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Dezembro, 2012: CCb - PROGRAMAÇÃO

"Corrente contínua ENTRADA GRATUITA
Atividade para todas as idades em torno da exposição Hélio Oiticica, museu é o mundo.
Sábados e domingos | 15h30-17h30 | Sem marcação prévia (ler mais)

Ciclo de conferências em torno de Hélio Oiticica ENTRADA GRATUITA
11 de dezembro | 18h00 | Orador: Moacir dos Anjos (ler mais)

II Conferências de Arte, Arquitetura e Média ENTRADA GRATUITA
«A experiência vivida do quadro»: alucinação e tectónica na arte
12 de dezembro | 17h00 | Orador: José Gomes Pinto | Apresentação: Luís Cláudio Ribeiro (ler mais)".
Transportes
Autocarros: 28, 714, 727, 729, 751
Eléctrico: 15
Comboio: Belém
Barco: Belém

12 e 26 de Novembro: Conferências - AS IDADES DO MAR

Square Rock, Ogunquit, 1914 - Edward HOPPER (1882-1967)
Óleo sobre tela 61,6 x 74,3 cm Whitney Museum of American Art, New York Josephine N. Hopper Bequest Inv. 70.1203
Foto:Robert E. Mates © Heirs of Josephine N. Hopper, licensed by the Whitney Museum of American Art

CONFERÊNCIASAuditório 3 às 18:00 - Entrada livre

12 de novembro
Da linha do horizonte à paisagem. Evolução da tapeçaria nas coleções espanholas
Concha Herrero Carretero (PATRIMONIO NACIONAL, MADRID)

26 de novembro
A paisagem marítima no século XIXCaroline Mathieu (MUSÉE D’ORSAY, PARIS)

 
Fundação Calouste Gulbenkian
Avenida de Berna 45 A - 1067-001 Lisboa
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt

Transportes
Metro: São Sebastião, Praça de Espanha
Autocarros: 713, 716, 726, 742, 746, 756
Comboio: Entrecampos
 
Fonte e imagem: http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=483&article_id=3787langId=1

19 de Julho, 2012: Conferência - MANUEL GRAÇA DIAS

às 19h.
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva
Praça das Amoreiras, n.º 56

Entrada livre, condicionada pelos lugares disponíveis no Auditório.

Transportes

Metro: Rato
Autocarros: 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 83
Eléctricos: 25 e 28

até 31 de Dezembro, 2011: Exposição - ALJUBE, A VOZ DAS VÍTIMAS

"O projecto nasceu da ideia de fazer justiça às vítimas da repressão durante a ditadura, mostrando, de modo necessariamente breve, como esta se organizou e quais foram as condições em que milhares de homens e mulheres a sofreram, nas masmorras daquele regime, na tortura e, algumas vezes, morrendo pelos seus ideais.
Quisemos imprimir a esta exposição o máximo rigor histórico como condição essencial para a memória de tempos a que não queremos retornar, mas cuja violência queremos recordar e fazer entender.
Durante 37 anos, entre 1928 e 1965, milhares de homens, vítimas da polícia política da ditadura, subiram as escadas do Aljube para recolher aos "curros" do isolamento, às celas colectivas ou à enfermaria. Vinham dos interrogatórios, acabavam de ser presos ou regressavam de uma visita no parlatório.
Muitas vezes, derreados por dias consecutivos de tortura do sono e da "estátua" ou doridos pela violência dos espancamentos, tinham de ser arrastados, escadas acima, pelos carcereiros. Alguns não sobreviveram.
São deles as vozes desta Exposição.
Para honrar a sua memória e o seu sacrifício.
Abril de 2011"

Horários da exposição: de terça-feira a domingo, entre as 10 horas e as 18 horas.
Encerra à segunda-feira.
Entrada livre
Morada: Rua de Augusto Rosa, n.º 40, 1100 Lisboa
Visitas guiadas, todas as terças-feiras pelas 15 horas, mediante marcação no local ou pelo e-mail info@aljube.net, mais informação aqui.

Transportes
Barco: Terreiro do Paço, Cais-do-Sodré
Comboio: Rossio, St. Apolónia
Metro: Baixa-Chiado, Rossio, Terreiro do Paço
Autocarros: 37 (paragem mais próxima), 7, 28, 709, 711, 714, 732, 735, 740, 745, 746, 759, 760, 781, 782, 790
Eléctricos: 12 (descendente), 28

Fonte:

7 de Setembro a 7 de Outubro, 2011: Programação - INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS


07/09/2011 | 19H00
IFP
Entrada livre


A CIÊNCIA ECONÓMICA FACE À CRISE : AS LIÇÕES DA HISTÓRIA
Moderador : Jorge Braga de Macedo (Universidade Nova, School of Business & Economics)
Conferencistas :
Rodolphe Dos Santos Ferreira (BETA, Université de Strasbourg), " Da grande Depressão à Grande Recessão : Acabamos com o Keynes ? "
Ghislain Deleplace (Université de Paris 8), " Para uma guerra de moedas ? As lições da História ".
A grande recessão que se prolonga desde 2008 não se limita à explosão de uma bolha especulativa nos Estados-Unidos. A crise actual tem graves efeitos a nível mundial : turbulência dos mercados económicos e financeiros, forte aumento do desemprego, perda do poder de compra, desregulamento dos sistemas das finanças públicas e o fecho significativo de empresas em quase todos os sectores de actividade. Mas para além destas inevitáveis consequências políticas e sociais, esta crise é também a crise da economia como ciência, com a qual se contava para uma melhor compreensão e para a emergência de soluções face aos desafios do mundo contemporâneo.
Saber mais...

EXPO

08/09/2011 ->07/10/2011
SCIENCE / FICTION : VOYAGE AU COEUR DU VIVANT Viagem entre o real e o imaginário com 29 fotografias científicas valorizadas em gravuras antigas que ilustram os romances de Jules Verne (1828-1905). Estas fotografias abrangem todas as temáticas de investigação do INSERM, tais como neurociências, oncologia e imunologia entre outras... As legendas são de Bernard Werber, autor da "Triologia das Formigas".

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CONFERÊNCIAS

08/09/2011 | 19H00 -> 20H30

Entrada livre

CONFERÊNCIA DE INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO " SCIENCE / FICTION : VOYAGE AU COEUR DU VIVANT "
"DE JÚLIO VERNE AOS NOSSOS DIAS, UM SÉCULO DE LITERATURA DE IMAGINAÇÃO"
Por Bernard Werber, autor das legendas das imagens da exposição.
Bernard Werber é um escritor francês de ficção científica. É um dos autores franceses contemporâneos mais lidos no mundo. Reconhecido sobretudo no género do romance científico, o autor enriquece-o com considerações filosóficas relacionadas com a organização das nossas sociedades. Conseguiu um sucesso mundial nos anos 90 com "A trilogia das formigas" em que se propôs observar a humanidade sob o ponto de vista das formigas. Posteriormente, nos anos 2000 um ponto de observação infinitamente mais alto com "O ciclo dos anjos". A continuação, com "O ciclo dos deuses" em que nos oferece uma reflexão sobre a história da humanidade. Bernard Werber trabalha igualmente em projectos cinematográficos e em 2006 conseguiu a sua primeira longa metragem, "Nos amis les Terriens".
Saber mais...
Institut Franco-Portugais - Av. Luís Bívar 91 - Lisboa | 21 311 14 00 | infos@ifp-lisboa.com | www.ifp-lisboa.com


Transportes
Metro: Saldanha, São Sebastião
Autocarros: 21, 36, 44, 91, 713, 716, 726, 727, 732, 738, 745

até 31 de Dezembro. 2011: Exposição - ALJUBE, A VOZ DAS VÍTIMAS

"O projecto nasceu da ideia de fazer justiça às vítimas da repressão durante a ditadura, mostrando, de modo necessariamente breve, como esta se organizou e quais foram as condições em que milhares de homens e mulheres a sofreram, nas masmorras daquele regime, na tortura e, algumas vezes, morrendo pelos seus ideais.
Quisemos imprimir a esta exposição o máximo rigor histórico como condição essencial para a memória de tempos a que não queremos retornar, mas cuja violência queremos recordar e fazer entender.
Durante 37 anos, entre 1928 e 1965, milhares de homens, vítimas da polícia política da ditadura, subiram as escadas do Aljube para recolher aos "curros" do isolamento, às celas colectivas ou à enfermaria. Vinham dos interrogatórios, acabavam de ser presos ou regressavam de uma visita no parlatório.
Muitas vezes, derreados por dias consecutivos de tortura do sono e da "estátua" ou doridos pela violência dos espancamentos, tinham de ser arrastados, escadas acima, pelos carcereiros. Alguns não sobreviveram.
São deles as vozes desta Exposição.
Para honrar a sua memória e o seu sacrifício.
Abril de 2011"

Horários da exposição: de terça-feira a domingo, entre as 10 horas e as 18 horas.
Encerra à segunda-feira.
Entrada livre
Morada: Rua de Augusto Rosa, n.º 40, 1100 Lisboa
Visitas guiadas, todas as terças-feiras pelas 15 horas, mediante marcação no local ou pelo e-mail info@aljube.net, mais informação aqui.

Outra programação prevista:
Sessões de cinema e documentário na sala multimédia do edifício do Aljube, em data e horário a anunciar;
Conferências e debates, designadamente sobre a História Patrimonial do Edifício, pelo arqueólogo Clementino Amaro (21 de Abril), a PVDE/PIDE/DGS (28 de Abril), pela historiadora Irene Pimentel, ou os Métodos e organização da PIDE (5 de Maio), por Alfredo Caldeira, administrador do Arquivo e Biblioteca da Fundação Mário Soares.

Lista de todas as conferências, aqui.

Transportes
Barco: Terreiro do Paço
Metro: Baixa-Chiado, Rossio, Terreiro do Paço
Autocarros: 37 (paragem mais próxima), 7, 28, 709, 711, 714, 732, 735, 740, 745, 746, 759, 760, 781, 782, 790
Eléctricos: 12 (descendente), 28

Fonte:
http://www.aljube.net/dossier01.pdf

16 de Abril, 2011: Conferências - GALERIA QUADRUM

às 17h00
Conferências:
Na barraca não há canetas? - A migração na obra de Pedro Costa por Daniel Ribeiro Duarte
As viagens iniciáticas - As imagens em movimento da emigração portuguesa em França por João Sousa Cardoso.

"Daniel Ribeiro Duarte é doutorando em Cinema e TV pela Universidade Nova de Lisboa, onde desenvolve o projeto "Comunidade e contemporaneidade no cinema de Pedro Costa". É programador e curador de mostras cinematográficas. Realizou, entre outras, a primeira retrospectiva de Pedro Costa no Brasil no forumdoc.bh.2007, e a mostra "Fotógrafos do documentário brasileiro" pela Associação Filmes de Quintal, de Belo Horizonte. Como artista participa na mostra “transporto sempre uma viagem” e como realizador de cinema
participa na exposição " M.G. Llansol: Uma visão da Europa - Sobreimpressões", proposto pelo Espaço Llansol e actualmente patente no CCB, em Lisboa."

Galeria QUADRUM
Rua Alberto Oliveira, Palácio dos Coruchéus, 52

Metro: Alvalade
Comboio: Roma
Autocarros: 21, 31, 44, 707, 717, 735, 750, 755, 767

25 de Setembro, 2010: Pavilhão do Conhecimento



"Este ano o Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva celebra a relação da ciência com as outras culturas.
No próximo sábado, 25 de Setembro, a ciência vai envolver-se numa mistura criativa com um programa dirigido por Patrícia Reis, escritora e editora da revista Egoísta.
Vamos ter curtas-metragens num dia muito longo. Uma banda da outra banda (Toca Metal). Mini conferências com convidados que são o máximo nas suas profissões. Uma discoteca onde os filhos levam os pais e um jogo de basket onde os pais jogam com os filhos.
Um dia para partilhar com toda a família, das 11h00 às 23h00, por apenas 1€.
Esperamos a sua visita!

PROGRAMA COMPLETO:
10h30 - Actuação dos Bombrando (espaço exterior)
Das 11h00 às 14h30 e das 18h30 às 21h00 - exibição de curtas-metragens originais e portuguesas (Auditório)
11h30 - Dança com Geraldine Miraulth, bailarina clássica, inspirada na música do deserto (Átrio, duração aprox. 20 minutos)
12h00 - Banda de metais Toca Metal (espaço exterior)
15h00 - Jogo de basquetebol arbitrado por Carlos Barroca, comentador desportivo (espaço exterior)
Das 14h30 às 18h00 - Mini-conferências de sete minutos “Porque sou...” (Átrio)
Convidados:
  • Maria de Jesus Moura (psicóloga)
  • Maria do Céu Vasconcelos (ensinar)
  • Amílcar Gameiro (músico)
  • Pedro Ferreira e Judite Mota (publicitários)
  • Patrícia Fonseca (jornalista)
  • João Francisco Vilhena (fotógrafo)
  • Margarida Marinho (representação)
  • Leonel Vieira (cinema)
  • Lídia Jorge (literatura)
  • Nuno Artur Silva (humor e televisão)
  • Simonetta Luz Afonso (serviço público)
  • Maria João Seixas (cinema e escrita)
  • Margarida Pinto Correia (solidariedade)
  • Luís Represas (música)
  • Carlos Barroca (desporto)
  • Tiago Forjaz (sobre talento)
  • Pedro Albuquerque (sobre design)
  • António Mega Ferreira (cultura)
  • Henrique Cayatte (designer)
  • José Luís Peixoto (escritor)
  • João Murillo (pintura)
  • João Rodrigues (editor)
  • Fernando Pinto do Amaral (poesia)
Das 21h00 às 23h00 - Discoteca para pais e filhos com Elvis Veiguinha (Garagem)
Durante todo o dia: personagens históricas da I República questionam o público sobre esse período da História."

Fonte e imagem:
http://www.pavconhecimento.pt/destaques/index.asp?accao=shownot&id_noticia=648

12, 19 e 26 de Maio, 2010: Conferências - ALTERAÇÕES, CULTURGEST

    © Pauliana Pimentel
 
Alterações
Quatro ensaios sobre artes nestes tempos interessantes
Ciclo de conferências comissariado por António Pinto Ribeiro

"Nas cosmogonias mais tradicionais, bem como em muitas histórias sociais, os tempos anteriores apareciam sempre descritos e moldados por uma aura positiva – às vezes mesmo designados como de ouro – comparativamente aos tempos presentes. George Steiner numa análise cultural de enorme sofisticação provou o contrário, em especial no que diz respeito ao confronto do século XIX com o século XX. O Editorialista Fareed Zakaria, por sua vez, numa análise fina mas sustentada em factos e números, afirma que o mundo nunca foi tão pacífico como na actualidade e nunca houve tanto progresso humano. E contudo, a percepção que temos do quotidiano ou a avaliação sistemática que as actuais obras de culto fazem do mundo actual tipificam-se num atlas de acontecimentos que se sucedem uns aos outros sem futuro e padecendo de amnésia colectiva. Será mesmo assim? Ou são os paradigmas em mutação que ainda não nos deixam ver e ler o que há para ver e ler? O que se passa em concreto nas práticas de cultura contemporânea, no urbanismo, na arquitectura, na literatura ou nas novas formas de empregabilidade como é o caso do trabalho invisível? O que se passa nos novos mundos?
António Pinto Ribeiro

5 de Maio
A difusão como um horizonte de possibilidades

António Pinto Ribeiro
Ex-director artístico da Culturgest, programador e ensaísta

12 de Maio
Experiência e insignificância

Helena Buescu
Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

19 de Maio
Sobre-determinação da proposta de Holl para o Museu de arte contemporânea de Helsínquia

João Figueira
Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa

26 de Maio
Trabalho manual e trabalho intelectual: precariedade, dignidade e reconhecimento social

Luisa Veloso
Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa"

Pequeno Auditório
18h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte e imagem:
http://www.culturgest.pt/actual/09-alteracoes.html

5, 12, 19, 26 de Janeiro, 2010: Conferências - NOS BASTIDORES DA ÓPERA



     Hanjo, ópera de Toshio Hosokawa © Elisabeth Carecchio

"No ciclo de conferências do ano passado fiz uma rápida viagem através dos vários significados que a opera in musica assumiu no curso da sua larga história. Procurei definir a especificidade de uma forma de teatro no qual as personagens, em vez de falar, cantam, cantam entre eles e cantam também quando reflectem consigo próprios, a sós; analisaram-se as complicadas relações entre palavra e música, entre os libretos e a partitura musical; tentou definir-se a particular capacidade narrativa duma ópera entre imitação e narração. Agora, no ciclo intitulado Nos bastidores da ópera, a ideia é a de entrar na oficina do teatro musical, enfrentando específicos temas deste fascinante mundo, o mundo da ópera lírica que, apesar do recorrente tema de uma crise que desde sempre a acompanha, manteve e mantém uma grande vitalidade.
“Canto, afecto, personagem” é o título da primeira conferência onde veremos como se irá definir a ideia moderna de personagem desde a retórica dos afectos até à coerência e à diferenciação dos diferentes papéis operáticos. Mozart e o seu teatro musical serão um capítulo importante desta história.Na segunda conferência, “A Literaturoper, quando desaparece o libretista” lidar-se-á com as consequências dramatúrgicas da assunção de um texto literário, não pensado para o teatro lírico, como texto cantado duma ópera, desde o Boris Godunov de Mussorgsky e as suas diferentes versões até Die Soldaten de Zimmermann. Um dos temas mais debatidos na polémica operática de hoje em dia é a questão das ‘modernas’ encenações líricas que se vêem em todos os teatros europeus.Qual é o papel do encenador? Qual é a sua história? Podem definir-se limites ao seu trabalho? São algumas das perguntas às quais tentaremos dar uma resposta na terceira conferência. Na última palestra tentar-se-á analisar os diferentes modelos produtivos dos teatros europeus, os seus prós e os seus contras, com uma possível olhada para o futuro.


Paolo Pinamonti (1958) é professor na Universidade Ca’Foscari de Veneza, foi Director Artístico do Teatro la Fenice de Veneza e Director do Teatro Nacional de São Carlos. É Director Artístico do Festival Mozart na Corunha.


18h30 · Pequeno Auditório · Entrada Gratuita*

5 de Janeiro
Canto, afecto, personagem
12 de Janeiro
A Literaturoper, quando desaparece o libretista
19 de Janeiro
O ‘teatro de encenação’, existe ou não uma tradição na encenação da ópera lírica?
26 de Janeiro
Teatro de repertório, teatro a stagione, festival: qual o futuro do teatro lírico?

* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt"

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte:

9 a 13 de Setembro, 2009: EXPERIMENTA DESIGN 2009

Semana Inaugural
"A Semana Inaugural é o período mais intenso da EXD’09: cinco dias recheados de eventos, incluindo as inaugurações das exposições e do Lounging Space, as Conferências de Lisboa, as sessões das Open Talks e o lançamento de sessenta Tangenciais."

Programa

Fonte:
http://www.experimentadesign.pt/2009/pt/02-01-00.html

23 a 25 de Julho, 2009: Conferências - SOCIOLOGIA DA MÚSICA


Sociologia da Música: Tendências, Interpelações, Perspectivas
Coordenação científica: Mário Vieira de Carvalho (Universidade Nova de Lisboa)
e Christian Kaden (Universidade Humboldt de Berlim)

Das 9h00 às 18h30 · Pequeno Auditório e Sala 2 · Entrada Gratuita*
* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

"Nas últimas décadas as abordagens sociológicas da música têm vindo a desenvolver, expandir e diversificar extensivamente os seus métodos e áreas temáticas. Os campos de investigação da sociologia e da musicologia têm-se cruzado cada vez mais. O espectro interdisciplinar continua a alargar-se. Tanto as questões teórico-críticas como os estudos empíricos se abriram a novos horizontes. A Sociologia da Música desenvolveu-se num sentido integrativo, tomando em conta os contributos da História, Antropologia, Filosofia e Estética, Psicologia e Psicanálise, Economia, Teorias da Recepção, Comunicação e Sistemas, Estudos de Género, Culturais, Comparativos e da Globalização. Intensificou-se também a sua influência noutras áreas da Musicologia – por exemplo, nos Estudos de Composição e Interpretação ou na Análise Musical. A maior parte das abordagens incide actualmente sobre as práticas musicais como interacção social, o material musical e as obras musicais como sociedade codificada, o significado musical como resultado de processos sociais que ocorrem em mundos vividos em constante mudança, as trocas sistema-meio na produção e na recepção musicais, etc. Mais recentemente emergiu a extensão a novas questões, como por exemplo, as colocadas em contextos de morte, guerra, conflitos étnicos e políticos. A Sociologia da Música tem ainda contribuído para uma musicologia auto-crítica, que se tornou consciente da construção social do conhecimento e, consequentemente, visa produzir um conhecimento socialmente mais válido.
Esta conferência internacional reúne em Lisboa mais de quarenta especialistas de todos os continentes, representativos dessas diferentes abordagens e temáticas. A problemática da modernidade musical europeia, as músicas populares no espaço ibero-americano, a globalização e as transferências culturais (considerando, designadamente, a China), as novas tecnologias e as estratégias de mediação, a relação com a música na doença e na morte, os usos da música na manipulação política, enfim a reflexão teórico-crítica que interroga o objecto e as metodologias – eis todo um diferenciado leque de interpelações (entre outras) que alimentará os debates das quinze sessões públicas distribuídas por três dias.
A organização é do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova de Lisboa (CESEM). Integram a Comissão Organizadora os professores Mário Vieira de Carvalho, Paula Gomes Ribeiro e Ângelo Martingo.



Quem deseje obter um certificado de participação e outras informações actualizadas sobre a organização do congresso deverá consultar o sítio oficial do congresso sociologyofmusic2009.com.

Conferências em inglês.

QUINTA-FEIRA, 23 DE JULHO

8h30 Recepção/Acreditação
8h45 Sessão de abertura

9h00 – 10h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Christian Kaden
Antoine Hennion (Paris)
Amar a música: Duma Sociologia da Cultura a uma Pragmática do Gosto
Tia DeNora (Exeter, RU)
Quando a música assume a liderança
Richard Leppert (Minneapolis – Minnesota)
Música, Estética e a Dialéctica do Compromisso Social

10h45 – 11h15 – INTERVALO

11h15 – 13h00
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Morag Josephine Grant
Mikuláš Bek
O famoso 'gosto checo': uma crítica social à musicalidade checa
Pedro Boia (Porto, Exeter)
Modernismo, Pós-Modernismo e Sentido no(s) Movimento(s) de (re-)Interpretação da Música Antiga
Angelo Martingo (Braga)
Contextos de modernidade: identidade e significação na recente prática composicional em Portugal

SALA 2
MODERADOR: Carlos Sandroni
Luís Melo Campos (Lisboa)
Músicos e modos de relacionamento com a música
Iñigo Sánchez (Barcelona)
Del salón a la cocina: haciendo etnomusicología en casa
Ana Brinca (Lisboa)
O som e a escuta no ‘KZ-Lager’: Auschwitz, Buchenwald, Ravensbrück

13h00 – 14h30 – INTERVALO

14h30 – 16h15
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Hansjakob Ziemer
Daniel Koglin (Berlim)
Espaços semânticos de Factos ou Artefactos Musicais?
Paula Gomes Ribeiro (Lisboa)
A construção operática da hiperrealidade: Paradigmas da representação social na dramaturgia da ópera contemporânea
Manuel Deniz Silva (Lisboa) A música de filme como objecto sociológico

SALA 2
MODERADOR: Antoine Hennion
Katrin Bicher (Berlim)
Verein für musikalische Privataufführungen [Sociedade para Audições Musicais Privadas]. Objectivos, Estruturas, Protagonistas
Mark Clague (Ann Arbor – Michigan)
Para uma socialidade da invenção artística, ou a instituição como musa: A Associação Auditorium de Chicago e a criatividade das organizações musicais nos Estados Unidos
José Júlio Lopes (Lisboa)
O compositor contemporâneo no seu labirinto. Arquivo. Memória. Reprodução. Recepção. Instituições. Mediação. Novas tecnologias. Música no mundo

16h15 – 16h45 – INTERVALO

16h45 – 18h30
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Tia DeNora
Wolfgang Fuhrmann (Viena)
Para uma teoria de sistemas sociomusicais: reflexões sobre o desafio de Niklas Luhmann para a Sociologia da Música
Hansjakob Ziemer (Berlim)
Escutar as Diferenças: O debate Stravinsky-Shoenberg nos anos 20 na perspectiva de uma Antropologia Histórica da Música
António Pinho Vargas (Coimbra)
A Música Europeia após 1945 como um espaço restrito de enunciação

SEXTA-FEIRA, 24 DE JULHO

9h00 – 10h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Philip V. Bohlman
Salwa Castelo-Branco (Lisboa)
Discurso sobre música, política cultural e construção nacional no século XX em Portugal
Carlos Sandroni (Pernambuco)
Mudanças recentes na música tradicional do Nordeste brasileiro: o caso de Pernambuco
Peter J. Martin (Manchester)
O negócio da gravação e a internet: Dumbo encontra-se com o inimigo lá dentro?

10h45 – 11h15 – INTERVALO

11h15 – 13h00
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Salwa Castelo-Branco
Juan Manuel Pavía Calderón (Bogotá)
Sociologia da música popular na Colômbia
Denise Milstein (Nova Iorque)
Repressão, re-orientação e ciclos de vida dos movimentos de música popular na América Latina
Pedro Russo Moreira (Lisboa)
A Rádio e a Música para Trabalhadores: Política de programação da Emissora Nacional nos Anos 40

SALA 2
MODERADOR: Juan-Pablo González
Michel Nicolau (Berlim/Campinas)
A percepção da ideia de diversidade na indústria musical
Paula Abreu (Coimbra)
A indústria fonográfica e o mercado da música gravada: um longo equívoco
Pedro Nunes (Lisboa)
O Jornalismo e a Crítica Pop-Rock em Portugal: entre o gatekeeping do gosto e o grilo falante da indústria

13h00 – 14h30 – INTERVALO

14h30 – 16h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Denise Milstein
Mariano Muñoz-Hidalgo (Talca, Chile)
Psicossociologia da cultura popular: marginal versus subterrâneo na música popular
José Juan Olvera Gudiño (Monterrey, México)
O dia em que Kumbia Kings desceu à cidade. Negociações e confrontos na configuração das culturas musicais
Luzia Rocha/Luís Sousa (Lisboa)
Viagens e mutações de uma obra de arte: usos e apropriações da pintura de Malhoa O Fado

SALA 2
MODERADOR: Bernd Hornung
Diósnio Machado Neto (S. Paulo)
A ‘viola’ e o véu: o estilo de canção da ‘modinha’ no processo de redefinição da crítica social brasileira setecentista
Elisa Lessa (Braga)
Vozes femininas, regras masculinas: Patriarcado e prática musical nos conventos portugueses setecentistas
Maria José Artiaga (Lisboa)
A recepção de Verdi no meio intelectual português nos anos 70 do século XIX

16h15 – 16h45 – INTERVALO

16h45 – 18h30
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Max Paddison
Mário Vieira de Carvalho (Lisboa)
‘Esperança para a verdade’: Uma indagação das concepções de Arte e Teoria Social em Adorno
João Pedro Cachopo (Lisboa)
Quão política é a música? Uma abordagem através de Adorno e Rancière
Andreas Stascheit (Dortmund)
A Música na História do Pensamento Social

SÁBADO, 25 DE JULHO

9h00 – 10h45
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Richard Leppert
Philip V. Bohlman (Chicago)
Som, Silêncio e Sociedade – A estética da acção numa sociologia da música globalizada
Ruth Finnegan (Milton Keynes, RU)
Música: um médium humano universal?
Max Paddison (Durham, RU)
Aspectos Teóricos na Mediação Sociocultural da Música

10h45 – 11h15 – INTERVALO

11h15 – 13h00
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Peter J. Martin
Karsten Mackensen (Berlim)
Teoria sociológica universal e criação teórica empírica numa sociologia da música histórica: capacidade de intervenção, racionalização e a realidade de um cosmos musical no limiar da idade moderna
Minghui Bi (Peking)
‘Ópera Modelo’ na China: O fenómeno musical específico sob uma específica forma social
Morag Josephine Grant (Göttingen)
Musicologia, estudos de conflitos e direitos humanos: lições do passado, abordagens para o futuro

13h00 – 14h30 – INTERVALO

14h30 – 16h15
PEQUENO AUDITÓRIO
MODERADOR: Mário Vieira de Carvalho
Bernd Hornung (Marburg)
Holismo – O Cerne da Arte e da Estética – Uma Abordagem na perspectiva da Teoria da Informação
Juan-Pablo González (Santiago, Chile)
Para uma história social da actualidade: música popular e angry young chilenos durante a década de 1960
Christian Kaden (Berlim)
A loucura de Schumann. Horizontes da Antropologia Histórica da Música

16h15 – 16h30 – SESSÃO DE ENCERRAMENTO

17h00 – Programa social"

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte e imagem:
http://www.culturgest.pt/actual/sociologia_musica.html

30 de Junho, 2009: Conferência - CORPS ET SINGULARISATION

O Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e o Serviço de Cooperação e de Acção Cultural da Embaixada de França convidam a :
CONFERÊNCIAS: Corpo, Vida e Tecnologia

David Le Breton
Sociologue (CNRS – Université de Strasbourg)
« Corps et singularisation »
José Luís Garcia
Sociologue (ICS – Universidade de Lisboa)
« As encruzilhadas da tecnologia e da vida para os bens comuns »

às 19h
Entrada livre
Instituto Franco-Português
Av. Luís Bivar, 91 - LISBOA
Telefone : 21 311 14 00

David Le Breton est professeur de sociologie à l’Université de Strasbourg. Il est membre de l’Institut Universitaire de France, du Laboratoire CNRS Cultures et sociétés en Europe. Il travaille surtout dans les domaines de l’anthropologie du corps et celui de l’anthropologie des conduites à risque. Il a aussi écrit sur la marche, le silence, les visages. Plusieurs de ses ouvrages sont traduits en portugais.

José Luís Garcia é licenciado e mestre em sociologia pelo ISCTE e doutor em Sociologia pela Universidade de Lisboa, após ter feito estudos doutorais na London School of Economics. Actualmente, é investigador do quadro do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A par da carreira de investigação, tem ensinado no ISCTE, na licenciatura em Ciências da Saúde (Faculdade de Medicina e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa), na Faculdade de Medicina dentária e na Universidade de São Paulo. Ele trabalha sobre os temas seguintes : teoria social, impactos sociais, políticos e éticos das tecnociências, tecnologias da informação e mass media, incerteza e ambiente."

Transportes
Metro: Saldanha, São Sebastião
Autocarros: 16/21/44/49/83/718/726/745

Fonte:
http://www.ifp-lisboa.com/

2, 16, 23 e 30 de Junho, 2009: Conferências - O LIVRO NA ERA DA SUA REPRODUTIBILIDADE DIGITAL


Por José Afonso Furtado
Conferências Terças 2, 16, 23 e 30 de Junho de 2009
18h30 · Sala 2 · Entrada Gratuita*
* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

"Historicamente, somos os herdeiros de uma “ordem do livro” que conformou, durante séculos, o nosso campo cognitivo, cultural e político, ou seja, uma certa maneira de produzir saber, sentido e sociabilidade. As nossas representações, as nossas percepções e as nossas categorias foram, assim, dominadas por um conjunto de “fenómenos de longa duração”, desde a morfologia do códice à cultura do impresso, desde a identificação entre o livro e a obra até à noção de “função autor”. História longa do livro, portanto, que é, também, uma história da escrita, dos seus suportes, da sua transmissão, disseminação e recepção. É este conjunto de heranças sedimentadas que a emergência de uma sociedade de informação e em rede e o desenvolvimento das novas tecnologias digitais vêm pôr em questão: encontramo-nos num momento de transição para um novo paradigma em que se assiste a um desenvolvimento exponencial da produção de documentação e informação directamente sob forma digital e a uma progressiva digitalização dos conteúdos de uma cultura analógica e do impresso. Esta situação não pode deixar de afectar significativamente o modo tradicional de pensar a natureza e funções do livro, da escrita, da leitura e suas práticas, os modos técnicos de produção e de reprodução dos textos, as economias da autoria e edição e as formas de transmissão do saber.

José Afonso Furtado (1953) é Director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste de Gulbenkian e Docente no Curso de Pós-graduação em “Edição: Livros e Novos Suportes Digitais” da Universidade Católica Portuguesa. É membro da Comissão de Honra do Plano Nacional de Leitura e autor de várias conferências, artigos e livros, designadamente O papel e o pixel. Do impresso ao digital: continuidades e transformações, Lisboa: Ariadne, 2007, também publicado no Brasil e em Espanha, e A Edição de Livros e a Gestão Estratégica, Lisboa: Booktailors – Consultores Editoriais, 2009."

Programa:
2 de Junho
A longa História do Livro
16 de Junho
Novos suportes e mediação tecnológica
23 de Junho
Escrever, editar e ler na era digital 1
30 de Junho
Escrever, editar e ler na era digital 2
A Web social

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte:
http://www.culturgest.pt/actual/olivro.html

29 de Maio, 2009: Conferências - "A PRODUÇÃO DOS BENS COMUNS"

No âmbito do ciclo de conferências
A produção dos bens comuns : alguns dilemas do século XXI em debate
O Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e
o Serviço de Cooperação e de Acção Cultural da Embaixada de França convidam para as :

Economia, Cidadania e Democracia
Philippe Breton
Sociologue (CNRS – Université Paris I Panthéon-Sorbonne)
«La démocratie est-elle un bien commun mondial?»

José Castro Caldas
Economista (CES – Universidade de Coimbra)
«Agir pelo bem comum : visões rivais na Economia»

Sexta-feira 29 de Maio – 18h
Entrada livre

Instituto de Ciências Sociais (ICS)
Av. Professor Aníbal de Bettencourt, 9 - LISBOA
Telefone : 217 804 700

"Philippe Breton est docteur d'État en sciences de l'information et de la communication, et docteur en psychologie du langage, de la communication et de l’intervention pédagogique. Chercheur au CNRS (Laboratoire Cultures et sociétés en Europe, Université Marc Bloch, Strasbourg) et chargé de cours à l'université Paris I - Panthéon-Sorbonne, Philippe Breton centre ses études sur l’anthropologie de la parole et des techniques de communication. Il est l'auteur de nombreux ouvrages dont La Tribu informatique (1990), L'Utopie de la communication (1990), L’Argumentation dans la communication (1996), La parole manipulée (1998) , Le Culte de l'Internet. Une menace pour le lien social ? (2000) ; Éloge de la parole (2003), Argumenter en situation difficile (2004) et L'Incomp&eacut! e;tence démocratique. La crise de la parole au cœur du malaise (dans la) politique (2006). Certains de ses ouvrages sont traduits en langue portugaise. Son dernier ouvrage Convaincre sans manipuler, Apprendre à argumenter (2008) est conçu comme un manuel de rhétorique destiné à "apprendre à argumenter". Construit autour de très nombreux exemples, ce livre s'inscrit dans la perspective d'une approche à la fois éthique et efficace de la parole. Il s'inspire des nombreux stages de formation à l'argumentation que l'auteur a animés auprès de différents publics (enseignants, magistrats, cadres). Philippe Breton est l’auteur d’un blog : http://argumentation.blog.lemonde.fr/ .

José Castro Caldas é investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra onde integra o Observatório do Risco e o núcleo Governação e Instituições da Economia. Licenciado em Economia pelo ISEG, Mestrado em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão, Doutorado em Economia pelo ISCTE. Os seus principais interesses de investigação actuais incluem a deliberação individual e colectiva (em contexto de incerteza), a economia institucionalista e a história da economia."

Fonte:
http://www.ifp-lisboa.com/

4, 11, 18 e 25 de Maio, 2009: Conferências - A ARTE ANTES E DEPOIS DA ARTE

© Eusébio Almeida
Conversas Segundas 4, 11, 18 e 25 de Maio de 2009
18h00 · Sala 2 · Entrada Gratuita*

"Em vez da longa discussão acerca do fim da arte propomo-nos recordar aqui o mistério do seu nascimento e reflectir, ao mesmo tempo, sobre o carácter enigmático da sua condição contemporânea. Pretendemos assim proporcionar o encontro entre a questão das origens da arte e a questão igualmente em aberto dos seus destinos – o encontro entre uma arte da “Pré-história” e uma arte contemporânea, também chamada “Pós-histórica”, enquanto limiares da própria História da Arte.
A arte do Paleolítico e a arte dos nossos dias parecem suscitar uma mesma interpelação fundamental. Situando-se, respectivamente, antes do conceito de “arte”, e num depois das suas certezas, levam-nos a indagar a natureza e o significado da arte, fazendo despertar em muitos uma mesma pergunta: “será isto arte?” Para além de todas as incertezas, algo de indubitável: essa primeira memória gráfica e visual da humanidade marca acontecimentos do maior significado antropológico, sem os quais não estaríamos lançados na aventura da arte. O surgimento do gesto simbólico e do gesto técnico, a emergência da cultura e de uma nova relação com a natureza; uma nova experiência da visualidade através da representação; a presença do homem como aquele que marca o espaço e o território à sua volta fazendo-o seu.
Para reflectir sobre a origem e os destinos da arte e homenagear a arte do Vale do Côa reúnem-se, neste ciclo de conferências, especialistas da imagem e da cultura visual, da linguagem e da escrita, da estética, da história e da teoria da arte."

4 de Maio
Sessão de Abertura
Ministro da Cultura (a confirmar)
Subdirector do IGESPAR
Presidente do CECL
Moderadora: Maria Teresa Cruz (CECL, UNL)
José Jiménez (Universidade Autónoma de Madrid; Director-Geral das Belas Artes, Espanha)
As raízes da arte
Mario Perniola (Universidade de Roma Tor Vergata)
Arte, Vida e Meio. Ou o Sex-appeal do inorgânico no Vale do Côa

11 de Maio
Moderadora: Margarida Medeiros (CECL, UNL)
Domingo Hernandez (Universidade de Salamanca)
Arte e Imagem
Martin Kemp (Universidade de Oxford)
Cultura Visual

18 de Maio
Sessão comemorativa do Dia Internacional dos Museus
Moderadora: Lúcia Gonçalves (MC)
Alexandra Cerveira Pinto (Directora do PAVC)
Camilo Rebelo e Tiago Pimentel (Autores do Projecto Arquitectónico do Museu do Côa)

Moderador: Fernando Cascais (CECL, UNL)
António Marinho Baptista (Parque Arqueológico do Vale do Côa)
A Arte do Vale do Côa
Gilles Tiberghien (Universidade de Paris I, Sorbonne)
Natureza, arte contemporânea, formas arcaicas

25 de MaiO
Sessão de Encerramento
Secretária de Estado da Cultura (a confirmar)
Director do IGESPAR
Moderadora: Maria Augusta Babo (CECL, UNL)
Anne-Marie Christin (Universidade de Paris VII, Centre d’Étude de l’Écriture)
Legível / Visível
João Zilhão (Universidade de Bristol)
As origens do pensamento simbólico


* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.)
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

Transportes
Metro: Campo Pequeno
Autocarros: 01/36/56/721/744/745

Fonte:
http://www.culturgest.pt/actual/aarte.html

21 e 28 de Abril, 2009: Conferências - UM ALERTA PARA O PLANETA


© Suzana Ferreira

18h30 · Grande Auditório · Entrada Gratuita
Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.
Conferências inglês, sem tradução
Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt


21 de Abril
"Desenvolvimento Sustentável e Sociedade da Informação por Roberto Carneiro e Jorge Portugal
Roberto Carneiro tem estado desde sempre ligado aos temas da educação. Dirige na Universidade Católica a licenciatura em Comunicação Digital e Interactiva. Preside ao Observatório da Sociedade da Informação e do Conhecimento.
Jorge Portugal, mestre em Engenharia Mecânica pelo IST, doutorando pelo mesmo Instituto, fundou uma das primeiras empresas de consultadoria em sistemas georeferenciados. Colaborou com a UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento, na elaboração do plano para a sociedade da informação e com a UCMA, unidade de missão para a reforma administrativa na área das redes de distribuição de serviços públicos. É consultor da Casa Civil do Presidente da República na área da Sociedade do Conhecimento e Inovação.

28 de Abril
Arquitectura Sustentável, por Li Hu (China)
Li Hu vive em Pequim e Nova Iorque, lidera algumas das mais emblemáticas construções da era moderna na China fazendo parte de Steven Holl Architects: Design Excellence end Green Innnovation. Pretende fazer da construção urbana sustentável um modo de vida acessível para a maioria da população."

Fonte:
http://www.culturgest.pt/actual/alerta.html