violino, Violoncelo e Orquestra em Lá menor, op. 102 de Johannes Brahms".

Programação:

15 a 20 de Setembro, 2016: Festival - FESTIVAL CANTABILE


"O Festival Cantabile, único em Portugal inteiramente consagrado à música de câmara, celebra a sua sétima edição. Entre os dias 15 e 20 de setembro, serão palco quatro concertos em Lisboa e Queluz.

A fundadora e diretora artística do festival, a violetista alemã Diemut Poppen, trouxe para esta edição um notável conjunto de intérpretes solistas, de que se destacam o contralto Gerhild Romberger, a violinista Isabelle Faust, o violoncelista Ivan Monighetti e a trompetista Laura Vukobratović. Referência ainda para a jovem violinista norte-americana Christel Lee, recente vencedora do 11.º Concurso Sibelius de Violino, um dos mais prestigiados do mundo.

19 e 20 de Setembro, 2013: Festival - CANTIBILE

Mozart e Viana

Festival Cantabile
19.09.2013, 19h30
Academia das Ciências de Lisboa
Rua da Academia das Ciências, 19
1249-122 Lisboa
Entrada livre - Reservas 218 824 510 [a partir de 02 Setembro]
218 824 510
Solistas do Festival Cantabile: Lena Neudauer, violino; Diemut Poppen, viola e direcção; Sebastian Klinger, violoncelo; Alexander Lonquich, piano e direcção
Orquestra Gulbenkian: Erik Heide, concertino
Programa
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
∙ Sinfonia Concertante para violino, viola e orquestra em Mi bemol Maior, K. 364
César Viana (*1963)
∙ Sermad, para violino e viola

- Intervalo -
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
∙ Concerto para piano e orquestra nº 9 em Mi bemol maior, K. 271 [Jeunehomme]

Bach e Brahms

Festival Cantabile
20.09.2013, 19h30
Academia das Ciências de Lisboa
Rua da Academia das Ciências, 19
1249-122 Lisboa
Entrada livre - Reservas: 218 824 510 [a partir de 02 Setembro]
218 824 510
Solistas do Festival Cantabile::
Lena Neudauer, violino e direcção; Diemut Poppen, viola e direcção; Sebastian Klinger, violoncelo
Solistas da Orquestra Gulbenkian:
Pedro Meireles, violino; Samuel Barsegian, viola; Varoujan Bartikian, violoncelo
Orquestra Gulbenkian: Erik Heide, concertino
Programa
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
∙ Concerto Brandeburguês nº 6 em Si bemol Maior, BWV 1051
∙ Concerto para violino e orquestra em Mi maior, BWV 1042
- Intervalo -
Johannes Brahms (1833-1897)
∙ Sexteto para cordas nº 1 em Si bemol Maior, op. 18
Co-produção:
Goethe-Institut ∙ Fundação Calouste Gulbenkian ∙ Academia das Ciências de Lisboa
Transportes
Metro: Rato, Baixa-Chiado
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773
Elevador: Glória 

21 de Setembro, 2013: Concerto - ORQUESTRA GULBENKIAN

"Orquestra Gulbenkian

Sábado, 21 Set 2013  |  19:30

Basílica de Mafra

ORQUESTRA GULBENKIAN
SOLISTAS DO FESTIVAL CANTABILE
DIEMUT POPPEN (viola e direção)
LENA NEUDAUER (violino)

Johann Sebastian Bach
Concerto Brandeburguês nº6, em Si bemol maior, BWV 1051
Concerto para Violino e Orquestra, em Mi maior, BWV 1042

Wolfgang Amadeus Mozart
Sinfonia Concertante em Mi bemol Maior, K. 364

Entrada Livre

Festival Cantabile   Goethe Institute
 
A Basílica de Mafra foi o local escolhido para o último concerto da série que a Orquestra Gulbenkian realiza nesta temporada em colaboração com o Festival Cantabile. O programa inclui de novo obras de Mozart e Bach. Para além de assegurar a direção da Orquestra Gulbenkian, Diemut Poppen apresenta-se também como solista na Sinfonia Concertante para Violino e Viola, de Mozart, tendo a seu lado a violinista Lena Neudauer.
 

Informações e Contactos

Terreiro D. João V, Mafra
GPS: 38.937414,-9.32686
Telf.+351261817550".
 

6 de Outubro, 2012: Concerto - SOLISTAS DO FESTIVAL CANTABILE E DA ORQUESTRA GULBENKIAN

às 19h.
Entrada livre.
Aconselha-se o levantamento de bilhetes presencialmente de 2ª a 6ª feira das 10 às 19h. Bilhetes sujeitos à disponibilidade existente. Para mais informações, ligar o número 217 823 700 (bilheteira da Gulbenkian)

"Solistas do Festival Cantabile:
Diemut Poppen, direcção musical, violino, viola | Viviane Hagner, violino | Jano Lisboa, viola | Alexander Chaushian, violoncelo | Sebastian Manz, clarinete | Siegfried Mauser, piano
Solistas da Orquestra Gulbenkian:
Pedro Meireles, violino | Samuel Barsegian, viola | Maia Kouznetsova, viola | Leonor Braga Santos, viola | Christopher Hooley, viola | Varoujan Bartikian, violoncelo | Raquel Reis, violoncelo | Manuel Rêgo, contrabaixo | Marcos Magalhães, cravo 

Programa
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Concerto Brandeburguês No. 6 em Si bemol maior, BWV 1051 (1718)

Johann Sebastian Bach
Concerto Brandeburguês No. 3 em Sol maior, BWV 1048 (1718)

Jörg Widmann (*1973)
"Fünf Bruchstücke" para clarinete e piano (1997)

Johannes Brahms (1833-1897)
Sexteto para cordas No. 2 em Sol maior, op. 36 (1864/65)


Coprodução Festival Cantabile e Fundação Calouste Gulbenkian".

Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 713, 716, 726, 742, 746, 756
Comboio: Entrecampos
Fonte: http://www.goethe.de/ins/pt/lis/ver/pt9858176v.htm
Imagem: http://lazer.publico.pt/concertos/310798_solistas-do-festival-cantabile-e-da-orquestra-gulbenkian

5 de Setembro, 2010: Festival Cantabile - CONCERTO MUDE

21.00 horas
Museu de Design e da Moda, Rua Augusta, 24, Lisboa
Entrada livre
+351 219 237 300
 
"Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sonata para piano e violino em Sol maior, k. 9 (1764)
1. Allegro spiritoso
2. Andante
3. Menuett I & II
Elina Vähäla, violino
Ralf Gothóni, piano
A sonata em sol maior para piano e violino faz parte das primeiras composições de Wolfgang Amadeus Mozart [nasceu a 27 de Janeiro de 1756, em Salzburgo, morreu em 1791, em Viena]. Escreveu-a quando tinha cerca de oito anos (1763-1764). Após as primeiras digressões com concertos, em 1762, do menino-prodígio, da sua irmã Nannerl, cinco anos mais velha, e dos seus pais, que os levaram até Munique, Passau e Viena, a família iniciou, em Junho de 1763, uma extensa tournée por toda a Europa Ocidental, que durou três anos, até regressarem a Salzburgo, em Novembro de 1766. Essa tournée levou-os até inúmeras cidades na Alemanha, na Bélgica, na França, na Inglaterra, na Holanda e, também, na Suíça. Durante estas viagens, foi composta, entre outras obras, a primeira sinfonia em Mi bemol maior, k. 16, como também as primeiras sonatas para piano e violino. As quatro sonatas para piano e violino k. 6 a 9 foram as primeiras composições impressas de Mozart (1764).
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Paul Hindemith (1895-1963)
Sonata op. 25,1 para viola solo (1922)
Diemut Poppen, viola
Paul Hindemith [nasceu a 16 de Novembro de 1895, em Hanau, morreu a 28 de Dezembro de 1963, em Frankfurt sobre o Meno] estudou violino e composição no Conservatório Hoch em Frankfurt. Com vinte anos, assumiu o cargo de chefe de orquestra da Orquestra da Ópera de Frankfurt. De 1922 a 1929, tocou viola no quarteto Amar por ele fundado. Foi um dos primeiros compositores a realçar a importância da viola como instrumento solista. Em virtude de ele próprio ter sido um exímio tocador de viola, conhecia, como nenhum outro compositor, as possibilidades técnicas e musicais do instrumento, que explorava ao máximo. A sonata para viola solo op. 25 nº 1, que Hindemith estreou pessoalmente em Colónia-Mühlheim, insere-se numa série de significantes composições para viola, entre elas a sonata para viola e piano op. 11 nº 4 e a sonata solo op. 11 nº 5, ambas de 1919, o Schwanendreher, antigas canções populares adaptadas para viola e pequena orquestra de 1935, ou a música fúnebre para viola e orquestra de cordas de 1936.
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- Intervalo -
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George Crumb (*1929)
Sonata for solo violoncelo (1955)
I. Fantasia: Andante espressivo e con molto rubato
II. Tema pastorale con variazioni
III. Toccata: Largo e drammatico - Allegro vivace
Alexander Chaushian, violoncelo
A sonata de três andamentos, escrita em 1955, em Berlim, quando o compositor George Crumb [nascido a 24 de Outubro de 1929, em Charleston, Virginia Oriental/EUA] era aluno de Boris Blacher, foi inspirada pela música de Béla Bártok. A fantasia inicial é dominada musicalmente por pizzicato e pequenas terças menores descendentes. Segue-se um tema pastorale con variazoni, no qual é criado um tema cromático através de três variações e uma coda. O último andamento é uma tocata que, depois de uma lenta introdução, recorre a fortes contrastes dinâmicos e a timbales. A estreia da obra realizou-se a 15 de Março de 1957, em Ann Arbor, Michigan.
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Robert Schumann (1810-1856)
Quarteto para piano e cordas em Mi bemol maior, op. 47 (1842)

1. Sostenuto assai – Allegro ma non troppo
2. Scherzo: Molto vivace – Trio I – Trio II
3. Andante cantabile
4. Finale: Vivace
Elina Vähälä, violino
Diemut Poppen, viola
Alexander Chaushian, violoncelo
Ralf Gothóni, piano
Em 1842, Robert Schumann [nasceu a 8 de Junho de 1810, em Zwickau, morreu a 29 de Julho de 1856, em Endenich] e sua mulher Clara ocupavam-se minuciosamente com os quartetos de Haydn e Mozart. Nesse "Ano de Música de Câmara", foi criado o quarteto para piano, op.47, de 24 de Outubro a 26 de Novembro, apenas poucas semanas depois do quinteto para piano, também em Mi bemol maior. Foi estreado a 5 de Abril de 1843, num círculo privado. Schumann relata a Whistling, editor do quarteto: "Tocámos o quarteto pela primeira vez e apresenta-se cheio de efeitos, julgo que com mais efeitos do que o quinteto". Schumann atinge aqui uma especial abundância de ambientes, através da combinação da forma clássica de sonatas com técnicas barrocas (imitação, sequência, contraponto) e beleza melódica romântica. O Festival Cantabile deve o seu nome à designação Andante Cantabile do terceiro andamento do quarteto."

Fonte:
http://www.goethe.de/ins/pt/lis/kue/mus/can/pro/pt6433567v.htm